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Justiça autoriza publicação de livro de Eduardo Cunha como pseudônimo

Da Agência Brasil

Por Douglas Corrêa 
 

A Justiça do Rio concedeu efeito suspensivo a Editora Record e o livro Diário da Cadeia - Com Trechos da Obra Inédita Impeachment, escrito por um autor anônimo de pseudônimo Eduardo Cunha, vai poder ser publicado. A decisão é da 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça ao analisar agravo de instrumento interposto contra decisão proferida pelo juízo da 13ª Vara Cível da Comarca da Capital, que proibiu a publicação do livro no dia 24 de março. A ação foi movida pelo ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

O relator do processo, desembargador Augusto Alves Moreira Junior, disse na decisão que "trata-se de uma obra literária de ficção, a qual tem como pano de fundo a realidade política brasileira. Em uma análise preliminar, conclui-se que não houve anonimato, vedado pela Constituição Federal, e sim a utilização de um pseudônimo em uma obra ficcional".

O desembargador Moreira Junior diz ainda que "nas menções feitas à obra em redes sociais blogs e matérias jornalísticas, fornecidas tanto pelo recorrente como pelo recorrido, é enfatizado o fato de que se trata de um pseudônimo e não de livro escrito pelo agravado [Eduardo Cunha], o que, em cognição sumária, enfraquece a alegação de lesão à honra e à imagem do recorrido". 

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Mensalão foi ensaio para o "sequestro" da democracia, avalia Guilherme dos Santos

Um dos mais renomados cientistas políticos do país, acaba de lançar o livro  "A Democracia Impedida - O Brasil no Século XXI"
 
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Jornal GGN - O professor Wanderley Guilherme dos Santos acaba de publicar o livro "A Democracia Impedida - O Brasil no Século XXI" (FGV, 2017), analisando as raízes da crise institucional e social enfrentadas hoje. Considerado um dos maiores cientistas políticos da atualidade, Guilherme dos Santos prenunciou o golpe militar dos anos 1964, dois anos antes, no seu livro "Quem Dará o Golpe no Brasil" (Civilização Brasileira, 1962).
 
Na sua mais recente obra, o professor contraria a visão do pensador do século 19, Alexis de Tocqueville, de que os direitos difusos do voto redundariam na tirania da maioria, observando que as crises não são produzidas pela maioria, mas sim pela proliferação de demandas, necessitando, portanto, de uma governança inteligente para administre as demandas sem perder de vista a coesão social. 
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Delegado da Lava Jato defende lei para regular cooperação entre países

Jornal GGN - O delegado da Polícia Federal Milton Fornazari Junior é autor de uma livro que, segundo reportagem da Folha desta terça (9), defende uma legislação para regular o chamado "auxílio direto" entre autoridades brasileiras e de outros países, um instituto amplamento utilizado na operação Lava Jato.

A obra, entitulada "Cooperação jurídica internacional: auxílio direto penal" (Editora Lumen Juris, 136 páginas), lançada em 2016, aponta que há "diferenças entre o auxílio direto e outras formas mais antigas de cooperação jurídica internacional, como a carta rogatória, forma pela qual as solicitações das polícias ou do Ministério Público têm que obrigatoriamente passar por membros do Judiciário." No caso do auxílio direto, o Judiciário local ficaria à margem das solicitações.

Em seu livro, Fornazari afirma que o auxílio direto é "largamente usado pelas autoridades brasileiras, mas suas regras estão espalhadas por tratados internacionais assinados pelo país".

Na Lava Jato, a defesa de Lula questiona acordos de cooperação feito por procuradores diretamente com autoridades estrageiras. Segundo os advogados, a parceria feita à revelia do próprio comando do Ministério Público Federal configura falta de transparência.

