5 de junho de 2026

PF pede medidas cautelares contra Bolsonaro após caso embaixada

Investigadores não descartam, mas ainda seria cedo para queimar uma prisão preventiva
Bolsonaro na Embaixada da Hungria. Crédito: Reprodução

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A Polícia Federal estuda quais medidas cautelares podem ser aplicadas contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), depois que a denúncia de que o investigado por tramar um golpe de Estado buscou asilo na embaixada da Hungria no início de fevereiro, dias depois de ter o passaporte confiscado. 

O mais provável é que o ex-presidente seja obrigado a usar uma tornozeleira eletrônica. A prisão preventiva não está descartada pelos investigadores, mas ainda não é hora de queimá-la, segundo informações divulgadas pelo jornalista Túlio Amâncio nas redes sociais.

Entenda o caso

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e dois assessores passaram, de acordo com imagens obtidas pelo jornal The New York Times, dois dias asilados na Embaixada da Hungria depois que a Polícia Federal (PF) confiscou o passaporte do ex-mandatário, acusado de planejar um golpe de Estado depois da derrota no pleito de 2022. 

Ao se refugiar em uma embaixada, Bolsonaro adota uma manobra para escapar da Justiça brasileira, pois não pode ser preso legalmente por estar fora do alcance das autoridades nacionais.

As imagens do circuito interno de segurança mostram que o ex-presidente passou duas noites nas dependências da embaixada. Ele chegou ao local na noite de segunda-feira, 12 de fevereiro, e partiu na tarde de quarta-feira, 14 de fevereiro.

Em off, um funcionário da embaixada confirmou o plano de receber Bolsonaro.

Ficção

Em resposta à denúncia do jornal The New York Times, os advogados afirmaram em nota à imprensa que a estadia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na representação em Brasília foi apenas um convite  para conversar “com inúmeras autoridades do país amigo”.

“Quaisquer outras interpretações que extrapolem as informações aqui repassadas se constituem em evidente obra ficcional, sem relação com a realidade dos fatos e são, na prática, mais rol de fake news”, informa a defesa. 

Os advogados apontaram ainda que, como é de conhecimento público, Bolsonaro mantém um bom relacionamento com o premier húngaro e que o ex-mandatário estaria “atualizando os cenários políticos das duas nações”

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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2 Comentários
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  1. Fábio de Oliveira Ribeiro

    25 de março de 2024 8:26 pm

    Dizem que na Hungria um macho nunca fica mais de 4 horas na casa de outro ou deixa um macho ficar na casa dele tanto tempo. Medo de ser considerado um magiar veado, entende? Felizmente Bolsonaro não é magiar, apenas veado. 😂😂😂

  2. Paulo Dantas

    26 de março de 2024 12:31 pm

    A pizza tem um explicação , o embaixador disse em inglês “eu sou hungáro” seu Jair de forma gentil pediu uma pizza.

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