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Xadrez do aprofundamento da crise fiscal, por Luís Nassif

Peça 1 – a hora do espanto

O agravamento da crise é a peça inicial do jogo, em torno da qual se posicionarão as demais peças.

Até agora, mesmo com 14 milhões de desempregados, a crise não produziu a desorganização econômica das grandes crises dos anos 80 e 90.

Agora, o fantasma da desorganização se aproxima. A máquina do Estado esta parando por todo o país. A partir de setembro não haverá mais recursos para o essencial, o que obrigará o governo a emitir moeda ou títulos.

O chamado “dream team”, a equipe econômica de Temer, aprofundou as loucuras cometidas pela gestão Joaquim Levy em nível inédito, com uma cegueira ideológica da qual só acordarão quando a ponta do iceberg rasgar a crosta do navio.

Têm-se um quadro claro pela frente:

1.     A economia está exangue. Não há consumo, não há investimentos.

2.     Toda a lógica dos cabeções consiste em definir um horizonte fiscal sólido recorrendo exclusivamente a cortes em despesas – e, agora, a aumento de tributação.

3.     Julgam que bastará isso para haver uma queda nas taxas de juros longas e, automaticamente, despertar o espírito animal do empresário.

Não consideram:

Curto Prazo

Médio Prazo

Mercado de consumo

Educação

Capacidade ociosa da indústria

Políticas de inovação

Estabilidade política

Adensamento da cadeia produtiva

Impactos sobre receita fiscal

 

 

Basta cortar, cortar, até se obter o equilíbrio fiscal. O investimento virá automaticamente. É inacreditável, mas esta é a lógica central na qual fincam suas formulações.

4.     Aí toca a cortar gastos públicos, estipular limites de aumento de gastos. A cada corte, há um aumento proporcional na queda da receita, até o limite da crise fiscal generalizada. Sem alternativa, criam-se novos impostos e os papagaios da mídia dirão que traíram as promessas de campanha.

5.     Ao mesmo tempo, em cima de um orçamento extremamente comprimido, o governo Temer promove uma queima de saldo de emendas orçamentárias e reduz os dividendos pagos pelas estatais com o aumento desmedido das verbas publicitárias, sem nenhum impacto sobre a demanda agregada.

Peça 2 – a divisão desproporcional dos sacrifícios

Se a crise econômica se aprofundará, a ilegitimidade dos cortes aumentará a fogueira política.

Toda a divisão do sacrifício joga a conta para as faixas de menor renda.

Os novos impostos

Há dois tributos que poderiam ser acionados no curto prazo.

A CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) tem baixíssimo impacto sobre a inflação. Além disso impactaria a todos proporcionalmente e permitiria o rastreamento do dinheiro de caixa 2.

Outra, a CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) é tiro certo no orçamento das famílias de menor renda, já que, quanto menor a renda, maior o peso de transportes e alimentos no orçamento doméstico. E a CIDE impacta diretamente o transporte de cargas e o de pessoas, o transporte urbano e intermunicipal e, através dele, os alimentos. Mas beneficia as usinas de açúcar e álcool, que tem um ilustre economista defensor da CIDE como acionista.

Além disso, ao pressionar a inflação, a CIDE ajuda a legitimar a manutenção da taxa Selic em níveis proporcionalmente mais elevados, aumentando o ganho real. O modelo de metas inflacionárias tornou o mercado sócio da inflação: quanto mais alta a inflação, maior o ganho real proporcionado pela Selic.

O corte pelas despesas correntes

Criou-se uma mística entre economistas brasileiros, que o mal do Estado brasileiro é o nível das despesas correntes. Deveria se economizar nessa ponta, para gastar mais em investimentos.

Ora, o que são despesas correntes?

Salários do setor público são protegidos por lei. Nos juros, não se mexe.

 Os cortes são invariavelmente na ponta, naquilo que volta à população na forma de serviços ou produtos. O governo já reduziu em 10% a compra de vacinas, não há recursos para combustível em ambulâncias, nem remédios nas farmácias do SUS, acabou com programas nas áreas de educação, combate ao trabalho escravo e tantos outros.

O caso recente do Ministério Público Federal é bem elucidativo desse dilema entre vencimentos e despesas correntes.

No último concurso, o MPF foi ocupado por uma enorme quantidade de jovens de boas famílias, emulando os hábitos e princípios dos yuppies de mercado, conceitos como meritocracia e produtividade. São neoliberais de carteirinha, porque é a moda dos bens pensantes, na opinião dos concurseiros.

O MPF tem um orçamento, que cobre os vencimentos dos procuradores e a operação da máquina. Recursos para a operação da máquina são essenciais para a boa prestação de serviços. No entanto, decidiu privilegiar os vencimentos, com reajuste de 16,6% para o próximo ano. O que significa que, no limite, haverá uma redução de 16,6% do total na parte que cabe ao operacional.

 A queda de produtividade será exponencial.

Veja uma continha didática:

Suponhamos que para cada 1 procurador haja 1 de recursos (na verdade, o peso dos vencimentos nas despesas gerais é muito maior). Com 16% de aumento, o mesmo procurador custará 1,16; e os recursos alocados para ela cairão para 0,84. Significará uma perda de competitividade da ordem de 38%.

Se fosse empresa privada, quebrava.

Ou seja, entre os vencimentos da corporação e a prestação de serviços ao país, escolheu-se os vencimentos. E justamente do poder que mais contribuiu para a depressão econômica, ao arrebentar com as empresas de engenharia, desarticular a cadeia do pré-sal e alçar o grupo de Temer ao poder.

A fuga do conflito rentismo x produção

A única conta intocada é a dos juros. Houve expressivo aumento da taxa real de juros, já que a inflação caiu bem mais do que a queda da Selic. E aumento expressivo da relação dívida /PIB, pela queda do PIB e das receitas fiscais e aumento da dívida por redução do superávit. Esse é um dos pontos centrais do aprofundamento da recessão e da falta de investimentos.

O maior custo não contingenciado da máquina é a conta de juros. Demitir funcionários públicos demanda um enorme lapso de tempo e um custo inicial maior, na forma de estímulos ao desligamento. Reduzir a conta de juros depende exclusivamente do Banco Central. Justificar a política monetária com o atual nível de recessão e de inflação é deboche.

Com o incêndio lavrando na casa, o mercadismo e seus jornalistas prosseguem no discurso manjado de jogar a disputa para o setor produtivo, empresas e empregados, com as reformas trabalhista e previdenciária do setor privado.

Tratam a todos como imbecis. O crescimento das despesas da Previdência é constante, mas não explica de modo algum o aumento do peso sobre o orçamento. O que explica é a queda da arrecadação fiscal, decorrente da falta de estímulos macroeconômicos.

 O fogo de encontro do mercado consiste em jogar o conflito para o âmbito das empresas x trabalhadores. As contas públicas vão melhorar não se a Selic cair, mas se houver reforma da Previdência. O custo das empresas irá reduzir não com crédito barato, menos burocracia, menos tributos, mas com menor custo trabalhista à custa da precarização do trabalho. E reformas relevantes, como a trabalhista e a Previdenciárias, são contaminadas pela radicalização e falta de diálogo que está substituindo um modelo falho por outro que não se sustenta em nenhum pilar conceitual.

Peça 3 – a saída pela política

Mesmo os porta-vozes mais radicais do mercado já se deram conta de que a saída é política. Em vez da esperteza de jogar todos os problemas nas costas de uma suposta nova matriz econômica, começam a diferenciar politicas econômicas, identificando corretamente os maiores erros naquelas em que se aboliu completamente a sensibilidade política.

A saída organizada da crise passará não apenas por eleições diretas (e honestas) em 2018, mas por uma busca de consensos, que terá que começar rapidamente, entre setor produtivo, sindicatos, novas e velhas organizações sociais e liberais de boa cepa.

Não há saída fora de um acordo amplo, suprapartidário, que reponha instrumentos básicos de política econômica.

Haverá a necessidade de um choque de gastos públicos, técnico, o mais isonômico possível, que convença o meio empresarial que após o primeiro impacto no aumento da dívida, haverá uma recomposição gradativa do nível de atividades e, consequentemente, das receitas fiscais.
Mas quem colocará o guizo no pescoço do gato de uma opinião pública massacrada por uma cobertura financeira rasteira, incapaz de entender fundamentos mínimos da economia real? É aí que entra a boa política.

