Revista GGN

Assine

Memória

História das músicas de carnaval, por Rodrigo Faour

Enviado por José Carlos Lima

Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

Centenário de Jacob do Bandolim, por Laura Macedo

Centenário de Jacob do Bandolim

por Laura Macedo

Jacob do Bandolim deixou um imensurável legado à música instrumental, dando personalidade própria ao bandolim brasileiro. Considerado por muitos o maior “chorão” do Brasil, depois de Pixinguinha, foi e sempre será uma referência do choro. A roda de choro deve estar rolando solta, no andar de cima, comandada por JACOB DO BANDOLIM acompanhado de todos os “chorões” que se foram. Não podemos participar dessa roda, mas eles com certeza estão vibrando com as comemorações do CENTENÁRIO DE JACOB DO BANDOLIM.

Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

#retroparty - Dia de São Valentim, por Gunter Zibell

Foto Curta Mais

#retroparty - Dia de São Valentim

por Gunter Zibell

Embora no Brasil o Dia dos Namorados seja comemorado na véspera do Dia de Santo Antônio, em vários países de cultura próxima a nós, como Portugal, Espanha, México, Inglaterra e Estados Unidos, esse papel é desempenhado pelo Dia de São Valentim, 14 de Fevereiro.

Vamos aproveitar a efeméride para uma retrospectiva de sucessos da música romântica pop?

Eu selecionei 50 faixas, na maioria dos anos 1970 a 1990, mas com certeza falta lembrar de centenas de canções que embalaram os bailinhos tão populares nessa época.

Leia mais »

Média: 3 (8 votos)

Retalho colorido, por Geraldo Hasse

Retalho colorido

por Geraldo Hasse

Incrível depoimento do capixaba Roberto Menescal a Rolandro Boldrin no programa Sr. Brasil

Era reprise de um programa apresentado no ano passado, mas o conteúdo veio com sabor de novidade no domingo de carnaval 11 de fevereiro de 2018.

- Como foi que nasceu a batida da bossa nova? - perguntou o Sr. mestre de cerimônias.

- É que a gente não sabia tocar samba -- respondeu na lata Menescal, explicando, com extrema sinceridade, que cada tocador de violão tinha uma batida diferente nas cordas do instrumento. Havia o Baden Powell. O Carlinhos Lira. O Sergio Castro Neves. Até o veterano Dorival Caymmi tinha um modo peculiar de tocar. Aí chegou o João Gilberto com seu dindindon... O pessoal do jazz nos Estados Unidos se ligou na batida da bossa nova...

Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

Carnaval no Rio, em 1954

do Iconografia da História

Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

Luto no Carnaval, morre Niltinho Tristeza

 
Jornal GGN - O cantor e compositor Niltinho Tristeza morreu na tarde hoje, sábado, no Rio. Em pleno sábado de Carnaval se vai o autor de clássicos como "Tristeza / Por favor vá embora..." e "Liberdade! Liberdade! Abra as asas sobre nós", samba-enredo campeão da Imperatriz Leopoldinense, em 1989.
Niltinho lutava contra um câncer no pulmão.
 
Em 2012, o Blog Luis Nassif replicava a matéria de Bete Silva e Vilma Homero, publicada em março de 2004 no site Viva Favela. A matéria não foi encontrada no site original, mas ainda resiste a réplica no GGN. Ela trata do cenário em que vivia Niltinho Tristeza na criação da sua mais conhecida canção, Tristeza. E que lhe rendeu o sobrenome. A matéria conta de sua enorme dor de cotovelo, curtida em dose de Fogo Paulista, que o então Nilton de Souza teve sua maior inspiração. A frase martelava na cabeça desde que a namorada lhe deu o fora. E a dor tornou-se o maior sucesso da música brasileira, tanto é que incorporou o título a seu nome artístico. Niltinho Tristeza.

Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

Marchinhas, a alma do Carnaval, por Carlos Motta

Marchinhas, a alma do Carnaval

por Carlos Motta

As marchinhas, que me perdoem o samba, o samba-enredo, o frevo, o axé e que tais, são a alma do Carnaval brasileiro. 

