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Argentina é denunciada na OMC por medidas protecionistas

Por Paulo F.


Da Ansa


EUA E UE DENUNCIAM ARGENTINA NA OMC POR MEDIDAS PROTECIONISTAS


GENEBRA, 30 MAR (ANSA) - Os Estados Unidos e a União Europeia estão entre os 12 sócios da Organização Mundial de Comércio (OMC) que denunciaram a Argentina por aplicar diversas medidas protecionistas.

Os países que protestam contra o Estado argentino detalharam a natureza e os efeitos das medidas restritivas ao comércio exterior que o governo de Cristina Kirchner está aplicando em uma declaração conjunta apresentada durante a reunião do Conselho para o Comércio de Bens da OMC, em Genebra.


....Também se somaram à reivindicação Austrália, Coreia do Sul, Israel, Japão, Noruega, Nova Zelândia, Panamá, Tailândia, Taiwan e Turquia.

Estes países se manifestaram contra o uso extensivo das licenças de importação não-automáticas, a necessidade de registrar previamente os produtos a serem comprados pela Argentina e a necessidade de aprovação prévia, ações praticadas desde 2008, denunciaram.

As restrições têm sido impostas para proteger a indústria nacional e evitar a fuga de capitais. Elas se aplicam principalmente a computadores portáteis, eletrodomésticos, químicos, automóveis, maquinarias, têxteis, papelaria, entre outros. (ANSA)

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Billionaire Hugo Salinas Price - World May Go Down in Flames


 

 

Today multi-billionaire Hugo Salinas Price told King World News a complete catastrophe is unfolding in Europe.   He also called Fed Chairman Bernanke “a vampire” and urged people to hold gold and silver because they will be the last things standing.  But first, Salinas Price warned about the serious dangers we are facing:  “I think that unless we see legislation, somewhere, that is rational and recognizes that gold and silver are really different forms of money, and that this whole scheme of paper is unworkable, then the world is going to go down in flames.  The only thing that would last will be people’s savings of gold and silver.” 

 

Hugo Salinas Price continues:

 

“But what kind of a world that will be?  I think it will be a very nasty world.  In spite of having gold and silver, that may not be enough to save you.  They’re good things to have, but what we actually need to do is save our civilization and not go down in flames.

 

I think the first thing to do would be to insert silver coins into the monetary system.  That would be a healthy thing to do.  I was very happy to see Ron Paul pull out a silver coin.  To me it’s like he was facing the vampire Ben Bernanke with a silver coin, instead of a silver bullet.”

 

Hugo also issued this warning regarding Europe: “I was thinking this problem in Europe is going to eventually have to be felt here....  

 

“I don’t think we can be isolated from such an enormous problem as Europe foundering.  The great French economist Jacques Rueff, back in 1950, when the idea of a closer union of European nations was being studied, he said, ‘Europe will be built upon a gold coin or it will not be built.’

 

In other words he knew perfectly well the relations between the European nations could find a satisfactory basis for mutual cooperation and growth only through gold.  That message of his was not heeded.  

 

Now we are seeing that the result is a complete catastrophe in Europe.  It’s going to be very grim.  I don’t really know what they are going to do at this point.  They are going into a terrible depression.  That is what they have right now and I think it’s going to get worse.

 

What happened to European society when the gold standard was abandoned was the same thing that happened to the United States.  Their industry has been undermined by accepting imports which can be paid for with euros, instead of with exports. 

 

It used to be that all trade was paid.  Exports paid for imports.  If you didn’t export, you couldn’t import.  A country that wanted to sell had to buy at the same time.

 

The Chinese have not been doing that as the Southeast Asians have accumulated enormous reserves of dollars because they could sell without purchasing.  That is the root of the world imbalances in trade which are leading to such conflicts. 

 

Now we are going to have protectionism.  I think we are going to see a rise of protectionism in Europe, maybe even between the different countries.  Sarkozy seems to be waffling if you noticed statements recently.  

 

He wants to protect the French.  Well, that doesn’t go with the plan of the original project, does it?  They are reverting back to protectionism.  I don’t know how, out of these ruins, Europe is going to rebuild.”

 

Follow the money, follow the power.

