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domingo, agosto 25, 2019
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    Início Tags Crônica

    Tag: crônica

    O capitão está louco para fugir de um navio afundando, por Sebastião Nunes

    Acomodados no avião presidencial os filhotes 01, 02 e 03, ministros mais chegados e o maior rato, o capitão Jair Messias ordenou que levantasse voo

    Sujeito crônico degenerativo, por Eliseu Raphael Venturi

    E digo, daqueles sujeitos comuns largados no cotidiano, perdidos nas quinas da cidade, abarrotados em transporte coletivo, munidos de café com leite ou sem

    O silêncio dos culpados, por Rui Daher

    E o silêncio dos culpados, por quê? Vocês que nele votaram ou que se abstiveram. Piores uns do que os outros? Não me atrevo a discernir, mas acuso a todos por terem causado o maior evento de destruição ocorrido no Brasil, em décadas.

    A carta do Fulano!, por Luciano Hortencio

    Minha mãe Luzinha Simões, bem antes de conhecer meu pai, teve um grande amor e uma maior decepção

    D’Artagnan D’Ourinol Episódio 10 – Final, por Rui Daher

    Darta, você ajudou muito para condenar à prisão um grande estadista brasileiro. Seja infeliz com sua consciência suja.

    Puta, por Janderson Lacerda

    Na rua seus olhos não abandonavam a cobiça que a esta altura parecia tratar-se de uma compulsão.

    Um dia na vida do garoto que sonhava ser procurador da república, por Sebastião...

    Alguém acredita que, aos 23 anos, o “menino” Dallagnolzinho tinha alguma coisa na cabeça, além de um ego tão inflado quanto o de Neymar Jr.?

    Crimes do Futuro? (II), por Izaías Almada

    O futuro chegou com tal avidez que o vivemos no dia a dia sem perceber... E o passado? Bem, esse ficou para o Google, certo?

    Crônicas sem fábulas, por Eliseu Raphael Venturi

    As coisas, ou seja, as relações, as políticas, os direitos, seguiam, então, um tanto "vergonhosas", mas, sabíamos, "vergonha" já não era dos melhores conselheiros há um tanto

    D’artangnan D’ourinol episódio 9, por Rui Daher

    "O pretendente juris(im)prudente? O Presidente Insano Primeiro? Ele atormentou todas minhas noites dormentes. Não, editor prepotente e decadente"

    D’Artagnan D’Ourinol Episódio 8, por Rui Daher

    Perguntamos a você se preferiria entrevista ou vazamento? Não obtivemos resposta. Não quer pensar um pouco mais?

    De como o pulapulante Ricardinho Salles se tornou aspone do antipresidente, por Sebastião Nunes

    Filhote da elite paulistana, Ricardinho nasceu numa família de advogados e, como é natural, formou-se em direito, bom filho da mãe. E do pai.

    Tato de ninguém, por Eliseu Raphael Venturi 

    Riu, chorou, em uma sequência insana de dias sem qualquer rotulamento bipolar; sentou-se diante da paisagem e compreendeu que dali não haveria maior fuga.

    D’Artagnan D’Ourinol Episódio 6, por Rui Daher

    Redação, madrugada, 1:30, batidas fortes à porta. Ela cai, tal a fragilidade dos pertences, mobília e licores em vidrilhos, receitas de Chiquinha Gonzaga (1847-1935), tão vilipendiada, em sua época, por senhores e senhoras das imediações.

    Crônica de “Bom dia tristeza”. Eles ganharam, mas a rosa vermelha é do bem...

    Somos assim, pensamos, lemos e divergimos. Assim nossa democracia, que nunca a entenderão.

    Papagalli, por Wilson Ramos Filho, Xixo

    Telefonema da empresa no domingo não pode ser boa coisa. Só pode ser pepino. Vou logo para aí.

    D’Artagnan D’Ourinol Episódio 5, por Rui Daher

    Iletrados que são, traduzo: “Ninguém pode dar o que não possui, nem mais do que possui”

    Triste João, por Rui Daher

    João Gilberto, você foi meu e de tudo o que me fez continuar a amar a música brasileira. De Villa e Guarnieri, do Trio Virgulino a João Bosco, e a Luiz Tatit.

    D’Artagnan D’Ourinol, Episódio 4, por Rui Daher

    Ô D’Arta, vieram aqui ter comigo aqui na Redação três antigos amigos seus, Athos, Porthos e Aramis. Bem os recebemos, como de praxe. Dissemos desconhecer o seu paradeiro, embora o saibamos em local e sagrada fantasia.

    Estilhaços, por Wilson Ramos Filho

    Se uma vidraça de um edifício abandonado for quebrada, logo outras receberão pedradas e, em pouco tempo, será inteiramente depredado. Caso o vandalismo não seja prontamente reprimido a destruição será inevitável.

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