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Leia também:  Bolsonaro volta a elogiar miliciano: Adriano Nóbrega era herói da PM do Rio

17 comentários

  1. MORO SABE DE TUDO SOBRE OS MILICIANOS QUE ELE PROTEGE

    Moro afirmou que Adriano foi assassinado
    13 de fevereiro de 2020, 12:33 , por Jeferson Miola
    Adriano da Nóbrega e Sérgio Moro

    O inconsciente é uma fonte poderosa e confiável da verdade. Através do inconsciente o ser humano revela aquela verdade íntima e profunda que tenta esconder.

    Num ato falho cometido quando explicava a morte do miliciano Adriano da Nóbrega em audiência na Câmara dos Deputados, o ministro Sérgio Moro admitiu que o miliciano aliado dos Bolsonaro foi assassinado.

    Moro rebatia acusação de que sua Gestapo [PF], que não incluiu Adriano na lista dos bandidos mais procurados, estaria protegendo o miliciano aliado e sócio dos Bolsonaro nos negócios políticos do clã.

    MATÉRIA completa: https://www.brasil247.com/blog/moro-afirmou-que-adriano-foi-assassinado?amp&__twitter_impression=true

    Na minha opinião, Moro não colocou o Adriano na lista dos procurados para que o miliciano abaixasse a guarda. Ele não baixou, mas mesmo assim foi assassinado. Todos os dias eu leio´matérias sobre as milícias para saber se o Queiroz ainda está vivo.

  2. Os Bolsobostas batem carteira e gritam “pega ladrão” prá desviarem eventuais perseguidores

    A execução do Miliciano Adriano interessava à família, pois queimou um arquivo vivo.

    E sabe porque o capanga de miliciano $érgio Moro não incluiu o Adriano na lista?

    Advinha:

    “Não era necessário, ele seria encontrado poucos dias depois”.

    Como o $érgio Moro soube que ele seria encontrado poucos dias depois da divulgação da lista de criminosos mais procurados e que, portanto, não era necessário incluí-lo na lista?

    Aliás, segundo o Ministério da Justiça ele não foi incluído na lista não porque seria encontrado poucos dias depois da divulgação da tal lista mas porque “as acusações contra ele não possuem caráter interestadual, requisito essencial para figurar no banco de criminosos de caráter nacional”.

    E agora, $érgio Moro?

    Pelo visto, o Adriano era um One Man Army (Sepultura). 70 policiais para prendê-lo e não obtiveram sucesso.

  3. O CINISMO DO GENERAL AUGUSTO HELENO

    Compaixão com um criminoso, diz Heleno sobre encontro de papa com Lula General Augusto Heleno, chefe do GSI

    O ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno, escreveu hoje em seu Twitter que o encontro do papa Francisco com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi um “gesto de compaixão com um criminoso”. Na mensagem, ele citou condenações de Lula na Justiça e disse que o encontro, realizado ontem, é um “exemplo de solidariedade a malfeitores”…. –

    Gleisi responde ao general Heleno sobre encontro entre Lula e Papa: vai dar murro na mesa?

    Presidente nacional do PT rebateu ataque feito pelo chefe do GSI, general Augusto Heleno, que definiu o encontro entre o Papa Francisco e o ex-presidente Lula como “um exemplo de solidariedade a malfeitores, tão a gosto dos esquerdistas”

    247 – A presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), repudiou o ataque feito pelo chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, ao ex-presidente Lula e ao Papa Francisco, após o encontro entre os dois no Vaticano nesta quinta-feira 13.

    “Parabéns ao Papa Francisco pelo gesto de compaixão. Ele recebeu Lula, no Vaticano. Confraternizar com um criminoso, condenado, em 2ª instância, a mais de 29 anos de prisão, não chega a ser comovente, mas é um exemplo de solidariedade a malfeitores, tão a gosto dos esquerdistas”, postou o militar no Twitter

    Gleisi rebateu: “General Heleno tá nervoso porque o Papa recebeu Lula. Vai dar murro na mesa, @gen_heleno? Fica nervoso não. O papa sabe quem, no Brasil, defende o povo, a justiça e a democracia. E o seu governo não está em condições de dar exemplos”.