Ex-presidente da Argentina será julgado por obstruir investigação de
ataque a centro judaico

Carlos Menem era o presidente da Argentina em 1994 quando o prédio da
Associação Mutual Israelita Argentina, em Buenos Aires, foi atacado
deixando 85 pessoas mortas e centenas de feridos. Em 2007, as
autoridades emitiram mandados de prisão da Interpol para cinco
iranianos e um libanês acusados de participação no atentado.

Por Haaretz e Reuters


O ex-presidente da Argentina Carlos Menem será julgado por obstruir a
justiça em uma investigação sobre o atentato terrorista que destruiu o
centro cultural judaico em Buenos Aires.

Menem era o presidente da Argentina na época em que uma explosão no
prédio da Associação Mutual Israelita Argentina, em Buenos Aires,
deixou 85 pessoas mortas e centenas feridas.

Menem, de 81 anos, serviu como presidente de 1989 a 1999, foi
inicialmente acusado em 2009 de ocultar e adulterar provas e de usar a
sua posição para encobrir o envolvimento da Síria e de um empresário
argentino, Alberto Kanoore Edul, no atentado terrorista. Edul era um
conhecido da família de Menem, que também é  sírio-argentina.

Em seu depoimento, o juiz federal Ariel Lijo, faz alusão ao que refere
como a "conexão Síria", de acordo com um relatório do jornal argentino
La Voz.

Segundo o jornal, também acredita-se que Menem e seus associados
tenham adulterado provas que apontavam para o envolvimento de Moshen
Rabbani, então adido cultural da embaixada iraniana em Buenos Aires.

Em um comunicado, Lijo disse que o ex-presidente foi a principal força
motriz por trás da obstrução das investigações contra Kanoore Edul,
bem como contra Moshen Rabbani e seus associados.

Lijo ordenou que Menem e uma série de outros ex-funcionários devam ser
levados a julgamento, incluindo o ex-juiz Juan José Galeano, que
estava encarregado de um inquérito inicial sobre o ataque. Os outros
funcionários indiciados foram: Hugo Alfredo Anzorreguy, ex-chefe do
serviço de inteligência sob Menem, seu vice, Juan Carlos Anchezar, e
dois ex-comandantes da polícia, de acordo com relatos na mídia
argentina.

Em 2007, as autoridades argentinas garantiram mandados de prisão da
Interpol para cinco iranianos e um libanês em conexão com o
ataque. Teerã negou ligações com o atentado, mas ofereceu colaborar
com a Argentina na investicação do caso.

Link: http://www.haaretz.com/jewish-world/ex-argentina-president-to-stand-trial-for-obstructing-investigation-into-jewish-center-attack-1.421798

 

EUA e UE denunciam ARGENTINA na OMC por medidas PROTECIONISTAS...

EUA e UE denunciam ARGENTINA na OMC por medidas PROTECIONISTAS.

EUA e UE denunciam ARGENTINA na OMC por medidas PROTECIONISTAS?????

União Europeia = Noruega?????

A Argentina não pode se defender contra a ação de PIRATAS????

Os países que protestam contra a Argentina são ETERNOS COMPARSAS do Tio Sam PIRATÃO: Austrália, Coreia do Sul, Israel, Japão, Nova Zelândia, Panamá, Taiwan e Turquia, não é???????

 

Gostaria de ser lembrado como um homem que foi amigo das crianças, dos pobres e excluídos. Amado e respeitado pelo povo, pelas massas exploradas e sofridas. Odiado e temido pelos capitalistas, sendo considerado o inimigo número um das ditaduras fascistas.

 “Estados Unidos fue el que motivó esta declaración, convenció a algunos países pero no logró que otros como China, Rusia o India se sumaran. Nosotros no vamos a ceder. ¿O acaso Argentina puede exportar hacia esos países todo lo que quiere? Todo el mundo hace política comercial. Cuando Estados Unidos tenía excedente financiero, había plata dulce en Argentina, ahora se quieren llevar nuestro excedente financiero y colocar sus mercancías. Vamos a aguantar este embate”, manifestó el canciller Héctor Timerman a Página/12.

Inteiramente de acordo com o chanceler argentino. Os EEUU são os maiores protecionistas do mundo há muito e muito tempo; sugiro dar uma olhadinha no livro "Chutando a Escada" (Chang, 2004) onde o autor mostra, através de farta documentação, como os chamados PADs (países atualmente desenvolvidos) construiram suas instituições, aplicaram tarifas e o protecionismo ao longo da história para chegar onde chegaram e agora pregam o contrário aos países ditos periféricos. Ademais, a OMC é uma criação desses PADS, logo, para defender seus interesses.

