Jânio, Singer e o alinhamento da Folha com o Instituto Millenium

O impeachment foi o fator de coesão de grupos dos mais diversos, que tinham em comum o antilulismo. Completado o golpe, com a eleição do inacreditável Jair Bolsonaro, há uma perda de rumo total dos diversos grupos de oposição.

O momento seria de fortalecimento de um centro democrático, tendo como bandeira unificadora a volta da democracia. Em vez disso, cada grupo tratar de juntar forças em torno dele próprio, cada qual apostando em um pós-Bolsonaro e sem conseguir curar as feridas das batalhas anteriores.

É por aí que se entende as movimentações da Folha de S.Paulo, agora sob o comando de Luiz Frias.

O fim da coluna de André Singer, da coluna de 5ª feira de Jânio de Freitas e, ao mesmo tempo, o convite para que Hélio Beltrão Filho e Armínio Fraga sejam colunistas do jornal, é uma volta atrás na ideia de um jornalismo mais plural, como o dos anos 80 e 90. Demonstra o alinhamento total com o ultraliberalismo reunido em torno do Instituto Millenium e da Casa das Garças. Aliás, apresentando as soluções liberais até sobre os problemas de concentração de renda e combate à pobreza – que serão os temas da coluna de Armínio Fraga.

Os ultraliberais ainda não se deram conta de que a construção de um país exige o aprimoramento da ação do Estado, não sua eliminação.

Ao mesmo tempo, o silêncio tonitruante de todos os veículos da Globo – e de todos os jornalistas globais no Twitter – em relação à entrevista que Lula concedeu ao El Pais e à Folha, é um sinal candente de que nem o espectro aterrorizador de Bolsonaro foi capaz de diluir o antilulismo e permitir a consolidação das forças democráticas para a batalha que interessa: civilização vs barbárie..

Aliás, louve-se a capacidade da Globo de impor ordem unida a seus jornalistas. Disciplina militar.

Leia também:  Guerra Híbrida: por que o #UseAmarelo da Folha é bege?, por Wilson Ferreira

 

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29 comentários

  1. A eleição na Espanha demonstra que a extrema direita não tem vez na velha Europa graças a Deus, ha sempre um cordão sanitário para puxar. Já no Brasil com a implosão do PSDB cada grupo tratar de juntar forças em torno dele próprio, os ataques de Doria e Amoedo a Lula de mostra que o pós-Bolsonaro esta tentando se articular Os militares com Mourão o grupo globo com a busca de anti-PT/antilulismo sem duvida as movimentações da Folha de S.Paulo, agora sob o comando de Luiz Frias.

  2. O mesmo aconteceu com o JB aqui no RJ. Colunistas alinhados com a democracia, Tereza Cruvinel um grande exemplo, deixaram o jornal, que também parou de circular (hoje só online) e, pelo que verifico, esta sendo tomado por colunistas alinhados com o atual governo.
    A Folha simplesmente botou o galho dentro e já deve estar negociando verba com o bando de malucos. Quanto a globo, não se trata de ordem unida a jornalistas, pois estes na Globo, em sua maioria, desmerecem a classe se curvando apenas aos salários altos e crachás do Bozó. Ou seja; não necessita esforço algum manter perdulários na linha.

  3. Paz e bem!

    Ocorre que a FSP queimou o filme com a maioria dos setores progressistas, para esses a credibilidade da FSP é baixíssima.

    Isto posto, pra FSP o retorno mais rápido é com os bandos do Instituto Millenium e Casa das Graças.

  4. Sabem que, enquanto os balsonadas ficarem nessas “rugas” de primeira-madona, nada de ruim acontecerá para esses neo (ou velhos, velhotes, escroques et caterva) liberais. Volta à atuar em conjunto com a dinâmica e as necessidades sociais, diga-se, nunca foi parâmetro para essa gentinha e gentalha (diria a hebecamargo, de riqueza só tem o dinheiro…).

