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Nem jornalistas confiam muito na imprensa, por Ricardo Kotscho

do Balaio do Kotscho/R7

Nem jornalistas confiam muito na imprensa

por Ricardo Kotscho

Menos de 25% dos participantes declararam concordar totalmente com as afirmações de que o jornalismo fornece narrativas verdadeiras e contextualizadas dos fatos, retrata a diversidade dos grupos sociais e dá voz à totalidade das pessoas.

Esta é a principal conclusão do levantamento feito pelo "Projeto Credibilidade" que entrevistou 314 profissionais sobre o papel do jornalismo na sociedade e sua visão das empresas de mídia.

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Para Jorge Folena, a esquerda deve reagir na política e confiar menos no Judiciário

Para advogado Jorge Folena, a esquerda deve reagir na política e confiar menos no Judiciário

por Veronica Couto

Da Lava-Jato, que passou a determinar os rumos da República, à prisão do jovem Rafael Braga por levar um vidro de desinfetante na mochila durante manifestação em 2013, a política se deslocou das instâncias de representação social e foi parar bem no centro do Poder Judiciário. Para o cientista político e advogado Jorge Folena, a “judicialização da política”, com a prática recorrente de buscar o Judiciário para resolver questões políticas, engendrou o 'monstro da politização da Justiça”. “É preciso despertar o movimento social para o fato de que não será na Justiça que vamos achar a solução dos nosso problemas, mas nas ruas”, defende Folena, autor do livro “Intervenção judicial” e “Constituição rasgada – anatomia do golpe”, lançados na última semana pelo Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ).

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Cinco assessores e interlocutores de Temer podem ser investigados

Michel Temer ao lado de Rodrigo Rocha Loures durante ato em maio de 2014 em Curitiba
Temer ao lado de Rocha Loures em ato em maio de 2014 em Curitiba - Foto: Getty Images
 
Jornal GGN - Michel Temer é alvo de uma denúncia por corrupção passiva e pelo menos mais duas estão a caminho da Câmara dos Deputados envadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Mas nos autos de acusação que recaem contra o mandatário, Temer não foi o único arrolado pelas delações de Joesley Batista e executivos da JBS. Intermediários do peemedebista teriam sido decisivos para os escândalos envolvendo o presidente.
 
Além do próprio ex-assessor de Temer no Planalto, o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), preso no dia 3 de junho e agora em domiciliar com tornozeleira eletrônica, foram identificados outros personagens ligados ao presidente: Ricardo, Celso, coronel, Edgar e Yunes foram os nomes citados em grampos nas mãos dos investigadores.
 
Tratam-se de interlocutores do atual presidente que receberiam as quantias de propinas, mencionados em conversas de Loures com o diretor de relações institucionais do grupo J&F, Ricardo Saud. No dia 24 de abril, quatro dias antes de o ex-deputado ser flagrado carregando uma mala com R$ 500 mil, ambos se reuniram em um café em São Paulo. 
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A morte de Teori e o dever da suspeita, por Aldo Fornazieri

A morte de Teori e o dever da suspeita

por Aldo Fornazieri

Teori Zavaschi, como homem e como juiz, a exemplo de qualquer um de nós, tinha defeitos e virtudes. Ainda sem uma biografia, e ao que se sabe pela imprensa e pelas suas decisões, declarações e visão de mundo, é possível dizer que tinha mais virtudes do que defeitos. Num pais que enfrenta um grave déficit de pessoas públicas virtuosas, a sua morte representa uma enorme perda, tanto pelo lado humano, quanto pelo lado político e histórico. A sua morte merece ainda mais lamentações pelas circunstâncias jurídico-politicas em que ele estava envolvido, a iminência da homologação das delações da Odebrecht, seu papel na Lava Jato etc.

Ninguém sabe ainda se sua morte foi provocada por um acidente ou por um atentando. Não há nenhum indício de que tenha sido um atentado. Se foi acidente, temos que convir que a Deusa Fortuna anda amargurada com o Brasil. Talvez, cansada com nossas inconsequências, irada com nosso extravio histórico, desgostosa com nossa falta de virtudes, decidiu que nos advertirá cada vez mais com o açoite das tragédias. Seria delongar-se de forma cansativa enumerar as pequenas e grandes tragédias que nos atingem recorrentemente por conta da falta de virtudes da sociedade e, principalmente, dos governantes. Afinal de contas, todos sabem que onde não existem virtudes e capacidades as portas ficam abertas e as muralhas fendidas para a superveniência do trágico, do desditoso, do imprevisto e do doloroso. Assim, junto com a morte de Teori é necessário que se chore o destino desgraçado do nosso pais e a infeliz dor do nosso povo.

