Estadão critica manutenção de Weintraub como ministro

Em editorial, jornal diz que atual gestor da Educação já teria sido demitido caso Bolsonaro quisesse ter realmente um ministro

Abraham Weintraub, ministro da Educação. Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil (via fotospublicas.com)

Jornal GGN – Depois de dizer que escolher entre Fernando Haddad e Jair Bolsonaro como presidente do Brasil era uma decisão muito difícil, o jornal O Estado de São Paulo começa a direcionar suas críticas à equipe do atual presidente.

O editorial desta terça-feira (11/03) é abertamente crítico à atuação do ministro da Educação, Abraham Weintraub, ressaltando que a pasta tem sido mais desvalorizada a cada dia que ele segue no comando uma vez que o ministro “lança-se numa cruzada permanente contra tudo e contra todos que discordam de suas visões e de seus métodos, incluídos num mesmo balaio a mídia profissional, o Congresso, os partidos políticos e estudiosos das políticas públicas para a área de educação”.

Segundo o editorial do Estadão, os resultados apresentados (ou “a falta deles”) pelo atual ministro seriam suficientes para que ele fosse substituído – “bastaria que seu chefe, o presidente Jair Bolsonaro, quisesse ter entre seus auxiliares diretos um ministro da Educação, e não só um vulgar propalador de suas próprias convicções”.

Porém, Bolsonaro já afirmou que as críticas feitas a Weintraub são um incentivo para mantê-lo no cargo. “Ou seja, a inação do ministro da Educação, além de suas ofensas e grosserias, são mais propensas a lhe valer uma medalha de honra ao mérito do que admoestações, quiçá demissão”. Foi realmente uma decisão muito difícil.

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