10 de junho de 2026

Bolsonaro diz que ‘não dá’ para manter auxílio emergencial por muito tempo

Apesar das declarações do presidente, equipe econômica considera prorrogar o pagamento do benefício até dezembro, mas com valor menor
Foto: Reprodução

Jornal GGN – O presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer que não é possível continuar com o pagamento do auxílio emergencial por muito tempo, por conta do seu custo.

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Segundo Bolsonaro, o pagamento custa R$ 50 bilhões por mês, e a economia “tem que funcionar”. “Alguns estão defendendo o auxílio indefinido. Esses mesmos que quebraram os estados deles, esse mesmo governador que quebrou seu estado, está defendendo agora o [auxílio] emergencial de forma permanente. Só que, por mês, são R$ 50 bilhões. Vão arrebentar com a economia do Brasil”, disse o presidente ao criticar quem defendia que o benefício se tornasse perene, segundo o jornal Folha de São Paulo.

Apesar do posicionamento de Bolsonaro, a equipe do Ministério da Economia avalia uma extensão do auxílio emergencial até dezembro – existe o entendimento de que pressões políticas podem levar à prorrogação dos pagamentos, mesmo com o impacto fiscal da medida.

Existe a avaliação de que, caso o programa seja mantido com as mesmas regras até o final do ano, ele teria um custo total de R$ 450 bilhões. Já o ministro Paulo Guedes defende o pagamento de um valor de R$ 200, entendendo que o valor representa a média aproximada do que é pago no Bolsa Família – contudo, Guedes já defendia a redução dos valores em maio, quando foi decidida a prorrogação dos pagamentos de R$ 600 por mais dois meses.

 

 

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2 Comentários
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  1. Curto e grosso

    5 de agosto de 2020 6:51 pm

    Se tivesse decretado lockdown amplo, dado auxílio emergencial em tempo hábil, moratória às dívidas e empréstimo a juro zero ou mínimo.
    Bom, aí teria planejamento.
    No entanto, vender plataforma petrolífera a preço de banana pode.

  2. fel

    5 de agosto de 2020 8:23 pm

    Meus camaradas, pra oposição, politicamente, o auxílio emergencial foi um uma tiro no pé. Tiro no pé, pois o bozo não queria dar nada a quem precisava. Pressionado, resolveu oferecer duzentinha. A oposiçao brigou e conseguiu seissentos. O alquimista psicótico usou o seu poder de manipulaçao na mente do povo, via mentiras e mais mentiras, e transformou a derrota em vitória. Hoje o povão acha que foi bondade do bozo para com ele, o povo. Essa popularidade que mantém é paga pelo auxílio. Se mantiver a ajuda até o fim do ano, a crise ameniza, porque pior não dá pra ficar, transpõe o seu pior momento e entra como favorito pra 2022 em primeiro turno. Então é bom a oposiçao pensar bem antes de ajudar inconcientemente o bozo pra 2022.

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