domingo, junho 16, 2019
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    Tag: crônica

    Operação Green Eagle – depois da greve é hora de recolher os espólios, por...

    Foi então que veio a ordem, diretamente de Langley, na Virgínia, Assumam o controle e mantenham o discurso de renovação do Brasil. É preciso divulgar o seguinte lema: – “Se os três poderes estão corrompidos, que comece a purga e acabe essa farra de dar voz aos bandidos”.

    Crônica de exultação e samba, por Rui Daher

    Hoje em dia, faço força para ir-me sem saber o que será deste país. Se alguém irá transformá-lo em “festa, trabalho e pão”, não serei eu. Deixo isso pra vocês.

    Crônica, simplesmente uma geminiana, por Rui Daher

    Em dia 8 de junho, nasceu em mim e perdura há 70 anos uma geminiana de nome Cléo. Aguente um pouco mais de tempo este cronista em dolorida finitude

    Diálogo com Harmônica, capitães para salvar o Brasil, por Rui Daher

    O sangue saltou e empoçou no meio-fio. O homem ainda tentou algum movimento, não deu para mais do que alguns grunhidos e novas golfadas de sangue.

    Capitão reformado, aqui não! Aqui em Petrolina Lula já fez a reforma, por Rui...

    Mais feliz, ainda, chegarei lá, sabedor que Petrolina desistiu de conceder a Jair Bolsonaro o título de cidadão petrolinense. Que alívio!

     Crônica de lembrar o “Dominó de Botequim” no bairro da Aclimação, em São Paulo,...

    Nenhuma luz. Apenas ao som das caixinhas se juntava um zunido como se centenas de libélulas tivessem invadido o quarto escuro. Assusto-me e acendo a luz.

    Ultraliberalismo, reformas e Julião Tavares, por Lúcio Verçoza

    Depois de uma vida inteira fantasiado de diferentes colorações políticas – “Pois governo é governo” –, Julião descobriu, entre junho de 2013 e agosto de 2016, que era ultraliberal. Mas o 15M, em 2019, virou uma pedra no caminho

    Crônica do gorjeteiro, por Rui Daher

    Quando foram endinheirados, mandavam ver. Não sei como não se conheceram naquela época. Frequentavam lugares chiques, lojas, cabeleireiros, restaurantes.

    Vamu, nossa crônica. Eita, por Rui Daher

    E assim percorro, ainda, até que a cultura brasileira me permita a vivência. Se possível, com vocês.

     Burocracia, por Janderson Lacerda

    RG, CPF, Comprovante de Residência, Certidão de Casamento, Informe de Rendimento, Título de Eleitor, Carteira de Vacinação atualizada, Atestado de Antecedente Criminal, Histórico Escolar e Cópia dos Diplomas da Graduação e da Pós-Graduação.

    Os Cavaleiros do Apocalipse começam a devastar a Amazônia, por Sebastião Nunes

    "Vão na frente quebrando o mato e matando bicho venenoso, tipo cobra e deputado da oposição". Todos riram. "Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!"

    Andamentos e movimentos, uma crônica política, por Rui Daher

    Fico confuso se prestissimo para impedir a destruição do País, ou larghissimo para que o funeral de quem nos trouxe essa catástrofe seja lento

    Um kafka cortado para o ministro, por Urariano Mota

    Kafka, kafta, educação para ele tanto faz. Mas o Brasil já acordou contra esse Ministro Fez, o substantivo singular que virou adjetivo

    Crônica da ‘madinha’ chegando ao céu, por Rui Daher

    A “madinha” de todos os sambistas e daqueles que, ajeitados ou não, amam sambar, já chegou ao céu.

    Os Cavaleiros do Apocalipse e sua primeira caçada na Amazônia, por Sebastião Nunes

    As antas, perdão, os cavaleiros, seguidos pelos oito seguranças, saltaram de paraquedas na clareira em que estava a outra anta, aquela confundida com elefante no capítulo anterior.

    São só garotos, por Rubinho Giaquinto

    Crônica de Rubinho Giaquinto, originalmente publicada na Revista Língua de Trapo

    Crônica para a “madinha” Beth Carvalho, por Rui Daher

    Chegada ao céu, todo o Conselho do “Dominó de Botequim” estará a recepcionando. Darcy Ribeiro, Ariano Suassuna, Luiz Melodia, Dr. Walther Salles e Alfredinho “Bip-Bip”

    Crônica da resistência pelas cultura e educação, por Rui Daher

    Carai, véios e véias, já descobriram o que nos fez levar ao Poder o tosco Jair Bolsonaro e seus ignaros? É o que matuto quando converso com meus retroses.

    A nau dos profetas embalsamados (viagem ao fim do mundo), por Wilson Luiz Müller

    Estou começando a entender a lógica interna das coisas para chegar no nome da nau. Mas por que temos de instituir a língua conge por causa de balaão, ou abasalão ou dos 39 livros do rábula?

    A tempo e horas, crônica do milho e seu sabugo, por Rui Daher

    E no domingo, sete de abril, nome de rua ali tão pertinho, por que não teve a coragem sugerida por Rosa? Confesso: medo. Soldados armados, amados ou não

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