Otimismo a tesouradas

Por Marcio Menezes

Nassif,

Veja que noticia interessante abaixo. Imagine se os empresários daqyui adotassem o mesmo caminho. E queriam que Lula adotasse o caminho do pessimismo.

Medidas tomadas contra a crise começam a demonstrar algum efeito

Financial Times

Ralph Atkins, David Pilling e Krishna Guha

À medida que a economia mundial piora a ponto das profundezas se tornarem insondáveis, surgem sinais de que as ações tomadas podem ter um efeito

Lars Nonbye, diretor geral da empresa Nonbye de produção de placas na Dinamarca, encontrou uma forma de lidar com a desaceleração econômica global. Ele a baniu do local de trabalho. Jornais são recortados para remover os artigos repletos de pessimismo, conversas sobre a crise estão proibidas no início das reuniões e adesivos anticrise são distribuídos aos clientes. “É preciso dizer um basta”, argumentou Nonbye.”

Matéria completa: clique aqui.

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10 comentários

  1. As afiliadas da globo entram
    As afiliadas da globo entram no esquema de quanto pior,melhor.Reportagem em geradora local,afiliada,mostrando o aumento das vendas em supermercados e lojas com “takes” de vídeo mostrando os mesmos cheios,o apresentador arremata,”apesar da grave crise econômica”,não diz nem que é mundial.Outro dia mostrando as papelarias lotadas devido as compras da chamada volta as aulas, os respectivos donos mesmo dizendo que as vendas estão bem melhores que as do ano passado,o repórter sai com essa:a população ignorando a “terrivel” crise econômica.É demais.Será que a ordem vem de cima?Imagine se os anunciantes entram na onda e cortando gastos, pare de veicular suas propagandas nessa rede?Será que não percebem que para atingir a administração do Presidente Lula estão dando um tiro no próprio pé?Esquecem que em cidades do interior a luta para faturar é bem mais aguerrida que nas capitais?Ou são imbecis ou muito cínicos.

  2. A situação aqui é um pouco
    A situação aqui é um pouco capciosa e movediça. Tudo bem, otimismo é a melhor opção sempre, mas seu conteúdo e seus motivos são bastante variáveis, e é com ele que se deve tomar muito cuidado.

    Se ser otimista for equivalente a manter os valores do passado, pois com otimismo eles voltarão a vencer novamente, então o resultado máximo será o de prolongar a crise, antes do próximo passo para baixo, e cada vez mais para baixo.

    Mas não se pode ser pessimista e agarrar-se à crise, como se ela fosse inexorável e definitiva, e isto se faz tentando desbravar o novo caminho adiante.

    Não ser engolido pela crise e manter o ânimo de trabalho é um dos passos fundamentais, mas o passo seguinte será a busca de uma solução inovadora, ou seja, NÃO HÁ UMA ÚNICA CADEIA PRODUTIVA DE ANTES DA CRISE QUE PODERÁ MANTER AS SUAS FORMAS COMO SAÍDA PARA A CRISE, mesmo com a atitude otimista.

    O otimismo deverá levar obrigatoriamente a um novo sistema, a um novo mundo. O anterior acabou.

  3. Acho que ele foi longe
    Acho que ele foi longe demais, mas de certa forma concordo com ele.

    Essa crise tem 90% de sua composição a CATARSE.

    Os outros 10% é porque ainda tem mais pessoas neste mundo acreditando no potencial norte-americano do que de fato existe por lá.

    Quem sabe se não eliminarmos estes 90% da catarse, essa tal CRISE não fique no cantinho dela, sem todo esse pânico e auê que os bancos, multinacionais e a mídia-puramente-comercial estão adorando!!!

    A crise se tornou o que tornou por interesse de alguém. Era um pigmeu e transformaram ela em um pé-grande!!

  4. o tempo passa e tudo aontece
    o tempo passa e tudo aontece em doses homeopáticas. Gostei muito do coment do Luis Horacio. Concordo. Que tal se assumissemos rapido que nada pode ser como antes, e pensássemos em ideias que estabeleçam nova ordem das coisas. Primeiro o valor do trabalho ! Alto valor para isso, a fim de afastar-nos da escravidão. Direito ao Lazer: conheço uma empresa que está encerrando expediente 6ª f. às 14:00 h. O resultado é ótimo na vida das pessoas. E os funcionarios abatem só 4 horas /semana do banco de horas.A presença do governo no tripé basico saude+educação+segurança. Presença maciça do Estado nesses setores. É a chance qu etemos de nao pagarmos por escolas e planos de saude tao caros.

    Mas a crise existe. Gosto de escrever sobre esse assunto, prá ter chance de dizer “eu avisei”, mas sou uma voz num oceano.
    Eu gritei nos blogs por rápida REFORMA TRABALHISTA. Parece até que o governo leu; responderam que se alguém pensa que eles vão fazer reformas prá retirar privilégios, e depois corrigiram, retirar conquistas dos trabalhadores, esse alguém está enganado.
    assim só os proximos 370.000 desempregados de janeiro precisam de uma satisfação.

    Mas não há crise …

  5. NASSIF

    Houve um lema, não
    NASSIF

    Houve um lema, não sei se você lembra:

    Não fale em crise, trabalhe.

    Embora, parece-me, teria sido veiculada no tempo das trevas, a frase é importante e significativa.

