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Exportações

Apesar da Carne Fraca, exportações do setor aumentaram 4,4% em março

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Foto: ANPr/Sindiavipar
 
Jornal GGN - Mesmo com a Operação Carne Fraca, ação da  Polícia Federal que fechou frigoríficos e provocou o embargo de alguns países para as exportações da carne produzido no Brasil, as vendas de carnes suína, bovina e de frango para o exterior tiveram aumento de 4,4% em março, na comparação com o mesmo mês do ano passado.
 
Os números são do Ministério do Desenvolvimento, Comércio Exterior e Serviços, segundo o critério da média diária, que leva em conta o valor negociado por dia útil. No total, o valor exportado subiu 9% no mesmo período.
 
Analisadas separadamente, as exportações de carne bovina foram as únicas que tiveram queda no mês. Houve redução de 6,1% na comparação com março do ano, de acordo com o critério da média diária. 

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Exportadores de carne perderam US$ 130 milhões em uma semana

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Jornal GGN - Com a deflagração da Operação Carne Fraca, os exportadores brasileiros de carne contam prejuízos de mais de US$ 130 milhões somente em uma semana. De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que representa os produtores de aves e suínos, as perdas foram de US$ 40 milhões até a última sexta (24).
 
A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), do setor de carne bovina, afirma que ao menos US$ 96 milhões em produtos prontos para exportação estão parados no Porto de Santos, no litoral paulista. 
 
Francisco Turra, da ABPA, diz que o impacto da Operação Carne Fraca foi “muito forte” para o setor, e prevê que será difícil reverter a situação. “A solução não demandará uma semana ou uma simples palavra oficial. Tudo o que deixar de ser exportado não tem espaço para ser absorvido (internamente). Então, tem de diminuir produção e reduzir empregos, o que já começa a ocorrer”, afirmou em entrevista para o Estadão.

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Chile, China e Egito anunciam retomada da importação de carne brasileira

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Da Agência Brasil

por Yara Aquino

O Chile decidiu retirar a suspensão total à importação da carne brasileira, mas manteve a proibição da entrada de produtos dos 21 frigoríficos investigados pela Operação Carne Fraca, da Polícia Federal. A informação foi divulgada hoje (25) pelo Serviço Agrícola e Pecuarista do Chile. O país havia anunciado a suspensão temporária à importação de carne do Brasil até que fossem prestados esclarecimentos sobre o caso. A China e o Egito também anunciaram a reabertura para a importação de carne do Brasil.

O órgão chileno justificou que a decisão foi tomada após ter recebido explicações do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil em resposta ao pedido de informações detalhadas sobre as investigações da Polícia Federal. O Chile informou que poderá suspender as importações de qualquer outro estabelecimento que apareça posteriormente nas investigações.

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Juiz diz que Carne Fraca nunca investigou problemas sanitários de empresas produtoras de carne

 
Jornal GGN - O juiz que autorizou as ações da Polícia Federal no âmbito da Operação Carne Fraca disse que a investigação nunca foi voltada para descobrir eventuais crimes de caráter sanitário nas empresas que fabricam produtos de origem animal.
 
Em entrevista ao Jornal Nacional, o juiz Marcos Josegrei explicou que o inquérito em andamento tem um foco "muito específico": investigar como um grupo de fiscais se associou a um grupo de pessoas ligadas às empresas para oferecer "alguma facilidade no processo de certificação dos produtos de origem animal". Logo, a Carne Fraca trata-se de corrupção e extorsão, não crime contra a saúde pública.
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Escândalo da PF faz exportação cair de US$ 60 milhões para US$ 74 mil no dia

 
Jornal GGN - Em passagem pelo Congresso, nesta quarta (22), para falar do impacto da operação Carne Fraca na economia brasileira, o ministro da Agricutlura Blairo Maggi revelou um número espantoso relativo ao prejuízo que o escândalo gerou na balança diária de exportações do produto. A venda em dólares caiu de 60,5 milhõees para 74 mil, em apenas uma semana.
 
