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Governo Temer é classificado como ruim e péssimo por 80% dos brasileiros

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Foto: Beto Barata/PR
 
Jornal GGN - Pesquisa realizada pelo instituto Ipsos mostra que o governo do presidente Michel Temer é classificado como ruim e péssimo por 80% dos brasileiros, chegando ao seu maior índice de rejeição.
 
Na comparação com o levantamento anterior, de abril, há uma aumento de 5% na rejeição (75% para 80%), sendo que a pesquisa foi realizada alguns dias antes da divulgação do acordo de delação de Joesley Batista, da JBS.
 
Além disso, o levantamento também mostra que 93% das pessoas entrevistadas acham que o país está no caminho errado, uma elevação de 1% na comparação com a pesquisa anterior. 

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Sobre a reforma trabalhista: nada de novo no front, por Tomás Rigoletto Pernías

No sistema capitalista, em que a sanha pela acumulação de riqueza não encontra limites, a disputa em torno da jornada de trabalho pode assumir contornos dramáticos. A batalha em torno da regulamentação da jornada, portanto, não é novidade na história

do Brasil Debate

Sobre a reforma trabalhista: nada de novo no front

por Tomás Rigoletto Pernías

“O capitalista faz valer seus direitos como comprador quando tenta prolongar o máximo possível a jornada de trabalho e transformar, onde for possível, uma jornada de trabalho em duas. Por outro lado, a natureza específica da mercadoria vendida implica um limite de seu consumo pelo comprador, e o trabalhador faz valer seu direito como vendedor quando quer limitar a jornada de trabalho a uma duração normal determinada. (…). Entre direitos iguais, quem decide é a força. ”[1]

A jornada de trabalho, como bem explicou Marx, será um fator de conflito em todas as formações econômicas que carreguem a velha cisão entre os que comandam a produção e os que se veem obrigados a labutar para garantir seu sustento.

No sistema capitalista, em que a sanha pela acumulação de riqueza geral abstrata – o dinheiro – não encontra limites, a disputa em torno da jornada de trabalho pode assumir contornos dramáticos. A batalha em torno da regulamentação da jornada de trabalho, portanto, não é novidade na história.

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Meirelles e Nogueira defendem governo Temer em evento da Indústria


Foto: Sérgio Lima/Poder 360 
 
Jornal GGN - "O Brasil de amanhã será muito melhor do que o de hoje por causa dessas medidas corajosas que o presidente encaminhou", disse o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, em plena crise política que desaba o governo de Michel Temer. 
 
A fala ocorreu durante o 89º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), nesta sexta-feira (26). No mesmo evento, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que seu "cenário base" e sua "hipótese de trabalho" é de "continuidade do governo Temer".
 
Ambos defenderam a economia e as propostas enviadas pelo mandatário ao Congresso. "Temos de enfatizar a grande capacidade de o nosso país superar dificuldades. O Brasil é um país com um mar de potencialidades e tem condições de ser protagonista do desenvolvimento mundial", disse o ministro Nogueira, em seu discurso.
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Governo chama de "tendenciosa" a crítica da ONU sobre ações da polícia


Foto: Midia Ninja

Da Agência Brasil

Por Paulo Victor Chagas

O Ministério das Relações Exteriores reagiu à crítica de órgãos internacionais de direitos humanos sobre a atuação da polícia brasileira em recentes episódios no país. Por meio de nota à imprensa, o Itamaraty classificou de “tendencioso” e “desinformado” o conteúdo do comunicado emitido nesta tarde pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) e pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH).

As entidades condenaram o “uso recorrente da violência” para reprimir as manifestações contra o governo do presidente Michel Temer na última quarta-feira (24), para a retirada de dependentes químicos da área conhecida como Cracolândia, em São Paulo; e durante uma ação de reintegração de posse que terminou em chacina no interior do Pará, ambos no mesmo dia. De acordo com o Itamaraty, as críticas afastam-se de princípios como o “respeito à verdade dos fatos”.

“Em momento algum os autores da nota se preocuparam com a ameaça à segurança de funcionários públicos e de manifestantes pacíficos sujeitos à violência sistemática e claramente premeditada”, disse o governo brasileiro, sobre o protesto ocorrido em Brasília.

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Repressão em Brasília e ação na cracolândia são condenadas pela ONU

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Foto: Jornalistas Livres
 
Jornal GGN - Comunicados da Organização das Nações Unidas (ONU) condenaram o “uso excessivo da força” contra os manifestantes do último ato em Brasília, na quarta-feira (25) e também manifestaram preocupação com a operação promovida pela Prefeitura de São Paulo na cracolândia, na região central da cidade. 
 
