A queda da “cortina de ferro” do mundo árabe: varrendo a desesperança como no leste europeu nos anos 1980

Menos uma liderança servil ao Ocidente que cai no O.M.

O que ocorre no mundo árabe, especialmente os distúrbios sociais presenciados na Tunísia, Egito, Iêmem, Bahrein e Líbia, me trazem a lembrança a queda da cortina de ferro, dos regimes comunistas do leste europeu, que, um a um, foram derrubados por levantes populares descontentes com os rumos daqueles países e a falta de horizontes e reformas.

Não afirmo que as causas são as mesmas para o fenômeno social que hoje explode no Oriente Médio, nomeado por alguns de “Neoarabismo”, mas o que se pode enxergar neste momento é o descontentamento da população de países governados com “mão de ferro” por governantes ou governos anti-democráticos, servis ao Ocidente e o esgotamento de lideranças que se mantiveram no poder por décadas.

O preço deste movimento tem sido cobrado por centenas de vidas perdidas nas manifestações reprimidas violentamente pelos governos, como o absurdo vivido na Líbia de Kaddafi, que ordenou o ataque a civis com uso de aviões militares.

 
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