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“Felicidade Fechada” aborda os abusos da mídia na prisão de Genoíno

Miruna Genoíno reflete sobre os momentos difíceis enfrentados após condenação do pai e como a família se saiu fortalecida 
 
 
Jornal GGN – “A única coisa que meu pai pediu foi: ‘não se envergonhem, não abaixem a cabeça, e não parem a vida de vocês”. A filha é a pedagoga Miruna; e o pai é o ex-presidente do Partido dos Trabalhadores, José Genoíno. A frase foi dita em meio a um dos momentos mais difíceis vividos pela família, que foi a prisão do ex-guerrilheiro, no dia 1º de maio de 2014, a pedido do então presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa. 
 
Meses antes, no dia 15 de novembro de 2013, o STF condenava o ex-presidente do PT a quatro anos e oito meses em regime semiaberto, na Ação Penal 470 (mensalão), num processo que acabou sendo extinto pelo próprio Supremo, em março de 2015, por decisão unânime entre os ministros, que acataram um pedido feito pela defesa, para que ele fosse enquadrado nos requisitos do indulto natalino.  
 
No livro “Felicidade Fechada”, previsto para ser lançado em março, Miruna reconta a história de como a família enfrentou a prisão e detenção de Genoíno, a maneira como a grande imprensa invadiu a privacidade da casa de classe média, no bairro Butantã, em São Paulo, e a resistência que o ex-presidente do PT transmitiu aos filhos em meio ao turbilhão e linchamento público. 
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Obra escrita por militantes presos na ditadura será lançada hoje em SP

Jornal GGN – Hoje, dia 18 de novembro, acontecerá o lançamento de “O livro chamado João: A Repressão Militar-policial no Brasil”, no Armazém do Campo, em São Paulo. A obra, escrita de forma coletiva por militantes presos na época da ditadura, chega para o público pela editora Expressão Popular. O evento, a partir das 19h30, terá a participação de Bernardo Kucinski e dos autores Paulo Vannucchi, Pedro Tierra (Hamilton Pereira) e Aton Fon Filho, que será o mediador da mesa de debates.

A obra foi desenvolvida e executada clandestinamente nos anos 70, na Casa de Detenção de São Paulo, por Aton Fon Filho, Carlos Lichtsztejn, Celso Antunes Horta, Gilberto Luciano Belloque, Hamilton Pereira da Silva, José Carlos Vidal, Manoel Cyrillo de Oliveira Netto, Paulo Vannuchi e Reinaldo Morano Filho, que na época eram integrantes do núcleo básico de presos políticos, formado por militantes da Ação Libertadora Nacional (ALN), do Movimento de Libertação Popular (Molipo) e da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR).

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Golpe 16 será lançado em Brasília, na próxima quinta-feira

Jornal GGN – No dia 20 de outubro, próxima quinta-feira, acontecerá o lançamento do livro "Golpe 16", em Brasília, no Teatro dos Bancários. A obra, que explica o atual momento político brasileiro, apresenta a história de ruptura democrática, articulada por meio de impeachment e ainda em curso. O evento, a partir das 19h, contará com uma mesa redonda junto com a participação de jornalistas e militantes, além de uma apresentação musical de Chico Nogueira. 
 
O livro revela os bastidores do golpe que afastou a presidente eleita Dilma Rousseff, com textos que mostram um lado diferente da mídia tradicional. O projeto contou com a participação de blogueiros, ativistas sociais e jornalistas, além de trazer uma entrevista com Dilma e um prefácio assinado pelo ex-presidente Lula. O conteúdo, construído de forma crítica, declara o atentado à democracia brasileira. 
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“Uma fuga perfeita é sem volta” chega às livrarias

Jornal GGN – Nos aproximando das “questões pesadas de nosso tempo: a comunicação na era da incomunicabilidade, as relações de amizade na era da falsidade e do interesse, o corpo na era da sexualidade, a fé na era da mercadoria”, a escritora Marcia Tiburi lança seu mais novo e quinto romance “Uma fuga perfeita é sem volta”, pela Editora Record. A história sui generis (original) apresenta um protagonista complexo, com uma identidade que só é revelada aos poucos, quase como num suspense. 