Assinado também pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos, o documento critica a violência policial em operações de segurança nas cidades e nos conflitos de terra no campo. 
 
"Instamos o Estado brasileiro a redobrar seus esforços para promover o diálogo e proteger o direito à manifestação pacífica", afirmou Amerigo Incalcaterra, o representante da entidade.Os organismos também pediram que manifestantes exerçam seus direitos à livre manifestação de forma pacífica. 

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Para prefeitos, crise política pode ter “consequências inimagináveis”

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Manifesto divulgado pela Frente Nacional dos Prefeitos afirma que a “gravíssima” crise enfrentada pelo país pode levar a uma desestabilização social com “consequências inimagináveis”.
 
No documento, os prefeitos pedem uma saída rápida da crise, dizendo que ela pode causar o colapso financeiro dos municípios. "Defendemos uma saída consensuada, respeitando-se a Constituição Cidadã e a legislação vigente”, diz o documento,
 
A FNP pede que solução seja “célere para evitar o agravamento dos reflexos negativos que tal situação já projeta nas cidades e que temos constatado no nosso cotidiano: aumento do desemprego, desincentivo ao empreendedorismo e aos investimentos, paralisação de obras e a disseminação de um indesejável sentimento de fracasso".

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Deputados denunciam Brasil à ONU por violações aos direitos humanos

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Foto: Jornalistas Livres
 
Jornal GGN - Deputados da oposição ao governo Temer entregaram um documento ao coordenador residente do Sistema das Nações Unidas no Brasil, Niki Fabiancic, relatando violações de direitos humanos que ocorreram na última semana.
 
As deputadas Maria do Rosário (PT-RS), Luiza Erundina (PSOL-SP) e o deputado Paulão (PT-AL) apontam para a repressão ao ato por eleições diretas em Brasília, para o decreto de Temer que autorizava o uso das Forças Armadas e também para a chacina no Pará, onde dez pessoas foram mortas. 
 
Além dos parlamentares, também assinam o texto entidades da sociedade civil, que pedem que a ONU envie observadores para investigar os casos. 

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Repressão em Brasília mostra fraqueza do governo Temer, diz Frente Brasil Popular

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Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A Frente Brasil Popular, que reúne diversos movimentos sociais, divulgou nota repudiando a violência contra o ato de ontem (24) em Brasília, que protestava contra o presidente Michel Temer e pedia eleições diretas.
 
A repressão da polícia e o uso das Forças Armadas revelam a “atual fraqueza do governo de Michel Temer e seus aliados”, dizem as entidades. Para a Frente, as Forças Armadas rebaixaram seu papel ao servir de instrumento para um “governo moribundo”.
 
“Vendo sua base golpista pular do barco, Temer criminaliza e persegue os movimentos sociais”, afirma a nota, que também diz que, no ato, haviam infiltrados que promoveram o enfrentamento com as forças de segurança. 

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Jaburu passa a viver sob suspense e temor, por Janio de Freitas

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Em sua coluna de hoje na Folha de S. Paulo, o jornalista Janio de Freitas fala sobre os riscos que o país passa devido ao agravamento da crise política, com uma receita que envolve, a um só tempo, desemprego, cassação de direitos trabalhistas, piora na aposentadoria, corte de investimentos públicos e “ostentação de roubalheiras premiadas".
 
Para o colunista, o Palácio do Jaburu, mesmo com proteção especial, começa a passa por “horas, talvez noites e dias, de suspense e temor”. Janio também argumenta que as lideranças políticas e empresariais deveriam perceber que a única maneira de reduzir as tensões no país é tirando Temer do poder. 
 
“É apenas lógica e induzida a elevação do modo de enfrentamento popular”, conclui, afirmando que o sentimento generalizado da população é de que o “país está entregue a ladrões”. 

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No governo Temer, Lava Jato encolheu e teve redução de recursos

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Foto: Beto Barata/PR

Da Agência Pública

 
por Patrícia Figueiredo 
 
Checamos dados sobre orçamento e agentes envolvidos na operação de 2014 até março deste ano; números contestam afirmação do ex-ministro da Justiça Alexandre de Moraes

“Nós – pelo menos no período em que assumi o ministério – reforçamos a Lava Jato com mais delegados, mais agentes, mais peritos, mais orçamento.” – Alexandre de Moraes, durante a sabatina realizada no Senado, em 21 de fevereiro, que aprovou seu nome para assumir o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

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A crise do governo Temer como o ápice do desequilíbrio institucional, por Leonardo Avritzer

Foto - Marcelo Camargo/Agência Brasil

A crise do governo Temer como o ápice do desequilíbrio institucional

por Leonardo Avritzer

A revelação de áudios envolvendo o presidente Michel Temer coloca a crise institucional vivida pelo Brasil desde o início de 2016 em um novo patamar, porque agora joga instituições importantes como a Procuradoria Geral da República, o STF e a presidência uma contra a outra, de forma mais explícita. É importante, em primeiro lugar, identificar que apesar do protesto de alguns órgãos da imprensa clamando, corretamente, pelo direito de defesa do presidente, o que vimos esta semana foi uma repetição do enredo posto em marcha em março de 2016. 