Os maiores compositores populares do Brasil têm marchinhas em seu currículo. Alguns deles, como Lamartine Babo e Braguinha (o João de Barro), ficaram conhecidos pelas suas marchinhas, embora tenham feito também lindos sambas.

No caso do gênio Noel Rosa aconteceu o contrário: ele ficou conhecido pelos seus sambas, mas também compôs marchinhas imortais.

A relação a seguir aponta 23 marchinhas das mais tocadas até hoje no Carnaval - e três marchas-rancho, a irmã dolente, preguiçosa, da marchinha.

Leia mais »

Imagens

Média: 5 (1 voto)

Lufada de ética na corte, por Laurez Cerqueira

por Laurez Cerqueira

Lufada de ética na corte

em seu blog

Certa vez presenciei uma divertida conversa entre o senador Darcy Ribeiro, recém-chegado ao Senado, e o então deputado constituinte Florestan Fernandes.

Darcy dizia em tom de brincadeira a Florestan que na eleição seguinte ele devia deixar a câmara baixa (Câmara dos Deputados) e se candidatar à câmara alta (Senado Federal).

“Venha pra cá, Florestan! Isso aqui é um pedaço da corte! No Brasil, o lugar mais próximo do céu é o Senado da República. Aqui a gente tem tudo que quer. Basta desejar alguma coisa que aparece um funcionário para lhe servir. Os dois estavam impressionados com os ares monárquicos da Praça dos Três Poderes.

O professor Florestan dizia que, apesar de tudo, um dos pontos mais interessantes para se observar o Brasil era o Congresso Nacional e que no Plenário chegavam fragmentos políticos, sociais e culturais do país trazidos por cada parlamentar.

Leia mais »

Média: 5 (9 votos)

Resgatando o Compositor/Cantor Hélio Sindô, por Laura Macedo

Resgatando o Compositor/Cantor Hélio Sindô, por Laura Macedo

Hélio Sindô nasceu em Senador Pompeu (CE) e faleceu em 2005, em São Paulo. O curso primário concluiu na cidade natal, vindo a terminar o ginásio em São Paulo.

Na metrópole bandeirante influenciou-se pelo Rádio, tentando-o através da Educadora Paulista, no decorrer de 1938. Teve sorte nessa aventura, pois no curto espaço de tempo tornou-se um dos mais populares intérpretes da música do morro, a ponto de passar pelos microfones das grandes emissoras paulistas, como Cultura, Kosmos, Record, Educadora e finalmente Tupi, onde se mantém até hoje [1948].

Às qualidades de cantor, nosso homenageado alia as de compositor, tendo inúmeras músicas, as quais ele mesmo interpreta. Gravando para importantes fábricas, Hélio Sindô (assim se assina) possui diversos números de sucesso postos na cera, todas com vendas apreciáveis. Sua grande aspiração está satisfeita, uma vez que pode ser considerado um Sambista nº 1 da Paulicéia, com um público numeroso a aplaudi-lo. Até hoje o “broadcasting” carioca não o tentou, apesar de vir ao Rio de Janeiro todos os anos e ser sondado pelos maiores de nossas estações.

Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

Ivan Paulo, lições de um mestre, por Itamar Assiere

Ivan Paulo, lições de um mestre

por Itamar Assiere

Tive o imenso prazer, privilégio mesmo, de ter convivido com o maestro Ivan Paulo nos palcos e estúdios brasileiros, sendo seu pianista e tecladista.

A capacidade de entender o mundo do samba, equilibrando a linguagem de raiz com a sofisticação de um grande arranjador, fez com que ele fosse adorado por compositores, cantores, instrumentistas e produtores brasileiros.

A tranquilidade com que lidava com situações adversas era uma das marcas da sua competência. Mudanças de tom em cima da hora, mudanças de roteiro ou mesmo de artistas, nada era problema para ele. Ficava de olho em um artista que eventualmente estivesse nervoso ou não tivesse ensaiado o suficiente, além de ficar sempre ligado na condução da banda ou orquestra. Um bom exemplo disso é o clássico show de Tim Maia com orquestra, lançado pela Som Livre após a morte do cantor. O genial Síndico mudando tudo ao seu bel prazer e Ivan sempre ligadaço, sem deixar a peteca cair!  Leia mais »

Imagens

Vídeos

Veja o vídeo
Beth Carvalho, A Madrinha do Samba - arranjos e regência de Ivan Paulo
Média: 5 (1 voto)

Morre Ivan Paulo, maestro do samba, por Augusto Diniz

Morre Ivan Paulo, maestro do samba

por Augusto Diniz

Morreu nesta quarta (7/2) um dos mais respeitados arranjadores e produtores de samba, o maestro Ivan Paulo, aos 80 anos, vítima de câncer.

