Revista GGN

Assine

Moreira Franco

Com sinais a Temer, Cunha emparedou Moreira Franco diretamente

Eduardo Cunha mostra-se menos tolerante em livrar caciques do PMDB e a cúpula do governo de Michel Temer, enquanto é isolado pelas acusações do FI-FGTS na Justiça
 

Foto: Gustavo Lima - Agência Câmara
 
Jornal GGN - Sem grandes ruídos, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, foi ouvido como testemunha do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), nesta terça-feira (16), pela Justiça Federal de Brasília. Mencionado pelo menos 34 vezes pelas delações da Odebrecht, sobretudo pedindo propina para a campanha eleitoral de 2014, e mais recentemente condenado a devolver R$ 2 milhões que teria desviado nas verbas para escolas do Rio de Janeiro, quando era governador do estado em 1987, Moreira Franco foi testemunha enfrentada por Cunha.
 
O caso é ainda outro: as acusações que recaem contra o ex-presidente da Câmara pelo PMDB dizem respeito a desvios no fundo de investimentos do FGTS (FI-FGTS), administrado pela Caixa Econômica Federal. O hoje ministro de Temer e uma das principais sustentações do governo ocupou a vice-presidência de Fundos de Governo e Loterais da Caixa de 2007 e 2010. Em suas perguntas enviadas a Michel Temer, Eduardo Cunha já havia arrolado o nome de Moreira Franco diversas vezes, indicando que o atual ministro e o presidente é que teriam participação nos ilícitos que hoje apenas o investigam.
 
A possível relação de Moreira Franco com o caso é lógica até para os leigos: depois dele, ocupou o mesmo cargo Joaquim Lima e Fábio Cleto, que hoje são réus junto com Eduardo Cunha na mesma ação e apontados como a conexão dentro da Caixa com o peemedebista. 
Média: 5 (2 votos)

Temer faz reunião por aprovação da reforma da Previdência

Foto Valter Campanato/Agência Brasil

Jornal GGN – O domingo foi de trabalho para Michel Temer. Ele reuniu Rodrigo Maia, Eunício Oliveira, Henrique Meirelles, Anônio Imbassahy e Moreira Franco para discutir a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 287, que trata da reforma da Previdência. Juntando os presidentes das duas Casas, o ministro da Fazenda e os detentores das pastas Secretaria de Governo e Secretaria-Geral da Presidência, Temer tenta delinear os próximos passos para conseguir a aprovação da PEC.

Para conseguir a aprovação da reforma da Previdência, 308 deputados, dos 513, deverão dar seu voto a favor. Os governistas acreditam ser agora o tempo de reorganizar a base para perseguir este quórum, que consideram alto.

Leia mais »

Média: 1 (6 votos)

Xadrez de Temer e o caso dos 10 negrinhos

Publicado originalmente em 20 de junho de 2016

Lembrando o poema “O caso dos dez negrinhos”

 

Cinco homens no comando

Irmanados em um trato

Levaram Eduardo Cunha

Restaram apenas quatro.

 

Quatro homens planejando

A grande jogada da vez

Levaram Romero Jucá

Agora, só restam três.

 

Três homens bem assustados

Com o que a Justiça expôs

Chegou a vez do Padilha?

Restarão apenas dois.

 

Leia mais »

Média: 4.8 (41 votos)

Quatro ações questionam no STF 'fraude' que mantém foro privilegiado de Moreira Franco

MP atraiu "desconfiança" por alçar Moreira Franco ao posto de ministro após ser citado em delação premiada (Foto Agência Brasil)

da Rede Brasil Atual

Quatro ações questionam no STF 'fraude' que mantém foro privilegiado de Moreira Franco

Ministra Rosa Weber já deu prazo para presidentes da República, da Câmara e do Senado se manifestarem sobre MP 782 e determinou julgamento pelo plenário da Corte. PT entrou com quarta ação

por Eduardo Maretti, da RBA

São Paulo – Vence entre esta sexta-feira (9) e o início da semana que vem o prazo para pedidos de informações enviados pela ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, aos presidentes da República, Michel Temer; da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e ao presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), sobre três ações diretas de inconstitucionalidade contra a Medida Provisória 782, de 31 de maio, ajuizadas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pela Rede e pelo Psol.

Independentemente das argumentações de cada ação, o alvo final é o foro privilegiado do ministro Moreira Franco. A ministra Rosa Weber já determinou que as ações sejam julgadas pelo plenário do Supremo.

Leia mais »
Média: 5 (2 votos)

Grampo indica negociação de entrevista de Temer na Record em troca de patrocínio

temer_roda_viva_beto_barata_1.jpg
 
Foto: Beto Barata/PR
 
Jornal GGN - Diálogos interceptadas entre o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), o ministro Moreira Franco e Douglas Tavolaro, vice-presidente de jornalismo da TV Record, indicam a negociação de uma entrevista com o presidente Michel Temer em troca do atendimento de demandas da emissora pela Caixa Econômica Federal. 
 
