GGN prepara série sobre influência dos EUA na Lava Jato. Saiba como apoiar

Teoria da conspiração ou geopolítica mundial? Participe da campanha no Catarse e ajude o GGN a contar essa história marginalizada por setores da grande mídia

www.catarse.me/LavaJatoLadoB

GGN prepara uma série de vídeos mostrando a interferência dos Estados Unidos na Operação Lava Jato e a maneira como a luta contra a corrupção foi incorporada na geopolítica americana.

O projeto, lançado na plataforma de financiamento coletivo Catarseanalisará a cooperação internacional entre Ministério Público brasileiro e o Departamento de Justiça dos EUA e as consequências para o Brasil.

Foi um avanço no combate à corrupção ou um instrumento de atuação norte-americana que acabou provocando a destruição das maiores empresas brasileiras?

Capítulo especial será destinado às negociações da Procuradoria Geral da República com o Departamento de Justiça, que acabaram transformando a Petrobras de vítima em ré, abrindo espaço para ações judiciais bilionárias, que sangraram mais a empresa do que as perdas com a corrupção.

O acordo nos EUA era inevitável para impedir prejuízos maiores ou foi uma maneira de submeter a empresa a multas bilionárias, em ações promovidas por acionistas americanos, tendo como contrapartida os R$ 2,5 bilhões, cuja metade seria administrada pela equipe de Deltan Dallagnol, no Ministério Público Federal do Paraná?

O projeto abordará também a indústria do compliance, o negócio do momento juntando grandes escritórios de advocacia e procuradores de várias partes do mundo.

Fazer o tipo de jornalismo independente que estamos propondo, sobre um tema tão espinhoso e marginalizado por setores da grande mídia, só é viável quando a sociedade participa junto, apoiando a causa pelo interesse público.

A nossa meta, de R$ 50 mil, custeará a equipe de profissionais que, ao lado de Luis Nassif, cuidarão da pesquisa, roteiro e edição dos vídeos dessa série especial, que será veiculada no YouTube.

Com doação a partir de R$ 10,00, você já ajuda o GGN a contar essa história.
Clique aqui e saiba mais.

O EXEMPLO DO CHILE

A série especial sobre a Lava Jato é o segundo crowdfunding (campanha de financiamento coletivo) que o GGN produz no site Catarse.

Leia também:  A triste saga das diplomacias de aluguel, por Andre Motta Araujo

Em julho passado, lançamos uma primeira campanha de sucesso: conseguimos mais de 1 mil apoiadores que financiaram uma série de reportagens especiais e um documentário no Chile sobre as consequências da capitalização da Previdência Social. Confira o resultado aqui.

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12 comentários

  1. Diante do aqui exposto, torna-se notorio o desejo da midia manter-se sempre a frente de situação social a fim de querer controlar, moldar ao seus intereses…ganhar mais com a venda da noticia, pra fabricar mais noticias…e assim fazendo a sociedade sempre caminhar em passos lentos e desordenados, e paralelo a tudo isso existe um número extratosfericos de mortos por ano, sem sombras de dúvidas que seria assunto pra outro documentário!! Acreditamos na ascensão de um jornalismo coberto de principios constitucionais que atenda acessa sociedade pacata com o que melhor ela merece…Um simples fino trato!!

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  2. Nassif, considero um privilégio e até mesmo um dever, participar e espalhar esse projeto nas redes sociais….. Sem um jornalismo que seja ANTÍDOTO ao esgoto servido à sociedade todos os dias pela grande mídia, estamos todos perdidos…..
    Estão certos os que afirmam que uma das guerras mais cruciais em ambientes sociais perturbados como nosso, é a guerra da informação.
    Eu agradeço aos deuses haverem os blogs jornalísticos sérios e independentes.
    Sucesso no projeto!!!!

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  3. Evidente que, se HONESTO, esse trabalho não escapará a conclusão de que os EUA ajudaram a urdir e fomentar a crise no BRASIL (com apoio dos poderes permanentes), valendo-se inclusive da LAVA JATO como uma ferramenta geopolítica que teve como principal fim SEQUESTRAR o BRASIL, e ao mesmo tempo impor principalmente à Índia e CHINA a insegurança energética e alimentar tão cara àqueles países, fraquezas estas – alimentar e energética – que, aparentemente tinham desaparecido com a formação dos BRICs, e a inclusão do BRASIL naquele importante grupo de Nações amigas.