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Christian Dunker: Quando se para de sonhar há intolerância, desrespeito, crise política

"Sobre o Brasil, paramos de sonhar com o futuro que queríamos para nossos filhos, com os massivos investimentos em Educação que seriam necessários. Paramos de nos preocupar com o desenvolvimento da empresa e começamos a pensar em produzir um bonito balanço para acionistas. Paramos de nos preocupar com a ciência e nos dedicamos a produzir papers que ninguém lê. Paramos de nos preocupar com o sistema político e nos importamos apenas com quem vai ganhar próximas eleições. Paramos realmente de nos engajar no futuro com o qual queremos nos fidelizar e a discussão passou a ser quem é quem. Ricos e pobres, negros e brancos, mulheres e homens, Direita e Esquerda."
 
 
Jornal GGN - A crise e a falta de representatividade política no Brasil traz reflexos além do campo da governabilidade de Brasília, mas também avança nos aspectos psicológicos dos brasileiros. Para o professor titular de psicanálise e psicopatologia do departamento de Psicologia Clínica da USP, Christian Ingo Lenz Dunker, o que se vê, hoje, é uma reversão da perspectiva de futuro para os cidadãos.
 
"Enquanto se tem um ideal, sabe-se para onde vai e como se enfrenta uma situação. Mas quando se para de sonhar, em vez de o conflito nos orientar para a ação ele se manifesta em patologias sociais, intolerância, desrespeito, crise da relação entre poder e autoridade ou desestabilização de  referências simbólicas. Enfim, uma série de coisas que temos visto acontecer de forma mais visível", afirmou.
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Atividade econômica tem retração de 4,3% no primeiro semestre

Jornal GGN – De acordo com o Serasa Experian, a atividade econômica encerrou o primeiro semestre com retração de 4,3%. Foi o pior resultado para um primeiro semestre de toda a séria histórica do indicador, iniciada em 1991.

Feitos os ajustes sazonais, o recuo no mês de junho foi de 0,1% na comparação com maio. Na comparação com junho do ano passado, a queda foi de 3,2%.

Para os economistas da Serasa Experian, a continuidade do quadro recessivo da economia brasileira está ligada à inflação alta, combinada com desemprego crescente, níveis deprimidos de confiança de consumidores e investidores, e condições restritivas do crédito.

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Micro e pequenos industriais estão confiantes com a retomada das atividades

Jornal GGN – De acordo com pesquisa encomendada pelo Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (SIMPI), o otimismo dos empresários para a retomada das atividades está começando a se tornar realidade. Em junho, 36% deles esperavam uma melhora nos negócios. Em julho, 35% avaliaram a situação como ótima ou boa. Outros 24% disseram que o faturamento foi ótimo ou bom.

O resultado representa uma melhora na comparação com junho, quando 29% dos executivos disseram que a situação na empresa ia bem e 18% estavam satisfeitos com o faturamento. Mesmo assim, questões como a falta de capital de giro, escassez de crédito e calotes ainda persistem e impedem a retomada do crescimento no setor.

50% dos empresários ouvidos pelo SIMPI esperam melhora para este mês. Em junho, eram 36%. Outros 36% esperam melhora na situação econômica do Estado de São Paulo. No mês anterior eram 29%.

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Confiança de serviços volta a ganhar força

Sinais de melhora ganham força ao fim do primeiro semestre

Jornal GGN - O Índice de Confiança de Serviços (ICS) subiu 1,9 ponto entre maio e junho, ao passar de 70,5 para 72,4 pontos, de acordo com pesquisa elaborada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Após a quarta alta consecutiva, o índice atinge o maior nível desde junho do ano passado. Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice avançou 1,2 ponto em junho,  a maior alta desde março de 2010. Leia mais »

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Comércio melhora nível de confiança em junho

Melhora das perspectivas futuras influencia desempenho do indicador no período
 
Jornal GGN - O Índice de Confiança do Comércio (ICOM) apurado pela Fundação Getulio Vargas avançou 2,8 pontos entre maio e junho de 2016, ao passar de 70,9 para 73,7 pontos, o maior nível registrado pelo indicador desde maio de 2015 (75,3). Em médias móveis trimestrais, o índice subiu 2,2 pontos, a maior alta da série iniciada em março de 2010.
 
Ao longo do período, o Índice da Situação Atual (ISA-COM) avançou 2,4 pontos, para um total de 64,9 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE-COM) subiu 3,3 pontos, para 83,6 pontos, o maior desde janeiro do ano passado (84,9). Segundo a FGV, o avanço registrado é uma notícia positiva, mas a evolução mais expressiva do IE-COM levou à distância recorde de 18,7 pontos entre os dois indicadores.
 
