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Cultura

As obras de Akira Kurosawa

Em 06 de setembro de 1998, Akira Kurosawa nos deixou. Um gênio do mundo da sétima arte. Um cineasta marcante com importantes obras, dentre elas a poética ‘Yume’. ‘Uma vez eu tive um sonho…’ esse é o começo dessa sua significativa obra, tanto sobre os aspectos técnicos quanto visuais. Com mais imagens do que diálogo, o filme divide-se em oito histórias distintas, mas unidas pelo mesmo tema, sonhos verdadeiros que o cineasta teve em momentos diferentes de sua vida. O domínio de Kurosawa da cor é extraordinário em cenas que retratam o absurdo da guerra, a beleza da natureza, a necessidade de preservar nosso meio ambiente e a morte como a última estação de uma viagem. Em ‘Yume’, o grande mestre ensina que as pequenas coisas da vida são mais importantes. Viva cada dia, carpe diem, mas sem medo, já que a vida segue sem nós, como um rio.

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Cinema: A Noiva Síria

Do Cinequanon

A NOIVA SÍRIA

Muitos são os filmes que têm retratado as disputas entre Israel e Palestina, mas A Noiva Síria se diferencia não apenas pela mudança geográfica do conflito (desta vez localizado na fronteira entre Israel e Síria e envolvendo uma comunidade drusa[1]) como também pela atenção e carinho despendidos na construção de suas personagens. Leia mais »

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O artista plástico Silvio Roberto de Farias

 Silvio Roberto de Farias foi um Artista Plástico brasileiro. Leia mais »

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O romance gay israelo-palestino ‘Além da Fronteira’

Sugerido por Gunter Zibell - SP

Do Cine Pop

Conheça o romance gay israelo-palestino ‘Além da Fronteira’

A Europa Filmes informou ao CinePOP, com EXCLUSIVIDADE, o título nacional do romance gay israelo-palestino ‘Out in the Dark‘. A distribuidora lançará o longa no Brasil em novembro, com o título ‘Além da Fronteira‘.

A história acompanha o caso de amor entre dois homens de lados opostos de um conflito: Nimer, um estudante palestino, e Roy, um advogado israelense.

Nimer é um estudante palestino e filho dedicado, que sonha estudar no exterior e ter uma vida melhor. Ele começa a se confrontar com a realidade palestina, que se recusa a aceitar a sua identidade sexual, e tenta se refugiar em terras israelenses. Leia mais »

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O financiamento coletivo da peça Banana Mecânica

Sugerido por romério rômulo

o financiamento coletivo da peça Banana Mecânica, do Francisco Carlos, a ser remontada em SP.

Do Catarse

Banana Mecânica

Um projeto de Teatro por Mafalda Pequenino

O Projeto

O Dramaturgo e encenador Amazonense Francisco Carlos, juntamente com seu Núcleo de Atores, apresenta o projeto de remontagem do seu espetáculo “Banana Mecânica” classificado pela crítica do jornal Folha de São Paulo com quatro estrelas.

O espetáculo “Banana Mecânica” de Francisco Carlos estreou em 2010 no Teatro dos Satyros em São Paulo realizando quatro temporadas seguidas sem nenhum apoio ou patrocínio.
Em 2011 no FRINGE – 20º Festival de Curitiba, Francisco Carlos teve grande destaque sendo o único artista convidado pela organização do festival a apresentar uma mostra de seu trabalho. Banana Mecânica fez parte desta Mostra.

Agora, “Banana Mecânica”, tem sua reestreia marcada, para 11 de Outubro, no teatro da “SP Escola de Teatro” onde Francisco Carlos fará uma residência de sete meses com palestras e conferências. Leia mais »

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A geração de 68, desde 1868

 Prezados geonautas,

Comentário ao artigo de Fernando Nogueira da Costa: Revisão da Geração 68

Prezado Fernando,

Houvi no início dos anos 80, de meu professor na aula de meio ambiente, a primeira definição da palavra engenharia (era os ingleses copiando os enciclopedistas franceses):

“A engenharia é a arte de dirigir as grandes fontes de energia, para uso e conveniência do homem” (1˚ Enciclopédia Britânica, fim do séc. XVIII/ início séc. XIX).  Leia mais »

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O aniversário de estreia de Easy Rider