 

 

ECONOMIA › DURA REACCION DEL GOBIERNO FRENTE AL DOCUMENTO QUE IMPULSARON LOS PAISES CENTRALES CUESTIONANDO LOS LIMITES A LAS IMPORTACIONES

“Pretenden que absorbamos la crisis que ellos padecen”

El canciller Timerman respondió que el reclamo de Estados Unidos, la Unión Europea y otros países, en su mayoría desarrollados, es injustificado porque las importaciones en 2011 mostraron la mayor tasa de crecimiento entre los socios del G-20.

http://www.pagina12.com.ar/diario/economia/2-190854-2012-03-31.html

Estados Unidos, la Unión Europea y otros 12 países, varios de ellos desarrollados, elaboraron un documento donde critican la política de administración de comercio que aplica la Argentina. La declaración se difundió luego del encuentro que tuvo lugar ayer en la Organización Mundial de Comercio (OMC). El canciller Héctor Timerman aseguró que el documento fue fogoneado por los Estados Unidos, pero celebró que no lo hayan firmado los BRIC y remarcó que Argentina no va a cambiar su postura, pues no aplica más restricciones que las de países centrales. “Pretenden que absorbamos la crisis que ellos padecen. Por eso nos vamos a defender”, afirmó.

Las críticas de ayer se suman a la reciente suspensión del sistema de preferencia arancelaria por parte de Estados Unidos y un informe que a fines de febrero difundió la Unión Europea sobre “trabas” al comercio. Todo da forma a un combo a través del cual se manifiesta la presión de los países centrales para desactivar controles comerciales en los países periféricos y así “exportarles” la crisis.

Por ahora se trata de un hecho de fuerte relevancia política, aunque sin impacto en términos económicos. Podrían verse afectadas las exportaciones en un mediano plazo si se iniciara un pedido de consulta en la OMC y el mismo transcurriera con éxito todas las instancias legales sin que Argentina modifique su conducta comercial. Sin embargo, en el Gobierno desestiman que la situación tome ese carácter, así como también que se pueda llegar a poner en peligro el sillón que Argentina ocupa en el G-20.

“Estados Unidos fue el que motivó esta declaración, convenció a algunos países pero no logró que otros como China, Rusia o India se sumaran. Nosotros no vamos a ceder. ¿O acaso Argentina puede exportar hacia esos países todo lo que quiere? Todo el mundo hace política comercial. Cuando Estados Unidos tenía excedente financiero, había plata dulce en Argentina, ahora se quieren llevar nuestro excedente financiero y colocar sus mercancías. Vamos a aguantar este embate”, manifestó el canciller Héctor Timerman a Página/12.

El Gobierno envió el jueves a Ginebra, donde se encuentra la sede de la OMC, a la secretaria de Relaciones Económicas Internacionales de la Cancillería, Cecilia Nahón, quien participó ayer del encuentro del Consejo de Mercancías y dejó asentada la postura oficial argentina. La actual política de comercio no incumple la normativa de la OMC, las importaciones en 2011 se incrementaron sensiblemente desde todos los orígenes y Argentina defiende su derecho a tener una política de desarrollo, son los tres argumentos que utilizó el gobierno nacional para defenderse.

Bajo presión

Estados Unidos, los 27 miembros de la Unión Europea, Israel, Japón, Corea, México, Nueva Zelanda, Noruega, Panamá, Suiza, China Taipei, Tailandia, Australia y Turquía fueron los países que firmaron la declaración contra la Argentina, fueron 40 de las 157 naciones que participan en la OMC. El documento advierte que Argentina haría uso “excesivamente amplio de las licencias no automáticas de importación y la ‘preaprobación’ de todas las importaciones –en relación con las declaraciones juradas anticipadas–”, así como también critica los pedidos a las empresas para que equilibren su balanza comercial.

Computadoras portátiles, electrodomésticos, acondicionadores de aire, tractores, máquinas y herramientas, automóviles y autopartes, plásticos, productos químicos, neumáticos, juguetes, calzado, textiles, prendas de vestir, maletas, bicicletas y productos de papel estarían viéndose afectados. En ningún momento se citan datos concretos sobre comercio, y en cambio se alude a versiones periodísticas sobre las medidas comerciales.