Os desastres da pós-redemocratização trouxeram algumas lições que não podem ser esquecidas:

1.     O modelo de metas inflacionárias inviabiliza a economia. Não existe ciência capaz de justificar o custo dos juros ao longo dessas décadas. A busca de taxas civilizadas tornou-se ponto central de qualquer política.

2.     Há experiências bem-sucedidas de política industrial, como os PDPs (Programas de Desenvolvimento Produtivo) do Ministério da Saúde e as políticas de conteúdo nacional do pré-sal. E desastres rotundos, como o descontrole da política de subsídios no período Guido Mantega.

3.     Antes da Lava Jato, da queda das cotações de petróleo e da compressão das tarifas de derivados pela presidente Dilma Rousseff, o modelo do pré-sal revelou-se eficaz para atrair para o Brasil laboratórios de pesquisa de várias multinacionais. Há que se reavaliar essas políticas, montando formas de acompanhamento que impeçam o uso abusivo do poder individual.

4.     Mais criativo dos governos neoliberais pós-redemocratização, Fernando Collor instituiu modelos de câmaras setoriais que ajudaram a criar espaços de negociação e de solidariedade entre sindicatos de trabalhadores e empresas. No período Lula, foram criadas diversas câmaras setoriais no âmbito da ABDI (Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial), além do Conselhão. Em um novo governo, essas instâncias têm que ser restauradas como espaço de negociação e de formulação de políticas.

5.     Tem que se devolver aos movimentos sociais os espaços conquistados especialmente no governo Lula. Sua institucionalização é pré-condição para o amadurecimento político do país. Segregá-los significaria jogá-los novamente na clandestinidade.

6.     Tem que se trazer o Judiciário e o Ministério Público de volta ao leito institucional, acabando de uma vez por todas com sua capacidade de desestabilizar o país. Sem prejuízo de seu trabalho anticorrupção.

Peça 4 – o conciliador ou o bonapartista

A questão é: quem colocará o guizo no gato, desarmará os espíritos para o penoso trabalho de reconstrução nacional?

Qualquer análise tem que levar em conta o papel de Lula.

Há duas possibilidades para Lula. A primeira, a revogação das sentenças absurdas de Sérgio Moro, mas mantendo um mínimo de condenação para inabilitá-lo politicamente. A segunda, Lula candidato a presidente.

A política de conciliação de Lula abriu espaço para o golpe. Os grupos mais à esquerda têm razão em deblaterar contra pactos que permitiram o crescimento das forças golpistas.

Por isso mesmo, há um conjunto de desafios que não poderão ser ignorados por Lula, especialmente o domínio de formas democráticas de trabalhar os poderes de Estado.

Por outro lado, não se espere um Lula guerreiro. Mesmo submetido a humilhações diárias por figuras como Sérgio Moro e procuradores, mesmo com a morte de sua esposa, tão humilhada que quase foi alvo de uma condução coercitiva, não se espere um Lula raivoso. Não faz parte da sua estrutura pessoal e política.

A grande incógnita é qual o Lula que emergirá nas próximas disputas políticas.

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99 comentários

Comentários

Espaço Colaborativo de Comentários

O clima atual não permite

O clima atual não permite nenhuma conciliação, em nenhum dos lados.

O ódio visceral está tão arraigado na sociedade que não há mais volta: o caos será tamanho que chega a ser difícil mensurar as consequências.

Manter forças de segurança custa alto, e a segurança, como já explícito aqui, não será para todos.

Imaginem o país conflagrado, com saques por todos os cantos: os pequenos comerciantes seriam os primeiros afetados, recorrendo à segurança privada, insufuciente, para tentar manter um resquício de ordem. As periferias pegariam fogo. Alguém aqui já assistiu filmes que retratam a realidade da zona sul de Los Angeles, onde táxis não vão, comércio não se instala, polícia não entra, serviços básicos como correio não são prestados, etc, etc? Um pouco do que o Rio já está vivendo multiplicado por 10 e espalhando-se com enorme velocidade país afora. Não vejo cenário diferente do que esse para o nosso futuro. Algum país da história conseguiu manter a ordem com estado mínimo? O que estão fazendo com o país, aprovando essas leis absurdas que estão alimentando um ódio silencioso nas pessoas pobres é de se revoltar. Além do escárnio, das mais absurdas medidas. O que estão fazendo contra Lula e todos aqueles que colaboraram com governos petistas é como um aviso: não façam isso novamente ou tudo isso que está acontecendo pode acontecer com você. Me lembro de ter lido em algum lugar o seguinte: a Revolução Popular Negra no Haiti, fortemente influenciada pela Revolução Francesa, que fez do país caribenho o primeiro país com maioria escrava a ser independente de uma colônia imperialista, precisava sofrer um castigo tal para servir de exemplo para que outros não buscassem os mesmos caminhos. E o resultado foi o isolamento total do Haiti por parte dos países dominantes. Essa realidade se reflete até os dias de hoje.

Lembram das cenas de bandidos desfilando pelas favelas com fuzis nas mãos? Isso estava restrito às favelas. Não se espante se começarmos a ver essas cenas em locais mais centrais, com o aumento da ausência do estado em todas as esferas. Como tão bem descrito por um comentarista nesse post: tudo ou nada. Será tudo para as elites e nada para a maioria. O resultado é previsível,  futuro, sombrio. 

 

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O extraordinario nesse quadro

O extraordinario nesse quadro tão bem traçado pelo XAFREZ é como a elite politica e empresarial compram essa pacote economico  absurdamente fragil e inconsistente, como as escolas de economia do Pais, com raras exceções, não

apresentaram qualquer contestação a um plano tão raso, tão capenga, tão mediocre como esse, indigno de um grande Pais de 200 milhões de habitantes com todos os recursos naturais e capacidade industrial , um Pais que se encontra na mesma posição de um homem forte amarrado com cordas impedido de se movimentar, esse é o Brasil amarrado por uma politica monetaria esteril que não serve a nada, apenas para satisfazer grupos rentistas como se esses fossem a parcela mais importante da população do Pais.

Como é possivel que uma economia que necessita neste momento crucial uma grande liderança politica como foi um Osvaldo Aranha, um Delfim, um Simonsen, um Lucas Lopes tenha no seu comando uma mediocridade como Meirelles apenas porque ele representa bancos e gestoras quando o Ministro mais importante do governo precisa representar o conjunto do Pais presente e futuro, a composição dos interesses dos assalariados e produtores e

só a Avenida Faria Lima  e a Rua Dias Ferreira , o Brasil é bem mais do que os barbinhas das corretoras.

O fracasso dessa direção da economia já foi aqui previsto desde a gestão Joaquim Levy, da mesma origem, em nenhum momento essa politica foi vitoriosa ou deu algum sinal  de vigor, de que levaria o Pais ao fim da recessão que se aprofunda em depressão e seus arautos na midia, se bem que em menor escala, ainda vendem a ilusão de que essa politica vai tirará o Pais da crise em um tempo nunca especificado ou prometido, apenas um desejo etereo, um "wishfull thinking" remoto,

apesar das evidencias em contrario. Nenhum programa de austeridade na historia da economia triunfou sem os exemplos de cima, os cortes no topo do Estado precisam ser os primeiros para lastrear os cortes embaixo. Cortes de salarios e mordomias, de jatinhos, de viagens internacionais pagas pelo Estado, de auxilios, de diarias são a base para cortes no andar inferior, impor sacrificios exige moral de quem impõe e absolutamente não é o que se vê.

Não há absolutamente nenhum gesto, como o do governo britanico vendendo o jato da Rainha e o iate real Britannia, para indicar tempos austeros, tampouco se deixa o dolar flutuar no seu preço real para não estimular turismo internacional na escala que se faz no Brasil. A politica cambial brasileira está a serviço da meta de inflação e não a serviço da economia produtiva do Pais do mesmo modo que a politica monetaria está a serviço dos rentistas e não dos assalariados.

A atual politica economica irresponsavel, tosca, simploria e mal intencionada vai levar o Pais a uma imensa crise social que já se manifesta pelo aumento da criminalidade e pela crescente pressão das classes pobres sobre os sistemas de saude e educação do Estado, a proxima etapa é dos saques em supermercados, não é a meta de inflação que vai segurar.

 

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Jordan F. Martins

Um dia de fúria

Revoltas populares?

Saques?

Fraude eleitoral?

Quebradeira geral?

Anotei em minha agenda este dia de previsão generalizada do apocalipse tupiniquim.