Klaus Wolf Sebastião é um brasileiro, que vive há décadas em Berlim. Todos os anos ele interrompe sua solidão para telefonar para a sua irmã caçula, que mora em Florianópolis. Desta vez, porém, entre notícias cotidianas, Agnes faz uma revelação: seu pai está morto. O fato desencadeia um turbilhão de recordações, angústias, descobertas e acerto de contas. A narrativa esconde um mistério — um segredo aninhado no próprio corpo de Klaus —, enquanto passa em revista uma história de abandono, opressão e preconceito. Expondo assim a ferida aberta por questões cruciais sobre nossa época.  

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Maria Rita Kehl lança nova edição de Deslocamentos do feminino

A obra, publicada originalmente em 1998, foi atualizada na nova edição e dividida em três partes.

Jornal GGN – Maria Rita Kehl recebe o público nesta terça-feira, 20 de setembro, para o lançamento da nova edição de “Deslocamentos do feminino: a mulher freudiana na passagem para a modernidade", pela Boitempo Editorial. O evento, aberto ao público, também estreia a edição #206 da Revista Cult, com dossiê “Dicções femininas na cultura brasileira” e entrevista com Maria Rita. A sessão de autógrafos será a partir das 19h, no Espaço Cult, em São Paulo.

Em “Deslocamentos do feminino”, a psicanalista Maria Rita Kehl investiga as relações entre a mulher, a posição feminina e a feminilidade como se mostravam na transição do século XIX para o XX e quais eram seus anseios reprimidos. Por meio de uma análise do romance “Madame Bovary”, a autora reflete as situações que levaram tantas mulheres à clínica de Sigmund Freud.

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Com Moreira Franco no alvo, Cunha diz que dificilmente Temer conclui mandato

Jornal GGN - Prometendo um livro com os bastidores do impeachment e detalhes sobre a participação de Moreira Franco nas operações do Porto Maravilha, Eduardo Cunha diz que não tem por quê defender um governo que ajudou a cassar seu mandato de deputado federal. 

Na mira da Lava Jato, Cunha tenta passar a imagem de despreocupado com qualquer prisão e centrar esforços em desgastar Temer, afirmando que o hoje presidente não tem "legitimidade" para impor um programa de governo que não foi aprovado nas urnas.

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Mino Carta lança "A vida de Mat", em São Paulo

Jornal GGN – Nesta quinta-feira, 15 de setembro, o jornalista Mino Carta lança seu romance “A vida de Mat”, em São Paulo. O evento, com sessão de autógrafos, será na Livraria Cultura, a partir das 19h.

No livro a realidade e ficção se confundem por meio do personagem principal. Mat, um personagem autobiográfico, transita em dois ambientes: na Itália de sua juventude e no Brasil desfigurado pela ditadura. No primeiro momento o óleo e a terebintina se mesclam em seu pincel e penetram as telas de Mat com fluidez - tão fluidamente quanto os diversos relacionamentos que sua Itália lhe traria - Angelina, Matilda, Assunta, Gar e Nuvem.

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"Quem planta vento colhe tempestade", diz Renan sobre Cunha

Jornal GGN - Os presidentes Renan Calheiros (PMDB) e Rodrigo Maia (DEM), do Senado e Câmara, respectivamente, evitaram bater de frente com Eduardo Cunha (PMDB), que citou a ambos após a cassação de seu mandato, num contexto de inimizade.

No caso de Renan, Cunha o usou para disparar contra o Ministério Público Federal sob Rodrigo Janot, alegando que as ações que correm contra o senador alagoano dão passos de tartaruga, sugerindo perseguição contra si.

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“Tudo por amor” está de volta às livrarias brasileiras

Bertrand Brasil lança "Tudo por amor", da norte-americana Judith McNaught

Jornal GGN – A escritora norte-americana Judith McNaught, volta às livrarias brasileiras com “Tudo por amor”, pela Bertrand Brasil. A autora do best-seller “Whitney, Meu Amor”, já vendeu 30 milhões de exemplares em todo o mundo.  A obra, de volta às prateleiras, é um romance contemporâneo sobre redenção. 

