O Marreco de Curitiba, por Romério Rômulo

O meu umbigo pátrio, ensimesmado / vê Sérgio Moro como um conje rouco

O Marreco de Curitiba

por Romério Rômulo

O meu umbigo pátrio, ensimesmado

vê Sérgio Moro como um conje rouco

que fez este Brasil estilhaçado:

-o que era muito, hoje é muito pouco.

 

Tão besta, Moro se enxergou o tal

vendeu-se sempre como um bam bam bam

marreco sem sentido e sem quintal

acabou morto por um Telegram.

 

Romério Rômulo

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5 comentários

  1. Cantaste lindamente o feio marreco! Não merece belas letras, mas vale a denúncia. E nada dele assinar a carta de renúncia.

  2. O mais intrigante e claramente contraditório é, um ministro do Supremo Tribunal Federal, discursar em defesa dos crimes cometidos pela Lavanderia de Propinas de Curitiba. O ministro Barroso é um magistrado que vive desconexo com as normas legais. Seu ímpeto de justiceiro, moralista, correto e refundafor do Estado, não encontra paralelo nas normas legais e no respeito a Constituição Federal. Mas não apenas ele tenta justificar e relativizar um crime que põe a baixo os princípios fundamentais da independência, da harmonia, e soberania das bases da própria estrutura de Estado democrático. Senadores, deputados, militares, presidente entre vários outros, não vêem ou não querem ver a gravidade dos fatos. A imprensa nacional é vil e, suas ações incorrem em total desarmonia das regras institucionais. São todas criminosas e deveriam ser condenadas de imediato por qualquer agente público ou privado. Esperamos muito pelas verdades que habitam os meandros do poder judiciário. Que venham as palavras e ações de liberdade e, tragam de volta a normalidade institucional.

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