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Guerra

Guerras fizeram de 2017 pesadelo para crianças, diz Unicef

Foto: Zohra Bensemra/ReutersGarota que fugiu de Kokjali, perto de Mossul, no Iraque, diante de soldado do Exército do país

 
Do DW
 
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) alertou nesta quinta-feira (28/12) para ataques contra crianças pelo mundo. De acordo com a entidade, 2017 foi um dos piores anos para menores em áreas de conflito e cidades sitiadas.
 
 
Menores não somente foram mortos e mutilados em combates, mas também sofreram recrutamentos forçados, foram alvo de violência sexual, mutilações e usados como escudos humanos ou como bombas ambulantes.
 
Em 2017, as crianças foram vítimas de ataques "em uma escala espantosa devido ao desprezo total às normas internacionais que protegem os mais fracos", disse a agência da ONU, em uma avaliação do ano que termina.
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Coreia do Norte x EUA: entenda o conflito que deve se estender por 2018


Teste de míssil nuclear lançado pela Coreia do Norte em julho de 2017 - Foto: Divulgação

Do Diálogos do Sul

Guerra nuclear? Entenda o conflito entre Coreia do Norte e EUA que promete se estender por 2018

Diálogos do Sul traz os principais tópicos da tensão crescente entre os países que têm potencial de levar o mundo a um embate com armas extremamente letais

Por Guilherme Perez e Luiz Otávio Freire (*)

“A visão principal nos Estados Unidos é de que o próprio país e o resto do mundo não conseguirão fazer com que a Coreia do Norte desista de suas armas nucleares sem ir à guerra”. É o que diz Thomas Berger, especialista de política externa do Leste Asiático pela Universidade de Boston.

O professor, ao ser questionado se a postura dos presidentes pode causar uma guerra, diz que “os Estados Unidos e a Coreia do Norte estão envolvidos em uma situação perigosa”. Isso porque após chegada de Trump à presidência dos Estados Unidos, o conflito com a Coreia do Norte tem se tornado cada vez mais delicado.

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Em julgamento alheio a mérito, Gilmar e Barroso brigam por PGR e peemedebistas

Na sessão de hoje, ministros decidiram que Cunha, Rocha Loures, Henrique Alves, Geddel Vieira Lima e outros investigados sejam julgados por primeira instância de Brasília
 

Foto: TSE e STF
 
Jornal GGN - O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os políticos do PMDB denunciados juntamente com o presidente Michel Temer serão julgados pela primeira instância, na Justiça do Distrito Federal. Apesar de não se tratar de decisão de mérito, mas sim qual instância compete o julgamento do caso, o ministro Gilmar Mendes entrou na discussão em defesa dos peemedebistas e voltou a criticar as investigações da Procuradoria-Geral da República (PGR).
 
"Isso é vexaminoso para o tribunal", disse Gilmar, caracterizando as acusações contra os políticos como "serviço mal feito, apressado" que "corta e cola" e "junta o áudio", sem pedir perícia. "O que nós estamos vendo aqui na verdade é a descrição de um grande caos", completou.
 
Já o ministro Luis Roberto Barroso, também ciente de que o julgamento atual não se tratava de entrar no mérito das acusações em si, mas de decidir para qual tribunal levar a denúncia, saiu em defesa da PGR. ""Eu não acho que há uma investigação irresponsável", afirmou.
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Você não Enxerga a Guerra no Horizonte?, por Paul Craig Roberts

 

Você não Enxerga a Guerra no Horizonte?, por Paul Craig Roberts

Traduzido por Ruben Bauer Naveira

De acordo com o noticiário na imprensa britânica, o presidente da Rússia Vladimir Putin instruiu as indústrias da Rússia a se aprontarem de modo a estar aptas a fazer uma rápida transição para a produção de guerra. 

Obviamente, o governo russo não faria tal anúncio a menos que estivesse convencido que o prognóstico de guerra contra o Ocidente fosse real. Já faz algum tempo eu venho enfatizando em meus artigos que a consequência de anos a fio de ações hostis adotadas por Washington e seus vassalos europeus contra a Rússia estava levando à guerra.

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Maia indica preferir 'estabilidade' do que impeachment de Temer


Foto: Beto Barata / PR
 
Jornal GGN - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, afirmou que, se pudesse, votaria contra o seguimento das denúncias contra Michel Temer e que não articulou para assumir a Presidência da República no ápice da crise do mandatário pelo "melhor para o Brasil". A declaração foi feita durante evento realizado pela revista "Veja", nesta segunda-feira (27).
 
Em meio ao impasse do racha entre o então considerado fiel aliado de Temer no início do mandato peemedebista, Maia ressaltou que não fez movimentos para substituir Michel Temer no posto maior do Executivo, quando ele havia sido flagrado nos grampos da JBS, para não gerar instabilidade no país.
 
