Painel internacional

Confiança europeia sobe mais que esperado

A confiança europeia em relação às perspectivas econômicas aumentou acima do que os economistas previram em agosto, somando-se aos sinais de que a região estaria emergindo da pior recessão em mais de seis décadas. O índice executivo de sentimento do consumidor nos 16 países que usam o euro subiu de 76 em julho para 80,6 em agosto, maior alta desde outubro de 2008, disse hoje a Comissão Europeia em Bruxelas. Economistas tinham previsto um aumento de dois pontos para 78, segundo a mediana de 29 estimativas de uma pesquisa da Bloomberg. A economia da zona do euro se contraiu levemente no segundo trimestre, após seus dois maiores membros, Alemanha e França, inesperadamente voltarem a crescer. A melhoria do comércio mundial aumentou a procura de exportações, e os programas de estímulo do governo reacenderam os gastos domésticos. Os formuladores políticos do Banco Central Europeu, incluindo o presidente Jean-Claude Trichet, avisaram que a recuperação pode enfrentar obstáculos, tais como aumento do desemprego.

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Economia britânica afunda menos que o esperado

BBC NEWS

A taxa de contração da economia do Reino Unido nos três meses de abril a junho foi reduzida pelo Escritório Nacional de Estatísticas (ONS, na sigla em inglês). O produto interno bruto (PIB) foi revisado de queda de 0,8% para 0,7%, na comparação com o trimestre anterior. O declínio ano a ano foi revisto de 5,6% para 5,5%. O ONS informou que a revisão se deve aos resultados melhores que o esperado da produção industrial, combustíveis, atacado e setor automotivo. “(A economia) Parece ter se beneficiado do vigor dos gastos públicos gerais e enfraquecimento das importações, o que conta como positivo nos números do PIB”, disse Stephen Lewis, da corretora Monument Securities.

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Desemprego recorde no Japão

Financial Times

Os preços ao consumidor no Japão caíram em ritmo mais rápido do que o esperado em julho, com o drástico aumento do nível de desemprego, segundo dados divulgados nesta sexta-feira. Ao mesmo tempo, o país se prepara para votar em um novo governo no domingo que possa liderar a recuperação da economia. A taxa de desemprego subiu de 5,4% em junho para 5,7% em julho, – o mais alto nível desde que os registros começaram em 1960 – com as empresas tendo que continuar o corte da força de trabalho e lidar com recém-formados entrando no mercado de trabalho.

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Déficit público da Espanha cairá até 2013

ELPAIS.COM

A idéia concebida no governo espanhol de aumentar impostos, anunciada há alguns dias por vários de seus membros, tem um único objetivo: reduzir o déficit. A intenção do governo é que até 2012 a taxa de déficit caia até a meta desejada por Bruxelas, de 3% do PIB. No entanto, a agência de classificação de crédito Moody’s, disse ontem que não isso vai acontecer até o ano posterior, em 2013. A agência, no entanto acredita que a Espanha é “resiliente”, e afirmou sua avaliação de triplo-A (risco baixíssimo de inadimplência) para o país. “Começa a surgir um esboço crível de como o déficit orçamental pode ficar sob controle, em médio prazo”, diz o relatório da instituição. A Espanha começou a crise com um excedente de 2% do PIB em 2007 e sua dívida foi colocada em 40% do PIB. Até 2009, o déficit deverá atingir 10%.

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Bancos problemáticos nos EUA

CNNMoney.com

O número de instituições na lista de “bancos problemáticos”, assim chamados pelo governo dos EUA, ultrapassou 400 no último trimestre, subindo para o nível mais alto em 15 anos de acordo com relatório oficial publicado na quinta-feira. Os números, publicados como parte de uma ampla pesquisa sobre o sistema bancário do país pela Agência Federal de Seguro de Depósito (FDIC, na sigla em inglês) revelou que o número de bancos em risco de falência atingiu 416 no segundo trimestre. O FDIC, que garante os depósitos bancários, foi atingido por uma grande e dispendiosa onda de falências, trazendo preocupações sobre o tamanho do fundo da agência de seguros. Com efeito, o FDIC informou que o fundo diminuiu em US$ 2,6 bilhões ou 20% durante o trimestre, para US$ 10,4 bilhões. O número de bancos sob escrutínio dos reguladores aumentou progressivamente desde a recessão iniciada no final de 2007. Há um ano, o número de bancos na lista de observação do FDIC era de 117. No final do primeiro trimestre deste ano, o número estava em 305.

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