  4. A Lava Jato colocou no poder o pior do que existe na política nacional….

    É estarrecedor : Bolsonaro me lembra, inclusive fisicamente, a Dona Maria A Louca ( #donamariaalouca ) em sua versão má, depravada e perversa ao extremo : no limite da psicopatia : sim, isso não podemos negar : por outro lado, cabe registrar aqui um comentário feito dias atrás por um antigo militante o conceituado advigado oab go João Machado : segundo ele e com isso concordo, o PT foi ingenuo ao acreditar que a nossa elite do atraso aceitaria a conciliação de classes colocada em prática por Lula: erramos ao abandonar o marxismo como instrumento de leitura da realidade. Neste sentido, Wadih Damous ( @wadihdamous_oficial em O Cafezinho ) expressou o mesmo pensamento ao afirmar que Lula foi ingenuo ao indicar para a PGR figuras indicadas pelo sindicato dos procuradores ….acho injusto e cruel cobrar alguma coisa de Lula e do PT, por tudo o que foi feito de bom : sim : mas há essa coisa da ingenuidade entalada na garganta…

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  5. Desde 2015 Marilena Chaui afirma a mesma coisa, ” (…)acusa o juiz Sérgio Moro, comandante jurídico Operação Lava Jato, de ser peça-chave para a perda de soberania do Brasil sobre o pré-sal. “Por que isso ficou claro para mim? Porque Sérgio Moro foi treinado, nos EUA, pelo FBI”. Segundo Marilena, o treinamento recebido por Moro tem similaridade ao adotado pelos americanos à época do macartismo (a chamada caça anticomunista impetrada nos EUA nos anos 50) e no pós-11 de setembro, baseado na “intimidação” e na “delação”. Moro quer enfraquecer o Mercosul”
    (…) “No fim de março, durante ato em defesa de Dilma Rousseff contra o impeachment, Marilena já havia disparado contra Moro e a Lava Jato: “Por que Moro tem tanto poder? Porque serve a dois objetivos: entregar o pré-sal para companhias de petróleo norte-americanas e enfraquecer o Mercosul”
    Fonte : extra-Globo

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  6. Fiquei impressionado com o parágrafo”O acordo nos EUA era …”pois sintetizou explendidamente toda a situação com as melhores palavras da FACE DA TERRA,quem escreveu merece um Pulitzer e eu o dou,tomaa !!
    Obs: Vaaleu GGeneeeee !!!

  7. Nassif: o título precisa ser mudado. “A Influência do Brasil na LavaJato”. Por que a coisas foi criada pelos gringos, donos do quintal. Os de Pindorama apenas “influenciaram”, com a sempre e prestimosa ajuda dos VerdeSauvas, nas modalidades PraiaVermelha e QuerênciaDeCruzAlta. O resto é detalhe.

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  8. Um político italiano afirmou que o Brasil não é conhecido internacionalmente por causa dos seus juristas mas por causa das duas ‘dançarinas’. Pois bem. Uma prova de que essa afirmação é verdadeira é que a Comandita Jatoeira, o $érgio Moro e os demais criminosos do judiciário que interferiram no processo eleitoral e político brasileiro usando e abusando do Ministério Público e do aparelho judiciário vão ficar impunes.

    Prá se ter uma idéia da burrice dos nossos juristas (advogados, magistrados, procuradores, et), se liga nesse causo verdade. Um devedor entra com mandado de segurança contra o juiz trabalhista, com o objetivo de anular uma arrematação em razão de ele, na qualidade de executado, não ter sido intimado da data, hora e local do leilão, conforme determina a legislação processual aplicável à matéria, tendo sido intimado de tal ato processual apenas o executado proprietário do bem arrematado. Apesar do entendimento jurisprudencial segundo o qual a ausência de intimação da data, hora e local do leilão de um dos devedores solidários, sequer titular do bem penhorado, não obsta o prosseguimento da execução em relação aos demais que o foram, o judiciário deu ganho de causa ao executado que não foi expropriado, beneficiando o proprietário expropriado e prejudicando o trabalhador. O executado que não foi expropriado pleiteou direito alheio (do devedor expropriado) em nome próprio e, mesmo sem autorização legal fundamentando tal pleito, ele obteve sucesso no nosso judiciário.

    Nos autos do mandado de segurança em que conseguiu anular a arrematação, )mesmo sem ter manejado a ação correta para tal finalidade), o executado requereu que todas as intimações e publicações a si dirigidas fossem feitas em nome dos dois advogados constituídos, sob pena de nulidade. O Tribunal do Trabalho indeferiu tal pleito, em razão de constar apenas o nome de um advogado no instrumento procuratório juntado aos autos do mandado de segurança, tendo sido determinado que, por ausência de outro causídico, o impetrante/executado deveria logicamente ser notificado dos atos e termos processuais relativos ao mandado de segurança através do único advogado por si constituído. O objeto mandado de segurança era a anulação do leilão e o impetrante saiu vitorioso na demanda, tendo sido determinado novo leilão do bem cuja arrematação foi invalidada.

    Nos autos da Reclamação Trabalhista, o executado proprietário do imóvel a ser leiloado foi notificado da data, hora e local do novo leilão através de advogado diverso daquele constituído nos autos do mandado de segurança supracitado. Em razão disso, ele tenta, novamente, anular a arrematação, mesmo que não sendo proprietário do imóvel arrematado.

    Ora, o deferimento do pedido para que as intimações e publicações dirigidas ao impetrante do mandado de segurança fossem feitas em nome do único advogado por ele constituído nos autos respectivos não se aplica aos autos da Reclamatória Trabalhista, até porque esse pedido não foi objeto do mandado de segurança, até porque o juiz de piso não negou tal direito ao executado.

    Por tantas teratologias jurídicas, não espere punição para os Jatoeiros e Comandita

  9. + comentários

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