    A deputada se referiu a um episódio de junho de 2019, quando Heleno deu um murro na mesa ao reagir revoltado à declaração do ex-presidente Lula, que, em entrevista à TVT, disse enxergar “alguma coisa muito estranha” na facada recebida por Jair Bolsonaro durante a campanha em 2018. O ministro chamou Lula de “canalha”, “desonesto” e pediu prisão perpétua contra o petista.

    Gleisi Hoffmann

    @gleisi
    General Heleno ta nervoso pq o Papa recebeu Lula. Vai dar murro na mesa, @gen_heleno? Fica nervoso não. O papa sabe quem, no Brasil, defende o povo, a justiça e a democracia. E o seu governo não está em condições de dar exemplos

    Gal Heleno, deixe de ser cinico. Malfeitor é o senhor que blinda a tropa de milicianos que gravita em torno do governo Bolsonro. E recebe dois salarios por conta disso. VERGONHOSO!

    Vai bater na mesa novamente ou vai repetir o genocídio do Haiti aqui no Brasil?

    Veja a notícia sobre o massacre no Haiti sob o comando do General Heleno e entenda porque ele odeia tanto o Lula

    FANTASMAS DE MASSACRE NO HAITI ASSOMBRAM GENERAIS DO GOVERNO BOLSONARO

    Na madrugada de 6 de julho de 2005, tropas da Missão de Estabilização da ONU no Haiti (Minustah), comandadas pelo exército brasileiro, fizeram uma operação de “pacificação” na maior favela da capital haitiana, Porto Príncipe, conhecida como Cité Soleil. Segundo testemunhas, cerca de 300 homens fortemente armados invadiram o bairro e assassinaram 63 pessoas, deixando outras 30 feridas.

    Na época, o comandante da Minustah era o general brasileiro Augusto Heleno, hoje, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), responsável pela inteligência do governo de Jair Bolsonaro (PSL).

    A ação foi objeto de uma denúncia na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), baseada em depoimentos de moradores e em relatório elaborado pelo Centro de Justiça Global e da Universidade Harvard (EUA). No documento, a Minustah foi acusada de permitir a ocorrência de abusos, favorecer a impunidade e contribuir para a onda de violência no país caribenho.

    O caso teria causado desconforto no Palácio do Planalto, liderado na época pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Fonte ligada ao Ministério da Defesa confirmou ao Brasil de Fato que o governo brasileiro teria recebido uma solicitação da ONU para substituir o comando das tropas no Haiti, o que foi feito dias depois, com a entrada do general Urano da Teixeira da Matta Bacellar no comando.

    Em resposta às denúncias, assim que assumiu Bacellar afirmou que o número de mortes não coincidia com as informações levantadas pelo exército. Segundo o general, “nove ou dez pessoas” teriam morrido depois de enfrentarem as forças de segurança.

    “Fato é que o [Augusto] Heleno foi removido do Haiti e isso começou a cozinhar a raiva aos governos do PT. O estopim foi realmente a Comissão Nacional da Verdade. Daí pra frente, ele se tornou um militante antipetista”, disse a fonte consultada.

    https://www.brasildefato.com.br/2019/03/18/fantasmas-de-massacre-no-haiti-assombram-generais-do-governo-bolsonaro

  4. Governo dos EUA procura deputada que quer apurar relação Brasil-Cuba nos governos do PT

    A deputada federal Paula Belmonte (Cidadania-DF) recebeu na semana passada, em seu gabinete, integrantes do governo dos Estados Unidos interessados em informações sobre o pedido de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre a relação do Brasil com Cuba nos governos petistas de Lula e Dilma Roussef.

    https://br.noticias.yahoo.com/governo-eua-deputada-brasil-cuba-pt-203342523.html

  5. “Os abecedarianos foram uma seita cristã alemã do século XVI que defendia o analfabetismo. O ponto principal de sua doutrina era o fato de que todo o conhecimento humano, inclusive o alfabeto (cujas primeiras letras deram nome ao grupo: abc) é desnecessário e supérfluo. Para os abecedarianos, somente o conhecimento das Escrituras é útil ao homem, assim mesmo quando realizado através de comunicação direta com o Espírito Santo, nunca pela leitura.Wikipédia”

    Esse regime miliciano fundamentalista e abecedariano, que fez e faz uso de fake news como meio de se conquistar e de se manter no poder, odeia o conhecimento, dai essa guerra insana contra os livros, a educação, o saber, a verdade e a democracia: pelo menos os nazistas de antigamente disfarçavam menos a opção pela ignorância : queimavam livros nas praças : os de hoje deixam-nos às traças….