  5. De tudo que se observa nas dissertações de analistas mais experimentados, acerca da movimentação de diferentes tendências de pensamento, diante do quadro geral de surrealismo que se apresenta, a impressão que resulta é que nada afinal avança no sentido de trazer ao leitor mediano alguma sensação que possa ir além de pura perplexidade. A discussão não consegue escapar da armadilha consistente em se pautar em temáticas que são os sintomas e não a verdadeira causa do problema que aflige a sociedade brasileira e, até onde se sabe, não é muito diferente do afeta toda a população do planeta. O cientista político e sociólogo Jessé Souza afirma que o problema do pensamento progressista é se deixar pautar pelas temáticas impostas pela emissão conservadora. Ora, por que deve-se discutir e, ao fazê-lo, emprestar legitimidade a formas de pensamento supostamente assentadas em fundamentação teórica científica, como o Liberalismo, se esse modelo já passou por todas as fases de estudos, formulação teórica e experimentação, mutações e, afinal, se revelou um retumbante fracasso? Alguns podem dizer que o modelo liberal carregaria em suas formulações originais algumas virtudes e veleidades humanistas. Mas, há que se reconhecer que, tal modelo se fundamentava numa premissa comprovadamente falsa, consistente, para falar em apenas uma delas, a falácia de que o Mercado, livre de regulamentação legal, seria auto ajustável e proporcionaria o enriquecimento de toda a sociedade e a distribuição de renda e direitos iguais seria uma mera consequência natural dessa liberdade de ação. Sem falar que o Liberalismo já carregava no seu genoma a doença degenerativa que o levaria a sofrer a mutação para o Neoliberalismo. Não seria essa deformação monstruosa a comprovação da tendência natural à auto destruição identificada por Karl Marx, nos seus estudos sobre o Capitalismo, no final do século XIX? Ora, não precisa ser nenhum gênio para saber que um sistema que prevê e estimula a concentração de renda nas mãos de poucos, sem nenhum controle social, está fadado ao desastre que se materializou, em 2008, no principal ícone do Capitalismo e, em 2010, no resto do ocidente, notadamente, na Zona do Euro. Isso deveria ser suficiente para a intelectualidade parar de considerar legítimo esse sistema desastroso. Porém, além da previsão de Karl Marx e da sua aparente comprovação na experimentação do modelo, o resultado catastrófico da aplicação desse modelo já tem até estudo científicamente reconhecido, desenvolvido e publicado por Thomas Piketty, no seu livro O Capitalismo do Século XXI. O Capitalismo, pois, produz, conforme está cientificamente comprovado, concentração de renda e opulência para uma ínfima minoria, que se reproduz por critérios hereditários e não de MERITOCRACIA, em detrimento da fome e da miséria de bilhões de pessoas. Por que é que o sistema conduz a humanidade a um destino de desastre já comprovado cientificamente e experimentado na economia real e não é rejeitado e varrido da face da Terra? É porque aquela ínfima minoria investe pesadamente em propaganda, comprando cérebros em todo o planeta, que se constituem em Institutos e Fundações patrocinadas, como o Arminio Fraga e tantos outros sicários da plutocracia que dispõem de todos os meios e recursos de comunicações patrocinados para difundir as suas falácias, que acabam se consolidando em forma de pensamento hegemônico. Qual é o meio ou a possibilidade que se possa utilizar para confrontar essa hegemonia? Nenhum! Hoje já se sabe que, além do poder da GLOBO e seus tentáculos utilizados para deformar o pensamento das populações de todos os extratos sociais, o Capitalismo hoje dispõe de tecnologias que podem ser impulsionadas com pouco investimento, que as tornam capazes de deformar o discernimento até das populações mas fragilizadas e excluídas que, até bem pouco tempo, nem acesso às emissões tóxicas da Globo alcançavam. Então, uma constatação aparentemente óbvia emerge de todas essas constatações. O sistema Capitalista é, além de auto destrutivo, absolutamente incompatível com qualquer veleidade de DEMOCRACIA. O inimigo do Brasil e da humanidade é, pois, o Sistema, o Capitalismo! Ponto! E como é que se combate e se pode derrotar esse inimigo comum? Não parece haver algum caminho fácil de se fazer esse combate. Mas, uma coisa é certa, é preciso parar de se deixar pautar, discutir e emprestar legitimidade à falsidade intelectual desses efeitos deletérios patrocinados pelo Sistema Capitalista que se produz nos Institutos Millenium, Casa das Garças, Instituto Innovare, República de Curitiba, Fundação “Criança Esperança” do Dallagnol, Antagonista, Folha de São Paulo, Globo, SBT, Record, O Estado de São Paulo e tantas outra ma$$onaria$$ e seus locutores deformados ou patrocinados.

