O fator Alckmin

Lula ainda é o favorito para as eleições. Mas, na eventualidade de uma vitória de Geraldo Alckmin, alguns pontos estariam claros:

1. O homem forte da área econômica seria Yoshiaki Nakano. Apesar do alarido feito pela Casa das Garças (dos economistas financistas do Real), Alckmin não se deixou impressionar pelo discurso. Seu coração pende para as idéias de Nakano.

2. Fernando Henrique Cardoso estaria definitivamente fora do jogo político. Alckmin se considera do time dos políticos que não abre mão do povo. Inclui nessa categoria Mário Covas e o próprio Lula. E exclui explicitamente FHC.

3. Haveria uma aliança imediata com Aécio Neves, que provavelmente forneceria os quadros gerenciais para Alckmin, suprindo sua grande fraqueza que é a falta de conhecimento sobre equipes técnicas.

4. O estilo de administrar de Alckmin, no governo de São Paulo, demonstra que teria enormes dificuldades iniciais. Alckmin ganhou estatura moral na campanha, mas sua fragilidade como gestor não é algo que se resolva em pouco tempo. Provavelmente passará por um longo aprendizado como o de Lula.

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