Ivanovich Paulo da Silva, chamado de Ivan Paulo, era filho de músico, o maestro Ivan Paulo da Silva, o Carioca (embora nascido em Taubaté-SP). Seu pai trabalhou em orquestra de rádio no Rio, participando de arranjos e gravações – e Ivanovich seguiu a mesma trajetória.

Nascido em São Paulo, o maestro Ivan Paulo foi criança para o Rio, onde recebeu formação musical. Depois, passou a atuar nos principais programas de auditório de emissoras de rádio e televisão, como regente, arranjador e criador de trilhas.

Leia mais »

Imagens

Média: 5 (1 voto)

Vida: Os 90 anos de Tinhorão

José Ramos Tinhorão, que faz 90 anos na quarta (7)

Enviado por Antonio Ateu

na Folha

A jovialidade, o humor e as birras nada cederam à voracidade do tempo

por Janio de Freitas

Entre a mocidade e os 90 anos do Tinhorão há apenas uns quilos a mais e cabelos a menos. A jovialidade, o humor e as birras nada cederam à voracidade do tempo. Ainda na primeira metade desse percurso, porém, as variações da vida proporcionaram a correção de um desvio que atraíra Tinhorão. É verdade que, menos por gosto e mais por circunstâncias, Tinhorão se profissionalizou como jornalista. Bacharel em direito, no jornal escapou dos tribunais, mas não resistiu ao espírito do "Diário Carioca".

Leia mais »

Média: 4 (4 votos)

O retrato do velho, de novo no mesmo lugar, por Carlos Motta

O retrato do velho, de novo no mesmo lugar

por Carlos Motta

Sucesso no Carnaval de 1951, a marchinha "Retrato do Velho", de Haroldo Lobo e Marino Pinto, na voz de Francisco Alves, parece que foi feita para a folia deste ano.

Afinal, tem muita gente saudosa do tempo em que havia pleno emprego no país, o crediário era barato e farto, o preço da gasolina e do gás de cozinha estava praticamente congelado, a educação superior não era um sonho impossível, assim como a casa própria - o futuro parecia, enfim, ter chegado aos brasileiros, e ele era doce.

O velho de então era Getúlio Vargas, que iria voltar à presidência, já ocupada por ele de 1930 a 1945, depois de vencer a eleição de 1950.

Leia mais »

Imagens

Média: 5 (3 votos)

A canção do subdesenvolvido, por Carlos Motta

A canção do subdesenvolvido

por Carlos Motta

Carlos Lyra é um dos expoentes da Bossa Nova. Cantou, como os seus companheiros, a flor e o amor, mas foi além: quis aproximar o movimento dos jovens da classe média das raízes do samba e apresentou-os a alguns dos mais representativos artistas do gênero. Fez também músicas de forte conotação social e política.

No longínquo ano de 1961 musicou a peça teatral "Um Americano em Brasília", de Chico de Assis e Nelson Lins e Barros. É dela a sensacional "Canção do Subdesenvolvido", parceria com Chico de Assis, que também integrou o disco "O Povo Canta", lançado para ajudar na arrecadação de verbas para a construção do teatro do Centro Popular de Cultura (CPC) da União Nacional dos Estudantes (UNE), em 1963

Leia mais »

Imagens

Média: 5 (1 voto)

Pegando no bico da chaleira...

Resgate de Luciano Hortencio

Iaiá, me deixe subir esta ladeira

Que eu sou do grupo do pega na chaleira.

 

Quem vem de lá,

Bela Iaiá,

Ó abre alas

Que eu quero passar.

Leia mais »

Média: 5 (2 votos)