Em “Tudo por amor”, ninguém poderia pensar que Zachary Benedict, ator e diretor de sucesso com um Oscar em sua bagagem, estaria no meio de um escândalo envolvendo a morte de sua ex-mulher, Rachel. Ela morre em uma das cenas do novo filme dirigido por Zack, o que o torna o principal suspeito. Após passar anos na cadeia, acusado injustamente, o ex-diretor traça um plano de fuga. Até que seu caminho cruza com o de Julie.

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Para Jessé Souza, golpe nasceu em junho de 2013

Cientista político e ex-presidente do IPEA lança livro sobre a radiografia do golpe que afastou Dilma do poder
 
 
Jornal GGN – A política é um jogo que, no Brasil, não se vale das regras legais para dar cada lance. A violência das batalhas nesse campo não poupa nem os preceitos Constitucionais, o que é extremante grave, pois o que esperar em uma sociedade em que a justiça só prevalece no papel? E foi analisando o jogo político, imbricado em todas as instâncias de poder, do legislativo ao judiciário, que o cientista político, professor titular da UnB e ex-presidente do IPEA, Jessé Souza escreveu sua mais recente obra “A radiografia do golpe: entenda e como e porque você foi enganado”.
 
Em entrevista que concedeu ao programa “Na sala de visitas com Luis Nassif”, Jessé defendeu que as raízes do golpe de 2016 nasceram de sementes plantadas em junho de 2013. Não que a manifestação iniciada por um grupo puramente de esquerda – Movimento Passe Livre – tivesse esse intuito, mas sim porque a força das ruas foi, posteriormente, manipulada e manejada pela grande imprensa em favor dos objetivos da elite brasileira. No livro, Jessé chega a avaliar as notícias dadas pelo Jornal Nacional, dia após dia, montando a narrativa de que a insatisfação popular era generalizada e baseada na corrupção estritamente Estatal. 
 
Dalí em diante foram construídos os pilares para formular a imagem de Lula e do PT como símbolos da corrupção no seio do Estado, e do poder judiciário e, notadamente, Sérgio Moro, como símbolos da moralidade e salvação do país. 
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Jessé Souza contextualiza histórico do golpe no Sala de Visitas

Mais uma edição do programa onde Luis Nassif também recebe o candidato à vereador, Simão Pedro, e a cantora Blubell 
 
 
Jornal GGN - A edição do "Na sala de visitas com Luis Nassif" desta semana está imperdível, começando pela entrevista com Jessé Souza, professor titular de ciência política na Universidade Federal Fluminense e ex-presidente do IPEA. Jesse acaba de lançar o livro A radiografia do golpe - entenda como e por que você foi enganado. 
 
O livro foi desenvolvido a partir de uma pesquisa recente sobre as classes sociais que Jesse coordenou na frente do instituto de pesquisa, pouco antes de ser afastado pelo governo interino de Michel Temer. O trabalhou permitiu ao professor contextualizar o histórico do golpe “como produto dos conflitos de classe recentes e como jogo de poder”. Jessé explica ainda a raiz da crise fiscal que abalou o governo Dilma, e os verdadeiros interesses por trás da demonização do estado, como uma estrutura incapaz de oferecer serviços de qualidade. 
 
Em relação ao golpe, o professor afirma que uma parte da classe média que apoiou a queda da Dilma começa a perceber as consequências negativas da troca abrupta no poder. "Tem uma parte da classe média, estou estudando isso agora, que é liberal e está assustada. Ela foi enganada, [agora] sabe que foi enganada".
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Contação de histórias infantis na Bienal do Livro

Contação de histórias com o autor Lauro Henriques Jr., nesta terça-feira, na 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Jornal GGN – A criançada que estiver presente nesta terça-feira, dia 30 de agosto, na 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, poderá curtir uma tarde de contação de histórias realizada pela Editora Tordesilhinhas. A partir das 15h, quem comanda a atividade é o autor Lauro Henriques Jr., com trechos do seu livro infantil “O segredo do anel”.

A obra apresenta para os pequenos lições de coragem, lealdade, perseverança e respeito por meio dos diversos contos. O autor, logo após a contação, também irá autografará os livros.

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