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Reitoria da UFRJ sai em defesa da Uerj, Uenf e Uezo

Jornal GGN – A Reitoria da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), divulgou nota demonstrando preocupação com a Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Uenf (Universidade Estadual do Norte Fluminense) e Uezo (Fundação Centro Universitário da Zona Oeste), todas do Estado e todas enfrentando problemas graves com condições financeiras impostas pelo governo.

Na nota, o reitor demonstra inconformidade, pois que a situação do Estado do Rio é resultado de políticas lesivas ao povo, como isenções tributárias sem fundamentos, obras superfaturadas e sonegação fiscal. E as universidades é que arcam com o rombo.

Leia a nota a seguir.

NOTA OFICIAL

A Reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) manifesta extrema preocupação com as condições financeiras impostas à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) e Fundação Centro Universitário da Zona Oeste (Uezo) pelo governo do estado do Rio de Janeiro. O estrangulamento financeiro determinado a essas instituições não se justifica, pois resulta de políticas lesivas ao povo do estado do Rio de Janeiro, como isenções tributárias realizadas sem fundamentos, obras superfaturadas e enorme sonegação fiscal.

Em nome de toda a comunidade acadêmica da UFRJ, a Reitoria solidariza-se com docentes, pesquisadores, técnicos-administrativos e estudantes das referidas instituições na luta pela superação da crise em curso. A crise da Uerj, Uenf e Uezo repercute na produção do conhecimento científico rigoroso do país e, em particular, do estado do Rio de Janeiro, comprometendo as importantes colaborações entre essas instituições e a UFRJ e demais universidades e centros de pesquisa públicos.

Comprometidas com a oferta de ensino superior público, gratuito, inclusivo e de elevada qualidade, a Uerj, Uenf e Uezo são patrimônios da sociedade brasileira e têm cumprido importante papel na defesa dos direitos humanos fundamentais para o bem viver dos povos. A UFRJ reafirma sua confiança em que a mobilização da comunidade científico-acadêmica fortalecerá as lutas de todos aqueles que recusam saídas privatizantes e o desrespeito ao princípio constitucional da gratuidade, um valor que deve ser permanentemente revigorado.

Roberto Leher

Reitor da UFRJ

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