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Do álbum 'Em Tempo de Seresta e Seresteiros'

Por lucianohortencio

Dante Santoro, de sua autoria e Ghiaroni, POSSO SOFRER.
Album: Em Tempo de Seresta e Seresteiros.
Ano de 1972.

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Patrício Teixeira, de Hekel Tavares e Luiz Peixoto, AZULÃO.
Album: Em Tempo de Seresta e Seresteiros.
Ano de 1972.

 

 

lucianohortencio

Paulo Tapajós, de Cândido das Neves, "Índio", ÚLTIMA ESTROFE.
Album: Em Tempo de Serestas e Seresteiros.
Ano de 1972.


 

 

lucianohortencio

"A última estrofe" (segundo Zuza Homem de Mello e Jairo Severiano) - Além de ter a melhor letra e a melhor melodia de Cândido das Neves, "A última estrofe" é a sua canção mais popular. Não há seresteiro que a desconheça, com seus verso apaixonados, tão representativos do parnasianismo exacerbado de seu autor. E por falar em seresteiro, coube a Orlando Silva uma participação importante na história de "A última estrofe". Gravada inicialmente por Fernando Castro Barbosa, foi na voz de Orlando Silva que a composição tornou-se um sucesso, acompanhando-o por toda a carreira.

Abraços da amiga Laura.

 

Paulo Tapajós, de Cândido das Neves, (Índio), NOITE CHEIA DE ESTRELAS.
Album: Em Tempo de Seresta e Seresteiros.
Ano de 1972.

 

 

lucianohortencio

Amigo Luciano, excelente postagem. Na série -  A Canção no Tempo - que desenvolvo no PLN, tratei do tango-canção "Noite cheia de estrelas" (Cândido das Neves), 1932.

 

Contrastando com o humor irreverente de Noel e Lamartine, 1932 teve também o romantismo derramado de Cândido das Neves em “Noite Cheia de Estrelas”.
Filho do palhaço, cantor e compositor Eduardo das Neves, Cândido – conhecido como Índio, apesar de ser negro – foi um seguidor de Catulo da Paixão Cearense, notabilizando-se como autor de canções seresteiras.
Exemplo disso é “Noite Cheia de Estrelas, um tango canção cheia de imagens rebuscadas e palavras escolhidas no dicionário: “as estrelas tão serenas / qual dilúvio de falenas / andam tontas ao luar / todo astral ficou silente / para escutar / o teu nome entre endechas / as dolorosas queixas / ao luar...”.
Gravada por Vicente Celestino, a canção é um clássico dos repertórios do cantor e do autor. 
(Zuza Homem de Mello / Jairo Severiano).

"Noite Cheia de Estrelas", com Vicente Celestino, discos Columbia, 1932.

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