Jornal GGN – O Ministério Público Federal (MPF) reconheceu a prescrição do processo contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no caso do triplex do Guarujá (SP).
A decisão, assinada pela Procuradoria no Distrito Federal nesta segunda (06), reconhece que Lula não é acusado de lavagem de dinheiro e corrupção.
Na decisão, a procuradora Márcia Brandão Zollinger atesta que o Supremo Tribunal Federal (STF) já havia anulado as condenações decretadas pelo ex-juiz Sergio Moro, em abril de 2021.
Na prática, a medida tenta ignorar a inocência do ex-presidente confirmada pela Suprema Corte, colocando a responsabilidade pela falta de punição no tempo transcorrido entre o suposto crime e a condenação.
Ainda assim, a defesa do ex-presidente comemorou: “O pedido de arquivamento apresentado pelo MPF deve pôr fim a caso que foi construído artificialmente a partir do conluio do ex-juiz Sérgio Moro e do ex-procurador Deltan Dallagnol.”
Segundo os advogados Cristiano Zanin e Valeska Teixeira Martins, em nota ao jornal Uol, as ações do ex-juiz e do ex-procurador tinha como objetivo “prender o ex-presidente Lula, retirá-lo das eleições de 2018 e para atacar indevidamente sua reputação, tal como sempre sustentamos.”
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