Bolsonaro e Mourão evitam responder sobre saída de Brandão do BB

Após a notícia da possível demissão do presidente do BB, as ações do banco na Bolsa de Valores de São Paulo despencaram nesta quarta

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN – Em meio às polêmicas sobre a demissão ou não do presidente do Banco do Brasil (BB), André Brandão, o presidente Jair Bolsonaro vem evitando se posicionar publicamente.

Questionado por um apoiador na manhã de hoje (14), na saída do Palácio do Alvorada, o mandatário saiu pela tangente, desculpou-se, disse que estava com pressa e que não poderia “gravar”.

A informação que circulou no noticiário esta semana é que Bolsonaro decidiu demitir Brandão, após a proposta de fechamento de 112 agências e a demissão de 5 mil funcionários do banco. O nome, contudo, é de confiança do ministro da Economia, Paulo Guedes, que não quer a saída dele do cargo e estaria tentando convencer o presidente a desistir da demissão.

Após a notícia da possível demissão do presidente do BB, as ações do banco na Bolsa de Valores de São Paulo despencaram nesta quarta (13), fechando com queda de 4,71%.

Ainda sem um posicionamento claro, tanto ele, quanto outros articuladores do governo vêm se desviando do assunto quando são questionados.

Além de Bolsonaro, o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) também evitou comentar a possível saída de André Brandão. O vice também fugiu das perguntas, dizendo que “houve uma comunicação talvez deficiente do banco” ao propor o enxugamento de agências e do quadro pessoal.

“Porque normalmente as pessoas queriam sair eram pessoas que já tinham completado o seu tempo para se aposentar, né, essa é a realidade”, tentou justificar.

“Talvez pouquíssimas pessoas tivessem um rebaixamento de cargo e não pudessem se aposentar. Mas eu acho que a maioria ia se aposentar”, continuou o general, nas suposições.

Leia também:  ANABB se manifesta contra demissões no Banco do Brasil

 

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2 comentários

  1. O governo do irresponsável é a um só tempo bagunçado, desinformado, nau-sem-rumo como deveria ser um governo voltado para a destruição, a desconstrução:
    – A SONY vai sair do país? Ninguém sabia e não se tem o telefone do CEO da empresa no país.
    – A FORD vai deixar o país? Ninguém suspeitava, tanto que compraram carros blindados da montadora.
    – Vai importar seringas? Será que navio traz mais rápido que avião, pergunta o especialista em logística?
    – A coisa vai mal em Manaus? Será que entregar medicação já comprovada, que só ajuda quando há descoberta precoce da infecção, o que não é o padrão no país, ajuda ou engana?
    – Enquanto isto, vamos fazendo aglomerações e campanhas contra máscaras e vacinas.

  2. Acho que o “jeitinho” brasileiro, foi pro pau, agora é guerra, os ignorantes mandando e os outros tentando resistir…o resultado disso daí? Só os próximos dias, meses, nos dirão. Mas a coisa tá feia! Quem viver verá!

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