O ex-juiz e senador Sergio Moro virou réu por calúnia contra o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão foi tomada pela Primeira Turma da Corte, na tarde desta terça-feira (04).
A ação envolve um vídeo viralizado nas redes sociais, de abril do ano passado, no qual Moro insinua que Gilmar estava vendendo habeas corpus. Em uma festa junina, Moro fala em “instituto para comprar um habeas corpus do Gilmar Mendes”.
A Procuradoria-Geral da República defendeu a condenação do ex-juiz por calúnia e pediu a pena de prisão superior a 4 anos. Neste caso, ele perderia o mandato.
Em julgamento preliminar sobre a viabilidade da ação, a Turma do Supremo entendeu que há razões para dar seguimento ao processo contra o senador.
Votaram dessa forma a ministra relatora Cármen Lúcia e os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Luiz Fux e Alexandre de Moraes.
AMBAR
4 de junho de 2024 10:00 pmA Lindora enquadrou o Moro por uma coisinha mínima que não daria a qualquer cristão nem uma condenação em cesta básica. MAS, atenta – não sabemos porque – aplicou os rigores da lei ao ex-magistrado. Num salto triplo carpado, aplicou-lhe a pena básica de 2 anos de detenção, mais 3 qualificadoras e mais a pena do artigo seguinte, que vai passar de 6 anos de condenação, aproximando o marreco da cana. Se colar vai ser lindo.
JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO
5 de junho de 2024 7:45 amConsiderando os crimes perpetrados pela “lama a jato”, O simples fato dos principais membros da mesma, estarem soltos, já constitui um prémio.
A justiça tarda e falha!