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Assessor de Delcídio inocenta Lula e acusa ex-senador

 
Jornal GGN - A tentativa de obstrução à Justiça pelo ex-senador Delcídio do Amaral ocorreu por intermédio de seu assessor, Diogo Ferreira. Em depoimento prestado à Justiça Federal de Brasília, nesta sexta-feira (17), afirmou que jamais ouviu qualquer menção de Delcídio sobre atuação de Luiz Inácio Lula da Silva no episódio.
 
O depoimento foi concedido no âmbito do processo que apura a suposta compra de silêncio do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, por Delcídio, pelo ex-presidente Lula e outros seis investigados.
 
Mas a tese de arrolar Lula no esquema preparado por Delcídio fracassou. Assim como ocorreu em seu próprio depoimento aos investigadores e juízo na 10ª Vara Federal de Brasília, nesta quarta-feira (15), foi a vez de seu assessor desmentir a teoria.
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Sem querer, Delcídio inocenta Lula e confirma responsabilidade

 
Jornal GGN - No curso da ação penal contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras seis pessoas por suposta compra de silêncio de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras, o senador cassado Delcídio do Amaral reiterou a tese contra Lula, sem provas materiais e sem assumir o compromisso com a verdade.
 
Delcídio prestou depoimento nesta quarta-feira (15), na 10ª Vara Federal de Brasília, onde tramita o processo. Por cerca de três horas, o ex-parlamentar mostrou uma aparente "confissão", afirmando ter sido uma "sandice" procurar a família do pecuarista José Carlos Bumlai, supostamente a pedido de Lula, para obstruir a Justiça.
 
A investigação com base apenas na delação premiada de Delcídio, prestada à Procuradoria-Geral da República no último ano, sustenta que o ex-presidente atuou para comprar o silêncio de Cerveró, antes de que fechasse um acordo de delação com os procuradores da República.
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Delcídio, no RodaViva, representa o "bom" papel

 

Jornal GGN – Delcídio do Amaral foi convidado ao programa Roda Viva, da TV Cultura, neste 16 de maio. O programa dedicou-se a acusar o PT e o ex-presidente Lula e, para isso, o ex-senador, cassado no último dia 10, serviu como uma luva. Disse o senador cassado que sempre existiu corrupção na Petrobras, mas que se tornou um "quadro sistêmico" a partir do primeiro governo de Lula.

Disse ainda que a corrupção na estatal acontece desde o governo Itamar Franco e "de outros presidentes", mas teria se aprofundado e generalizado com o PT. Disse ele que a indicação de diretorias por partidos sempre aconteceu na Petrobas, "mas nunca no nível de detalhe de gerente executivo".

Quando perguntado sobre a indicação de Jorge Zelada para uma diretoria de Petrobras, atribuída ao presidente interino Michel Temer, do PMDB, Delcídio se tornou um sabão, dizendo que prefere "acreditar que ele tenha acompanhado a indicação da bancada".

Mas o ponto alto da entrevista do ex-senador cassado foi mesmo os ataques ao ex-presidente Lula. Delcídio tenta minimizar a gravidade das denúncias que pesam sobre ele, com um discurso que se alinha com a pauta dos últimos 18 meses da grande mídia. Isso fica bastante claro no programa.

Abaixo, leia a nota enviada pelos advogados do ex-presidente Lula. E, ao final da nota, o programa em questão.

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MPF pede prisão do ex-senador Luiz Estevão

Jornal GGN - O MPF - Ministério Público Federal, pediu a prisão do ex-senador e empresário Luiz Estevão. Ele foi condenado a 31 anos de prisão pelo desvio de R$ 169 milhões de recursos na obra da sede do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), em São Paulo. O caso aconteceu na década de 1990.

A sentença foi proferida em 2006 e o brasiliense apresentou 34 recursos contra a condenação. Todos foram rejeitados pela Justiça.

O MPF tomou a decisão depois da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que permitiu a execução da pena de condenados pela segunda instância da Justiça antes do trânsito em julgado do processo - que é o final do processo.

O pedido de prisão para Luiz Estevão foi enviado ao ministro Edson Fachin, do STF, relator de um dos últimos recursos do ex-senador. O ministro encaminhou o caso para a primeira instância da Justiça Federal em São Paulo, onde a sentença condenatório foi proferida.

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