  6. Fica surpreso quem quer. Acredita quem quer que esse pessoal “liberal” é tao diferente assim do boçalnaros. Jamais deram uma palavra em defesa dos Direitos Humanos! Só falam disso quando a ameaça chega perto deles.

    “Liberais”…

  7. a resistencia tb tem de ser férrea,
    sem vacilos, pois disso depende a nossa sobrevivencoia;;;
    como disse o teatrólogo amir hadad, sobreviver – digamos – é
    fundamental, seja como for, dentro da arte, por exemplo,
    pelo menos foi o que entendi……..

  8. Infelizmente a realidade e claro que não falo de casos como os de Singer e Jânio de Freitas, é que muitos jornalistas não se fazem e/ou se tornaram necessários de fato.
    A maioria dos náufragos jornalistas brasileiros da atualidade se encontra nas mãos e garras deste ultraliberalismo, pois não lhes sobra outra boia a salvá-los. E quanto mais ultraliberal for o sistema, maior aumento da precarização desta atividade nas mãos do insensível e insensato mercado. Infelizmente a maioria não cria ou pode criar seu brilho próprio e história como você entre poucos, Nassif. As mudanças mercadológicas, de formas de consumo de informação e as tecnológicas, mesmo nos países ricos tem sido um tsunami a afetar até os grandes e centenários órgãos. No Brasil, há anos que muitas destas empresas de mídia, tecnicamente já estão falidas e insolventes e sendo engolidas. Sem falar das grandes como facebook e google, inclusive com seu youtube que já as ultrapassaram no faturamento em muito e ainda mais pela falta de regras que o sistema virtual com suas artimanhas contábeis para fugir dos impostos locais. Não quiseram regularizar à época do ministro Franklin Martins, e em breve até a globo com seus 10.000 funcionários, será inviabilizada pela netflix e sua centena de funcionários, naquilo que ainda é seu carro forte, mas a já um tanto onerosa central de teledramaturgia. Muitos de seus jornalistas, mesmo com seus talentos e prêmios nem de longe tem a verve empreendedora necessária no presente e são hoje vistos por estarem na tela. Fora disto vão fazer o que mais? Viver atrás de likes em redes sociais? Se não podem refletir fora da globo, não tem a quem tocar a não ser pela fama do momento. Não se esquecer de que os consumidores de plataformas como youtube, facebook, twitter, são “clientes” destas empresas. O titular do canal pode interagir com eles, mas fundamentalmente o “patrão” e o departamento comercial é da plataforma. O dono do canal é mais um dos milhões de “precários” a sujeitarem-se ao sistema, regras e atuação daquela plataforma onde não há garantias plenas de futuro, assim como uber e ifood já são grandes “empregadores” de milhões de precarizados que ainda não sabem calcular se sua atividade realmente está sendo viável ou apenas lhe consome impaciência, tempo e saúde enquanto não aparece outra forma de obter renda. Voltando ao jornalista, penso que seja algo como uma facada diária ao indivíduo que enquanto em sua juventude universitária se inspirou em voar nas asas da liberdade de sua escrita para poder trazer claridade e verdade ao público através de informação, ter de conviver com as estocadas de um sistema que a cada dia lhe tolhe este direito que deveria ser disponível como o oxigênio. Parece que segue cada vez mais aberta a porta que Nassif já vislumbrou a anos, do jornalismo de serviços e cada vez mais nichado. Em época das incertezas, inverdades e desumanidades a pessoa tem de se tornar cada vez mais necessária. Dizem que a tsunami mata mais pessoas não quando chega e os empurram para o continente, mas quando as águas têm de retornar ao oceano e afogam os que deixaram as águas os levarem. Assim me parece que, a mediocridade vai impor o fim dos que não se moverem e não se tornarem necessários.