    Boa leitura

    👇

    https://www.diariodocentrodomundo.com.br/video-livros-raros-da-biblioteca-da-presidencia-sao-empilhados-para-dar-espaco-a-gabinete-de-michelle-bolsonaro/

  6. Pós-democracia

    A cada ataque mais veemente do arbítrio, surgem novos textos opinativos reafirmando a saúde da democracia brasileira. As instituições funcionam, as liberdades sobrevivem, há eleições. Os vaticínios catastróficos da esquerda falharam. O governo de Jair Bolsonaro pode ser medíocre, mas segue os padrões do estado de Direito.

    Essas afirmações dependem de significados muito convenientes de “ditadura” e “fascismo”, baseados no Brasil de 1964 ou em referências estrangeiras de um século atrás. Também reduzem a ideia de democracia a um conjunto de ritos e estruturas burocráticas que pouco significam sozinhos. Os despotismos atuais, tão criticados, usam as mesmas desculpas.

    As eleições passadas transcorreram nos escombros de um golpe parlamentar. Seu fracasso vergonhoso estigmatizou ainda mais a classe política, fortalecendo a agenda revolucionária do bolsonarismo. Nesse ambiente, o apoio midiático à Lava Jato virou uma campanha maciça a favor da ideologia anticorrupção, com óbvios efeitos persuasivos sobre o eleitorado.

    A disputa vencida por Bolsonaro foi tudo, menos democrática. Sua campanha beneficiou-se de um episódio policial suspeito, espalhou ameaças, agrediu oponentes e cometeu crimes eleitorais em escala inédita. Empresas e órgãos públicos engajaram funcionários na militância bolsonarista. Comícios de estudantes foram impedidos, a propaganda petista censurada.

    Mas nada supera a conspiração judicial que tirou da disputa o favorito das pesquisas, julgando seu caso em tempo recorde, condenando-o por “crime indeterminado”. Promotores federais armaram conchavos clandestinos com veículos de comunicação e grupos de militantes para incentivar o voto em Bolsonaro. Enquanto perseguiam seus opositores.

    A tentativa de criminalização do jornalista que revelou esses escândalos mostra o nível de cidadania vigente. Outro “caso isolado”, de tantos que já parecem habituais: manifestações pacíficas oprimidas, vídeos e textos proibidos, apologias oficiais ao nazismo, execuções e atentados impunes, a inviabilização do trabalho de artistas e acadêmicos.

    São as instituições em pleno funcionamento. Os Poderes divergem no máximo entre círculos hipócritas e raivosos, uns dissimulando a perenização da inconstitucionalidade, outros vazios de quaisquer escrúpulos. Legislativo, Judiciário e Executivo se equilibram numa luta por hegemonia, ávidos para imporem suas respectivas agendas antipopulares e despóticas.

    Esse “normal” é o fato consumado, que os negacionistas tratam como a ameaça perpétua de si mesmo. Os sintomas bastam para conhecermos tanto a doença quanto o antídoto democrático que deveria preveni-la. Um Bolsonaro não chega ao Planalto sem que algo tenha se perdido no trajeto, algo cuja ausência nenhuma fantasia resistente conseguirá suprir.

    Revela-se aí o custo da aventura irresponsável que unificou a direita brasileira pela destruição sistemática do lulismo. Não importa a lisura do objetivo. Os métodos foram (ou precisaram ser) ilícitos, e assim passaram a definir a natureza do resultado. O Regime de Exceção é indissociável da tirania de milicianos que ele ajudou a materializar.

    A ausência de rupturas drásticas significa apenas que elas se tornaram desnecessárias. Uma imprensa que naturaliza a tramoia eleitoral da Lava Jato não irrita os censores. Um STF que ignora a suspeição de Sérgio Moro dispensa baionetas. As polícias garantem o silêncio das ruas, enquanto o império da pós-mentira performa sua liberdade de hospício.

    O fascismo jamais destruirá as fontes institucionais de sua obscena legitimação.

    http://guilhermescalzilli.blogspot.com/2020/02/pos-democracia.html

  7. + comentários

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