Em 04 de setembro de 1969 estreou em Londres o clássico da contracultura, ‘Easy Rider’, dirigido por Dennis Hopper e Peter Fonda, dois iconoclastas de Hollywood que se uniram a Jack Nicholson. ‘Easy Rider’ continua a ser um marco cinematográfico, sobretudo como um interessante documento histórico e cultural. Os protagonistas, os motociclistas Wyatt (Peter Fonda) e Billy (Dennis Hopper) acompanhados por um advogado alcoólatra (Jack Nicholson), são desajustados sociais à procura da liberdade em meio à paranóia, a intolerância e a violência, no final dos anos 60, e um ano depois dos assassinatos de Robert Kennedy e Martin Luther King, a guerra do Vietnã e da eleição de Nixon. Lançado no ano de Woodstock, ‘Easy Rider’ marcou uma geração numa época de consolidação do movimento hippie e do uso exagerado de drogas. A liberdade é representada pela estrada e é acompanhada pelas músicas de Jimi Hendrix, The Byrds, Steppenwolf, The Band, Bob Dylan, Roger McGuinn, entre outros. É realmente a trilha sonora de uma cultura. Em 1998, o ‘American Film Institute’ incluiu ‘Easy Rider’ na lista dos 100 melhores filmes de todos os tempos.

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Sessão das Dez: trilogia de Ingmar Bergman

Ingmar Bergman - a meditação sobre a fé religiosa em trilogia: Através de um espelho (1961), Luz de inverno (1962) e O silêncio (1963)

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Sessão das Dez: trilogia de Ingmar Bergman

Ingmar Bergman - a meditação sobre a fé religiosa em trilogia: Através de um espelho (1961), Luz de inverno (1962) e O silêncio (1963)

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Direito de Viver & Dia do Bem

Este post é para divulgar os CDs da série "Direito de Viver", trabalho beneficente onde a renda da venda, realizada pelos Correios no Estado de SP, é destinada às obras dos hospitais de Câncer de Barretos e de Câncer Infantil Presidente Lula da Silva.

Destacamos duas canções em estilo “gospel sertanejo” do CD #10, gravadas para a comemoração de 10 anos (subtítulo do CD: "Uma Década de Solidariedade".) Meus negritos nos versos que mais gosto.

DIREITO DE VIVER (de Álvaro Socci & Cláudio Matta) - 1º e 3º Youtubes Leia mais »

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Os dez melhores filmes da história, segundo Woody Allen

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Terra Magazine

Comentando os dez melhores filmes da história do cinema para Woody Allen

Amarcord, de Federico Fellini, é um dos melhores filmes do cinema para Woody Allen, assim como Oito e meio (o qual tentou imitar em Memórias/Stardust memories, 1980)

Quando solicitado para oferecer a sua lista dos seus melhores filmes da história do cinema, Woody Allen sempre se negou, mas, recentemente, o British Film Institute solicitando-a, o veterano cineasta resolveu dá-la à publicação. Os dez títulos, porém, e vale ressaltar, não estão em ordem de importância. O que se pode observar é que Woody Allen dá preferência aos filmes de autor e às obras já consolidadas como clássicos absolutos. Basta verificar que os títulos mais recentes datam de 1972. O cinema contemporâneo está ausente da lista alleniana. O que não significa uma crítica a ela, pois na minha, já publicada por aqui, também raros são os filmes que ultrapassam os anos 70. Federico Fellini, pelo visto, é o realizador que Allen mais admira, pois colocou dois filmes dele na relação (Amarcord Oito e meio). Inclusive Allen fez emMemórias (Stardust Memories, 1980, o seu oito e meio. Senti falta de um Hitchcock, pois grande mestre e um inventor de fórmulas da linguagem cinematográfica. E John Ford? E Howard Hawks? Bem, toda lista é subjetiva. Faço aqui comentários aos filmes escolhidos. Leia mais »

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Sessão das Dez: Freud, além da alma, de John Huston

John Huston viveu tão perigosamente como os protagonistas de seus filmes. Apesar de ter sofrido por décadas de enfisema pulmonar aguda, o que o obrigou nos últimos anos a sobreviver com tanques de oxigênio para ajudá-lo a respirar, ele continuou a fumar até a sua morte em 28 de agosto de 1987. Huston era um contador de histórias, bon vivant e grande jogador de pôquer. Lauren Bacall, uma amiga de longa data, o descreveu como ousado, imprevisível, enlouquecedor e, provavelmente, o homem mais charmoso do mundo.

Em 1941, o cineasta norte-americano fez a sua estréia na direção com ‘The Maltese Falcon’ considerado por muitos críticos como o melhor thriller policial já filmado. ‘The Treasure of the Sierra Madre’ um estudo soberbo da ganância humana; ‘The Man Who Would Be King’ sobre orgulho; além dos clássicos ‘Moby Dick’ e ‘The African Queen’ formam um conjunto de obras das mais significativas da história do cinema.

