Jornal GGN – O Banco Central colocou apenas 12,7% do total de cédulas de R$ 200 programadas para circularem no ano de 2020.
Até a última segunda-feira, a autoridade monetária comprou 57,3 milhões de unidades, o equivalente a R$ 11,4 bilhões. Na ocasião do lançamento da cédula, em agosto de 2020, foi anunciada a fabricação de 450 milhões de notas, ou R$ 90 bilhões.
Segundo o jornal Folha de São Paulo, a produção da nota que estampa o lobo-guará contou como justificativa atender a maior demanda por papel-moeda por conta do pagamento do auxílio emergencial.
Também é importante lembrar que, em momentos de crise, as pessoas preferem guardar dinheiro, o que explica o entesouramento – ou seja, quando o papel-moeda não circula na economia – no início da pandemia de covid-19 no Brasil.
Na ocasião, o Banco Central declarou que seriam gastos R$ 113,8 milhões acima do previsto no orçamento anual para que novas cédulas fossem produzidas – o valor também incluiu a impressão de 170 milhões de cédulas de R$ 100 e, desde então, mais de 150 milhões de unidades começaram a circular.
Além desse orçamento extra, o Banco Central contava com recursos da programação normal para compra e distribuição de dinheiro – em julho, a dotação para aquisição de numerário era de R$ 788 milhões, em janeiro era de R$ 635 milhões e em novembro R$ 816 milhões.
carlos elisioc
14 de janeiro de 2021 6:22 amA sabedoria popular, imbatível, desde o inicio, desde antes da impressao da 1a nota, já identificou o fenômeno com uma frase lapidar.
” Será mais fácil ver um lobo guará no seu quintal que uma nota de 200 circulando”
O Povo. Eis aí um grande economista.
Mário Mendonça
14 de janeiro de 2021 10:19 amPergunta isso para quem transporta o dinheiro? O brasil miliciano não é pra amadores!!!