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imprensa internacional

Mundo chama Lula de herói dos trabalhadores que foi condenado por corrupção

 
Jornal GGN - Menos de uma hora após o anúncio da condenação de Luiz Inácio Lula da Silva, pelo juiz Sérgio Moro, e os principais jornais do mundo já estampam nas manchetes os nove anos e seis meses de prisão do ex-presidente brasileiro. Alguns noticiários fizeram uma retrospectiva do líder, apresentando-o como o responsável pelo "milagre econômico" no Brasil e o "heroi dos trabalhadores". Outros trataram de somente reproduzir as agências de notícias internacionais.
 
No primeiro dos casos está o jornal mexicano El Universal: "Depois de ver sua afilhada política, Dilma Rousseff, sendo destituída pelo Senado, o patriarca da esquerda que presidiu o maior país da América Latina entre 2003-2010 recebeu outro golpe", narrou o periódico.
 
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A repercussão do discurso de Dilma Rousseff na imprensa internacional

Do Opera Mundi

Jornais internacionais repercutiram o discurso da presidente Dilma Rousseff perante o Senado brasileiro nesta segunda-feira (29/08). O espanhol El País classificou a fala da mandatária como “dura e emocionante”. Dilma foi ao Senado para se defender das acusações de crime de responsabilidade que visam destitui-la de seu cargo.

Em artigo, o El País disse que, em discurso “duro e emocionante”, Dilma “apelou aos sentimentos, à sua história política, ao seu caráter e à sua trajetória para deixar claro de que está sendo expulsa [da Presidência] injustamente”.

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Censura pró Temer repercute no mundo, enquanto brasileiros ironizam a repressão

Jornal GGN - Ao que tudo indica, se a intenção do interino Michel Temer é fingir que não existem protestos no Brasil contra sua permanência no poder em função do impeachment de Dilma Rousseff, a operação "abafa vaia" terá de ser reformulada para alcançar resultados melhores, além de ser estendida ao resto do mundo. Isso porque além dos atos "Fora Temer" Brasil afora, a censura aplicada pela Rio 2016 nos estádios também virou alvo de reportagens da imprensa internacional.

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Brasil: entre o grotesco e o futuro, por Aldo Fornazieri

BRASIL: entre o grotesco e o futuro

por Aldo Fornazieri

A votação do impeachment na Câmara dos Deputados, no último dia 17 de abril, não provocou apenas desolação e indignação na consciência democrática brasileira, mas deixou a imprensa e a opinião pública internacionais perplexas diante do grotesco ato histórico, digno de envergonhar não só qualquer sociedade humana razoavelmente civilizada, mas qualquer agrupamento societário animal. Há muito mais dignidade nos animais do que naquele agrupamento de hipócritas e cínicos que desfecharam o golpe parlamentar contra as instituições democráticas, cassando o voto de 54 milhões de brasileiros.

O que se viu na Câmara dos Deputados foi o grotesco na sua manifestação mais perversa e assustadora. Não se estava reivindicando nenhuma tradição do passado, se é que essa existe no Brasil. Não se estava reivindicando as virtudes cívicas, os valores republicanos, o bem da pátria, o interesse comum. Nem mesmo o ser humano ancestral que lutava pela sobrevivência, com coragem, estava presente ali.

O que se viu ali, simbolicamente, eram hordas anômicas, semelhantes às hordas de celerados, de bandoleiros, que não hesitam em praticar qualquer crime para que o interesse pessoal prevaleça a despeito de qualquer sentimento de humanidade ou de qualquer valor cívico. As evocações da família, dos filhos, da esposa, do marido nas declarações de voto soaram tão falsas que até a mentira se tornou uma coisa amena diante falsidade das palavras e expressões dos senhores golpistas.