  9. A Globo e o Estadão estão alinhados. Incrível como nem os colunistas do Estadão deram uma linha sobre a entrevista de Lula, nem para criticar. Eles tentam invibilizar Lula. Contudo, discordo em relação a Folha. Apesar da saída de André Singer e do término da coluna de 5° de Jânio, a Folha, me parece, vem sendo a única a fazer jornalismo independente e de qualidade. Quase todas as grandes denúncias em relação ao governo Bolsonaro saíram da Folha. O Portal Uol/Folha hoje estampou na manchete uma denúncia contra Paulo Preto. Sem falar na entrevista de Lula. A Folha percebeu, antes dos outros, que só sobreviverá quem fizer jornalismo de verdade.

  10. No campo da centro-esquerda, vejo cada grupo priorizando seus mesquinhos interesses.
    No campo da direita, o que sempre foi: cada um priorizando seus mesquinhos interesses.
    Portanto, o caos e a destruição irão prosperar…

  11. Vã esperança.
    Enquanto houver um Frias no comando o jornal não vai mudar. Jânio de Freitas era a única voz divergente da casa. O último jornalista independente por lá.
    E a Globo. Ora, a Globo é a Globo de sempre, só vai piorando com o tempo.

  12. Claro que a Globo consegue manter ordem unida, pois afora os mervais, miriams et caterva que são da panelinha dos Marinhos, os demais são débeis mentais como o Camarotti, o Valdo, a Cantanhede e a Cristina Lobo ou carreiristas como a LoPrete, a Natuza e a Andrea Sadi.

  13. “Os ultraliberais ainda não se deram conta de que a construção de um país exige o aprimoramento da ação do Estado, não sua eliminação.” – Eles são negacionistas, Nassif. Não se pode esperar lucidez deles. Talvez alguma do Armínio Fraga, mas(principalmente) do Hélio Beltrão, não.

  14. Depois a Folha pede desculpas e tudo bem…
    Se a Globo pediu desculpas por apoiar o golpe de 1964 e ficou por isso mesmo, a Folha pode pedir desculpas por apoiar o golpe de 2016 e tudo bem…
    E assim nós, coxinhas e petralhas, vamos tolerando esse tipo de jornalismo.

  15. Dando “nome aos boys”……da wiki…..
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_Millenium

    O Instituto Millenium, também conhecido pelo acrônimo Imil (ou IMIL), é um advocacy think tank brasileiro, com sede no Rio de Janeiro. Foi criado em 2005 pela economista Patrícia Carlos de Andrade e pelo professor de filosofia Denis Rosenfield, para difundir uma visão de mundo liberal, situando-se à direita do espectro político.Conta com o apoio de importantes grupos empresariais e dos meios de comunicação de massa, buscando influenciar a sociedade brasileira através da divulgação das ideias de seus representantes, especialistas e colunistas.
    Índice

    1 História
    2 Atividades
    3 Vinculação ideológica
    4 Financiamento e estrutura
    5 Personalidades associadas

    História

    O Instituto Millenium (Imil) foi fundado em 2005 como “Instituto de Estudos da Realidade Nacional”. Em 2009, o Imil tornou-se uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP).