A média diária de exportações de carne pelo Brasil é de 63 milhões de dólares, disse Blairo, mas com a repecussão da investigação da Polícia Federal na mídia internacional, a queda foi sem precedentes. "A gente não sabe o tamanho da pancada que vai levar", afirmou a senadores.
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Governo fará videoconferência com chineses por causa do escândalo da carne

Jornal GGN - O ministro Blairo Maggi tentará prestar esclarecimentos sobre o escândalo criado pela operação Carne Fraca a autoridades chinesas, na noite desta segunda (20), com o intuito de destravar a entrada de produtos nacionais naquele que é o país que mais importa carne bovina do Brasil.

Segundo informações do MAPA (Ministério da Adricultura, Pecuária e Abastecimento), Maggi fará uma videoconferência, após a China notificar o governo brasileiro sobre a retenção de produtos nos estoques até que a situação seja esclarecida.

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Ação da PF contra setor de carnes ocorre após Brasil conquistar mercado nos EUA

Jornal GGN - A Polícia Federal admitiu que investiga o pagamento de propina por empresas brasileiras que produzem carne há cerca de dois anos, mas só deflagrou a "maior operação" de sua história no momento em que o Brasil vinha abrindo mercado no plano internacional. Em julho do ano passado, por exemplo, o País acertou com os Estados Unidos a venda de carne bovina in natura, encerrando uma negociação que se arrastava há 18 anos.

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O pré-sal e a balança comercial de 2017, por Leo Guerra

O pré-sal e a balança comercial de 2017

por Leonardo Guerra *

A recente divulgação do saldo comercial de 2017 mostrou que há uma unânime interpretação para o recorde positivo de US$ 47 bilhões: a recessão econômica brasileira. Nas principais análises, foi a retração econômica que reduziu, drasticamente, as importações e este é o principal motivo do resultado alcançado.

Certamente a redução da atividade impactou, mas existem outros motivos, tanto do lado das importações, quando do lado das exportações, que não estão devidamente enfatizados como causa deste resultado, entre eles, o inédito saldo comercial positivo da conta petróleo, de US$ 410 milhões.

Com relação aos efeitos da recessão sobre o resultado comercial, temos que lembrar que há um contexto mundial de retração econômica, o que, do ponto de vista do comércio mundial, resulta em menor demanda (e menor preço) das commodities, especialmente as do agronegócio.

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Balança comercial encerra 2016 com superávit recorde

 
Jornal GGN - Em 2016, a balança comercial brasileira teve um superávit de US$ 47,692 bilhões, o maior registrado na série histórica, que teve início em 1980. No total, foram US$ 185,244 bilhões em exportações e US$ 137,552 bilhões em importações. 
 
No ano de 2015, o superávit foi de US$ 19,685 bilhões. O resultado fica dentro da estimativa do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, que  esperava que a balança encerrasse 2016 com superávit entre US$ 45 bilhões e US$ 50 bilhões. 
 
O recorde anterior havia sido registrado em 2006, um superávit de US$ 46,45 bilhões. Em dezembro, o resultado foi positivo em US$ 4,415 bilhões. 

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Após eleição de Trump, Brasil quer proximidade comercial com Canadá

Jornal GGN - Devido à perspectiva de que os Estados Unidos adotem uma postura protecionista e contrária aos acordos comerciais na gestão de Donald Trump, o Brasil deve se aproximar do Canadá para parceiras comerciais.

Marcos Pereira, ministro da Indústria Comércio Exterior e Serviços, afirmam que o país e o Mercosul devem apostar em acordos “adormecidos”.  Ele afirma que indústria brasileira tem apoiado a realização de acordos e tem mostrado seu interesse na aproximação com o Canadá, que tem a décima maior economia do mundo.