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Temer defende Eduardo Cunha em entrevista ao NYTimes

Jornal GGN – Com o título "Vice-Presidente do Brasil, impopular e sob escrutínio, se prepara para liderar", o NY Times traz entrevista feita por Simon Romero com o vice-presidente Michel Temer. A entrevista foi feita em São Paulo, na casa do vice e, na rua, manifestantes escreveram "quartel do golpe". Foi neste endereço. Na porta, conforme relato, a polícia guardava a casa do vice.

A matéria começa lembrando que em recente pesquisa, somente 2% dos brasileiros votariam no vice. Ele está em investigação por conta de vazamentos de delações premiadas. Lembra ainda que o Supremo Tribunal Federal determinou que o Congresso deve considerar um processo de impeachment contra ele.

Romero avisa que Michel Temer, vice-presidente do Brasil, está se preparando para assumir o comando do Brasil no próximo mês, se assim o Senado decidir, colocando a presidente Dilma Rousseff em julgamento. Necessitando só de maioria simples, o Senado já a suspenderia por seis meses, enquanto Dilma luta contra a criminalização dos movimentos orçamentários, as tais "pedaladas fiscais".

A decisão deixaria Temer no comando "do maior país da América Latina", e que também lida com a sua pior crise econômica em décadas, uma epidemia de Zika, a discórdia política ferve e os Jogos Olímpicos estão prestes a acontecer. Tudo ao mesmo tempo.

"Eu não quero que pareça que estou conspirando para assumir", disse Temer na entrevista, insistindo ainda que não estava planejando um golpe de Estado, como Dilma tratou de nomear em inúmeros pronunciamentos. Até então, Temer, do alto de seus 75 anos, tão raramente nos holofotes da ribalta nacional, ficou em evidência por causa de sua mulher Marcela, de 32 anos e ex-participante de concurso de beleza, com seu nome tatuado na nuca.

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Impeachment torna o Brasil escárnio mundial - II

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"Deprimente, pobre e de má fé", disse Lula sobre grampos

Jornal GGN – O ex-presidente Lula concedeu entrevista coletiva para jornalistas estrangeiros, nesta segunda-feira (28). Ele falou sobre a crise política no país, a tentativa de impedimento da presidente Dilma Rousseff e as investigações da Operação Lava Jato.

Estavam presentes jornalistas de 12 países, representando mais de 28 veículos da imprensa internacional, entre eles, El País, Wall Street Journal, Financial Times, El Telegrafo, Reuters, Agência Lusa, The Guardian,  Telesur, The Hindu, EFE, Die Zeit, La Nación, Le Monde, The New York Times e LA Times.

Em sua página no Facebook, Lula disponibilizou um trecho da coletiva, no qual responde a pergunta de um jornalista do New York Times sobre a quebra do seu sigilo telefônico.

Ele disse que se sentiu ofendido. “Acho que o juiz deveria ter muita responsabilidade e não confundir conversas de ordem pessoal com conversas públicas”, disse. “Eu achei deprimente, achei pobre e achei de má fé”, continuou. “Eu acho que tinha um objetivo. O objetivo sempre é tentar destruir a imagem do Lula. Faz anos, não é a primeira vez. Quando eles começaram a tentar destruir a minha imagem eu não tinha nem 50 anos, eu já estou com 70”, completou.

O ex-presidente afirmou que está magoado, mas se definiu como uma pessoa paciente. “Eu acho que não está longe o dia em que alguém vai ter que pedir desculpas para mim”.

Sobre o juiz federal Sérgio Moro, Lula disse que se trata de uma figura “inteligente e competente”, mas “foi picado pela mosca azul. O dito popular fala de uma pessoa deslumbrada pelo poder. “A primeira coisa que a imprensa faz é dar um prêmio. Ele já ganhou não sei quantos prêmios, da revista Veja, do jornal O Globo, da televisão Globo”.

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O mundo com os olhos voltados para o Brasil e sua democracia ameaçada, por Sergio Medeiros

Por Sergio Medeiros

O mundo com os olhos voltados para o Brasil e sua democracia ameaçada...
 
