Jornal GGN – O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou estar “amargamente arrependido” pelo apoio que deu ao presidente Jair Bolsonaro nas eleições de 2018.
“Amargamente arrependido. Não tenho compromisso com o erro. Foi um enorme erro, meu e de milhares de brasileiros. Nós temos um governo que de liberal só tem o discurso. É uma tristeza para o Brasil”, disse, segundo o portal UOL. Na ocasião, os eleitores que votaram nos dois candidatos cunharam o termo ‘BolsoDoria”.
“(O governo Bolsonaro) foi o governo da ‘rachadinha’, e que protege os seus filhos. ‘rachadinha’ é crime”, disse o governador, em referência à investigação em torno do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) em torno de esquema de corrupção na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).
Doria também disse lamentar a vitória do deputado federal Arthur Lira (PP-AL) para a presidência da Câmara dos Deputados, considerando o episódio “lamentável” para o país. Com forte campanha e distribuição de verbas, o aliado de Jair Bolsonaro foi eleito com 302 votos, mais do que o dobro da votação recebida por Baleia Rossi (MDB-SP).
Luiz Mattos
2 de fevereiro de 2021 1:57 pmO site não está atualizando. Até pensei ser censura contra o site.
André-Kees Schouten
2 de fevereiro de 2021 2:40 pmDiz uma máxima psicanalítica que quando João fala sobre Jair, sei mais sobre João do que sobre Jair. Ou, no dito popular, quando apontar o dedo para alguém, lembre que outros 3 estão apontados para você.
Fico aqui aguardando o dia que João tomará consciência de que, tal qual Jair, ele também “… de liberal só tem o discurso”. E olhe lá!
Rodrigo R.
2 de fevereiro de 2021 3:42 pmQuem fez acordo com Hitler e Stalin também se ferrava. Lula deu uma banana para as esquerdas na promiscuidade com a direita. Alkmin em 2018 foi abandonado pela direita “soft”, incluindo seu partido. No mundo fanático, todo acordo não vale nada.
Bolsominions e lulopetistas só pensam na própria seita de culto e adoração, não tem quaisquer escrúpulos em, pela seita, detonar como cães selvagens todos que verem como traíras. Qualquer acordo feito por fanáticos sempre em guerra não envolve paz, só conhecem violência como contra argumentação persuasiva, porque é só esse argumento os fanáticos tem. Ciro, Marina tomam pedrada de lulopetistas, assim como bolsominions fazem com Doria e, antes, Alkmin.
É preciso derrubar o Nero a qualquer custo, e depois nunca mais se aventurar pelo populismo. Mas sei que é mais fácil lulopetistas votarem em Bozo e bolsominions votarem em Lula que em alguém mais próximo, os próximos não adeptos de seitas são sempre “traíras”. Além disso, tucanos, lulopetistas e ciristas travam uma luta entre si pelo protagonismo de oposição, delírio: isso não é de nenhum deles, o brasil se divide em bozo e centrão.