Novidades da editoria Nova Democracia

A editoria Nova Democracia foi criada para consolidar as ideias que começam a se propagar na Europa e nos Estados Unidos sobre a nova política, focada no indivíduo, que vem alimentando a nova esquerda europeia, em substituição à social democracia

A editoria Nova Democracia foi criada para consolidar as ideias que começam a se propagar na Europa e nos Estados Unidos sobre a nova política, focada no indivíduo, que vem alimentando a nova esquerda europeia, em substituição à social democracia, que afundou ao deixar de lado a dimensão humana.

Em suma, os novos teóricos – economistas, cientistas políticos, empreendedores sociais – mostram que a desigualdade se mostrou a maior ameaça ao capitalismo; que o combate à desigualdade não consegue ser feito recorrendo-se aos instrumentos tradicionais fiscais e orçamentários, devido à concentração de poder econômico instalado em décadas de acumulação financeira. O único caminho, portanto, será voltar-se à dimensão da pessoa humana, colocando como princípio básico o aprofundamento da democracia e a democratização de todas as formas de poder – na política, nas executivas dos partidos políticos, nas empresas, nas políticas públicas.

Temos várias novidades sobre o tema.

De Joseph Stglitz, o mais influente dos autores, um artigo mostrando que “só a ética salva a economia e o caminho é através da política”. E outro, explicando um dos capítulos centrais da grande batalha civilizatória: a guerra do clima.

Reforçando o tema, um artigo de Ivanir Ferreira, sobre o mapa dos agrotóxicos brasileiros, divulgados recentemente na União Europeia, e que poderá comprometer o tratado União Europeia-Mercosul.

De Dan Rodrik, um dos mais influentes economistas não-ortodoxos, um artigo analisando o impacto da economia (a que levou à crise de 2008 e ao desmonte do estado de bem estar social) no avanço dos movimentos radicais.

Nas experiências civilizatórias, um artigo de Silvia Ester Orrú sobre a educação como pilar da democracia. E o relato de uma experiência que começa a ser implementada em Londres, visando tornar os aluguéis mais acessíveis.

Leia também:  Consórcio do Nordeste abraça compromisso com políticas públicas para mulheres e juventude

Finalmente, dois artigos analisando a realidade econômica brasileira atual, de Fernando Nogueira da Costa, sobre a pobreza e o combate à desigualdade, e Rodrigo Medeiros, sobre a recessão democrática.

 

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6 comentários

  1. o período petista emque o brasil deu certo
    tem um monte de propostas que poderiam
    estar alinhadas aí tb, acredito…

  2. Quem é o “Homem” que é o foco da Nova Democracia?

    O pião, o balconista da loja ou o dono da loja? O mendigo ou o dono da Xe (ex-Blackwater)? O dono do Bradesco ou o caixa? O político? O funcionário público? O fazendeiro ou o trabalhador rural? Olha que cada um desses tem interesses próprios e antagônicos entre si, hein? Para um ganhar o outro tem que deixar de ganhar…

  3. Olá Nassif não sei se o professor economista Ladislau Dowbor já faz parte desse conjunto de intelectuais do qual você fala. Mas assisti no programa “Entre Vistas” ele falando que faz parte de um grupo de intelectuais de vários países que discutem sobre uma nova economia.
    Há também o grande sociólogo Jessé Sousa, que dispensa apresentações.

  4. Olá Nassif e equipe
    Parabéns por essa bela iniciativa.
    Estão produzindo textos lúcidos, esclarecedores e norteadores.
    Tenho usado os textos de voces em trabalhos de educação popular.
    Penso que o conjunto deles mereceria ser publicado
    Continuem a projetar luzes e perspectivas num tempo de muita dubiedade e falta de discernimento.
    Abraço

  5. Sei não… Vivemos um período histórico de troca de império. E perda de poder vem acompanhada de endurecimento de regimes. Na última vez que os Estados Unidos brigaram pela predominância no mundo tivemos o golpe de 64.
    No embate com a China o que menos importará aos americanos será o bem estar da população. A tendência é que o estado militar e todo o poder bélico que representa ocupe o lugar da política. Interesses do Estado e dos poderosos que o dominam se sobreporão aos interesses do homem comum. Fake news, roubo de eleições, guerras é o que vamos assistir.

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