Sérgio Moro ao interceptar e divulgar as conversas da Presidente Dilma, cometeu um grande erro, erro este que a cada dia se evidencia com mais força,  e acabou por catalizar a reação de diversos setores que até então estavam retirados da cena politica nacional, intelectuais, professores, estudantes, artistas, advogados..,e, principalmente, da opinião pública internacional.
 
Ciente de que a grande imprensa o respaldaria e que este fato desgastaria o governo Dilma e o ex-presidente Lula (através das versões da imprensa, uma vez que o conteúdo é juridicamente irrelevante), o que de fato ocorreu. Moro, em sua ânsia persecutória,  cometeu um grande erro de estratégia.
 
É que, em nenhum lugar do mundo, se concebe que o governante maior seja espionado e tenha suas conversas divulgadas de acordo com a vontade do interceptador (no caso, um juiz de primeira instância).

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Imprensa estrangeira repercute abertura do pedido de impeachment

Da Agência Brasil

Jornais de várias partes do mundo noticiaram a abertura do processo de impeachment da presidenta da República Dilma Rousseff na Câmara. O Wall Street Journal, dos Estados Unidos, citou a frase do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que disse não estar feliz por tomar a decisão. O El País, da Espanha, fez uma longa matéria sobre o caso.

O jornal espanhol citou a rejeição das contas de 2014 do governo, que chamou de “manobras fiscais irregulares”, como o argumento do pedido de impeachment aceito por Cunha. O periódico lembrou que, caso oimpeachment se confirme, o vice Michel Temer seria o sucessor e falou ainda que “a semana começou mal para o governo”, com o anúncio da queda de 4,5% no Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro semestre.

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Pra entender o nível da imprensa brasileira nos atualmente, por Madrasta do Texto Ruim

 
Do Objetivando Disponibilizar
 
 
por Madrasta do Texto Ruim

Amanhã este post completa um ano de publicado. Mas ele está atualíssimo, aliás, ele conseguiu a proeza de estar mais atual agora do que há um ano.

Eu aproveitei as manchetes de vários jornais mundo afora versus manchete do site da Veja para dar uma amostra do comportamento vil e asqueroso da imprensa nacional.

Como Dilma Vana tá voltando hoje a Nova Iorque pra abrir o boteco da ONU, republico-o.

(E querem apostar como a imagem que ilustra este post também vai ser atualizada? Valendo!)

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Eu venho desenvolvendo essa tese há algum tempo aqui nos meus miolos. Hoje acabei de vê-la desenhada. Então, já que tenho ilustração, vou discorrer sobre. Não sem antes agradecer à dileta amiga Lucianna Carvalho, por me dar o lindo passe que resultou nesse gol.

Para que todos entendam de linhas editorias deste ou daquele veículo jornalístico, vamos fazer um exerciciozinho técnico de “encontre a notícia”.

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A mídia internacional de olho no mercado brasileiro

Nas últimas décadas Mario Vargas Llosa transformou-se em um dos ícones da modernização liberal na América Latina. Como colunista do diário espanhol El País, tornou-se uma espécie de paradigma para outros colunistas da imprensa latino-americana – e, particularmente, a brasileira.

Cada qual tentou emular o personagem Llosa em seu colunismo.

Para quem não o conhece como colunista, Llosa é uma espécie de Arnaldo Jabor mais sofisticado, com críticas severas a hábitos populistas latino-americanos, mas sem o histrionismo e a paranoia do nosso Jabor – que considera que o fim do comunismo disseminou células cancerígenas por todo o Ocidente cristão.

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Em sua última contribuição ao El Pais, Llosa mira como um dos pontos centrais do atraso latino-americano os oligopólios de mídia, sustentados por pactos com sucessivos governos que se consumaram em legislações anacrônicas.

E aí, cria um paradoxo curioso com o padrão de cobertura da velha mídia do eixo Rio-São Paulo. Leia mais »

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