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Nestor Cerveró

Processo contra Lula com base na delação de Delcídio entra na reta final

Jornal GGN - A ação penal em que Lula é acusado de ser mentor de um plano para comprar o silêncio do delator Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras, está prestes a entrar na reta final. Segundo informações de Época, na segunda (7), o juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, definiu as últimas providências e, em breve, deve abrir prazo para que o Ministério Público Federal apresente as alegações finais.

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Após Cerveró pagar R$ 6 milhões, Moro devolve apartamento em Ipanema

Jornal GGN - Condenado por Sergio Moro a cinco anos de prisão por lavagem de dinheiro, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró conseguiu reaver com o juiz de Curitiba um apartamento em Ipanema que havia sido sequestrado durante a operação da Lava Jato. 

A coluna Radar publicou nesta quarta (8) que, em troca do apartamento, Cerveró teve de depositar em uma conta judicial o valor de R$ 6 milhões. O pagamento foi imposição do Ministério Público Federal.

A coluna observou que, pelo visto "as finanças da figura não minguaram no pós Lava Jato". A sentença contrasta com a polêmica em torno da suposta compra de silêncio de Cerveró pelo senador cassado Delcídio do Amaral. O episódio rendeu a Lula um processo por obstrução de Justiça, em Brasília.

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Lula é intimado a depor sobre delação de Delcídio na Lava Jato

Atualização: A informação de Mônica Bergamo, de que Lula foi intimado a prestar depoimento, não indicava quando a defesa e o ex-presidente foram informados. Segundo o blog do Rovai, que apurou junto aos advogados de Lula, a data de intimação já estava marcada há algum tempo, mas só veio à tona agora.
 
 
Jornal GGN - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi intimado a depor em Brasília, no dia 17 de fevereiro, sobre a investigação de suposta obstrução da Justiça, por tentativa de comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró.
 
O processo é parte da delação do ex-senador Delcídio do Amaral, que sequer foi confirmada pelo próprio executivo, Cerveró. Lula é réu na investigação e irá conceder informações aos investigadores da Operação lava Jato. 
 
A delação de Delcídio foi vazada em março do último ano. Além de acusar o ex-presidente, o ex-parlamentar alvo da Lava Jato delatou que Dilma Rousseff também teria tentado interferir nas investigações, com a ajuda do então ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, quando nomeou Marcelo Navarro para o Superior Tribunal de Justiça (STJ).
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Com exemplo de Cerveró, Lava Jato não pode mudar mira de delações

 
Jornal GGN - Após serem definidos os temas ou miras da Operação Lava Jato, os réus e investigadores não podem incluir acusações novas nos acordos de delação premiada. Foi o que decidiu o então relator Teori Zavascki, em dezembro do ano passado, quando o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró apresentou novos fatos sobre o esquema de corrupção e o Ministério Público Federal (MPF) pediu ao STF a ampliação.
 
Nesta quinta-feira (26), foram tornados públicos anexos e decisões sobre a homologação de depoimentos da Lava Jato no âmbito do Supremo Tribunal Federal, de então relatoria de Teori. Um dos pedidos partia do MPF sobre incluir novos fatos ao acordo com Cerveró.
 
Zavascki negou, argumentando que a alteração do acordo poderia colocar em risco toda a delação original como uso de prova posterior. Segundo o ministro, que faleceu na última semana, a lei não permite incluir mais informações na colaboração.
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Jornal implica Lula em denúncia, repercute e só corrige mais de 3h depois

 
Jornal GGN - Reportagem produzida pelo Estadão Conteúdo modifica a realidade ao afirmar que Bernardo, filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, ao prestar depoimento ao juiz federal Sérgio Moro, em audiência nesta segunda-feira (28), teria mencionado que a pressão sofrida pelo pai era para livrar Luiz Inácio Lula da Silva das investigações da Lava Jato.
 