Certamente irão acertar, da mesma forma que previram (e alertaram), neste blog, a crise gestada pelo governo Dilma.

A ver.

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A política de conciliação de Lula...

"...A política de conciliação de Lula abriu espaço para o golpe...."

Nassif!

A meu ver não foi política de conciliação mas de avaliação vesga dos seus inimigos figadais, isso ainda na primeira eleição quando, em lugar de implementar as mudanças estruturais prometidas e necessárias, as abandonou na véspera com a malfadada e submissa "Carta ao Povo Brasileiro", momento que abriu os flancos aos ditos inimigos e, na sequência, aderiu de forma matreira, esperta e abestada às suas práticas criminosas que combatera até então, traindo assim os seus princípios históricos e a esperança dos que lhe deram o voto.

Foi esse êrro monumental e imperdoável de Lula/PT que nos jogou nessa situação aterradora que estamos agora.

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Serjão

A culpa é do PT, é da Dilma, é do LULA

A culpa é do mocinho, da vítima.

Não, a culpa é da oligarquia, é das quadrilhas, da plutocracia, da elite parasita, dos entreguistas sem pátria e, principalmente, do Império do Capital.

Mira no alvo certo.

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CezarR

Onde dá milhão?

Nassif, a parte do xadrez sobre gastos correntes é justamente o tema daquele famoso debate entre Ciro Gomes e o ex-blogueiro da Veja. Onde dá milhão?

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Variável chave da crise: a Globo está "vendida" em "Brasil"!

Bomba: os Marinho colocaram a Globo na roleta do Cassino!

Por “Dom Cesar” & Romulus

No popular:

- Os Marinho estão saindo fora!

E, por isso, querem a grana toda...

- ... in cash!

Com a moeda nacional desvalorizada, o país fica “barato” e o poder da “alavanca” de quem tem dólares torna-se muito maior.

Some a isso, ainda:

(i) a depressão econômica, barateando os ativos brasileiros no geral;

e, no particular...

(ii) a implosão de setores inteiros da economia nacional, via Lava a Jato.

Resultado: xepa!

E aí...

Quem tem dinheiro na mão – a tal da “liquidez”... – é rei!

*

“Aposta na aposta, na aposta, na aposta, na...”

- Os Marinho apostam no seu poder de viciar a “roleta do Cassino”, via Rede Globo...

Para...

Ao final...

- Ganharem, também, na sua aposta principal: a especulação financeira.

Haja alavancagem: um verdadeiro castelo de cartas!

*

“Castelo de cartas”...

A espera de um...

- ... sopro??

 

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Não existe Lula bonapartista, só e somente só o conciliador

Fernando Morais, escritor, biógrafo e jornalista: "Conheço o presidenteLula desde 1977 e estou grudado nele desde 2011 para escrever um livro sobre seu governo. Posso assegurar que Lula não conhece a palavra rancor. É uma pena."

Lula vai bater na barriga de todos os que lhe enfiaram facas nas costas e chamar de amigo. 

 1 pessoa

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PA

Jabuticaba

 

Moro jogou a jabuticaba para  o TRF4 que por sua vez jogará para o STF (2x1).

no STF cairá pelo sorteio no colo de Gilmar

Tudo dominado.

 

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Coitus Interruptus

Eu juro.

Após as partes 1, 2  e 3 estava quase chegando lá.

Até finji não ouvir a palavra "acordo" [vai, vai, vai...vai  sem mesmo]

Mas aí chegou a parte 4.

E Nassif,  o homem que tem medo do Caos, me impediu de atingir o clímax.

Em manobras dialéticas que fariam Santo Agostinho parecer um frango ele conseguiu...

Lula-forte-conciliador-abridor-fechador-lacrador-mais-nem-tanto-guerreiro-mas-não- viking...

 

PORRA NASSIF!

Me deixa ter um orgasmo na semana!

 

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Uma arca de noé brasileira...

Mais uma tarefa hercúlea para a comunidade dos blogueiros sujos...

Começar a formatar uma unidade que terá de ser construída para que possa agregar valores.

Construir com entendimento e palavras uma "arca de noé" que salve e agregue valores brasileiros.

Não há como uma sociedade dispersa encontrar um caminho e nada virá do PIG, pois em essência o PIG é o predador! 

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"O que fazemos na vida, ecoa na ETERNIDADE!" (Máximus - Gladiador)

"Os dois mais importantes dias em sua vida são o dia em que você nasceu e o dia em que você descobrir o porquê... - M

Condenação de Lula é certa

Na minha concepção, infelizmente, a chance de o Lula ser inocentado é próxima a zero.

Quando chegar o momento oportuno, o jornal nacional vai cantar sua música maviosa e os procuradores do TRF vão condená-lo, não importa a inexistência das provas e todas as arbitrariedades cometidas pelo juizeco que na verdade atua como acusador.

Vamos refletir, gente: vocês realmente acham que os procuradores irão contrariar todas as forças que os atacarão no momento preciso? Realmente acham que terão estatura moral para fazer um julgamento técnico? Realmente acham que vão querer carregar para si a pecha de abonadores da corrupção, de símbolo do judiciário que protege corruptos? Porque é com isso que eles serão coagidos - e vão ceder, não tenham dúvida. Quem viu o depoimento do presidente do TRF sabe o que estou querendo dizer. Mesmo que não seja ele a julgar, é claro que a condenação do ex-presidente é certa. A aristocracia do judiciário, por uma questão de classe, já deplora a esquerda. Com toda a pressão que sofrerão, então...

Lula se lançar como pré-candidato é o que o resta, ele não tem alternativa, mas não será candidato, esqueçam. Além disso, até a eleição de 2018 ele já terá sido condenado por outro processo (o do sítio) e mesmo que o do triplex tenha chegado a segunda instância e milagrosamente ele tenha sido inocentado, em relação a este segundo não haverá tempo necessário para o julgamento de segunda instância,. Ou seja, Lula estará com a guarda descoberta para que os adversários deitem em cima de um condenado pela justiça. Portanto, mesmo que acontecesse o improvável e o histórico líder petista pudesse ser candidato, pele perderia dramaticamente sua competitividade.

O PSDB e Bolsonaro teriam argumentos (mesmo que falsos) para responsabilizá-lo por tudo de ruim que está acontecendo no país, a corrupção de Lula teria destruído o Brasil, etc. É um discurso duro, com meias-verdades (quem poderá negar a grave degradação moral dos governos do PT?), que vai acabar com a possibilidade de o ex-presidente ser eleito.

Se a esquerda apostar as fichas no Lula estará destruída.

Na minha concepção, o futuro passa por Ciro Gomes e Fernando Haddad. São os dois políticos mais qualificados e talentosos para representar a esquerda na próxima eleição. E devem caminhar juntos, qualquer coisa diferente disto será suicídio.

Por fim, há de se destacar. O PT lançou candidato como cabeça de chapa em 89, em 94, em 98, em 2002, em 2006, em 2010 e em 2014. Não seria a hora de finalmente ceder um pouco? Se o PT tivesse largado o osso e lançado outro candidato em 2010 (Ciro ou Eduardo Campos me vêm à mente), penso que o partido estaria muito, muito melhor hoje do que está. Teria se preservado e estaria pronto para estas eleições de 2018.

Não largou o osso e se estrepou, se queimou, e o país está como está.

  

 

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Anônimo

Colocando as coisas dessa

Colocando as coisas dessa forma parece que a respondabilidade de tudo isso é do PT. Era só ele ter largado o osso que estava tudo resolvido. Me interessa mais a opiniao do ZiZek, que entende isso como um problema mais amplo (não apenas brasileiro) e que exige uma unificação das esquerdas em torno de um projeto, desvinculando-se dessas divergências meramente táticas.

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Podem até colocar o Lula na cadeia, mas.....

Podem até colocar o Lula na cadeia, mas mais cedo que eles pensam vão ter que tirá-lo para acalmar a situação.

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Coragem ! O golpe com Temer fracassou.

O ponderado caminho político proposto pelo Nassif requer a existência de uma força democrática de tal ordem que seja capaz de construir uma República Democrática, uma Nação soberana. Isso seria ótimo ! Mas onde está essa força ?

A solução democrática exige a eliminação dos golpistas. A quadrilha de Temer, os corruptos parlamentares, membros do Ministério Público, membros da Polícia Federal, juízes e desembargadores são apenas instrumentos dos verdadeiros golpistas.

