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Advertência: o governo golpista faz mal à saúde, por Dilma Rousseff

Advertência: o governo golpista faz mal à saúde

por Dilma Rousseff

Além de acabar com postos públicos do Farmácia Popular, ministério ameaça extinguir o fornecimento de remédio gratuito e barato na rede privada

Depois de extinguir a rede pública do programa Farmácia Popular, já tendo fechado mais de 500 postos de fornecimento, o desastroso governo golpista avança mais um passo na revogação do acesso dos brasileiros a medicamentos gratuitos ou com até 90% de desconto nas drogarias privadas. O ministro da “Saúde” anunciou esta semana que vai cortar até pela metade os custos com as indústrias que fornecem medicamentos aos estabelecimentos conveniados sob o selo “Aqui tem farmácia popular”.

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Lava Jato, trair a Pátria não é crime? Vender o país não é corrupção?, por Roberto Requião

Foto O Globo

Lava Jato, trair a Pátria não é crime? Vender o país não é corrupção?

por Roberto Requião

O juiz Sérgio Moro sabe; o procurador Deltan Dallagnol tem plena ciência. Fui, neste plenário, o primeiro senador a apoiar e a conclamar o apoio à Operação Lava Jato. Assim como fui o primeiro a fazer reparos aos seus equívocos e excessos.

Mas, sobretudo, desde o início, apontei a falta de compromisso da Operação, de seus principais operadores, com o país. Dizia que o combate à corrupção descolado da realidade dos fatos da política e da economia do país era inútil e enganoso.

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Contra a derrocada da democracia, só a participação popular, por Luís Felipe Miguel

Contra a derrocada da democracia, só a participação popular

por Luís Felipe Miguel

Faz um ano, publiquei um texto intitulado "Transição à ditadura". Sei que faz um ano porque foi a transcrição da minha fala na mesa de conjuntura da Anpocs de 2016. A partir das primeiras ações do governo golpista, identificava sinais muito nítidos de recuo na vigência das garantias e das liberdades, com consequente avanço da exceção, sem falar, é claro, na fratura do princípio democrático basilar, de que o exercício do poder político deve ser sancionado pelo povo.

Infelizmente, transcorrido esse ano, o veredito tem se confirmado. A manifestação do dissenso tem sido severamente coagida, as regras operam de forma diferente conforme os casos, as liberdades de expressão e de manifestação estão sob cerco. A polícia age de maneira cada vez mais aberta na intimidação da oposição política - em alguns casos, como na brutalização da família da ativista Mônica Aguiar, na semana passada, em Minas Gerais, utilizando métodos que nada devem aos anos de chumbo da ditadura militar. A ação sem freios de milícias fascistoides é outro elemento que nos remete de novo aos anos de Costa e Silva ou Médici. Medidas de destruição de direitos duramente conquistados são adotadas com desprezo olímpico pelo povo, eleitorado ou opinião pública, reforçando o recado de que a política é feita sem ele.

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Carta a Temer, por J. Carlos de Assis

Carta a Temer

por J. Carlos de Assis

Você e seus asseclas do Planalto pagarão caro pela extrema aventura de destruírem os fundamentos morais da República. Seus cargos não serão eternos, assim como o controle dos recursos públicos que desviam do povo para simularem defesa. Quando se defrontarem com o julgamento que a maioria da Câmara dos Deputados manobrou para evitar, na base de favores espúrios, merecerão o que mais  de 90% dos brasileiros exigem, ou seja, a cadeia. Por isso não hei de me empenhar agora com o fora Temer. É perda de tempo. Vou esperá-los em 2018.

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Carta Aberta em defesa da Educação, por Aloizio Mercadante

Carta Aberta em defesa da Educação

por Aloizio Mercadante

São Paulo, 19 de outubro de 2017.

Buscando esconder as imensas dificuldades de gestão, o ministro da Educação, Mendonça Filho, volta a atacar, em matéria publicada no UOL, na última segunda-feira (16), os governos Lula e Dilma no intuito de criar uma cortina de fumaça sobre os retrocessos que o governo Temer impõe à educação brasileira. Há quase um ano e meio no cargo, a gestão Temer - Mendonça Filho é marcada pelo desmonte e truculência e pela falta de diálogo, sendo que as sequelas, infelizmente, já estão em cada escola e universidade pública do país.

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E há quem defenda o Temer, por Pedro Augusto Pinho

E há quem defenda o Temer

por Pedro Augusto Pinho

A história do Brasil tem várias leituras, como a dos Estados Unidos da América (EUA), da Inglaterra, de quase todos, se não de todos os países. Isto porque as narrativas são divulgadas e repetidas por um interesse político. Quase sempre e unicamente dos detentores do poder.