Os críticos se diziam confusos com a falta de um tema comum em seus filmes. Foram 41 filmes e em muitos deles abordou o orgulho, a ganância humana, a vaidade e a avareza. John Huston dirigiu a maioria das estrelas com irreverência e contrariou tendências de Hollywood de finais felizes com um número incomum de filmes com amor insatisfeito. E procurou várias vezes transpor a essência da literatura para o cinema com o cuidado incomum de preservar estilos e valores dos escritores. E atuou em mais de 20 filmes. Leia mais »

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Celso Furtado, o filósofo social

Prezados geonautas, Leia mais »

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O demônio é um anjo caído em "O Advogado do Diabo"

Apesar de flertar com temas místicos e espirituais não ortodoxos, Hollywood ainda precisa manter as convenções dos gêneros cinematográficos. Um dos exemplos dessa dualidade vivida pelo cinema comercial é o filme “O Advogado do Diabo” (Devil’s Advocate, 1997) onde o diretor Taylor Hackford tenta inserir uma visão mais matizada e ambígua da figura do Diabo em meio aos tradicionais clichês satânicos reforçados por efeitos de computação gráfica. Através da inesquecível performance de Al Pacino, o filme nos apresenta uma sutil visão do Diabo como uma figura prometeica, um anjo caído e condenado pelo Criador por ter apresentado ao homem o fruto do conhecimento. Leia mais »

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"O Advogado do Diabo" (1997): monólogo final de John Milton
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Vaudeville Negro

Vaudeville Negro foi baseado em atuações que saíram do movimento e estilo do afro-americanos. Os anos de vaudeville eram no início da década de 1880 até o início de 1930. Estes atos eram exclusivos para quaisquer outros atos na cena vaudeville porque os artistas trouxeram experiência diferente que os artistas brancos não poderiam transmitir. Embora artistas afro-americanos foram maltratados, um artista do Vaudeville era melhor que ser uma empregada doméstica ou um trabalhador agrícola. Vaudeville tinha o que eles chamavam de circuitos para manter o show business no momento organizado. Era difícil para um artista negro ser aceito no circuito branco, devido às questões raciais da época. Eventualmente, circuitos negros foram criados, para dar mais oportunidades para os artistas negros. Vaudeville Negro tornou possível para os afro-americanos desfrutar de entretenimento em sua própria herança. Pat Chappelle foi um showman negro que ajudou a pavimentar o caminho para os artistas afro-americanos. Ele aprendeu as artimanhas dos shows business. Leia mais »

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O pato-boi

Por jns

PATO-BOI

jônatas cunha, fotografia

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O pato-boi

Por jns

PATO-BOI

jônatas cunha, fotografia

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O "Show Opinião", nas palavras de Zé Keti

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Cinema: Ninho Vazio

Sugerido por ANTONIO ATEU

Do blog Parada Crítica

Ninho Vazio (El Nido Vacío)

Nossos hermanos da Argentina fazem bom cinema, isso já é sabido. É uma pena que não muitas produções argentinas cheguem a nós, motivo pelo qual vale conferir Ninho Vazio, na sala alternativa mais perto de você. É interessante notar a estética diferente, a narração típica e mesmo a fotografia puxando bastante do cinema europeu. Aliás, como é colocado pelo senso comum, os argentinos adoram se sentir europeus, e se no cinema isso não é necessariamente verdade, neste filme é. Das paisagens às tomadas, e às vezes também na forma como colocam os diálogos, por pouco não somos enganados. Só a trilha sonora, alternando entre o jazz norte-americano e a bossa - sim, a nossa bossa - remonta ao clima do reino do Prata.

O diretor, Daniel Burman, gosta de dramas familiares. Seus dois últimos filmes, Direitos de Família e Abraço Partido, tratam desse tema, e especificamente relacionado ao pai. Ninho Vazio segue a mesma tendência, acompanhando um pai depois que seus filhos deixaram o lar. No papel principal, Oscar Martínez, um dos mais conhecidos atores argentinos, em uma atuação muito boa. Como seu par, Cecilia Roth é aquela atriz que temos a sensação de já ter visto antes. Estamos certos, ela protagonizou Tudo Sobre Minha Mãe, de Almodovar. O estilo argentino de drama é bastante realista, com cenas em que às vezes todos falam ao mesmo tempo e não se percebe um diálogo propriamente dito, e outros com longos silêncios. A trama, muito centrada em um único personagem, parece correr solta, mas é na verdade uma ótima armadilha de Burman. Leia mais »

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O canto do Assum Preto

Por jns

MELRO

Espécie sem dimorfismo sexual

A graúna (derivado do tupi “guira-una” = ave preta) é uma ave passeriforme da família Icteridae.