Si bien en el Consejo de Comercio de Mercancías son comunes las preguntas o declaraciones de determinado país sobre las medidas comerciales de otro, las “declaraciones conjuntas” son poco habituales, especialmente con la firma de tantos estados. Desde 2008, el único antecedente en algún modo similar es el reclamo compartido por la UE y Noruega sobre los métodos de valoración aduanera de Ucrania.

Reacción oficial

“Dicen que si bien no hay información oficial, muchos medios de prensa reflejan la situación. Nosotros pedimos que sustenten el reclamo con datos, pero no tenían nada. Ya estaba todo cocinado y tenían el texto escrito. Sin embargo, muchos países no se sumaron a la posición de Estados Unidos, que no quiere bajo ningún modo que Argentina sea un modelo a seguir, nos persiguen”, indicó Timerman. China, Rusia e India no suscribieron la declaración, destaca Cancillería. Del mismo modo actuaron la mayoría de los países latinoamericanos. Chile y Perú, por ejemplo, ya habían presentado quejas por la política comercial argentina, aunque decidieron no adherir a la declaración conjunta difundida ayer.

La postura del gobierno nacional se basa en varios argumentos. Por un lado, Nahón resaltó en Ginebra que las importaciones argentinas en 2011 mostraron la mayor tasa de crecimiento entre los países del G-20 y fueron las segundas de mayor incremento en América, apenas detrás de Colombia. Las compras a Africa crecieron un 94,3 por ciento; a Asia, 34 por ciento; a América, 29,4; a Europa, 28,7; y a Oceanía, 25,7 por ciento. Además, Cancillería subrayó que las herramientas utilizadas para efectuar la administración de comercio “están en el marco de la OMC”.

“Recibimos esta noticia con sorpresa y malestar. Defendemos la potestad que tiene Argentina de llevar adelante políticas de comercio administrado como lo hace la mayoría de los países del mundo, incluso los que hicieron este planteo”, indicó la ministra de Industria, Débora Giorgi. Según la información de la OMC, sólo en el último año numerosas investigaciones se han abierto por trabas comerciales impuestas por Estados Unidos.

Si Estados Unidos y los demás países que firmaron la declaración decidieran proseguir con la avanzada, podrían realizar un pedido de consulta ante la OMC, el cual deberá estar respaldado de documentación que refleje el daño comercial. De comprobarse, podría confeccionarse un caso, que si potencialmente se resolviera a favor de los denunciantes, permitiría que esos países estén avalados para aplicar represalias comerciales, con perjuicio para las exportaciones argentinas.

“Para confeccionar un caso ante la OMC, los países denunciantes deben tener documentación que respalde su reclamo, y aquí quedó claro que no la tienen”, indicó a este diario una alta fuente del Gobierno. Por otro lado, también circularon versiones de que Estados Unidos podría impulsar que Argentina sea echada del G-20. “Argentina es socio fundador y es ridículo pensar que los países como Brasil, India o Sudáfrica se vayan a plegar a la postura de Estados Unidos”, respondió la misma fuente.

 

êsse protecionismo só não foi observado nas Malvinas origem das denúncias.

 

Só para repetir o que tenho abordado e defendido aqui no blog.

Agora, com esta crise que atinge a todos, será cada um por si, diferentemente de outras épocas onde só os EUA e UE praticavam protecionismo e empurravam goela adentro dos demais.

Só para ficar com um exemplo caseiro, O Brasil já venceu várias disputas na OMC contra os EUA por causa do protecionismo americano.

É essa a democracia que eles sempre quiseram para o mundo, a democracia que é válida apenas quando beneficia e atende aos seus interesses internos.

E muitos ainda caíram neste "conto do pato".

 

Nada a ver com democracia. A OMC é um tratado e um mecanismo de regulação do comercio internacional, cada um tem direitos e deveres, as controversias são levadas a um tirbunal interno da OMC aonde são tomadas decisões, não tem nada a ver com ideologia ou regime politico, o Brasil ganhou contra os EUA a disputa do algodão, os EUA tiveram que pagar e pagaram uma consideravel multa, com esse dinheiro foi criado aqui no Brasil um Instituto para pesquisa e proteção do setor algodoeiro, aonde vc vê problema?

 

AA.

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