    Temos que ter a consciência de que há uma crise mundial, mas não podemos pensar que chegamos ao fim.

    Há muito que se fazer e refazer.

    A primeira coisa é não produzir pânico na população e o governo, nesta parte, agiu muito bem.

    O País como um todo está reagindo bem.

    Acho que iremos passar por mais essa sem grandes ferimentos.

    E temos que ter esperança.

    O Brasil é o celeiro do mundo, que tem fome e precisa se alimentar.

    Na China, há uma seca que está diminuindo a produção agrícola.

    Certamente, venderemos nossos excedentes a bons preços.

    O maior inimigo brasileiro, penso, continua a ser a desastrosa política política econômica do Banco Central.

  6. Proteja-se do Terrorismo
    Proteja-se do Terrorismo Midiatico

    Nassif,

    A propósito deste post, venho complementá-lo com o texto abaixo que recebi e envio por revelar a natureza maquiavélica dessa crise que nos querem impor.

    Proteja-se do Terrorismo Midiático

    Por Mauro Carrara

    Um terrorista que carrega no cinto uma fieira de bombas pode matar 20,
    30, quem sabe 200 pessoas. O terrorista munido de letras infectadas,
    entretanto, maquiavelicamente destrói milhares de negócios e
    empreendimentos. Ele leva à falência seu principal fornecedor,
    afugenta seu parceiro estratégico e, principalmente, espanta seu
    cliente.

    Por trás dos grandes jornais e revistas, instala-se hoje o pior e mais
    covarde terrorista. Ele instaura o medo, e assim paralisa máquinas,
    interrompe projetos e baixa as portas do comércio. Ele deturpa,
    recorta, oculta, edita e espetaculariza a crise internacional. Sua
    guerra é “biológica”. Ele tenta contaminar a tudo e a todos com a
    desconfiança.

    Este é o pior terrorista, o que joga contra você e contra o seu negócio.

    O dicionário Aurélio define terrorismo com absoluta clareza:

    1) Modo de coagir, ameaçar ou influenciar outras pessoas, ou de
    impor-lhes a vontade pelo uso sistemático do terror.

    Esta tem sido justamente a prática de profissionais lotados nas
    redações das principais empresas jornalísticas do Rio de Janeiro e de
    São Paulo, distribuidores de “notícias” para o resto da mídia
    nacional.

    Bombardeio diário

    Os sites desses veículos de comunicação têm realizado um bombardeio
    diário de informações negativas, destinadas a disseminar e ampliar o
    pessimismo entre os brasileiros.

    Perceba: cada número é minuciosamente estudado para que a manchete
    promova receio e apreensão. Mesmo que determinado setor tenha
    experimentado crescimento no ano, logo se encontra uma maneira de
    sensacionalizar algum arrefecimento nos negócios.

    Escreve lá o dedicado redator: “esta é a pior taxa de aceleração numa
    primeira semana de dezembro dos últimos 10 anos no Oeste de Santa
    Catarina”. Ou seja, seleciona-se apenas o que assusta, o que amarra, o
    que bloqueia.

    Este, meu amigo e minha amiga, é o pior terrorista. Ele assassina a
    Matemática. Ele confunde propositalmente diminuição no ritmo de
    aceleração com retração. Até setores que crescem passam a figurar na
    página de más notícias.

    Essa campanha diária tem objetivos obscuros. Os terroristas midiáticos
    tentam parar o Brasil para construir um argumento de contestação
    política. Ainda que nosso país tenha se mostrado capaz de enfrentar os
    efeitos da crise internacional, a imprensa brasileira abusa da auxese.
    Faz com que o cenário pareça muito pior aqui do que lá fora.

    A comparação entre sites jornalísticos brasileiros, norte-americanos e
    europeus é estupefaciente. Faz parecer que a crise é mais destrutiva
    aqui do que lá.

    Ameaça e antídoto

    A mídia terrorista tem atingido parcialmente seu intento. Tem
    imobilizado empreendedores, motivado demissões preventivas,
    interrompido projetos e assustado o consumidor. O terrorista midiático
    cria, portanto, um processo de paranóia coletiva, que pouco a pouco,
    em efeito dominó, derruba o complexo sistema de trocas econômicas.

    Em nome de objetivo egoístas e mesquinhos, politicamente particulares,
    a mídia terrorista está sufocando seu mercado, destruindo seu negócio
    e assassinando o seu sonho.

    O terrorista midiático nunca tem nada a perder. Mercenário de carteira
    assinada ou free-lancer, ele está sempre seguro. E frequentemente seus
    atos de sabotagem lhe rendem generosíssimas gratificações.

    Em suas linhas de retaguarda, alinham-se os cavaleiros do apocalipse,
    como os publicitários nizânicos e certa malta de economistas uspeanos.
    Estes últimos, em suas pavoneações de rádio, atemorizam
    sistematicamente o cidadão. – Não comprem. Não comprem. Não gastem
    dinheiro algum – ordenam, do alto da cátedra.

    Essa, pois, é a receita para que o próprio cidadão, mais à frente,
    perca o emprego. E é nessa perversa reação em cadeia que o terrorista
    midiático aposta todos os dias. Ele conspira para destruir seu
    negócio, para roubar o emprego de seus clientes e consumidores. Enfim,
    ele pretende criar dificuldades para você e para sua família

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