27 de junho de 2026

Respeito e Vergonha.

Hoje passei a cavidade para dar minha apreciação. Quando li a tópico que Vania colocou sobre: “Não se dá o respeito”, voltei a mil pensamentos e tenho remoído pouco a pouco e agora estou voltando ao mesmo ponto. É importante quando não fica claro, não clareou e não voltei para ler outros comentários.

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Então me chamou a atenção que em minha juventude sempre via como incômoda interpretação. Vergonha na cara e aqui você coloca se der o respeito.  

Antônio Maria já dizia naquela época algo assim:

“Marilda ergueu metade do corpo e recostou no espaldar da cama. Tinha que falar. Um homem nunca se conforma em separar-se sem ouvir, bem direitinho, no mínimo 500 vezes, que a mulher não gosta mais dele, por que e por causa de quem. Já mulher, não (pensava). Basta que o homem lhe diga uma vez que quer ir embora, nasce-lhe um brio, um ódio poderoso, uma espécie de soberba, tão grande, que ela se veste toda, pega um telefone, pede um táxi e sai. Mulher (pensara Marilda, a noite inteira) pode não ter muita vergonha nos outros lugares. Mas, na cara, tem. Mulher não se importa de vestir o menor dos biquínis e deixar que a vejam, horas. Mas não consente que o homem que a despreza lhe olhe a cara, um só minuto.”

Realmente houve esta mudança em relação às mulheres de respeito e sem vergonha, passamos por esta fase para aceitar, concordar e muito se refletiu nas posições que os homens também queriam o direito de ser feliz. Como o exemplo paralelo foi o felino gato podemos seguir seu texto que eles em suas características e preferem a segurança do alto para dormi, estarem e descem para fazer suas necessidades vitais que é muito natural.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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