O doce embalo do xixi do filho

Cáspita Nassif, não sabia que esse era um dos “direitos” do consumidor, rsrsrs.

Cliente é obrigada a lavar tapete de loja no ES

Alex Cavalcanti
Direto do Espírito Santo
Especial para o Terra

Uma empresária capixaba foi obrigada a limpar um tapete de uma filial da loja Riachuelo em Vila Velha, Espírito Santo. Maria José Lemos gravou com seu celular a cena. Uma funcionária da loja fez com que a cliente higienizasse a mercadoria, que foi atingida por urina que vazou da fralda do filho de dois anos da empresária.

Na gravação, é possível ouvir a voz de outro funcionário, que tenta impedir a gravação das imagens. “Aqui não pode filmar? O cliente pode limpar, mas não pode filmar? Então vocês têm que arrumar alguém para cuidar das crianças enquanto os pais compram”, disse Maria José.

A direção das lojas Riachuelo informou, em nota, “que, tão logo tomou conhecimento do episódio, através de seu gerente regional de operações, Sr. Nilson Nunes, entrou em contato com a Sra. Maria José Lemos, no intuito de agendar uma reunião para o esclarecimento do ocorrido, mas, como não obteve sucesso, conversou com o seu esposo, Sr. Leandro Lemos, permanecendo no aguardo do retorno da cliente à confirmação da reunião.” A empresa afirma ainda que ” já está apurando a responsabilidade dos fatos para a adoção das medidas necessárias.”

A assessoria de imprensa do Procon Estadual informou que o órgão não vai se manifestar sobre este incidente, porque a situação relatada pela cliente ultrapassa os limites do Código de Defesa do Consumidor. Segundo o Procon, o constrangido relatado pela consumidora deve ser tratado na esfera da Justiça. 

Comentário

Não diria que fui um menino comportado. Na missa de Sétimo Dia do grande Mauro Ramos de Oliveira, familiares dele comentavam que, cada vez que me via na televisão, Mauro se esborracha de rir das capetagens que eu fazia na Farmácia do meu pai.

Minhas caçulas se esbaldam com sua história favorita. Carnaval, eu na varanda do andar de cima da farmácia, onde moravam meus avós maternos, querendo uma bisnaga de água para espirrar nos foliões que passavam na calçada. Minha avó não deu. Pus o pipi para fora e mandei bala. Caiu na cabeça de uma freguesa do papai.

Minutos depois, ouvi os passos dele, pulando os degraus da escada. Me pegou na varanda, deu uma bronca danada, disse que precisou pagar uma lavada de roupa da freguesa (o que achei justo).

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