Painel internacional

BC alemão perde influência para países menores

O Banco Central da Alemanha (Bundesbank), que uma vez ditou as taxas de juro do continente europeu, está perdendo influência para nações menores, ao mesmo tempo em que o Banco Central Europeu (BCE) tenta inverter a pior recessão desde a Segunda Guerra Mundial. O foco do presidente do BC alemão, Axel Weber, no combate à inflação a qualquer custo, baseado na hiperinflação alemã durante os anos de 1920, está sob o ataque dos 22 membros do Conselho do BCE, com formuladores de política monetária que vão da Eslovênia ao Chipre querendo promover o crescimento. Weber foi derrotado no mês passado, depois de tentar impedir o banco central de comprar ativos para facilitar o crédito. Sua advertência de dezembro, contra a permissão de que a taxa de juros de referência caísse abaixo dos 2% passou despercebida, enquanto que o BCE cortava a taxa pela metade desse nível no início de maio.

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Reino Unido tem pior queda em 50 anos

The Wall Street Journal

A economia britânica registrou no primeiro trimestre seu mais acentuado declínio em 50 anos, sugerindo que a recessão foi ainda mais dura do que se pensava anteriormente, disse o Escritório Nacional de Estatísticas (ONS, na sigla em inglês) nesta terça-feira. O ONS disse que a economia caiu, em números revisados, 2,4% no primeiro trimestre, que a maior queda desde o segundo trimestre de 1958. O declínio anual na produção foi de 4,9%, maior desde que os registros começaram em 1948.

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Desemprego no Japão e empréstimos estagnados na Europa

Reuters

O desemprego japonês atingiu o seu mais elevado nível em seis anos nesta terça-feira, enquanto os empréstimos bancários da zona do euro se estagnaram, adicionando receios de que uma recuperação significativa da recessão global esteja um pouco distante. O desemprego na Alemanha, maior economia da Europa, aumentou menos que os economistas tinham previsto em junho, mas a taxa de desemprego do Japão atingiu 5,2% em maio, o seu mais alto nível desde setembro de 2003, com o mergulho na demanda por exportações atingindo a segunda maior economia do mundo. Os governos ocidentais tentaram atacar a raiz da crise mundial, o arrocho de crédito, gastando bilhões de dólares para recapitalizar os bancos e levá-los de novo a emprestar. Mas os empréstimos às empresas e famílias na zona do euro cresceram no ritmo mais lento em maio, segundo o Banco Central Europeu (BCE), que sublinha a necessidade de um rápido impacto vindo da injeção recente de liquidez do BCE e compras programadas de títulos.

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Inflação da eurozona fica negativa

BBC NEWS

A taxa anual de inflação da zona do euro passou a ficar negativa em junho, pela primeira vez desde que a moeda única foi introduzida em 1999. Os preços nas 16 nações da zona do euro caíram 0,1% no ano passado, disse a agência de estatísticas Eurostat. A taxa de inflação foi 0% em maio, e a inflação na zona do euro foi arrastada para baixo pela queda dos preços da energia e alimentos, e pela diminuição da procura de bens das empresas e famílias. A meta de inflação do Banco Central Europeu é inferior a 2%.

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Governo suíço deve vender logo sua parte no UBS

A ministra da Economia da Suíça, Doris Leuthard, disse que está confiante que o governo se capaz de vender “relativamente rápido” sua parte no UBS, o maior banco do país em ativos. “Seremos um dos primeiros países (com bancos) sem qualquer envolvimento governamental, disse Leuthard em uma entrevista ontem, em seu escritório em Berna. “O UBS está em um bom caminho. O governo chegou a socorrer o UBS no ano passado, depois que o banco acumulou as maiores perdas decorrentes da crise de crédito entre as instituições europeias. O presidente executivo Oswald Gruebel, que em abril anunciou planos para cortar 7.500 empregos e economizar em torno de 4 bilhões de francos (US$ 3,7 bilhões) até o final do próximo ano, disse que pretende se desvincular do apoio do governo o mais rapidamente possível. O governo suíço, que possui 6 bilhões de francos em notas conversíveis em ações do UBS, comprometeu-se a não vender qualquer ação sem o consentimento do banco, antes de 4 de agosto. O estado ainda pode trocar suas participações por ações ou vender as notas conversíveis obrigatórias.

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