Não pode ter conciliação com a Globo, Itaú, dirigentes da CNI e da FIESP, por exemplo. Os golpistas são escravocratas e preferem o Brasil colonizado pelos EUA.  Não conciliar, mesmo que a solução demore 1 ano ou 10 anos...

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Hildermes José Medeiros

Parece que esses questões de

Parece que esses questões de política econômica que aponta e vem sendo seguida pelos golpistas, respaldam-se exatamente no aumento do rentismo apontado, inclusive com benefício dos agentes econômicos, bancos, indústrias, serviços  e agricultura. O que perdem em seus mercados ganham até mais na especulação financeira. Os desacertos da economia, até aqui estão levando também à diminuição do Estado, que é do interesse dos golpistas, não os tem atingido, razão porque estão, até agora como é do feitio da direita, se lixando para os problemas que estão criando para os pobres e as classes médias, que desde o golpe, majoritariamente acreditaram na pregação golpista, principalmente no discurso de limpeza através do combate à corrupção e prisão dos corruptos, e continuam no torpor esperando os desdobramentos do golpe que continua e os atinge. Por isso a economia e seus desacertos impostos por Henrique Meirelles, deixa tudo o mais como secundário, quando ninguém tem dúvidas que o que interessa mesmo é manutenção de suas linhas neoliberais. Para mantê-las, Meirelles é dispensável, o que mais tem disponível são economistas com este perfil treinado nos EUA e até cidadãos norteamericanos, principalmente os que serviram os governos tucanos, de idêntico, até mais agressivo perfil neoliberal, que já prestaram muitos serviços, e mesmo nos governos Lula (neste pontificou o próprio Meirelles) e Dilma (o Joaquim Levy, que abriu caminho para sua queda). Quando dos governos petistas, admitia-se um neoliberalismo, digamos, mitigado. Ganharam dinheiro a rodo no período. Porém, o mais importante são as reformas neoliberais, que o traíra Temer está conduzindo, e ninguém mais competente para levar o Congresso, na sua maioria, a concluir o trabalho do golpe, que além de afastar os petistas, todos, principalmente Lula, possivelmente afastando-o das eleições de 2018, tratando de retirar direitos dos trabalhadores (trabalhista e previdenciário), diminuir o tamanho do Estado, e entrega de nossa economia e soberania  ao capital internacional e seus sócios que se dizem brasileiros, vale dizer sujeição aos ditames do chamado Consenso de Washington, o pensamento único, sob comando dos EUA. Não há mais dúvidas que o golpe foi tramado pelos EUA, que financiou apoios no Brasil, incluídos ONG´s  e grupos de ações paramilitares como os black-blocks, além, claro, de parlamentares comprados para votarem o que for necessário para tornar exitosa a empreitada, cujo começo foi preparar o clima do  impeachment da Dilma, este objetivo alcançado com êxito,  muito foi feito, através justamente do grupo JBS, que opera a partir daquele país, que usou  Eduardo Cunha para comprar os parlamentares, que ainda atuam para concluir o trabalho. Sabe-se também, que os golpistas no Judiciário, como também na área de segurança e inteligência muitos foram treinados em escolas norte-americanas, pré-requisitos até de ascensão funcional. Todas as ações dos golpistas têm o apoio da mídia empresarial, que defende o capital multinacional e seus sócios no Brasil, que sempre combateu tudo que mesmo de leve cheire ao trabalhismo. Assim, tendo conhecimento dessas questões, parece ingenuidade esperar que os golpistas, o golpe ainda está claramente sendo concluído, vão entregar a rapadura sem forte pressão popular. Está certo o traíra, Temer, quando diz que os cães ladram (a oposição apeada do poder), e a caravana passa (os golpistas). Não interessa Constituição, Leis, reclamos de legalidade, e até mesmo os desacertos da economioa até que o golpe se conclua, porque na legalidade não estamos, com o Judiciário como um todo e o parlamento nas mãos dos golpistas. A julgar o que aconteceu em golpes idênticos que estão tentando consumar no Brasil, parece que o capital multinacional está testando a viabilidade desse caminho num pais de grande porte, no caso a sétima economia do mundo, a brasileira. A verdade é que, até aqui, apenas no papo não vai mesmo. A oposição ao traíra Temer e aos golpistas têm que vir para o mundo real, e não somente se expressar em pesquisas, muitas fajutas, que nada alteram, já que no mais está praticamente tudo está dominado e manietado pelo golpe, até sua completa consumação. 

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Na realidade tudo indica que não chegaremos em 2018.......

Na realidade tudo indica que não chegaremos em 2018 em condições normais de temperatura e pressão.

Falta a hipótese B: Tudo isto virar uma bagunça.

 

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JC SOUZA

Eles vão inabilitar o Lula ,

Eles vão inabilitar o Lula , desobrigar de votar e com isso qualquer um ganha com mínimo de votos possíveis.

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E mais esta agora:

Ex-CEO do BB preso: temendo futuro, Moro faz Banca de refém

Por Romulus

Hoje surge no noticiário a execução de um mandado de prisão expedido por Sérgio Moro contra o ex-Presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine.

Mais uma vez, para dar o salto... hmmm... “jurídico” (aspas!) da empreitada, Moro/ Dallagnol servem-se do seu “delator-coringa”:

- Marcelo Odebrecht.

(sempre ele...)

O primeiro “delator-coringa”, como sabemos, era Alberto Youssef.

Freguês da “casa”...

Que tantos serviços prestou a Moro e Dallagnol no início da Lava a Jato...

Pois bem.

Desta feita o coringa M. Odebrecht resolveu dizer que um tal de “Cobra”, lá da sua planilha de propinas/ caixa 2, seria, na verdade, codinome usado para identificar... Bendine.

Segundo a “narrativa”, “Cobra” teria recebido R$ 3 milhões para “não prejudicar a Odebrecht em negócios com a Petrobras”.

Na sequência, em cima disso (?!), Moro manda prender Bendine.

*

A “narrativa” não bate

 

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Xadrez do aprofundamento da crise fiscal

-> Bendine (Palocci) >> Mantega >> Lula!

o objetivo de Sérgio Moro sempre foi Lula, o que se reforçou ainda mais depois de ser humilhado dentro de seu próprio bunker em Curitiba.

a força tarefa da Lava Jato como um todo é teleguiada. os caras já demonstraram diversas vzs que não são formuladores, quando muito operadores razoáveis.

-> “too big to fail

sim e não. nada no Capitalismo está a salvo. tudo é descartável. portanto, setores inteiros podem ser quebrados para salvar o sistema. o caso do Lehman Brother em 2008 é exemplar. eles apostaram até o último instante que seriam socorridos. então: buuuummm.

veja o caso das empreiteiras, desde Brasília e a Ditadura fazendo parte do clube, para serem agora chutadas para a sarjeta.

-> Assim, emergencialmente, resolvem fazer a Finança de refém, na pessoa de Bendine – trancafiado, a partir de hoje, nas masmorras de Curitiba.

correto. mas vejamos o outro lado, o "nosso lado". não há a menor chance de alterar a correlação de forças no Brasil sem uma devassa completa da estrutura de poder. isto poderia ter sido feito, sob controle, com a Satiagraha. ou antes. o que a Esquerda não quis fazer, a Direita assumiu. e sempre é assim: a Direita só cresce quando a Esquerda recua.

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WG

Por que as forças armadas

Por que as forças armadas agem como forças de ocupação ? De duas, uma: venderam-se totalmente ao grande capital e aos interesses norte americanos ou nossos generais estão sendo chantageados pelos gringos, da mesma forma que o congresso está sendo chantageado pela Globo/Lava Jato.  

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Álvaro Noites

As vezes me pergunto qual a

As vezes me pergunto qual a influência de certa fraternidade e qual a relação disto tudo com a tal "nova ordem mundial".

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Paulo F.

Por partes

1- Espanto nenhum.

É política de terra arrasada mesmo. Vamos de volta ao Século XIX, se tivermos sorte.

2 - Eles não se importam com o andar de baixo, não dá a mínima pelota. Para estes só a REVOLUÇÃO salva. Mas no Brasil estão fadados à canga. São os novos mujiques.

3- Política?  Não há saída pela política enquanto esta estiver sob o estigma da criminalização. Venderam (e bem) a idéia de político bom é político morto, e substituiram tudo pela imagem (distorcida) do "gestor". Só que não vai sobrar nada para gerir....