Isto não tira o brilho e o empenho de historiadores, e o Brasil os tem de grande capacidade e de profundos e denodados trabalhos. Se não os cito aqui, penso mais em suas próprias defesas e na injustiça da omissão.

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O desespero de Moniz Bandeira apelando para intervenção do Exército, por J. Carlos de Assis

O desespero de Moniz Bandeira apelando para intervenção do Exército

por J. Carlos de Assis

O desespero político que toma conta de milhões de brasileiros progressistas em face da situação brasileira está expresso no dramático apelo do cientista político Moniz Bandeira por uma intervenção militar em defesa dos interesses nacionais. Por mais de um momento pensei na mesma coisa. Entretanto, parei na beira do abismo. Sou, sim, a favor da intervenção dos militares, a despeito do trauma de 64, como única forma de defender os valores da Pátria. Mas antes seria necessário assegurar à Nação que entrarão do nosso lado.

Meu pressuposto é que o nosso lado é o certo. Entretanto, pensam os militares do mesmo jeito? Se pensassem, talvez uma figura de perfil hitlerista como o deputado Bolsonaro não teria tanto prestígio entre eles. Por outro lado, os militares se apóiam ferreamente nos princípios de disciplina e hierarquia que formam a estrutura básica de sua organização. Sair desse xadrez, como diria Luís Nassif, é arriscado. Seu ponto fixo é a institucionalidade, mais do que valores que a luta política torna inexoravelmente abstratos.

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Estelionato golpista, por Manoel Dias

Estelionato golpista

por Manoel Dias

Um dos maiores argumentos que as forças retrógradas que aplicaram o golpe no Brasil usam é que arrumariam a economia do país, e que uma nova era de desenvolvimento chegaria aos lares brasileiros.

Acusavam o governo constitucional e legítimo de Dilma Rousseff de promover a falência do Estado e as ruínas das finanças.  Chamaram então um dos papas do mercado para resolver tamanho desafio, Henrique Meirelles.

O resultado desta equação revelou-se um dos maiores estelionatos contra a sociedade brasileira. Programas sociais de vital importância foram abandonados, créditos foram suprimidos, impostos foram aumentados, e o discurso de austeridade se desvenda como um grande embuste.

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Um passo para a ditadura, por Jeferson Miola

Foto Vermelho.org

Um passo para a ditadura

por Jeferson Miola

O Decreto do governo que determina "o emprego das Forças Armadas para a Garantia da Lei e da Ordem no Distrito Federal no período de 24 a 31 de maio de 2017" afronta o Estado de Direito e torna verossímil o risco de uma escalada ditatorial no país.

Temer é um presidente ilegítimo e corrupto. Ele e mais de 70% dos ministros são investigados por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa – cometidos tanto no atual mandato como antes.

Temer não possui, por isso, a menor possibilidade de continuar no cargo para o qual não foi eleito e a partir do qual, juntamente com os partidos que deram o golpe e o apóiam, promove o mais brutal ataque aos direitos do povo brasileiro, à economia nacional e à soberania do país.

Temer se recusa a renunciar. A renúncia poderia ser a única anotação de grandeza numa biografia irremediavelmente manchada pela trajetória de conspirador, corrupto e integrante de uma organização criminosa que faz da política um passaporte para a prática do crime.

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Temer prepara entrega de reserva gigante de ouro na Amazônia, por Fernando Brito

do Tijolaço

Temer prepara entrega de reserva gigante de ouro na Amazônia

por Fernando Brito

É da maior gravidade a notícia publicada hoje, pelo Valor, de que o Governo Michel Temer se prepara para conceder à iniciativa privada – leia-se, ao capital estrangeiro uma imensa área da Amazônia rica em ouro onde a mineração está proibida há mais de 30 anos.  Diz o jornal que uma portaria publicada na edição de sexta-feira do Diário Oficial da União, o Ministério das Minas e Energia abriu caminho para a extinção da Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca) criada em 1984, ainda na ditadura militar”.

A portaria, diz que “que a extinção da RENCA viabilizará o acesso ao potencial mineral existente na Região e estimulará o desenvolvimento econômico dos Estados envolvidos”, mas, na prática, abre caminho para a devastação de 46 mil quilômetros quadrados de floresta.

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Em discurso de defesa da indústria naval, Lula e Dilma criticam Temer

"Eles poderiam ter disputado eleição, mas já tinham perdido quatro vezes. E cada medida é uma continuação do golpe", disse Dilma.No Rio Grande do Sul, Lula emendou: "eles estão destruindo tudo que Getúlio Vargas fez a nível de direitos trabalhistas"
 

Dilma e Lula em Rio Grande (RS) - Foto: Ricardo Stuckert
 
Jornal GGN - Os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff participaram, neste sábado (29), de um ato em defesa do polo naval, na cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul. Em discurso, Dilma e Lula ressaltaram que a crise na região é resultado "de mais uma etapa do golpe".
 