    Atividades

    O Imil divulga sua visão de mundo através de “seminários, palestras e encontros realizados por todo o país, do contato com a imprensa e a publicação de análises diárias no portal”. Segundo o jornalista e ex-candidato ao governo de São Paulo pelo PSOL, Gilberto Maringoni, as conexões entre o Imil e a grande imprensa tendem a assegurar aos seus filiados do Instituto o espaço midiático dedicado à veiculação do ideário do Instituto.

    Vinculação ideológica

    Oficialmente, o Imil declara-se como “sem vinculação político-partidária”, mas divulga valores de “liberdade individual, direito de propriedade, economia de mercado, democracia representativa, Estado de Direito e limites institucionais à ação do governo”.O Imil, contudo, não se assumia como “liberal”, pelo menos até os anos 2000, pois, segundo sua fundadora, Patrícia Carlos de Andrade, esta palavra seria traduzida erroneamente no Brasil como “direitista” ou “apoiador de ditaduras militares”.Já em 2005, Patricia Andrade assina, como co-autora, artigo publicado no site do Imil, no qual critica a falta de uma “corrente político-cultural de direita moderna, que apresente alternativas de avanço para o País na conclusão da transição entre o forte estatismo que sempre caracterizou a sociedade brasileira e a real democracia de mercado, nunca antes experimentada”.
    O Imil alinha-se com outras instituições similares, brasileiras ou internacionais, entre elas, estão o Instituto Liberal, Movimento Endireita Brasil, Instituto Liberdade, Instituto Ling, Instituto Atlântico, Instituto de Estudos Empresariais, a rede chilena Latinoamerica Libre e a global Atlas Economic Research Foundation.
    Pensadores e articulistas identificados com a direita política também estão entre os fundadores, inspiradores, simpatizantes, especialistas e colaboradores habituais ou eventuais do Imil – vários deles com significativa exposição midiática -, como Alexandre Schwartsman,Bolívar Lamounier, Edmar Bacha, Gustavo Franco, Reinaldo Azevedo,Ali Kamel, entre outros.
    O Imil tem sido apontado como um sucessor dos think tanks IBAD e IPES.

    Financiamento e estrutura

    Ao tornar-se uma OSCIP, o Imil tornou-se apto à “receber doações dedutíveis de Imposto de Renda de pessoas jurídicas de até 2%”.Entre seus mantenedores, parceiros e patrocinadores, já estiveram as grandes empresas de mídia, como o Grupo Abril (revistas Veja e Exame), Grupo OESP (O Estado de S. Paulo) e Grupo RBS (afiliado à Rede Globo no Sul do Brasil) a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ). Também já estiveram entre os mantenedores a segunda maior universidade privada do Brasil (Estácio de Sá), conglomerados industriais (Grupo Gerdau e Suzano), seguradoras (Pottencial e Porto Seguro) e instituições financeiras, como o Bank of America Merrill Lynch. O instituto também aceita doações feitas por pessoas físicas.

    Personalidades associadas

    Entre outros mantenedores e associados notáveis, o Imil possui as seguintes personalidades das cenas cultural, jornalística e empresarial do Brasil:

    Alexandre Schwartsman (ex-diretor de assuntos internacionais do Banco Central do Brasil)
    Armínio Fraga (ex-presidente do Banco Central do Brasil)
    Gustavo Franco (ex-presidente do Banco Central do Brasil)
    Ives Gandra (jurista e advogado)
    João Roberto Marinho (vice-presidente das Organizações Globo)
    Jorge Gerdau Johannpeter (presidente do Grupo Gerdau)
    Judith Brito (diretora superintendente do Grupo Folha)
    Nelson Sirotsky (presidente do Grupo RBS)
    Pedro Bial (ex-apresentador do Big Brother Brasil)
    Ricardo Diniz (vice-presidente do Bank of America Merrill Lynch Brasil)
    William Ling (Instituto Ling)

    O falecido Roberto Civita, presidente do Grupo Abril, também foi um dos conselheiros do Instituto Millenium.

