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desenvolvimento urbano

Com Doria, dono do cofre da prefeitura de São Paulo será economista do Itaú

Jornal GGN - É destaque na Folha de S. Paulo desta quarta (9) que o prefeito eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), vai anunciar omo secretário da Fazenda o economista do Itaú Unibanco Caio Megale. O jornal usou a expressão "dono do cofre" para se referir ao novo secretário.

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A cidade precisa atender os pedestres

Jornal GGN – A construção dos bons espaços públicos é matéria para o dia a dia, com bons princípios gerais e olhar atento para detalhes que só uma pessoa andando consegue ter. A sugestão é que gestores e autores de planos e projetos para o espaço público de São Paulo façam suas caminhadas para compreender certos aspectos e consultar as pessoas.

O Plano Diretor e as caminhadas urbanas. Vai ficar melhor andar a pé pela cidade?

Por Mauro Calliari Leia mais »

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Os centros comerciais mortos da América

Jornal GGN - No sábado, o Estadão Economia publicou um artido de James Greiff sobre os "dead malls", centros comerciais mortos. Unidades que a América coleciona aos milhares, com destaque para os Estados Unidos. O autor lembra que 2007 foi o primeiro ano em quatro décadas em que o país de Barack Obama não ergueu nenhum centro comercial de grande porte. Desde lá, só em 2012 um shopping center foi construído na região. O GGN reproduz abaixo a tese de Greiff.

Do Estadão

O desinteresse americano por shopping

Na semana passada o Slate publicou fotos de enormes shopping centers decadentes, vazios, que fazem parte de um novo livro, Autópsia da América.

As imagens são impressionantes e o momento não podia ser melhor. Os grandes centros comerciais erigidos nas áreas suburbanas e hoje abandonados estão na moda. Um grupo do Facebook, The Dead Malls Enthusiasts (Os entusiastas dos centros comerciais defuntos) conta com 14.000 membros. Uma pesquisa no Google sobre os “dead malls” (centros comerciais mortos) produz 5,7 milhões de resultados. E os interiores desolados dessas mecas do varejo continuam a aparecer nos thrillers e filmes de terror.

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O uso do conhecimento no desenvolvimento urbano

Hayek e outros economistas austríacos demonstraram que, se os meios de produção se tornarem propriedade do governo, o caminho para a pobreza será inevitável.  Não obstante essa constatação, o planejamento centralizado ainda hoje permanece sendo a norma em uma área crucial: as cidades.
 
Tudo começou nos EUA, ainda na década de 1920, quando a Suprema Corte, no caso Euclid vs Ambler, estabeleceu o precedente de que as cidades poderiam designar porções de seus territórios para tipos específicos de projetos de desenvolvimento urbano.  Desde então, em todas as grandes cidades do mundo, as regulamentações sobre o uso do território passaram a ser constantemente expandidas até chegaram ao atual ponto em que especificam de tudo, desde limites de altura até número de vagas de garagem, passando por diretrizes de design.  
 
Atualmente, urbanistas e políticos determinam as regras de uso do terreno e os tipos de exploração permitidos dentro de suas jurisdições.  Em última instância, eles possuem o poder de veto sobre todos os grandes projetos nessas cidades. Se Hayek estivesse vivo, ele certamente concentraria seu trabalho na questão do uso do conhecimento no planejamento urbano.
 
Nos Estados Unidos, no início do século XX, planejadores urbanos progressistas começaram a defender restrições na altura e na densidade das construções com o objetivo de promover luz e ar.  Naquela época, esses objetivos eram considerados importantes à saúde pública.  Rapidamente, os proprietários de imóveis e as autoridades perceberam que essas leis de zoneamento poderiam ser utilizadas para proteger o valor dos imóveis, uma vez que elas impediam a construção de habitações de alta densidade e de baixo custo.

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