"O golpe não acabou! O fim do polo naval, que vai contra a soberania nacional, é mais uma etapa do golpe!", exclamou Dilma Rousseff. "Eles poderiam ter disputado eleição. Mas eles já tinham perdido quatro vezes. E cada medida é uma continuação do golpe", ressaltou a ex-presidente, fazendo referência ao governo de Michel Temer, na aliança entre o PMDB e o PSDB.
 
 
Também em discurso forte contra as medidas econômicas do governo Temer e as elites brasileiras, Lula afirmou: "Eu não consigo encontrar explicação para o ódio  contra o PT. Achava que o ódio era contra mim, que sou nordestino, não fiz faculdade. Mas aí chegou uma presidenta estudada e o ódio foi maior. Porque a elite deste país ainda trata mulher como objeto de cama e mesa".
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“Operação Mídia” contra a greve, por Igor Felippe Santos

 
“Operação Mídia” contra a greve
 
por Igor Felippe Santos 
 
As “informações de bastidores” divulgadas na grande mídia sobre as avaliações do Palácio do Planalto em relação à Greve Geral dão o tom de como o governo vai tratar a maior paralisação das últimas décadas no país. 
 
O que os chamados “jornalistas influentes”, que na verdade são porta-vozes oficiais, dizem é que o governo avaliava que a mobilização seria muito maior e que não existiu uma Greve Geral. 
 
A cobertura da mídia tenta transformar a paralisação das atividades nas grandes cidades em atos isolados de uma minoria, de caráter político, de constrangimento e imposição do medo à maioria da população. 
 
A cobertura abusa de imagens de helicópteros de pequenos grupos em piquetes e trancamentos de ruas, avenidas e rodovias. 

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Façanhas de Temer predominam no noticiário, por Janio de Freitas

Foto Jorge Araújo 

Jornal GGN - E depois de Geddel a fila andou... em denúncias. Foi Moreira Franco com 34 citações, bem como denúncias contra Michel Temer, o próprio. Daí, como não se pode esquecer, aparece Alexandre de Moraes depois de Marcela, a primeira dama, ter seu celular hackeado, e o ministério-foro privilegiado de Moreira Franco. A situação não se esgota aí, bem lembra Janio de Freitas em sua coluna na Folha, e um rosário de façanhas transforma o governo de Michel Temer o assunto principal, das manchetes às redes sociais, nunca em cores agradáveis. 

Leia a coluna a seguir.

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Xadrez da contagem regressiva para 2018

Peça 1 – o jogo das expectativas sucessivas

Uma das retóricas recorrentes dos “cabeças de planilha” é a criação das expectativas sucessivas. Monta-se uma política monetária e fiscal que mata qualquer possibilidade de recuperação da economia e vende-se o mito da “lição de casa”. Ou seja, se cortar o leite da merenda escolar, a aposentadoria dos velhinhos, as políticas de renda mínima, se atingirá a prosperidade eterna, na qual todos ganharão.

Aplica-se o arrocho, e nada. Alega-se então que a lição de casa não foi suficientemente radical. Aplica-se nova rodada de cortes em cima dos direitos dos mais fracos, e nada. Até o momento em que o tecido social se esgarça, a paciência geral se esgota, as distorções econômicas se avolumam e o plano vai por água abaixo – por uma crise cambial, por uma crise fiscal, por terremotos sociais, por uma reação política.

Consumado o fracasso, a culpa é atribuía à falta de vontade dos pecadores, que não ousaram cumprir a penitência até o final.

Já se chegou a esse estágio.

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A sentença a la carte nas decisões do Supremo, por J. Carlos de Assis

Movimento Brasil Agora

A sentença a la carte nas decisões do Supremo

por J. Carlos de Assis

O Supremo Tribunal Federal acaba de inventar a sentença a la carte, ou sob medida. A lei que se aplica a Lula não é a mesma que se aplica a Moreira Franco. Os fatos fundamentais são os mesmos, ou seja, uma suposta tentativa de fugir da justiça de primeira instância e ganhar foro privilegiado como ministro de Estado, mas a decisão difere em razão da personalidade do paciente da ação. Os detalhes jurídicos são de menor importância. Para a opinião pública, estamos diante de um esbulho do sistema jurídico hipertrofiado.

O que impressiona em tudo isso é que a decisão relativa a Moreira Franco parece bem fundamentada. O chefe do Executivo tem todo o direito de nomear seus ministros independentemente de sua condição jurídica. É uma prerrogativa. A Justiça que se vire para transformar o acusado em réu, e réu em condenado. Um simples indiciado em processo criminal merece, em todos os sistemas civilizados, o benefício da presunção de inocência. O grande problema é: por que esse mesmo princípio não se aplicou a Lula?

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