Painel internacional

JPMorgan e Goldman devem ter lucro e o Citigroup, prejuízo

Os norte-americanos JPMorgan Chase e Goldman Sachs, os maiores bancos a reembolsar o fundo da ajuda dos EUA, provavelmente vão registrar os maiores lucros da indústria bancária no terceiro trimestre, enquanto o Citigroup, que ainda se segura na corda de salvamento do governo, anuncia outra perda. O lucro do JPMorgan pode ter quase quadruplicado para US$ 2,05 bilhões, diante do peso da crise financeira do ano anterior, segundo a média das estimativas dos analistas na pesquisa realizada pela Bloomberg. Os lucros do Goldman Sachs provavelmente quase triplicaram para US$ 2,3 bilhões e a perda esperada do Citigroup é de US$ 2,58 bilhões, o que marcaria o sexto trimestre de perdas entre os oito últimos. “Estamos vendo uma bifurcação do setor bancário entre ricos e pobres”, disse Matt McCormick, um analista do setor bancário da Bahl & Gaynor, de Cincinnati, que administra US$ 2,5 bilhões.

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E mais

Desafios e vantagens do sistema financeiro globalizado

Japoneses estão menos pessimistas

Reino Unido mantém taxa e programa de estímulo

A recuperação das economias asiáticas

Desafios e vantagens do sistema financeiro globalizado

Forbes.com

Enquanto a economia global começa a se recuperar, alguns países que parecem estar cada vez mais atrasados (na retomada) estão culpando o papel global que o seu setor financeiro teve no fomento da crise. O setor de serviços financeiros é um trunfo essencial para todas as economias desenvolvidas. Ela fornece serviços essenciais para a sociedade, gera eficiência macroeconômica e forma um canal de transmissão da política monetária. Benefícios questionáveis? Os formuladores de políticas dos países fortemente dependentes de serviços financeiros já estão questionando a sabedoria de construir a sua economia em torno de um centro financeiro mundial. Embora a aceleração da globalização tenha fornecido a muitos centros financeiros oportunidades sem precedentes, proteger as economias locais dos efeitos do colapso do Lehman Brothers, em setembro de 2008, revelou-se muito mais caro do que se imaginava.

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Japoneses estão menos pessimistas

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O mercado acionário do Japão está em frangalhos, o iene está subindo para níveis que deixam os exportadores em pânico e o novo governo está dividido por brigas internas, depois de apenas três semanas no poder: a visão das ruas, porém, é que as coisas estão melhorando. Pesquisa mensal do governo com os “monitores da economia” – trabalhadores que supostamente têm maior sensibilidade para as tendências econômicas – mostraram uma pequena, mas potencialmente importante melhora em setembro. Os motoristas de táxi, garçons de hotel, caixas de supermercado e barbeiros se sentem um pouco mais confiantes sobre a economia do Japão do que durante o verão (encerrado em setembro no hemisfério norte). A imagem não é de todo positiva, no entanto. Com uma leitura de 43,1, o resultado geral da pesquisa foi melhor do que em agosto, mas qualquer coisa abaixo de 50 indica que o ponto de vista é basicamente negativo – como tem sido por 30 meses consecutivos. O Gabinete do Governo considerou o resultado como prova de que a deterioração da confiança finalmente terminou. A melhora marginal na confiança foi conduzida por uma recuperação das vendas no varejo, que claramente favoreceu os baixos preços nos shopping centers.

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Reino Unido mantém taxa e programa de estímulo

BBC NEWS

O comitê de política monetária do Banco do Inglaterra (banco central) manteve as taxas de juros do Reino Unido em 0,5% ao ano pelo sétimo mês consecutivo, como esperado. O BC também disse que vai continuar com seu programa de bombeamento de 175 bilhões de libras na economia (por meio da recompra de títulos públicos), que afirmou que provavelmente levará mais um mês para ser concluído. As taxas de juros permanecem, enquanto os dados continua a mostrar que a recuperação econômica do Reino Unido continua a ser desigual. Os números do final deste mês poderiam mostrar que o Reino Unido saiu da recessão. O banco acrescentou que irá manter a escala do seu programa de expansão da oferta monetária na economia, política conhecida como flexibilização quantitativa, “em análise”.
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A recuperação das economias asiáticas

As economias asiáticas se recuperaram no segundo trimestre de 2009 com os agressivos estímulos monetários e fiscais amortecendo a (queda na) demanda interna, e o rápido ajuste nos níveis de estoque contiveram a desaceleração na produção industrial. Os fluxos de capital impulsionaram os mercados de ativos e exportações líquidas contribuíram para o crescimento do PIB, enquanto que as importações se contraíram mais rápido que as exportações.

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