Ministra Cármen Lúcia nega habeas corpus de Sara Giromini

Segundo o Ministério Público Federal há indícios que o grupo continua organizando e captando recursos para ações que se enquadram na Lei de Segurança Nacional.

Jornal GGN – A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, negou à Sara Giromini, conhecida como Sara Winter, quatro pedidos de habeas corpus feitos por sua defesa, e a extremista continua presa. A extremista é apoiadora do presidente Jair Bolsonaro e porta-voz do grupo armado ‘300 do Brasil’.

Sara Giromini foi presa pela Polícia Federal no início da semana, juntamente com outros cinco ativistas de extrema-direita ligados a atos antidemocráticos.

As prisões foram decretadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, atendendo apedido da PGR (Procuradoria-Geral da República).

Segundo o Ministério Público Federal há indícios que o grupo continua organizando e captando recursos para ações que se enquadram na Lei de Segurança Nacional.

Com as prisões, a intenção é ouvir os investigados e obter informações sobre o suposto esquema criminoso.

Sara Giromini foi um dos alvos no inquérito do STF que apura as fake News, no fim de maio.

A extremista, em reação, atacou o STF e Moraes, ameaçando persegui-lo e ‘trocar socos’ com ele. Análises da situação apontam que esta reação da extremista foi proposital, para que fosse presa e piorasse ainda mais o cenário político atual.

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3 comentários

  1. Essa mulher é uma bandida de alta periculosidade, e assim como Bolsonaro e sua quadrilha, não podem viver em sociedade. Essa gente só sabe desagregar!

  2. Quer dizer que o grupo continua a organizar e captar recursos para ações que se enquadram na lei de segurança nacional? Isso parece argumento para a defesa já que,presa,não seria ela a responsável por essa ações.
    Onde estão esses outros pertencente do grupo que ,segundo o ministério público, continuam a agir?
    Essa bandidagem somente atuou e está atuando devido a falta de ações do ministério público não agora,mas lá atrás,quando um sujeito,assim como essa “extremista” começou a defender a ditadura dentro do parlamento,a morte de mais de 30 mil pessoas e outras coisinhas afins. Esse sujeito também usando desse expediente,acabou se elegendo presidente de nosso país.
    Eleito,continuou a fazer o que sempre fez:nada e mais instigação da bandalheira. E o ministério público agora quer cortar os raminhos? Tem que derrubar a árvore podre. Não dá para ficar jogando para a torcida.

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