Em umas das conversas, Aécio cobra Moreira Franco para “entrar no circuito com o cara da Caixa”, ao que o ministro diz que já havia encaminhado a demanda da emissora.
 
Segundo reportagem do BuzzFeed, a Caixa confirmou que Moreira Franco pediu um avalição sobre a possibilidade de patrocínio para a Record, “que não foi atendido  por não se enquadrar na política de patrocínio do banco”. 

Leia mais »

Média: 4.4 (7 votos)

Dono de Engevix insinua que Lava Jato não aceitou sua delação contra Temer


Valor Econômico, 4/5/2017

Jornal GGN - O jornal Valor Econômico publico na quinta (4) uma entrevista com José Antunes Sobrinho, empresário e dono da Engevix, na qual ele sinaliza que teve acordo de delação premiada interrompido pela Lava Jato em Curitiba, não por vontade própria. A reportagem perguntou a Antunes se ele desistiu de entregar informações sobre Michel Temer e aliados, como Moreira Franco, e o empresário respondeu: "Não fui eu quem desistiu", e pediu para não falar mais no assunto.

Leia mais »

Média: 3.8 (6 votos)

Em 2014, Temer assumiu pedidos de arrecadação de modo "relevante", diz delator

 
Jornal GGN - Comandando o PMDB na Câmara dos Deputados, Michel Temer não tinha o hábito de pedir propinas e caixa dois diretamente a executivos, papel que era dos atuais ministros do governo Eliseu Padilha e Moreira Franco. Mas no ano de 2014, quando concorria a vice da presidente Dilma Rousseff pela segunda vez, Temer assumiu os pedidos de contribuições financeiras para o partido "de maneira relevante".
 
A afirmação é do executivo da Odebrecht, Claudio Melo Filho, em delação à equipe de procuradores da República da Operação Lava Jato. "O núcleo político organizado do PMDB na Câmara dos Deputados é historicamente liderado por Michel Temer, atual presidente da República. À semelhança do que ocorre no Senado, esse grupo capitaneado por três nomes: Michel Temer, Eliseu Padilha e Moreira Franco", disse em trecho do depoimento.
 
A lógica foi usada por Cláudio Melo Filho para explicar aos investigadores que os valores e porcentagens de repasses da Odebrecht no acerto de contratos junto à Petrobras em benefício dos deputados da sigla eram feitos com Padilha e Moreira Franco.
Média: 4.4 (7 votos)

Ministros de Temer oferecem cargos em troca do fim da "rebeldia" de Renan

Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
 
Jornal GGN - Os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) se reuniram com o senador Renan Calheiros a portas fechadas, na quarta-feira (29), com o intuito de descobrir como acabar com a "rebeldia" do líder do PMDB no Senado.
 
Renan tem dado dores de cabeça ao governo Temer, negando publicamente apoio às reformas impopulares que estão no forno, como a da Previdência e a trabalhista, além de repudiar o projeto de terceirização que está na mesa do presidente da República, aguardando sanção.
Média: 2 (4 votos)

Moreira Franco usou informação falsa ao criticar Dilma por transposição do São Francisco

moreira-franco_elza_fiuza_abr.jpg

Foto: Elza Fiuza/Abr

Da Agência Pública

Ministro usa informação falsa ao criticar Dilma por transposição do São Francisco

por Anna Beatriz Anjos

Moreira Franco disse que governo Temer fez em seis meses o que a ex-presidente não conseguiu em seis anos
 
“Em 6 anos, Dilma não conseguiu entregar as obras de transposição do rio São Francisco. Nós entregamos em seis meses.” – Moreira Franco (PMDB), ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, em postagem no Twitter no dia 17 de março.

Leia mais »

Média: 3.8 (6 votos)

Carne Fraca fará estrago na economia pior que a Lava Jato, diz Moreira Franco


Jornal GGN - O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República Moreira Franco avaliou, nesta segunda (20), que o "estrago" da Operação Carne Fraca sobre a imagem do Brasil já está feito e que, se o governo não conseguir contornar a crise, o impacto disso na economia será ainda pior do que o provocado pela Lava Jato.

Segundo informações do jornal O Globo, Moreira disse que há uma “espetacularização” da cobertura midiática sobre o caso, e que o governo Michel Temer está empenhado em demonstrar a "robustez" do sistema de fiscalização de produção de carne no Brasil, para evitar maiores perdas nas exportações. O setor é responsável por 7,5% do total de produtos enviados ao exterior pelo Brasil, no ano passado.

