Reajuste do Bolsa Família: governo preserva os mais pobres do “remédio amargo”

Mais pobres preservados do sacrifício fiscal do governo (foto: O Globo)

A coexistência de medidas fiscais duras e das políticas sociais mais incisivas

Apesar de toda polêmica e discussão acerca do corte de cerca de R$50 bilhões do orçamento, o governo anunciou o reajuste de até 45% dos valores pagos pelo Bolsa Família, programa do governo de combate a pobreza e incentivo a educação dos mais pobres.
Se por um lado o governo aperta o cinto nos gastos do setor público, por outro afrouxa, justamente, para quem mais necessita do Estado brasileiro.
Este ajuste da economia no início do governo parece buscar, a primeira vista, reduzir a taxa de crescimento para um patamar sustentável e que impeça o descontrole da relação oferta e demanda.  A alta dos preços provocada por um consumo recorde, do setor público e da sociedade, parece nortear os passos da equipe econômica neste início de mandato da presidenta Dilma.

Mas por outro lado, com o reajuste bem acima da  inflação, parece equilibrar a batalha que se trava dentro do governo sobre os indicadores macroeconômicos e indicadores sociais, e, desta maneira, irriga a economia para o consumo voltado para os setores menos favorecidos da população brasileira.
Não compreendo muito bem o que sejam tais indicadores relativos a macroeconomia do país, mas reconheço que, em meio ao “tiroteio” travado entre desenvolvimentistas e monetaristas, dentro do governo, que tal medida anunciada pelo governo, a despeito do quanto os cortes no orçamento possam freiar o crescimento do país em um primeiro momento, privilegiar com recursos do orçamento público, dinheiro arrecadado com impostos do conjunto da sociedade, me pareça o mais justo para este e qualquer momento, social e politicamente.

 
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