Covid-19 – Balanço de momento: 3,9 milhões de casos, 270 mil mortes e 1,3 milhão de altas, por Felipe Costa

Levando em conta os dados obtidos na manhã de hoje (8/5), eis um resumo geral do que se passa no mundo

Covid-19 – Balanço de momento: 3,9 milhões de casos, 270 mil mortes e 1,3 milhão de altas.

Por Felipe A. P. L. Costa [*]

Este artigo atualiza os números a respeito da pandemia da Covid-19 divulgados em artigo anterior [1].

Levando em conta os dados obtidos na manhã de hoje (8/5), eis um resumo geral do que se passa no mundo:

(A) Em números absolutos, os 20 países mais afetados concentram agora 85% dos casos (de um total de 3.871.718) e 92% das mortes (de um total de 270.118) [2]. Os números continuam a escalar, mas a um ritmo declinante. Em termos globais, a maioria dos países ainda está aquém do topo da curva, mas alguns já começaram a descer o outro lado do morro [3].

(B) Entre esses 20 países, a taxa de letalidade está em 7,5%. Os países que mais empurram a média para cima são Bélgica (16,4%), França (14,9%), Reino Unido (14,8%), Itália (13,9%) e Países Baixos (12,7%). A taxa brasileira está em 6,8%.

(C) Nesses 20 países, cerca de 1,06 milhão de indivíduos receberam alta, o que corresponde a 32% dos casos. China, Suíça, Alemanha e Irã lideram os percentuais de recuperação, todos com mais de 80%. (Fora da lista, os destaques são Austrália, Áustria e Coreia do Sul, todos com mais de 85%.) Em escala global, mais de 1,3 milhão de indivíduos já receberam altas.

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Notas

[*] Para detalhes e informações sobre o livro mais recente do autor, O que é darwinismo (2019), inclusive sobre o modo de aquisição por via postal, faça contato pelo endereço [email protected]. Para conhecer outros livros e artigos, ver aqui.

[1] O balanço anterior pode ser visto aqui. Estou a acompanhar as estatísticas mundiais em dois painéis, ‘Mapping 2019-nCov’ (Johns Hopkins University, EUA) e ‘Worldometer: Coronavirus’ (Dadax, EUA).

[2] Os dois percentuais seguem caindo, uma indicação de que a pandemia cresce em outros países. Embora pareçam estar se acalmando na maior parte da Ásia e da Europa (e em parte da Oceania), os números ainda estão a escalar nas três Américas e na África. Os 20 primeiros países do ranking podem ser arranjados em quatro grupos: (a) Acima de 1 milhão de casos – Estados Unidos; (b) Entre 100 e 500 mil – Espanha, Itália, Reino Unido, Rússia, França, Alemanha, Brasil, Turquia e Irã; (c) Entre 50 e 100 mil – China, Canadá, Peru, Índia e Bélgica; e (d) Entre 25 e 50 mil – Países Baixos, Arábia Saudita, Equador, Suíça e México.

[3] Austrália e, sobretudo, Coreia do Sul – ambos já fora da lista dos ‘20 primeiros’ – seriam dois dos destaques positivos. Para uma introdução ao estudo dos padrões de crescimento, ver as duas primeiras partes do artigo ‘Corpos, gentes, epidemias e… dívidas’ (aqui e aqui).

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