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Tag: crônica

Um tsunami no Recife, por Urariano Mota

Ela se enganou, é certo, pois não fugi para o Alto. Mas a sua preocupação era real, alimentada pelas manchetes da imprensa on-line do Recife. Procurando pelo tsunami que viria, pude ver no Diário de Pernambuco

Democracia.com.br (atualizado), por Izaías Almada

A difusão de fatos e acontecimentos que se espalham em minutos, segundos, por todo o mundo, muitos deles inventados, criados mesmo para confundir e que fazem parte da contemporânea guerra de ideias, está criando uma paranóia coletiva

O ponto onde estou, por Daniel Gorte-Dalmoro

Ao pensar nas minhas aspirações de infância e adolescência, noto que havia uma ingênua crença numa liberdade classe média: de que meu futuro quem faz sou eu

Dois mais dois são cinco?, por Izaías Almada

De repente, não mais que de repente, em 2016, a rataiada abandonou o porão do navio e invadiu os jardins dos três poderes republicanos, misturando-se a gregos e troianos e começou a roer as bases da frágil democracia brasileira.

Irmão Sol, irmã Lua – Final, por Izaías Almada

Não muito longe dali, os profetas de Aleijadinho sorriam, na mudez da sua natureza, o sorriso cúmplice dos alcoviteiros.

Irmão Sol, irmã Lua – II, por Izaías Almada

Eu, na confortável condição de observador e, por que não dizer beneficiário final desse puro e santo ato de amor, procurei para mim o melhor lugar do espetáculo, para com isso poder melhor descrevê-lo...

Pátria ou autoterrorismo?, por Izaías Almada

Trama-se um golpe ou, se quiserem, um autogolpe, pois os aloprados ameaçam o Superior Tribunal Federal e o próprio Congresso para defenderem o presidente que já fez arruaças parecidas quando na ativa do Exercito e foi, inclusive, punido por isso.

Memória emotiva VII, por Izaías Almada

Atendi-lhe com o coração aos saltos e sob os olhares atentos e bem despertos da minha princesa.

Periferias e carências, por Daniel Gorte-Dalmoro

Eu observo o material no chão, os restos de uma sociedade que há muito se especializou em produzir lixo - em vários sentidos.

Fica ou vai? Parte 1, por Rui Daher

No percurso, o único aceno confraterno é quando josés ou joanas genéricos, na mesma situação, passam em direção contrária à sua e o olham apenas de soslaio. Não os culpem. Você faz o mesmo.

Memória emotiva V (*), por Izaías Almada

Além de não me incomodarem, os bancos de madeira iriam se transformar no epicentro da minha aventura naquela viagem especial: testemunhas e ao mesmo tempo cúmplices da minha noitada.

Memória emotiva V, por Izaías Almada

O coração batia saltitante, iniciando-me nos rituais da dissimulação dos desejos, sempre um dos mais perigosos na arte da conquista amorosa, pois que, se descuidadas as medidas de um fingido desinteresse, poderemos perder para sempre o fruto da nossa cobiça

Memória emotiva III, por Izaías Almada

Peço-vos imenso perdão por essas pequenas e sacrílegas divagações, mas elas, como vereis, estarão sempre ligadas à minha memória ou, se me permitis o atrevimento da linguagem, à metafísica de uma inesquecível primeira aventura erótica.

Memória emotiva II, por Izaías Almada

Nesses quarenta anos se deram duas guerras mundiais, uma revolução na Rússia, uma guerra civil na Espanha, uma longa marcha na China, a depressão norte americana e a revolução industrial no Brasil. A História do século em que nasci ganhou novo ritmo.

Sobre meninos que descobrem o vento, por Eduardo Ramos

Falemos do menino retirante, que chegou em São Paulo nos anos 50, fugindo da seca e da fome em seu Estado natal, Pernambuco.

Economia Brasileira em Sete Pecados Capitais: soberba, por Luiz Alberto Melchert de Carvalho e...

Weber tinha razão. Meritocracia tem suas raízes no calvinismo, que defende que a graça se consegue com grande esforço, aqui na terra mesmo. Daí correlacionar-se graça e sucesso financeiro, como apregoam algumas igrejas evangélicas.

Enfim, o Plano de Vacinação Nacional do Planalto, por J.Carlos e Nivaldo

"Mais honesto ainda foi o servidor de carreira de terceiro escalão do Ministério da Saúde que barrou a tramoia, avisou o irmão deputado, e foi junto com ele denunciar tudo ao presidente."

O pensamento de Mao para os jovens brasileiros na ditadura, por Urariano Mota

Hoje talvez os mais jovens não saibam, mas para os estudantes socialistas que viveram os apaixonantes tempos de Ação Popular, ainda que sob o terror da ditadura, Mao jamais saiu do seu horizonte.

Bolsonaro, ou ladrão que ameaça o denunciador, por Urariano Mota

Desde criança, no bairro recifense de Água Fria, eu me acostumei a ver ladrões que corriam pelo beco onde eu morava gritando: “Pega o ladrão, pega o ladrão!”.

Depressão coletiva, por Izaías Almada

Não bastasse tudo isso (e a lista pode ser bem maior), os brasileiros escolhem um governo de sociopatas, onde a disputa para mostrar quem é mais incompetente chega a dar urticária,

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