4 - Lula parece ser carta fora do baralho. Quando esteve no poder tinha a faca e o queijo na mão, não usou, preferiu criar corvos. A História é impiedosa, e o cavalo encilhado não passa duas vezes às portas dos eleitos. Então resta esperar pela volta de D. Sebastião da batalha de Alcacer-Quibir.

A situação é de tal magnitude nefasta que , caso fosse vivo, Glauber Rocha sairia  correndo para o Aeroporto do Galeão e voluntariamente se exilaria nas Ilhas Fiji, com extrema vergonha de seus compatriotas! Estamos perdidos!!!!!!!!!!

 

 

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No caso de haver saques a

No caso de haver saques a super-mercados, só faltará o general do temer enviando suas tropas para repressão. Aí, vai ser o fim da picada. 

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Cafezá, meu caro, se começar saques as forças armadas não......

Cafezá, meu caro, se começar saques as forças armadas não tem efetivos para segurar isto sem grandes massacres, e isto mesmo com grandes massacres pode ainda não segurar, há algum tempo com ajuda de outros comentaristas do portal que tem mais informações do que eu, verificamos que se a polícia militar não segurar não vai ser o exército.

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Alemanha - Cooperação e Consenso

Prezados li em algum lugar que a Alemanha recuperou-se das derrocadas econômicas baseados em Cooperação e Consenso.

De acordo com Prof Reint Gropp (instituto Hall para investigação econômica - Alemanha). Porque tanto êxito continuado?

"Trata-se de um sistema baseado na Cooperação e Consenso, mais que na Competência cobrindo toda a teia sócio econômica, desde o setor financeiro ao industrial e o Estado."

Sebastian Dullen (Conselho Europei de Relações Exteriores) diz: "consenso e cooperação estão presentes em cada camada da economia". Além disso, " no centro estão os sindicatos e patrões, coordenando salários e produtividade, buscando aumento real de salários de funcionários, com manutenção de postos de trabalho. A integração é tão grande que os sindicatos, por lei , estão colocados nos Conselhos de Administração das empresas, participando de decisões estratégicas de todas elas. No sistema financeiro, as cooperativas e os poderosos bancos públicos, encarregam-se de fazer com que o crédito alcance a todos não importando o tamanho da empresa ou quão distante fica de um centro econômico. Diferente do sistema anglo saxão que não permite que pequenas e médias empresas consigam acesso ao mercado de capitais, acesso apenas facultado as multinacionais, impedindo o financiamento das pequenas e medias. Bancos públicos tem regras claras para favorecer desenvolvimento local, para empresas da área, mas não para outras regiões, e o que rege a política de crédito é a manutenção de empregos. E os governos tem representante nos bancos."

Pequena contribuição de como se pode com muitas cabeças pensantes, buscar uma reengenharia de um país que pode explodir de tanto desenvolvimento sustentável.

Abçs a todos.

Chico Aoki

 

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Eduardo CPQs

Será? Acho que não.

Gente,

 

conheço um Chico Aoki... médico, verdadeiro médico/sacerdote.

Coincidência demais, mas os dois vão na mesma linha geral.

Tenho visto outras citações positivas da Alemanha e dos alemães de hoje, inclusive na organização do futebol.

Acredito que não interessa às nossas classes dominantes, que querem tudo.

 

Abs.

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Edson Victor Etton

Neoliberalismo=muita farinha: é minha, pouca: meu pirão primeiro

O grande problema da discussão dos problemas e soluções econômico-sociais é que temos de um lado um pensamento humano, lógico, de causa e efeito voltado ao bem estar da maioria, enfim, "do bem".

De outro, apenas um amontoado de crenças farsescas, repetida à exaustão nos púlpitos da Igreja Universal do Reino Neoliberal e sua mídia mundial e aparelhamento das instituições pelo seu próprio e concentrado dinheiro, cujo objetivo único é mais dinheiro a qualquer preço, desde que este seja pago pelos"outros", pela maioria, fiéis ou infiéis, dentro ou fora da igreja.

Embora seja necessário discutir o assunto com seriedade, boas intenções e bom senso, como faz o grande Nassif e uma maioria aqui neste blog, argumentos jamais serão suficientes para vencer aqueles que usam o que for necessário apenas para ter mais e mais, ainda que o resto tenha menos e menos ou nada e nada.

É e será eternamente inútil, pois o ponto central não é racional, mas emocional (da pior qualidade, mas sim, humana). Entre o bom senso e os piores desejos (que são diferentes de necessidades). É chuvinha no deserto.

Discutir as politicas deste governo (e todo o seu aparelhamento financeiro, judicial, parlamentar, rural, empresarial e midiático) como se elas fossem "sérias", fruto de uma "racionalidade" qualquer além de "se dar bem" (ou cada vez melhor ainda) é necessário, mas não suficiente, já que a única racionalidade utilizada tem estes objetivos, acrescidos particularmente, em tempos de "farsa-a-jato", de se SALVAREM, já que os caminhos de governos trabalhistas e republicanos eleitos democraticamente estava caminhando por estradas que não estavam no seu secular roteiro do "nós é nós, o resto é bosta".

Estamos falando de PESSOAS e não de sistemas que, sejam quais forem (em extremos: do comunismo ao capitalismo), serão por eles corrompidos, inclusive LEGALMENTE (controlando o legislativo e judiciário) para manterem privilégios sórdidos que beiram o ridículo, como 217 milhões de "consultorias" de Meirelles (no exterior) ou 500 mil por semana durante décadas de Temer e seu medíocre estafeta Rocha Loures.

Pessoas que não produzem NADA para a sociedade, além de sugá-las e prejudicá-las.

O problema do Brasil (e em geral do mundo) nao são as instituições, mas as pessoas que as operam, como neste nosso Congresso, Executivo, Judicário, mídia, instituições patronais e empresariais e assemelhadas.

Não se trata de confrontá-los com "argumentos" (sempre necessários), pois para eles isto é o de menos.

Trata-se de confrontá-los com outros meios, talvez piores do que eles mesmos utilizam.

Ou  como aqui fazemos, suportá-los candidamente.

Melhor dizendo: bananamente...

 

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Hmagalhaes

I golpe já falhou

Qualquer cinsideração que não considere que o golpe já se mostrou como desastre é sem sentido.

O desatre econômico é, embora grave, suplantado, por exemplo, pela desgraça moral de um " judissiário" destruido.

Quer um fato concreto do desastre pós golpe? A incrível degradação da segurança pública, que já era horrível antes. Característica da ausência de uma mínima justiça que emerge do golpe.

Depois do golpe, o caos. O golpe já se revelou em tudo.

Não é hora de falar em golpe, mas de como os golpistas deverão pagar sua imunda dívida.

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Pelo que eu entendi, Nassif

Pelo que eu entendi, Nassif dá como certa a eleição de Lula em 2018.

"A grande incógnita é qual o Lula que emergirá nas próximas disputas políticas."

Isso para mim não é incognita nenhuma. Lula foi, é e sempre será o conciliador que acredita ser capaz de colocar todo mundo debaixo do braço. Mas Lula não será eleito em 2018, sequer será candidato aliás. Quem quer que venha a sentar no trono vai ter que lidar com uma situação de quase anarquia do país. Para mim, está meio óbvio que a "solução" virá pela força, nunca pelo voto. A eleição de 2018 está com toda a cara da última eleição de Perón na Argentina, quando um país à beira da conflagração, o elege achando que ele teria "poderes sobrenaturais" de fazer tudo entrar nos eixos e depois descobre que a coisa não era bem assim. O resultado final foi o que ficou conhecido como o Processo de Reorganização Nacional, ou para o público em geral, a ditadura militar.

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O clima atual não permite

O clima atual não permite nenhuma conciliação, em nenhum dos lados.

O ódio visceral está tão arraigado na sociedade que não há mais volta: o caos será tamanho que chega a ser difícil mensurar as consequências.

Manter forças de segurança custa alto, e a segurança, como já explícito aqui, não será para todos.

