Lava Jato de Curitiba recebeu mais 53 inquéritos do Supremo

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN – O grupo da Polícia Federal que atua na Lava Jato de Curitiba recebeu do Supremo Tribunal Federal mais 53 inquéritos instaurados com base na delação da Odebrecht e que não têm investigadonts com foro privilegiado. O superintendente da PF no Paraná, Maurício Valeixo, disse que não há prazo “para o fim dos trabalhos e assegurou, em entrevista ao GLOBO, que haverá aumento do efetivo que atua na Lava-Jato.”
 
Valeixo também disse que o efetivo da PF deve aumentar nos próximos meses, pois ele precisa de “mais analistas e peritos para auxiliar na apuração de casos que envolvem o sistema Drousys, uma espécie de arquivo digital gigantesco que reúne informações sobre pagamentos de propina da Odebrecht no Brasil e no exterior.”
 
A defesa de Lula questiona a legitimidade e lisura dos documentos que a Lava Jato extrai do Drousys para usar como provas em ações penais, inclusive contra o petista. O ex-advogado da Odebrecht Rodrigo Tacla Duran afirma que o sistema foi manipulado durante a operação e, por isso, as provas devem ser descartadas.
 
O chefe da PF no Paraná negou ao jornal que “haja pressão política do governo do presidente Michel Temer, que tem ministros e parlamentares aliados sendo investigados, para abafar o trabalho da Polícia Federal.”
 
O jornal também publicou que o diretor-geral da PF Fernando Segovia convidou o delegado Márcio Anselmo, que já atuou na raiz da Lava Jato em Curitiba, para comandar a Divisão de Crimes Financeiros. Anselmo está atuando como corregedor da corporação em Vitória (ES) e, segundo “interlocutores do órgão”, aceitou o convite e deve começar nas próximas semanas.

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