Conhecido também como chico-preto (Maranhão), arranca-milho, chopim, chupão (Mato Grosso), assum-preto, cupido, melro e pássaro-preto. Leia mais »

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O fenômeno cult "Donnie Darko"

Desde o seu lançamento em 2001, o filme “Donnie Darko” do diretor Richard Kelly tornou-se um fenômeno cult: é um dos filmes mais pesquisados e acessados na Internet (atualmente ocupa a 185° do Top 250 do IMDB), em geral espectadores que buscam uma explicação para enigmática narrativa sobre um adolescente problemático com misteriosas visões de um coelho de dois metros de altura chamado Frank que faz uma espécie de contagem regressiva para o fim do mundo. “Donnie Darko” é um exemplo de filme que se tornou atemporal por amarrar em um inteligente roteiro arquétipos contemporâneos e milenares sobre o tempo, destino e redenção. Leia mais »

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O arco-íris e o parque eólico

Sugerido por ROSE

Bom Dia, Boa Semana!

Wilster, Alemanha - Arco-íris sobre um parque eólico, visto através da janela de um trem.

Foto:  Christian Charisius / DPA

http://framework.latimes.com/2013/08/23/the-week-in-pictures-145/#/38 Leia mais »

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A morte da atriz americana Julie Harris

Acabo de ler no Guardian a notícia do falecimento, aos 87 anos, de Julie Harris, uma das maiores atrizes do teatro e do cinema americanos (aqui o seu obituário).

A minha grande lembrança de JH será sempre a sua atuação no filme Vidas Amargas (East of Eden), uma obra prima de Elia Kazan, e para mim o melhor filme da curta carreira de James Dean. É inesquecível a cena entre Harris e Dean na roda gigante, uma das cenas de amor mais emocionantes da história do cinema.

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O estilista de rua do centro de Niterói

Sugerido por Cláudio José

Do Extra

Estilista de rua que cobra R$ 1 por croqui tem sonho de conhecer Luciano Huck

Carlos não sabe escrever, mas usa as mãos e um lápis para fazer outra coisa: desenhar. Ele é um estilista que apresenta suas obras no Centro de Niterói. A mestranda da Universidade Federal Fluminense (UFF) Deborah Lima encontrou com ele na rua, se encantou pelos projetos de roupas e descobriu que ele custavam R$ 1. Em sua página no Facebook, Deborah divulgou como foi conversar com o estilista.

“Eu: - Posso pegar qualquer um que eu quiser por um real? Ele: - Pode sim! Peguei o desenho. Ele: - Desculpa ele estar sujo... é que eu fico no chão... Me dá aqui, vou tentar limpar com a borracha – pausa – Não. Vou deixar assim. Essa sujeira faz parte da minha arte. Eu: - Muito lindos mesmo! Parabéns! Porque o senhor não assina eles depois que termina? Ele: - É que eu não sei ler nem escrever...”, contou a estudante em seu perfil na internet. Ela logo ensinou como assinar “C” para o homem.

Deborah ainda explicou que ficou impressionada com a precisão e a criatividade de Carlos:

“Comecei a perguntar pra ele onde ele teria aprendido a desenhar com tanta perfeição. Ele respondeu que aprendeu na rua, vendo vitrines... As roupas? Ele inventa da própria cabeça”. Leia mais »

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Moacyr Luz: Na viela da memória

Se alguém observar nessa crônica sintomas de nostalgia, aceito o diagnósticoO DIA

R Leia mais »

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"Breviário", do escritor Fernando Fiorese

Por Vaas

Narrativas breves de Fernando Fiorese.

Do blog Copo Portátil

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As instalações da artista holandesa Suzan Drummen

Por Vaas

Um ato de paciência e precisão resultando em belas combinações são essas instalações criadas pela artista holandesa Suzan Drummen, que usa espelhos, cristais, metal cromado, vidro e pedras coloridas. Os padrões do tipo fractal formam uma espécie de tapete 3D, tudo colocado peça por peça, refletindo luz em todas as direções.   Leia mais »

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A dupla redator e jornalista

Sim, a crise pela qual passa a mídia impressa é terrível, mas acho que esses dois aí arrumam emprego na Abril fácil, fácil. 

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O hotel no meio do deserto na Mongólia

Sugerido por Janah

 Hotel Lotus na Mongólia 

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As casas na árvore na Suécia

Sugerido por Janah

As casas na árvore na Suécia

Estas casas de árvore na Suécia oferecem aos visitantes um retorno à natureza, minimizando o impacto ambiental desse retorno. Leia mais »

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