Bernardo prestou depoimento por videoconferência aos investigadores de Curitiba, para apurar se houve uma tentativa do ex-senador Delcídio do Amaral de obstruir a Justiça nas investigações. Neste contexto, o filho do ex-diretor afirmou que recebeu R$ 50 mil em nome de Delcídio, sob o pretexto de ajudar a família de Nestor, para "comprar o silêncio do pai", sem comprometer os investigados na Lava Jato, entre eles o ex-senador.
 
Mas a ação que apura tentativa de obstruir a Justiça inclui, além de Delcídio, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na banca de investigados. Por outro lado, além da falta de provas contra Lula nos autos, as testemunhas não mencionaram o ex-presidente nessa tentativa de "calar" o investigado da Petrobras, Nestor Cerveró.
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Teori contraria PGR e multa de Cerveró vai integralmente para Petrobras

Jornal GGN - Teori Zavascki, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que a multa devida pelo ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró deve ser paga integralmente para a estatal. 
 
A determinação de Zavascki contraria acerto realizado na delação premiada de Cerveró com a Procuradoria Geral da República (PGR), que previa que 20% dos R$ 17 milhões da multa fossem para os cofres da União e 80% para a Petrobras. 

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Vazamento de procurador da Suíça levou a Lava Jato a Cerveró

Inconformado com o fim de uma megaoperação similar à Lava Jato, envolvendo a Alstom, procurador suíço se vingou vazando o que sabia para os colegas brasileiros

Jornal GGN - Os procuradores brasileiros contaram com a ajuda de um colega da Suíça para chegar a uma "conta secreta" (carteira de investimentos com lastro em banco) que Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras, mantinha naquele país desde os anos 1990, abastecida, inclusive, com propina recebida pela compra da refinaria de Pasadena.

Em um vídeo da delação de Cerveró à força-tarefa da Lava Jato, o ex-diretor revela que vinha sendo investigado na Suíça a reboque de um processo envolvendo a Alstom.

Cerveró diz que numa versão Suíça da Lava Jato, um operador que trabalhava para a Alstom nos contratos com o governo Suíço foi preso, episódio equivalente ao momento em que a força-tarefa tupiniquim chegou ao doleiro Alberto Youssef. Foi quando, lá e aqui, conseguiram desvendar a rede de corrupção que desviava recursos públicos para paraísos fiscais.

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Em prisão domiciliar, delatores da Lava Jato levam vida de luxo

Jornal GGN - Os delatores da Operação Lava Jato, como Fernando Baiano, Sergio Machado e Nestor Cerveró, tem tido uma vida de luxo após firmarem acordos de colaboração premiada e receberam o benefício da prisão domiciliar.

Machado, ex-presidente da Transpetro, cumpre pena em sua casa, uma mansão no litoral de Fortaleza, Ceará. Ele admitiu que recebeu R$ 75 milhões em propina e, após o acordo com o Ministério Público Federal, cumprirá três anos de prisão domiciliar.

Ex-diretor da área internacional da Petrobras, Nestor Cerveró cumpre sua pena em um sítio em Itaipava (RJ), após ter sido preso em Curiiba (PR). Localizado em um condomínio de luxo, o sítio tem 2700 metros quadrados e Cerveró não pode deixar o perímetro de sua residência por um ano e meio, exceto em caso de emergências médicas.

Já Fernando Baiano, lobista condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, cumpre pena desde novembro de 2015 em uma cobertura na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, avaliada em R$ 12 milhões. Apesar de não poder sair do prédio, o condomínio oferece piscina, quadra de tênis, churrasqueira e salão de beleza. 

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Teori envia para o DF denúncia contra Lula

Jornal GGN – O ministro Teori Zavascki, do STF, decidiu enviar para a Justiça do Distrito Federal uma denúncia contra o ex-presidente Lula. Ele é acusado de se envolver em uma trama para evitar a delação do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró.

Zavascki contrariou, assim, a decisão do procurador-geral da República, que queria que o caso ficasse com o juiz Sergio Moro. De acordo com ele, a tentativa de crime teria sido praticada na capital federal e o STF já firmou entendimento que casos que não tenham conexão direta com a corrupção na Petrobras não devem ficar a cargo da Justiça do Paraná.