    Entre os membros “convidados”, incluem-se:

    Ali Kamel
    André Franco Montoro Filho
    Carlos Alberto Di Franco
    Carlos Alberto Sardenberg
    Cláudia Costin
    Eugênio Bucci
    Cora Ronai
    Demétrio Magnoli
    Denis Rosenfield
    Guilherme Fiuza
    Gustavo Franco
    Jorge Gerdau
    José Eli da Veiga
    José Padilha
    José Piñera, ex-Ministro da Previdência do Chile (governo Pinochet)
    José Roberto Guzzo
    Mailson da Nóbrega
    Marcelo Neri
    Marcos Cintra
    Merval Pereira
    Nelson Motta
    Paulo Brossard
    Pedro Malan

    Entre os membros da categoria “especialistas”, estão:

    Arnaldo Niskier
    Ives Gandra Martins
    Jorge Maranhão, jornalista da rede Globo
    Luiz Felipe Lampreia
    Marco Antonio Rocha, jornalista de O Estado de S. Paulo
    Rolf Kuntz
    Marcelo Madureira
    Paulo Guedes

  16. a resposta para a mudança de ares dos jornais é simples…infere-se o que Jeferson Monteiro (Dilma Boladona) disse ao Pedro Bial: sucesso é ir contra a situação predominante. O jornalista R. Azevedo já saco isso faz uns meses, até o político M. Malta tbm embarcou nessa dizendo que Lula está certo em dizer que o governo Bolsonaro só tem maluco, artistas e youtubes oportunistas estão no mesmo caminho… Esse profissionais e empresas precisam sobreviver financeiramente.

  17. JANIO
    ” Nos últimos anos, a coluna passou a três vezes semanais e, mais para cá, a duas —as velhas quintas e domingos. Aos 39 anos quase completos, a de quinta, valha a rima, está extinta. A de domingo ainda sai.”

    SINGER
    “Agradeço à Folha o privilégio de ter me permitido dialogar por quase 300 sábados com os seus leitores. ”

  18. O correto é: Folha de São Paulo vai para a extrema-direita. Peguei a idéia de Alexandre Andrada
    @AFS_Andrada
    Coisas que não entendo nessa mundo:
    1) Física Quântica
    2) a Fenomenologia do Espírito:
    3) a razão da imprensa brasileira não utilizar o termo “extrema-direita’ para se referir a Bolsonaro e ao seu governo, já que toda a imprensa estrangeira assim se refere a ele.

    • ” Folha de São Paulo vai para a extrema-direita…?
      O que dirão os bolsominions? A opinião de muitos deles é diametralmente oposta. Em suma, a esquerda bate na Folha, a direita idem. Hilariante.
      Vivemos um momento único, a imprensa tradicional é inimiga comum por razões diferentes. De lascar o cano! A propósito, sem trocadilho, todo tucano sobrevivente está se divertindo.
      Um grande desafio para a democracia brasileira. Um barco correndo um grande risco de ficar à deriva alto mar a dentro.

      • Depois do Última Hora meu pai passou a comprar a FOLHA.
        É tudo tão antigo!!
        Bolsominions “são malucos”. São considerados comunistas, esquerda, todos que contrariem essas criaturas.
        Acabou…..

  19. Bem seu Nassif,vosmecê conhece essa raça melhor que eu,visto que,laborou por la.Também uma familia de sobrenome FRIAS,você quer o que?São muitas FRIAS para uma prole só,vc não acha?

  20. Sendo a FSP um veículo informativo alinhado com a lógica do consumo, não me surpreende a “troca” de articulistas progressistas por outros alinhados com o neoliberalismo. Nada mais espero desse tipo de jornalismo, preocupado em se equilibrar sobre o muro da pretensa neutralidade.
    Por isso leio este veículo e outros blogs , que fazem crítica assertiva desses desastroso momento ao qual estamos, todos e de alguma forma, submetidos.
    Só nossa articulação aos movimentos sociais vai possibilitar a retomada da democracia

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