O presidente caiu em uma armadilha montada na Procuradoria Geral da República, assim como Dilma Rousseff e Lula caíram em uma armadilha montada pela Lava Jato em Curitiba no ano passado. Em 2016 como agora, foram autorizadas, ou pelo menos legalizadas, gravações ilegais fortemente comprometedoras que imediatamente foram vazadas para órgãos de imprensa que assumiram o papel de árbitros da disputa judicial. Claro que cabem algumas observações em relação ao caso de Michel Temer: não é a primeira vez que se tem notícia de reuniões tarde da noite ou madrugada adentro no Palácio do Jaburu. 

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As contradições do golpismo e a brecha para restaurar a democracia

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Foto: Marcello Casal/Agência Brasil
 
Por ml
 
Comentário ao post "Xadrez da última aposta da Globo"
 
Concordo, em linhas gerais, com o exposto nesse Xadrez. No entanto, a questão crucial é que, pela primeira vez, as contradições do golpismo resultaram numa brecha para restauração da democracia. Discuto, primeiro, a crise do golpismo; e, em seguida, a impossibilidade do consenso – e aí, penso que me afasto do Nassif.
 
O ponto fundamental da crise do golpismo é o seu fracasso econômico. O golpismo apostou suas fichas num ajuste do setor público calcado em reformas draconianas. Evidentemente, isso não poderia aumentar da demanda agregada, a não ser se houvesse um mínimo de racionalidade econômica e evidências empíricas robustas para a tese da “restauração da confiança”. Como essa tese é ridícula em ambos os aspectos, o programa do golpismo simplesmente não poderia reverter a crise recessiva, como não a reverteu.

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Governo Temer tenta censurar memes no Facebook

 
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Foto: Lula Marques/AGPT
 
Jornal GGN - Páginas do Facebook foram notificadas pelo Departamento de Produção e Divulgação de Imagem do Palácio do Planalto pela reprodução de memes com imagens do presidente Michel Temer. 
 
De acordo com o jornal Zero Hora, a alegação do Planalto é que, embora as fotos feitas por canais oficiais estejam disponíveis para fins jornalísticos ou de divulgação, seria necessária a autorização prévia para o uso destes imagens para “outras finalidades".
 
A notificação recebida pelas páginas ainda diz que as imagens podem ser reproduzidas somente a com citação dos créditos do autor da foto original. 

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Para Meirelles, reforma da Previdência será aprovada mesmo sem Temer

 
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Foto: Marcos Corrêa/PR
 
Jornal GGN - A crise política deflagrada na semana passada em razão da revelação da delação de Joesley Batista, do grupo JBS, vai atrasar o cronograma de votação da reforma da Previdência, afirmou o ministro da Fazenda Henrique Meirelles.
 
Entretanto, Meirelles disse crer na aprovação da reforma mesmo se o presidente Michel Temer deixar o poder. 
 
Nesta segunda-feira (22), o ministro realizou conferência por telefone com investidores em evento organizado pelo banco JPMorgan. Ele disse que, mesmo com uma eventual saída de Temer, ele não acha que uma oposição contrária às reformas irá assumir o poder e alterar a política econômica. 

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"Chegou a hora: diretas, já!", diz Dilma Rousseff


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A ex-presidente Dilma Rousseff defendeu, em comunicado emitido nesta sexta-feira (19), que "a única saída para a crise são eleições diretas, já!". A manifestação ocorreu após a sequência de acusações que vem atingindo o atual presidente Michel Temer e sua cúpula, com aliados como o senador Aécio Neves (PSDB-MG).
 
Para Dilma, a crise que hoje é evidenciada nos noticiários sobre a delação de Joesley Batista, dono da JBS, e demais executivos da companhia J&F, foi desencadeada desde novembro de 2014, quando o impeachment começou a ser julgado pelo Congresso.
 
"A crise política, iniciada em novembro de 2014 com a recusa dos golpistas em aceitar o resultado das urnas, foi agravada pelo  impeachment fraudulento. O Brasil continua sangrando com os retrocessos impostos pelo governo golpista. Agora está sem rumo, diante das graves acusações lançadas nos últimos dias", publicou em nota.
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