Imaginem o país conflagrado, com saques por todos os cantos: os pequenos comerciantes seriam os primeiros afetados, recorrendo à segurança privada, insufuciente, para tentar manter um resquício de ordem. As periferias pegariam fogo. Alguém aqui já assistiu filmes que retratam a realidade da zona sul de Los Angeles, onde táxis não vão, comércio não se instala, polícia não entra, serviços básicos como correio não são prestados, etc, etc? Um pouco do que o Rio já está vivendo multiplicado por 10 e espalhando-se com enorme velocidade país afora. Não vejo cenário diferente do que esse para o nosso futuro. Algum país da história conseguiu manter a ordem com estado mínimo? O que estão fazendo com o país, aprovando essas leis absurdas que estão alimentando um ódio silencioso nas pessoas pobres é de se revoltar. Além do escárnio, das mais absurdas medidas. O que estão fazendo contra Lula e todos aqueles que colaboraram com governos petistas é como um aviso: não façam isso novamente ou tudo isso que está acontecendo pode acontecer com você. Me lembro de ter lido em algum lugar o seguinte: a Revolução Popular Negra no Haiti, fortemente influenciada pela Revolução Francesa, que fez do país caribenho o primeiro país com maioria escrava a ser independente de uma colônia imperialista, precisava sofrer um castigo tal para servir de exemplo para que outros não buscassem os mesmos caminhos. E o resultado foi o isolamento total do Haiti por parte dos países dominantes. Essa realidade se reflete até os dias de hoje.

Lembram das cenas de bandidos desfilando pelas favelas com fuzis nas mãos? Isso estava restrito às favelas. Não se espante se começarmos a ver essas cenas em locais mais centrais, com o aumento da ausência do estado em todas as esferas. Como tão bem descrito por um comentarista nesse post: tudo ou nada. Será tudo para as elites e nada para a maioria. O resultado é previsível,  futuro, sombrio. 

 

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Prognóstico sombrio, mas não improvável

Seu prognóstico é denso e sombrio, mas não improvável, infelizmente.

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CezarR

Conciliação

Concordo que o clima atual não permite a conciliação, mas se não houver uma forma de se superar isso, só restará a vitória absoluta de um lado e cedição total do outro.

Na hipótese radical, pela via do sistema a direita aniquila a esquerda como sempre aconteceu.

Na hipótese radical, à esquerda só resta a revolução, o que francamente não tem a menor chance de acontecer.

Há que se conciliar, portanto.

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Nâo há volta porque a Globo e burguesia atravessaram o rubicão.

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No momento apenas um lado é totalmente perdedor - trabalhadores.

O Brasil também é o grande perdedor. Perde sua soberania e perde sua perspectiva de Nação.

E todas as medidas do governo lesa-pátria são contra as economias dos trabalhadores, inclusive o aumento dos impostos.

E essa burguesia perversa aponta que não quer conversa e não quer conciliação com a classe trabalhadora.

Então, o que resta aos trabalhadores (negros, índios, sem teto, sem terra, sem nada, sem emprego), esperar as migalhas das mesas dessa burguesia imunda?

Por fim, entendo que só as ruas, somente as ruas poderão devolver o Estado brasileiro para quem mais precisa, que é imensa população brasileira que vive de salários.

Eu não acredito que as urnas (se houver eleições) de 2018 resolverão os problemas do país.

Continuaremos um país didivido e uma Globo espalhando ração de ódio entre o povo de amarelo.

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Já há mais de um ano junto com outros tentamos .....

Já há mais de um ano junto com outros tentamos analisar o que ocorreria numa situação de conflito generalizado, as conclusões foram mais ou menos estas:

1)     Nas 10 maiores regiões metropolitanas no Brasil estão 66 milhões de pessoas.

2)     Se nestas regiões 3% das pessoas (um valor relativamente baixo) se revoltarem são 2 milhões de pessoas.

3)     Se estas pessoas resolverem ocupar os centros destas regiões metropolitanas, não haverá tropas da polícia militar que as contenha.

4)     Somando todos os efetivos militares capazes de entrar em ação (tropas profissionais), as forças armadas não poderão dispor mais do que 20.000 pessoas operativas.

5)     Não se pode concentrar nestas regiões metropolitanas todas as tropas da polícia militar e do exército.

6)     Supondo que se concentre nos grandes centros mais ou menos 50% de todas as forças tem-se algo de 0,5*(425+20)= 222 mil

7)     A relação entre pessoas dispostas a revolta e forças militares é da 9 para 1.

8)     Com esta relação, para manter a ordem seria necessário bem mais do que balas de borracha.

9)     Se as forças da “ordem” utilizarem bem mais do que balas de borracha, provavelmente o número de pessoas revoltados pode aumentar.

10) Consequência final: Ou se resolve o problema politicamente ou simplesmente as chamadas “forças da ordem” serão claramente batidas.

Acrescentaria mais outros senões:

1)     A motivação das polícias militares em vários Estados está muito baixa para contar com elas num ambiente de tumulto (Polícia militar no RS com salários parcelados).

2)     A motivação do exército para sair à rua e enfrentar realmente distúrbios é ainda mais baixo que no item anterior.

3)     Ninguém está disposto a perder a vida para defender o governo Temer.

Conclusão final, a situação está a beira de uma ruptura e não pensem que as forças armadas tem capacidade de manter a ordem.

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CB

Paramos um táxi uma vez, por

Paramos um táxi uma vez, por volta das onze e meia da noite. Quando demos o endereço "do outro lado do rio", onde começa a periferia, o motorista inventou uma desculpa para não fazer a corrida. Paramos outro. Não só falei para onde iríamos, também dei um ponto de referência. Por sorte, o motorista deste táxi conhecia a região e aceitou. Isso foi no ano passado.

Outro dia peguei um UBER de noite. Quando terminou a corrida, ele recebeu um outro chamado. Aí ele me mostrou onde era e perguntou se era seguro. Meu conselho foi: não aceite. Aceite alguma chamada "do outro lado do rio".

Num bairro da periferia, na zona norte, implantaram um "UBER" local, para moradores da região porque os motoristas de táxis e UBER não aceitam corridas iniciadas ou que terminem por ali.

Isto não é em Los Angeles, é em São Paulo, terra de joão dória, capital do Estado do Tucanistão.

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Caro CB, a despeito desse

Caro CB, a despeito desse bairro da periferia da zona norte citado por você, que é o Jardim Elisa Maria, conheço bem, minha sogra mora lá perto, e sinto na pele esse problema de não conseguir táxis ou UBER que atendam o local.

O UBER, inclusive, não está atendendo uma parte considerável da zona norte por conta desses problemas: se você tentar chamar algum carro nesses locais a resposta é que não há carros disponíveis na região. Na verdade o aplicativo está programado para não atender determinadas regiões consideradas de risco. 

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j.marcelo

Xadrez do aperto no cinto (o

Xadrez do aperto no cinto (o povo!)
Peça 1:Só se for peça de miolo de acém(dos mais baratos!)
Peça2:Só se for peça de roupa do brechó!
Peça3:Pedir vergonha na cara dos 3 porquinhos (Temer,Meireles e Illan!)
Peça4:A que mais deve funcionar pela forte tendência a acontecer, pedir esmola !
Obs da peça3:Mentem tanto q dizem q a economia vai reagir ou está reagindo e eu vendo mercados e lojas vazias,quem é q está errado a Peçanha aqui ou os três porquinhos lá!?
Obs.mor:São tão irresponsáveis q após aprovar as "reformas" ainda anunciam cortes de funcionários públicos,assustando mais ainda o povo e fazendo-a segurar mais ainda o dinheiro,o capeta deve estar dizendo VIVA AOS BANCOS!!

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Mogisenio

Projeto de nação.

Bom dia Nassif e equipe. Bom dia senhores debatedores comentaristas.

 

Quase concordo plenamente com o xadrez (o diagnóstico) do r. jornalista e com o comentário( também diagnóstico) do r. economista A.Araújo.  

Minha discordância está na falta de apresentação  de um projeto, de um modo de agir de nós, seres humanos,  diante do horizonte traçado por eles.

Portanto, não vou aqui tecer mais um comentário do tipo "diagnóstico conjuntural".

Minha ideia aqui será a de  partir dos cenários acima, já bem traçados pelos  precitados e respeitáveis debatedores, em busca de uma forma de agir, considerando as  circusntâncias e as características do Estado brasileiro, particularmente, as características federais do Brasil.

Então, vamos lá.

 

Bem, creio que muitos comentaristas já sabem que nossa federação foi construída de maneira  contrária à tese original.

Não custa lembrar:

Por aqui, a coisa veio de cima para baixo.Federação centrífuga, isto é, de cima para baixo, do centro para a periferia, da "União para os Estados Federados".