Em bases trimestrais, o ICOM subiu pela segunda vez consecutiva no segundo trimestre, influenciado pela melhora das expectativas. Leia mais »
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Confiança da indústria apresenta crescimento em junho

 

Resultado foi disseminado a 14 dos 19 principais segmentos da pesquisa

Jornal GGN - O Índice de Confiança da Indústria (ICI) registrou um crescimento de 4,2 pontos em junho, para um total de 83,4 pontos, o maior nível apurado desde fevereiro de 2015, segundo dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A alta se estendeu a 14 dos 19 principais segmentos da pesquisa e foi determinada majoritariamente pela melhora das expectativas em relação ao futuro próximo.

Ao longo do período, o Índice de Expectativas (IE) atingiu 85,7 pontos em junho, ficando 7,5 pontos acima do mês anterior – a segunda maior alta registrada, perdendo apenas para a variação mensal de janeiro de 2002 (7,6 pontos). Leia mais »

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Setor de construção tem menor nível de confiança em maio

Expectativas recuam, mas dados sobre situação mostram avanço discreto

Jornal GGN - Depois de subir 2,5 pontos percentuais nos últimos três meses, o Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas, caiu 1,1 ponto em junho de 2016, atingindo 68 pontos, de acordo com pesquisa elaborada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A queda do indicador foi afetada pela acomodação das expectativas. Em médias móveis trimestrais, o índice subiu 0,4 ponto no mês.

Ao longo do período, o Índice de Expectativas (IE-CST) recuou 3 pontos, alcançando um total de 74,9 pontos. Ambos os quesitos que integram o índice-síntese recuaram, em especial, o que mede o otimismo com a a situação dos negócios nos próximos seis meses seguintes, que variou -3,3 pontos na margem. Leia mais »

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Prévia da confiança industrial mostra crescimento em junho

Melhora das expectativas futuras puxou variação no período

Jornal GGN - A prévia do Índice de Confiança da Indústria (ICI) registrou um crescimento de 3,9 pontos em junho deste ano em relação ao resultado consolidado de maio, segundo levantamento elaborado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Com o crescimento, o resultado preliminar chegou a 83,1 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos, o maior patamar desde fevereiro de 2015.

A alta registrada pelo índice na prévia de junho foi determinada pela melhora das expectativas em relação aos meses seguintes. O Índice de Expectativas (IE) atingiria um total de 85,2 pontos, 7 pontos acima do número final de maio. O Índice da Situação Atual (ISA) avançaria 0,8 ponto, para 81,3 pontos. Leia mais »

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Confiança do empresário paulistano cresce 1,5% em maio

Resultado denota sinais de retomada após período de incertezas

Jornal GGN - O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) atingiu 75,9 pontos em maio, o que corresponde a uma elevação de 1,5% em relação a abril, segundo levantamento elaborado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Na comparação com o mesmo período de 2015, porém, houve queda de 7,2%.

Mesmo com a elevação em maio, o índice abaixo dos 100 pontos - a última vez que superou a marca foi em dezembro de 2014 - sinaliza que continua o pessimismo dos empresários com relação ao nível de atividade em geral da economia. Apesar de mostrar crescimento, o resultado ainda está próximo do menor patamar já atingido pelo indicador - 72,3 pontos em setembro de 2015. Leia mais »

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Confiança da indústria registra maior patamar desde 2014

Apesar da melhora, índice segue abaixo do patamar de 50 pontos

Jornal GGN - O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) apresentou melhora pelo segundo mês consecutivo e chegou a 45,7 pontos em junho, o maior valor desde novembro de 2014, segundo levantamento elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O índice cresceu 4,4 pontos na comparação com o mês anterior.

Mesmo assim, o indicador continua abaixo dos 50 pontos e longe da média histórica de 54,3 pontos, observa a CNI. Os valores do Icei variam de 0 a 100. Quando estão abaixo de 50, indicam a falta de confiança dos empresários.

Segundo a CNI, o indicador melhorou especialmente nas grandes empresas. Nesse segmento, o Icei alcançou 47,7 pontos em junho, o maior nível nos últimos 24 meses. Nas pequenas empresas, o índice subiu de 38,8 pontos em maio para 43,1 pontos neste mês. Leia mais »

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Indústria melhora nível de confiança pelo terceiro mês

Melhora de perspectivas foi apurada nos dois horizontes de tempo pesquisados

Jornal GGN - O Índice de Confiança da Indústria (ICI) avançou 1,7 ponto em maio, ao passar de 77,5 para 79,2 pontos, registrando assim seu maior resultado desde março de 2015, segundo levantamento elaborado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O aumento foi registrado nos dois horizontes de tempo da pesquisa. O Índice de Expectativas (IE) subiu 2,6 pontos, para 78,2 pontos, e o Índice da Situação Atual (ISA) cresceu 0,7 ponto, para 80,5 pontos. Ambos registraram o maior patamar desde março de 2015. Leia mais »

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