20 de maio de 2026

Governo brasileiro responde acusação dos EUA de censura

A resposta do governo brasileiro foi um consenso entre o chanceler Mauro Vieira, a assessoria internacional, e o aval do presidente Lula 
OTAN - Flickr

Na última quarta-feira (26), o governo brasileiro publicou uma nota em resposta a uma declaração da Casa Branca, nela o Brasil se posiciona que, a partir daquele momento, agirá no estilo “bateu, levou”.

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Após a leitura no Palácio do Planalto e no Itamaraty, os órgãos constataram que a nota emitida pelo governo de Trump, é “um absurdo”, como expressou uma fonte que participou da confecção da reação brasileira.

Outra fonte que também esteve presente em Brasília ressaltou que pelo o que foi dito, o Brasil não poderia deixar de responder à altura do ataque estadunidense, já que se tratava do que foi classificado como “fake news” por Donald Trump.

Isso se dá ao fato de que o texto norte-americano deu a entender que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, planeja impor restrições à liberdade de expressão dentro da jurisdição dos EUA.

A resposta enviada pelo Brasil foi um consenso geral entre o gabinete do chanceler Mauro Vieira e a assessoria internacional da Presidência, para ao final, receber o aval do presidente Lula. 

O objetivo da nota foi reforçar que as decisões do ministro Alexandre de Moraes e do Judiciário brasileiro têm respaldo na Constituição Federal de 1988, resultado de um debate entre a sociedade brasileira com seu sistema político e jurídico. Assim, tratava-se de um assunto diretamente ligado à soberania nacional, e caso alguma nação exterior questionasse esse princípio, a resposta viria na mesma intensidade.

Além de ressaltar que o combate às fake news é uma prioridade do sistema judicial brasileiro e estabelecer de uma vez os limites na relação com o governo Trump e deixar claro que, se os Estados Unidos voltarem a adotar uma postura confrontativa, receberão uma resposta proporcional.

*Com informações da CNN.

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Milleny Ferreira

Milleny Ferreira é estudante de jornalismo, repórter no Jornal GGN e produtora na TV GGN.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

3 Comentários
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  1. Carlos

    27 de fevereiro de 2025 5:11 pm

    Ministro respondeu bem ao mandar que: “Deixamos de ser colônia em 1822”.

    Enquanto isso, o vendilhão da pátria continua perambulando pelos EUA tentando sanções contra o país, tudo para facilitar a ingerência dos eua em assuntos constitucionais brasileiros visando interromper o processo contra o facínora mor, papai bozonaro.

    Mas a turma já se movimenta para encaminhar o facínora filho para as mãos da justiça.

    https://www.jb.com.br/brasil/justica/2025/02/1054496-eduardo-bolsonaro-pode-ter-passaporte-retido-por-conspirar-contra-o-brasil-nos-eua.html

  2. +almeida

    27 de fevereiro de 2025 11:21 pm

    A diferença monumental entre o (des)governo passado e o atual se percebe em quase todos os temas de comparação, menos na ilegal, covarde e traiçoeira apropriação indébita do governo atual, contra aposentados(as), que estado sendo usurpados abusivamente no seus direitos e nos seus bolsos.

  3. Rui Ribeiro

    28 de fevereiro de 2025 11:54 am

    O nosso omniverso está desmoronando. Não há mais nada que se possa ser feito para estancar o desmoronamento. Dormimos no ponto

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