Mais Fayol onde interessa o "interesse estrutural " de poucos.  E menos ou mais (depende)  Taylor onde interessa o interesse individual de muitos.

Nossas constituições confirmam isso ao longo de nossa história. 

E a Cr/88 não ficou de fora.

Basta verificar as COMPETÊNCIAS de cada ente federal ( União, Estado, DF e Munícipio;  este "emancipado" por último, justamente, onde a "vida acontece").

Notemos bem senhores.

Uma autarquia federal da vida, mais conhecida como "BANCO CENTRAL", reune algumas pessoas para tratar de "política monetária" a qual vai impactar EM TODOS OS ENTES FEDERAIS do Estado Brasileiro, sobretudo, aqui e aí, no local onde você vive, isto é, no seu município e por fim, em você.

Portanto, nós , administrados, munícipes, cidadãos, não raro bobocas, espalhados por aí em aproximadamente 6000 municípios, sentimos na pele o que uma turma que se qualifica como  "economistas" de mercado, de estado, do que for,  julga ser melhor para a "Federação às avessas" à brasileira.

E um detalhe: sem o seu voto.

Da mesma forma, uma turma de "representantes federais", entrincheirados nas casas legislativas federais - Câmara e Senado -  ditam, ou melhor, HOMOLOGAM! regras para você, que está aí no seu município, tentando sobreviver com certa dignidade, em meio a uma tal "crise" econômica, criada pela própria " crise da ciência econômica" visando interesses da própria " crise da ciência econômica", manejada por "especialistas em crises econômicas" os quais  são bem  remunerados pelo seus respectivos empreendedores de crises econômicas , que por sua vez, como dito,  fomentam a "crise econômica",mantendo, no entanto,  seus recursos longe da "crise econômica".

Essa crise é de INTERESSES econômicos, devidamente fomentada.

É a crise da "produtividade" travestida.

A crise do FAZER MAIS COM MENOS até que a morte nos separe.

A crise dos "ganhos de escala".

A crise dos "custos de oportunidade". do trade off sem conflito de escolha,  e, é claro, a "crise da falta de "segurança jurídica". 

Logo, uma crise para "reformas de segurança jurídica".

Em suma, uma crise existencial da mão boba e claramente visível.

Trata-se de uma crise de  interesses da riqueza e do  consumo,  dentro de uma "federação às avessas".

Uma crise entre direitos civis e individuais versus falta de direito econômicos, socias e políticos.

Portanto, partindo dessas pitadas de diagnóstico e do  diagnóstico já apresentado,  sugiro-lhes  uma reflexão de como AGIR diante desse cenário de "crises existenciais" imorais.

Vejamos.

Eticamente, portanto, no geral,  ligue o FODA-SE. 

Particularmente, na espécie, moralmente, portanto, aproveite a "crise".

E não se preocupe em construir uma "nação".  Nação é para otários!

Se aplicar na bolsa é melhor que construir algo útil, aplica imediamente na bolsa!

Ao invés de contratar um empregado, contrate uma trabalhadora grávida para fazer trabalho intermitente em ambiente insalúbre.

Se você for um otário empregado, abra a sua "empresa". Seja um "empreendedor" autônomo exclusivo! 

E entre "na justiça". Provoque a total e irrestrita falta de "segurança jurídica". Bagunce o coreto!

Lembre-se: você pode fazer tudo o que não for proibido por lei.

Nesse sentido, a ideia então é reduzir o número de "leis" para que você possa fazer , com suas próprias forças,  a "função social da propriedade"!

Ao contrário dos "econonistas" de escol " que atuam na máquina pública, bem como os   "representantes do povo", ou operadores da "máquina pública", você pode e deve fazer o que bem entender se  "a lei", sobretudo a "lei interpretada", não lhe proibir.  Aqueles, no entanto,  só podem agir  de acordo com a lei.

E eles,  fisiocrátas, patrimonialistas, exploradores de recursos públicos à custa de prestação de serviços públicos, estão aí trabalhando, para "reduzir o tamanho do estado", isto é, o volume de leis visando ABOCANHAR ainda mais recursos de sua, sim, da sua ai que me lê, da sua  mais valia, seu otário!

Portanto, se você puder faça!

No limite, se roubar fosse possível, o melhor a fazer seria  roubar, sobretudo, com "ganhos de escala".

A boa notícia é que furtar é possível!

Ora, faça mais com menos.

Furte ou  avilte  a mão de obra assalariada, tudo de acordo com a "lei".

Olhe para a última linha do seu "orçamento" , estabeleça um valor para você, liga o foda-se, e a partir daí, estabeleça as  "metas" para atingir seus fins!

Logo, seus  os fins devem  justificar os seus meios!

Afinal, mais vale um controle de gastos em 10+10 anos, pagando-se suas "despesas correntes" em dia, seus juros em dia, do que proporcionar um ser humano vivendo com razoável dignidade.

E deixe para as balas de borracha, a solução de eventuais convusões socias. Ordem e Progresso!

Por fim, se a "crise é de caráter", como dizia Trópia, então seja uma mau caráter!

Fique rico, enfie dinheiro rabo a dentro!

Venda a mãe!

Deixe outro, isto é, o inimigo de classe ainda mais  pobre.

Não pague "impostos" - claro,  de acordo com o seu "planejameno tributários elisivo" - e se possível, mande seus recursos para fora do país. Tudo de acordo com a "lei".

Depois, financie algum "representante do povo", para que este possa fazer uma "lei" de "repatriação" de recursos "elisivos".

Por fim, combata a corrupção e aumente seus rendimentos!

"E o salário ó, quanto menor melhor".

Ao trabalho, então!

 

 

 

 

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ciro medeiros

"Mas quem colocará o guizo no

"Mas quem colocará o guizo no pescoço do gato de uma opinião pública massacrada por uma cobertura financeira rasteira, incapaz de entender fundamentos mínimos da economia real?"

 

Enquanto a Globo continuar exisitindo, continuaremos, enquanto país, presos no mundo mágico das psy-ops do eixo financeiro norte-atlantista - a Globo é a bastilha brasilieira, mas, ao contrário da bastilha francesa que era de fato francesa, a Globo não é brasileira de verdade.  

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"Ou seja, entre os

"Ou seja, entre os vencimentos da corporação e a prestação de serviços ao país, escolheu-se os vencimentos. E justamente do poder que mais contribuiu para a depressão econômica, ao arrebentar com as empresas de engenharia, desarticular a cadeia do pré-sal e alçar o grupo de Temer ao poder."

Já escrevi aqui várias vezes que 1200 desempregados a mais em um universo de 14 milhões não farão nem cócegas na economia real. Mas, ajudará muito no cumprimento da meta fiscal pela redução de despesas.

O MPF provou por A=B que não tem nenhuma utilidade para o país, aliás provou o contrário.

Os ganhos civilizatórios qe dizem que o país ganhou com a atuação do MPF teriam sido conseguidos mesmo se ele não existisse.

Aliás, se eles conseguiram alguma coisa, eles mesmo se encarregaram de destruir de 2014 para cá.

Penso que deveriam ser extintos todos os MP do Brasil. A economia seria de pelo menos 2% do PIB.

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Tem um ponto que o xadrez não cita

Que é o ponto que aguardo ancioso é quando começar a quebradeira sem precedentes de pequenos e médios empresários com o povo completamente estrangulado sem renda para nada. Aqueles que dependem do mercado interno que de forma sádica apoiaram o golpe, a reforma trabalhista e que no final como diz a brilhante economista Laura Carvalho vão pagar a conta pela cegueira estúpida.

 

Esse dia será maravilhoso!

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Franbeze

Desde o início do

golpe eu venho falando isso. A quebradeira vai ser geral e vou me divertir muito, pois muitos empresários apoiaram o gope e as reformas dos gopistas. Eu não consgio entender como tem tantos empresários que não enxergam que as reformas feitas pelos golpistas vão destruir as empresas deles. Como que uma pessoa tem uma empresa e não tem visão da realidade? Quero avisar para esses empresários tapados que os que ganharam serão só os grandes do capital internacional.

 

 

 

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CB

Eu acho ótimo. Enquanto o

Eu acho ótimo. Enquanto o povão não perceber que não tem mais nada a perder, que está num beco sem saída e que aquela conversa mole da ajuda divina pregada pelas seitas evangélicas ou que rezar a Deus é inutil pra colocar comida no prato, não vai se mexer. Tomara que os líderes políticos saibam aproveitar a insatisfação e revolta reais que se abaterão sobre a sociedade da mesma maneira que os escrotos golpistas souberam se aproveitar da insatisfação artificial enfiada na cabeça do povo burro através da mídia.