Leia mais »

Média: 3 (12 votos)

Há Estado de Exceção quando o Supremo usa dois pesos e duas medidas, por Roberto Amaral

Por Roberto Amaral

Na CartaCapital

O Poder Judiciário como fator de insegurança jurídica

O que correntemente denominamos ‘Estado de Direito democrático’, pois há ‘Estados’ para todos os gostos e um extenso cardápio de ‘direitos’ - nossa última Ditadura Militar (1964-1985), por exemplo, era um Estado definido como burocrático-autoritário -, distingue-se pelo fato de estar assentado em uma ordem jurídica legítima, isto é, derivada da soberania popular, e democrática, assim caracterizada pelos direitos assegurados, em igualdade de condições, a todos os cidadãos.

Leia mais »

Média: 4 (14 votos)

Janot vai pedir investigação contra ministros e senadores do PMDB e PSDB, diz jornal

 
Jornal GGN - Rodrigo Janot, procurador-geral da República, deverá pedir a abertura de inquérito ao Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar ministros do governo Michel Temer e também senadores do PMDB e do PSDB citados na delação da Odebrecht.
 
De acordo com a Folha de S. Paulo, a lista do PGR incluiria os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, o presidente do Senado Eunício Oliveira e os senadores Renan Calheiros, Edison Lobão e Romero Jucá, todos do PMDB. Os tucanos Aécio Neves e José Serra também estariam no pedido de Janot. 
 
O PGR também vai pedir o desmembramento para instâncias inferiores de casos de políticos sem foro privilegiado mas também mencionados nas delações da Odebrecht, como Dilma Rousseff, Luiz Inácio Lula da Silva, Guido Mantega e Antonio Palocci.

Leia mais »

Média: 2.3 (9 votos)

A sentença a la carte nas decisões do Supremo, por J. Carlos de Assis

Movimento Brasil Agora

A sentença a la carte nas decisões do Supremo

por J. Carlos de Assis

O Supremo Tribunal Federal acaba de inventar a sentença a la carte, ou sob medida. A lei que se aplica a Lula não é a mesma que se aplica a Moreira Franco. Os fatos fundamentais são os mesmos, ou seja, uma suposta tentativa de fugir da justiça de primeira instância e ganhar foro privilegiado como ministro de Estado, mas a decisão difere em razão da personalidade do paciente da ação. Os detalhes jurídicos são de menor importância. Para a opinião pública, estamos diante de um esbulho do sistema jurídico hipertrofiado.

O que impressiona em tudo isso é que a decisão relativa a Moreira Franco parece bem fundamentada. O chefe do Executivo tem todo o direito de nomear seus ministros independentemente de sua condição jurídica. É uma prerrogativa. A Justiça que se vire para transformar o acusado em réu, e réu em condenado. Um simples indiciado em processo criminal merece, em todos os sistemas civilizados, o benefício da presunção de inocência. O grande problema é: por que esse mesmo princípio não se aplicou a Lula?

Leia mais »

Média: 4.5 (8 votos)

STF é o garante do regime de exceção, por Jeferson Miola

STF é o garante do regime de exceção

por Jeferson Miola

A correta decisão do juiz Celso de Mello mantendo a nomeação do “angorá” Moreira Franco atesta que a decisão do tucano Gilmar Mendes em 18 de março de 2016, que anulou a posse do ex-presidente Lula na Casa Civil, foi um ato de conspiração para desestabilizar o governo e derrubar a Presidente Dilma.

Numa decisão liminar e monocrática, Gilmar seqüestrou a competência privativa da Presidente Dilma de nomear e exonerar seus ministros [Artigo 84 da CF]. Apesar da extrema gravidade e da inconstitucionalidade do ato, a decisão não foi apreciada e revisada pelo plenário do Supremo para não atrapalhar a tramitação final da farsa do impeachment na Câmara.

Nenhuma voz no STF se levantou para interromper a consumação desta aberração jurídica que, evitada, teria mudado o curso da história a partir do protagonismo do Lula no governo.

Leia mais »

Média: 4.6 (19 votos)

A lição de Nietzsche e o moralismo golpista nosso de cada dia, por Miguel do Rosário

de O Cafezinho

A lição de Nietzsche e o moralismo golpista nosso de cada dia

por Miguel do Rosário

A política brasileira é tão complicada, tão cheia de armadilhas sutis, tão… diabólica, que eu não paro de pensar numa frase de Raulzito:

Pena eu não ser burro, não sofria tanto.

Não que eu também não seja burro. Provavelmente sou muito burro, porque não creio que seja possível sobreviver ao mundo de hoje sem uma boa dose de estupidez. Mesmo assim, talvez por não ter a quantidade suficiente de estupidez, eu sofro.

Eu gostaria de fazer algumas observações sobre a coluna de Bernardo Mello Franco, comentada hoje também pelo Tijolaço.

Vou reproduzir aqui o mesmo trecho trazido pelo Tijolaço.

Leia mais »

Média: 4.6 (9 votos)