A denúncia contra Lula também envolve Delcídio Amaral, José Carlos Bumlai, Maurício Bumlai, Andre Esteves, Diogo Ferreira e Edson Ribeiro. De acordo com a PGR, para evitar a delação de Cerveró, eles teriam atuado para lhe pagar R$ 250 mil.

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Dilma rebate Cerveró e proibição de aviões da FAB

 
Jornal GGN - A presidente afastada Dilma Rousseff respondeu às acusações do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, na publicação "Dilma me sacaneou, diz Cerveró, em vídeo, sobre o caso Pasadena", da Folha de S. Paulo. No vídeo, Cerveró mostrava-se irritado com a presidente, por quem disse ter sido "sacaneado" e "jogado no fogo", chamando-a de "maluca". Dilma também posicionou-se, nesta terça (07), sobre a tentativa do governo interino de Michel Temer de a proibir usar aeronaves da Força Aérea para deslocamentos.
 
Por meio de sua assessoria de imprensa, Dilma disse que o ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, "não tem credibilidade e é suspeito de crimes" e acusou o vídeo de um "teatro montado" que não irá "intimidar a senhora presidenta". Dilma afirmou que jamais teve "relação de amizade" e que "jamais teve conhecimento sobre as atividades ilícitas praticadas" pelo ex-executivo na estatal. "Portanto, jamais compactuou com tais condutas", completou.
 
Dilma ainda destacou que a Diretoria Executiva da Petrobras havia comunicado ao Conselho de Administração que Cerveró não entregou as informações necessárias sobre as condições da compra de 50% das ações da Refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, em 2006. E anexou a Ata da Reunião que autorizava a negociação pelo Conselho, datada de 3 de março de 2008:
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Em depoimento, Cerveró diz que "negócio do Collor é dinheiro"

Jornal GGN - Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras, disse que o senador e ex-presidente Fernando Collor (PTB-AL) não arrecada para partido, mas para ele mesmo. Em depoimento para a Procuradoria-Geral da República, Cerveró também disse que o o ex-ministro Pedro Paulo Leoni Ramos "mostrou uma tabela de valores mensais para Fernando Collor" que chegava a na casa dos milhões de reais.

Collor já foi denunciado pelo PGR ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela suposta prática de corrupção e lavagem de dinheiro, e também é alvo de dois inquéritos sobre o tema. O senador disse que o vazamento das declarações é "ilegal e busca covardemente verificar alvos escolhidos junto à opinião pública".

Do Estadão

O negócio do Collor é dinheiro’, afirma Cerveró


Ex-diretor da Petrobrás declarou que senador 'não arrecada para partido, mas para ele mesmo' e diz que ex-ministro lhe mostrou 'tabela de valores mensais para Fernando Collor'

O ex-diretor da área Internacional da Petrobrás Nestor Cerveró citou o senador Fernando Collor (PTB-AL) em suas declarações à Procuradoria-Geral da República, preliminares ao acerto de colaboração premiada que firmou na Operação Lava Jato. Segundo o delator, “o negócio do Collor é dinheiro, ele não arrecada para partido, mas para ele mesmo.”

Cerveró fechou o acordo no dia 18 novembro de 2015. O executivo está preso desde janeiro do ano passado.

No documento entregue ao Ministério Público Federal, o delator afirmou que estudou com Collor no Rio e ‘sabe que o mesmo é rico de família e muito esbanjador’. “Sabe que “o negócio do Collor é dinheiro, ele não arrecada para partido, mas para ele mesmo”.”

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Delação oficial de Cerveró desmonta factoides da imprensa, por Miguel do Rosário

Enviado por Webster Franklin

Do O Cafezinho

 
Miguel do Rosário
 
Reportagem publicada no Valor hoje derruba um montão de factoides divulgados nos últimos dias, sobre a delação de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobrás.
 
O próprio Valor (que também pertence aos barões), para tentar reduzir o vexame passado pelos jornalões, enfatiza que Cerveró "muda versão de propina à campanha de Lula", omitindo dos leitores a explicação, básica, de que as informações anteriores sobre a delação de Cerveró eram baseadas em vazamentos ilegais, parciais e tirados de um processo de "pré-delação".
 
