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segunda-feira, novembro 18, 2019
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    Tag: crônica

    Crônica de assassinatos concedidos, por Rui Daher

    A nova preparação será a PEC de segunda instância, ficha suja, opiniões escrotas e canalhas (vão me processar? Doriana já o fez). Tudo, será contraposto às admirações e convites planetários.

    O assassino semeou pistas para ser descoberto, por Wilson Luiz Müller

    De qualquer modo, apesar do sentimento de culpa,  que projetava na psique do assassino um clamor punitivo, tudo parecia correr a contento, não havendo motivos para alarde.

     Quem não é Janderson Lacerda?, por Janderson Lacerda

    Não tenho sempre certeza e nunca tive medo de sentir medo / Detesto o silêncio dos poetas e detesto a greve das canetas.

    Crônica: o ritual de Finados, por Luis Nassif

    Um conjunto de circunstâncias me traz de volta a Poços de Caldas justo no Finados. Meus mortos queridos estão espalhados.

    Crônica da noite em que não vi o saci, por Rui Daher

    Penso: o Brasil hoje é governado por duas famílias, os Marinho e os Bolsonaro, fingindo brigarem. Cada uma organizou seus ilícitos exércitos para uma luta tribal.

    Os culpados fomos e continuamos sendo nós, por Rui Daher

    Prestem atenção, pandulhos fartos, o deus evangélico que os contempla, é o nosso retrocesso cultural. “Na hora do rush, vamos de ferry-boat”. Grato, Zeca Baleiro.

    Pérolas negras, prateadas e estampadas, por Rui Daher

    Tanto nos áudios, como nos visuais, há mestres maiores aqui para se manifestarem. Certo, Luciano Hortêncio e Wilson Ferreira? Permitam-me, pois, ousar. Com os áudios, desta vez.

    Dias sabáticos, coisa nenhuma, por Rui Daher

    E nesse longo período, de que não mais necessito, nunca me foram revelados quadros humanos tão inferiores, toscos, iletrados, perversos, delinquentes, como esses que tomaram o poder no Brasil.

    Mestre, no seu dia, por Urariano Mota

    O mestre Arlindo Albuquerque era um homem de estatura baixa, quase obeso, atleta dos prazeres da boa mesa, prenhe no ventre e no espírito do amor pelo conhecimento.

    Aberrações, por Alexandre Coslei

    Alguém me disse que preciso temperar com mais humor os meus textos. Como?! Submerso nesta realidade opressiva, me parece que o humor seria um escárnio contra os que padecem debaixo dos meus olhos fugitivos.

    Crônica de um coração que ficou frio, por Rui Daher

    Para não estar além da simples razão, basta que eu não minta para o meu coração. Como estou fazendo, aos trancos e barrancos, em tempos de tristezas e incompreensões.

    Crônica para o Dia das Secretárias, por Rui Daher

    Viviane assim começou a trabalhar comigo em uma grande indústria de fertilizantes, em 1995.

    Crônica para alucinados, por Rui Daher

    O que mais assusta, no entanto, é a sequência de alucinados, que se revelou no Brasil, depois da ascendência ao poder incumbente de um mito teratológico.

    Do tamanho de um bonde e as águas de plantio, por Rui Daher

    Uma profusão de camisetas vermelhas. CUT, MST, CTB, Lula Livre, e de vários sindicatos ligados ao setor de transportes. No banner, a expressão do evento: BEM-VINDO, WELCOME, BIENVENIDO!

    O triste fim de Jair Messias Bolsonaro, por José Eduardo Agualusa

    O Brasil, enfim, soltou um fundo suspiro de alívio — e a vida recomeçou, como se nunca, à superfície do planeta Terra, tivesse existido uma doença chamada Jair Messias Bolsonaro

    E os pássaros mortos saem todos voando da frente de meus olhos, por Maíra...

    Quantas vozes cabem dentro de uma mão escritora? Quando falo de vozes também minto. A minha voz precisa mentir e desmentir muito, ir e vir, porque não há de se cultivar dependências alheias.

    Harmônica espera a Primavera, por Rui Daher

    Sua sede de vingança com matança cresce a cada dia. Tento segurá-lo, mas está difícil. Seu arsenal cresce a cada dia.

    O pistoleiro Billy the Kid e o deputado Eduardo Bolsonaro, por Sebastião Nunes

    Nesse caos de catinga e carapinhas, gozou do primado que concedem as sardas. Praticava o orgulho de ser branco; também era mirrado, bravio, soez

    A ciência descobre uma nova juventude, por Urariano Mota

    Aqui, a notícia da descoberta é em si mesma um começo prático, rasteiro, de juventude. Uma recuperação de anos anteriores de vigor e saúde. Não é nada, não é nada, é  muito. 

    Crônica de brincando em dia e semana chatos, por Rui Daher

    Há 18 anos, atos terroristas praticados contra as Torres Gêmeas, em Nova York, e o Pentágono, em Washington D.C., mataram quase três mil pessoas.

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