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MP concede recursos a Estados e municípios para fomentar exportações

Jornal GGN - Publicada na noite desta quinta-feira (13), a Medida Provisória 749 irá liberar R$ 1,9 bilhão para que Estados e municípios fomentem as exportações no Brasil. O texto da MP diz que o valor será entregue até o última dia última deste ano, em parcela única.

Do valor total, o governo federal vai repassar 75% para os Estados e 25% para os municípios. Mato Grosso deverá receber o maior percentual, com 20%, seguido de Minas Gerais, com 16,4%. Rio de Janeiro e São Paulo ficarão com 6,5% e 0,3%, respectivamente, enquanto o Distrito Federal e o Amapá não receberão recursos por meio desta medida.

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Empresários criticam agressividade de Serra com a Venezuela

Jornal GGN – Empresários brasileiros estão divididos com a postura do ministro interino de Relações Exteriores, José Serra, na relação com os países da América Latina. Alguns temem prejuízos ainda maiores com uma escalada nas tensões entre Michel Temer e Nicolás Maduro. Outros já não esperam muito da Venezuela e consideram que a postura agressiva do Itamaraty faz pouca diferença.

O Valor Econômico ouviu opiniões de executivos brasileiros com negócios no país vizinho. Entre 2001 e 2015, O Brasil acumulou um superávit comercial de US$ 38,9 bilhões com a Venezuela. Em 2015, as exportações caíram 35%. Entre janeiro e abril deste ano, houve uma nova queda, de 61%.

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Balança do agronegócio registra superávit de US$ 7,1 bi em abril

Complexo soja e carnes puxaram vendas; Ásia segue como principal destino

Jornal GGN - As exportações registradas na balança comercial do setor agrícola ultrapassaram as importações em US$ 7,1 bilhões, de acordo com levantamento divulgado pelo Ministério da Agricultura. Enquanto isso, os outros produtos brasileiros tiveram déficit de US$ 2,2 bilhões.

As exportações do setor agropecuário cresceram 14,3% no mês passado em relação ao mesmo período de 2015. O faturamento somou US$ 8,08 bilhões, o que representa 52,5% de todo o valor exportado pelo país. "Se não fosse o setor agrícola, a balança comercial total do Brasil teria resultado negativo", avaliou a secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio, Tatiana Palermo. No mês passado, a balança brasileira como um todo somou US$ 4,8 bilhões. Leia mais »

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Setores da economia vão receber recursos para aumentar exportações

Jornal GGN – Empresas dos setores de implementos rodoviários, energia, engenharia, laticínios, calçados, componentes para couros e defesa vão ganhar da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (APEX-Brasil) R$ 44,8 milhões para se internacionalizarem.

Serão assinados convênios com entidades representativas dos setores, e somando a contrapartida dessas parceiras, o investimento total vai alcançar R$ 69,9 milhões. Além do presidente da Apex-Brasil, David Barioni Neto, o evento terá a presença dos presidentes das entidades parceiras e empresários dos setores contemplados.

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Integração de infraestrutura e comércio bilateral entre Brasil e Equador

Jornal GGN - Em 26 de janeiro deste ano, a presidente Dilma foi ao Equador, onde se reuniu com o presidente Rafael Correa para examinar temas da agenda bilateral dos dois países. No encontro, eles discutiram questões de integração de infraestrutura, acordos comerciais e de investimentos, fluxos migratórios, além de temas sociais e da área da saúde.

Infraestrutura compartilhada e integração produtiva

No setor de infraestrutura, Brasil e Equador estudam maneiras de integrar por diversos modais de transporte o porto de Manta, localizado no oceano Pacífico, ao porto de Providência, no rio Napo, ainda no Equador. De lá, seria possível atravessar o território peruano até Manaus e Tabatinga (AM). Ou seja, a produção nacional ganharia uma saída pelo Pacífico que poderia aumentar a competitividade das exportações brasileiras para a Ásia.

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