A "mudança" no depoimento de Cerveró evidencia a fragilidade de se basear qualquer denúncia com base em "delações premiadas", feitas por executivos desesperados para não serem "justiçados" por Sergio Moro.

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A sociologia da honestidade de FHC, por Tatiana Carlotti

Enviado por Webster Franklin

Da Carta Maior

 
Apesar do abafamento da mídia, denúncia de propina de R$1 bilhão trouxe à tona os mecanismos de organização da corrupção da era tucana.
 
Tatiana Carlotti
 
Na última segunda-feira, veio a público a outra parte de um depoimento prestado pelo ex-diretor Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, à Procuradoria-Geral da República, em outubro de 2015. Desta vez, o que vazou foi a afirmação de que a negociação da Perez Compancq, empresa argentina adquirida pela Petrobras em 2002, “envolveu uma propina ao Governo FHC de US$ 100 milhões” (R$ 1 bilhão em valor corrigido). Ele disse, também, que cada diretor da empresa argentina havia recebido “US$ 1 milhão como prêmio pela venda da empresa e Oscar Vicente, [que seria diretor da estatal na Argentina, muito próximo de Menem] US$ 6 milhões.
 
A operação teve ampla cobertura da mídia na época. Em 23.07.2002, a Folha de São Paulo, por exemplo, publicava em seu caderno Mercado a chamada “Petrobras paga US$ 1,125 bi por argentina”, informando o fechamento do acordo de compra. E destacava a dívida de US$ 1,9 bi da Pecom Energia, afirmando que a operação só seria formalizada após a sua reestruturação. O acordo seria fechado, em outubro, com um desconto no preço. Quanto?
 
 
Exatos US$ 100 milhões. Leia mais »
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PSDB vai usar o 'ouvi dizer' de Cerveró em ação contra Dilma, por Fernando Brito

Enviado por Webster Franklin

Do Tijolaço

PSDB quer “ouvi dizer” de Cerveró em ação contra Dilma. E o “eu escrevi” de FHC?

Por 

 

O PSDB, que em matéria de oportunismo é “o gatilho mais rápido do Oeste” já se apressa em anunciar que vai usar o depoimento “ouvi dizer” de Nestor Cerveró na ação que move contra Dilma no TSE, sob os cuidados da dupla Dias Tóffoli-Gilmar Mendes.

Cerveró diz que “Fernando Collor disse que havia falado com a Presidente da República, Dilma Rousseff, a qual teria dito que estavam à disposição de Fernando Collor de Mello  a presidência e todas as diretorias da BR Distribuidora”.

É assim,exatamente,  o “eu digo que ele disse que ela teria dito” que está na delação.

Poderíamos sugerir, para uma pesquisa mais fidedigna, que nestes assuntos de Petrobras, procurássemos também dar importância ás fontes primárias de informação.

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O interrogatório sem perguntas de Cerveró, por Fernando Brito

Enviado por Webster Franklin

Do Tijolaço

 
Fernando Brito

Cerveró  – Então eu fui indicado para a diretoria da BR Distribuidora por reconhecimento do Presidente pela ajuda que prestei para resolver aquele problema do empréstimo da Schahin –

Procurador – Sim, o como é que o senhor soube do reconhecimento do presidente Lula a isso?

Cerveró – …. (silêncio)

Procurador – Ele disse isso ao senhor, pessoalmente ou por telefone?

Cerveró – Não, senhor…

Procurador – E como é que o senhor soube disso?

Cerveró – …. (silêncio)

Teria sido assim o interrogatório do senhor Nestor Cerveró  que lhe rendeu redução da pena?

Deve ter sido, porque a “ligação” de Lula à sua nomeação e a razão dela ter sido a “gratidão” presidencial pela operação ocua exatas duas linhas e meia no depoimento premiado de Cerveró, que, há coisa de uma hora, foi liberado pelo “vazador” para ser publicado. Sim, porque duvido que um repórter experiente como o do Estadão fosse “deixar para depois” de ser furado pela Folha que havia uma menção a Lula, justo na primeira página do documento.

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