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Álvaro Noites

1- Como acredito que quem deu

1- Como acredito que quem deu o golpe não tem intenção de entregar a rapadura:

As eleições de 2018 dificilmente ocorrerão. Se ocorrerem, serão fajutas ou serão eleições "a la Sadan Hussein" (cheia de fraudes e intimidações).

2- No ritmo que estamos, fatalmente ocorrerão distúrbios socias como nunca antes vistos pelas gerações vivas.

O país será uma terra sem lei onde a força policial já começou a endossar massacres de movimentos sociais e periferia (contra esta já faz tempo, mas hoje está escancarado). Apenas certa parcela (gigante por sinal) do poder estará sob o jugo do Estado policial e judicialesco, sendo que este é apoiado e exercido por diversos sádicos e fascistas.

Uma hora, a parcela da população sob massacre haverá de se revoltar e dar o troco nos algozes.

3- Sendo otimista e acreditando em alguma paz futura, não se deve em hipótese nenhuma pensar em qualquer "anistia geral e irrestrita" como parte do pacto de pacificação:

Se quisermos uma nação soberana e séria, usurpadores devem ser exemplarmente punidos. A tal anistia após a Ditadura foi um dos grandes fatos incentivadores para os golpistas de agora:

- Nada aconteceu com a Globo

- Muitos políticos da ARENA e golpistas de ontem são os golpistas de hoje

- Muitos militares ainda são simplesmente insubordinados

- O Brasil é o único país da AL que não pune os agentes da Ditadura (acho simplesmente insuportável ver figuras como o tal "Carteira Preta" desfilando orgulhosamente nas ruas e reverenciado por policiais).

- Quem enriqueceu com a Ditadura manteve sua riqueza.

- Familiares de golpistas vivem uma doce vida.

- O povo emburreceu de vez com a implosão da educação promovida pela Ditadura.

Logo, o mínimo seria que certas figuras fossem banidas do serviço público (procuradores, juízes, ministros, oficiais das FAs), vários políticos vendidos deveriam ser presos e muitos empresários deveriam simplesmente ter suas empresas subtraídas a título de pagamento de multas e indenizações (mantém se as empresas que geram divisas para o país, mas se pune seus dirigentes, o oposto do que foi feito com as empreiteiras).

Uma reforma profunda no Judiciário urge. Deve-se elaborar leis que impeçam as diversas mordomias existentes no judiciário e talvez isso fosse possível se houvessem:

- Lei que impedissem integralmente essa farra de consessão de bacalhais (benefícios, ajuda de custo etc). Se um juíz precisa de livros para melhorar seu desempenho profissional, que sejam providenciadas bibliotecas nos tribunais.

- Auxílio paletó: É do interesse público a suposta elegância dos magistrados?

- Auxílio creche: Todo brasileiro é igual perante a lei, logo, que eles vivenciem o "grande absurdo" de pagar escolas para os filhos com os próprios vencimentos.

- CNJ: Definitivamente não pode estar sob as asas do Judiciário.

- Total proibição de que magistrados participem de eventos remunerados patrocinados por empresas (sob pena de exoneração a bem do serviço público) - o conflito de interesse é duramente punido na iniciativa privada, por que no Judiciário não?

- Regime de dedicação exclusiva para magistrados, semelhante ao existente (e pouco fiscalizado) nas Universidades públicas.

4- Meios de Comunicação

E qualquer noção de país reconstruído e que ambiciona desenvolvimento e quiçá, retornar a ser um player global, não será possível com a existência de uma Rede Globo.

O presidente deveria usar e abusar dos pronunciamentos oficiais em cadeia de rádio, TV e internet, sendo que as 2 primeiras são consessões públicas.

5- Crimes de alta traição

Há de se aprimorar e começar a aplicar esse conceito a agentes que se vendem para rivais estrangeiros, ou que confabulam com os mesmos em prejuízo ao Brasil. Deveria ser exemplarmente punido, qualquer nação séria não tolera de forma alguma um traidor, se odeia o Brasil e ama outra nação, que renuncie a cidadania brasileira e obtenha outra.

Se isso ocorresse veríamos metade da classe política, donos de meios de comunicação e muitos militares presos.

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naldo

E é por que o povo ainda não

E é por que o povo ainda não sabe da lomam-mamãe........

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Pouco se comenta

e se coloca no mimimi da "redemocratização" ou "perseguição à jornalistas e à liberdade de expressão" , que o turco Erdogan, ao frustrar o golpe de 2016, fez um expurgo nas FFAA e varreu metade do judiciário. Logo depois, foi conversar com o Putin e elencou como inimigo um protegido (asilado) nos EUA.

Sabe muito sobre juízes, esse turco.

 

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Álvaro Noites

O nosso "plroblemaço" é que

O nosso "plroblemaço" é que temos muitos traidores e vendidos.

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Hoje pela manhã o professor

Hoje pela manhã o professor Samuel Pessoa, um dos ideologos da politica de ajuste fiscal, disse que lamenta não haver maiores cortes de despesas e qu diante disso ele acha que não havendo cortes no futuro os juros Slic devem subir e não cair.

Não passa pela cabeça do ideologo uma politica de aumento da atividde economica que gere maior arrecadação e facilite dessa maneira o ajuste fiscal que de outro modo não pode ser feito, corter gastos em meio a uma recessão fica cada vez mais dificil.

Que possa existir mais de uma opção de politica economica não passa pelos cabeções, um dono de padaria é mais criativo.

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Observador Atento

Quando o governo fala em

Quando o governo fala em rever para baixo a meta de inflação ele esta dizendo em alto e bom som que não ha razão nenhuma para baixar juros nem intensão em promover crescimento economico, ao contrario ha uma clara estrategia de forçar a sua propria saida das atividades produtivas e serviços publicos incluindo saude, educação e previdencia em favor do suposto mercado que imagina atrair com ativos vendidos a preço de banana e demanda reprimida (Note que a demanda reprimida faz parte da estratégia de venda de ativos).

Os juros jamais cairão enquanto não houver concorrencia no setor bancario suficiente para promover redução e um minimo de regulação no sistema. O que há hoje são garantias constitucionais sem limites para o pagamento de juros da divida que nunca é auditada e da qual não se sabe quem são os detentores. Uma duzia de bancos e fundos de pensão nacionais e estrangeiros detem o controle de mais da metade do PIB portanto os juros serao aquilo que disserem que vai ser e ponto.

Estudo da Fiesp mostra que a taxa de juros praticada no pais sem qualquer base tecnica está 5% acima do que deveria ser em paridade com outras economias ja considerando o risco país. Assim se o governo realmente quisesse promover desenvolvimento baixaria 5 pontos percentuais a SELIC, controlaria o cambio usando as reservas se preciso dentro de uma banda compativel com crescimento por dois anos e reduziria o compulsorio dos bancos que emprestassem para bens de formação bruta de capital e projetos de infra-estrutura permitindo a entrada de financiadores externos nos financiamentos de longo prazo e DESTRAVANDO TODOS OS INVESTIMENTOS JA INICIADOS COM A REATIVAÇÃO DE TODAS AS OBRAS PARALIZADAS.

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Paulo F.

Samuel

É  físico, e determinista. Acredita piamente que leis inexoráveis (provindas do Divino ?) guiam todas as forças do Universo, a economia inclusa. Releva a importancia que o caos exerce sobre o imaginário humano.

Fosse o Brasil a França de Robispierre estaria fadado à testar a eficácia da invenção do Dr. Guillotin.

Só um economista imagina que um problema é estritamente econômico. Celso Furtado

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joel lima

Não resisto a esse trocadilho

Não resisto a esse trocadilho = Samuel é um cabeça de planilha em Pessoa rsss. Fico mais intrigado com gente como Samuel que aparentemente apoia uma ideia não porque esteja às escondidas ganhando com ela, mas porque sinceramente acredita nela, como um médico que acredita que vacina faz mal e não ganha nada por fora. O que faz essa gente instruída  ter menos criatividade do que um dono de padaria, como você observou ? E o pior é que depois de consumado o desastre da ideia que apoiam, não tem nem mesmo a coragem de um Robert McNamara de pedir desculpas publicamente pelas ideias erradas que implementou. 

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