"Tive a consciência de que não cabia a mim fazer nenhum movimento para ser presidente em cima de uma denúncia. Não trabalhei contra [Temer] e creio que fiz o melhor para o Brasil", disse o parlamentar.
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O risco da desimaginação social, por Boaventura de Souza Santos

A foto não é do século 19. São crianças trabalhando em Bangladesh, dez anos atrás

A foto não é do século 19. São crianças trabalhando em Bangladesh, dez anos atrás

do Outras Palavras

O risco da desimaginação social

Em tempos de crise, capital flerta com hiper individualismo. Segundo sua lógica, competição é o máximo; cabe à cultura, e à religião, aceitar a guerra de todos contra todos

por Boaventura de Souza Santos

O social é o conjunto de dimensões da vida coletiva que não podem ser reduzidas à existência e experiência particular dos indivíduos que compõem uma dada sociedade. Esta definição não é neutra. Define o social pela negativa, o que permite atribuir-lhe uma infinidade de atributos que variam de época para época. É, por outro lado, uma definição eurocêntrica porque pressupõe uma distinção categorial entre o social e o indivíduo, uma distinção que, longe de ser universal ou imemorial, é específica da filosofia e da cultura ocidentais, e nestas só se tornou dominante com o racionalismo, o individualismo e o antropocentrismo renascentista do século XV, os quais viriam a ter em Descartes o seu mais brilhante teorizador. Tanto é assim que a máxima expressão desta filosofia–cogito ergo sum, “penso logo existo”– não tem tradução adequada em muitas línguas e culturas não eurocêntricas. Para muitas destas culturas, a existência de um ser individual é não só problemática como absurda. É o caso das filosofias da África austral e do seu conceito fundamental de Ubuntu, que se pode traduzir por “eu sou porque tu és”, ou seja, eu não existo senão na minha relação com outros. Os africanos não precisaram esperar por Heidegger para conceber o ser como ser-com (Mitsein).

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Vazamento revela plano para guerra financeira contra o Catar

Sugerido por Jackson da Viola

Do The Intercept

VAZAMENTO REVELA PLANO PARA GUERRA FINANCEIRA CONTRA O CATAR E “ROUBO” DA COPA DE 2022
 
Por Ryan Grim, Ben Walsh
 

UM PLANO DELINEADO para que os Emirados Árabes Unidos iniciassem uma guerra financeira contra o Catar, seu rival no Golfo Pérsico, foi encontrado em arquivo de conta de e-mail do embaixador dos Emirados nos Estados Unidos, Yousef al-Otaiba, e posteriormente obtido pelo The Intercept.

O conflito econômico envolveria um ataque ao sistema monetário do Catar por meio de manipulação de títulos públicos e de instrumentos financeiros conhecidos como derivados. O plano, disposto em apresentação de slides, foi acessado por The Intercept por meio do grupo Global Leaks. O objetivo era prejudicar a economia do Catar, de acordo com documentos que mostram a estratégia em linhas gerais.

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O Papel do Brasil da primeira grande guerra.

Um ótimo video, produzido pelo pessoal do Nerdologia, e do Xadrez Verbal, sobre o papel do Brasil na primeira guerra mundial, e sobre suas implicações a medio e longo prazo na vida do pais, e na formação da nova republica.

O golpe chegou na Embrapa, por Ana Guerra

O golpe chegou na Embrapa

por Ana Guerra

 A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), um dos maiores patrimônios públicos do Brasil e reconhecida internacionalmente por sua excelência em ciência e tecnologia, está sob riscos após o golpe contra a democracia ocorrido em 2016.

Empresa idônea em um país com quadro social, político e institucional permanentemente corroído pela corrupção, a instituição agoniza com a burocratização excessiva da atividade científica. Cada vez mais, seus pesquisadores doutores são obrigados a assumir responsabilidades não científicas na gestão de projetos, como o uso obrigatório de inúmeros sistemas eletrônicos inoperantes e não integrados, que os fazem gastar mais tempo em atividades "meio" pouco relevantes, em vez de se concentrarem em atividades "fins" para a construção de conhecimento que envolva pesquisa, desenvolvimento, inovação e transferência de tecnologia em benefício da sociedade brasileira.

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Coreia do Norte diz que Trump declarou guerra por twitter

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Fotos: AP Photo e Evan Vucci
 
Jornal GGN - O ministro do Exterior norte-coreano, Ri Yong Ho, afirmou nesta segunda-feira (25) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou guerra a seu país e que, por isso, o país tem o direito de adotar contramedidas, como abater aviões norte-americanos, ainda que não estiverem em seu espaço aéreo.
 
Para Ri Young Ho, o tweet de Trump publicado neste sábado (23), em um tipo de ameaça contra o chaceler e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, de que "não estarão por perto muito mais tempo" pode signifcar uma declaração de guerra.
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Parem de matar nossos policiais, por Gustavo Roberto Costa

do Coletivo Transforma MP

Parem de matar nossos policiais

por Gustavo Roberto Costa

Os números são chocantes. Neste ano, 91 policiais militares já foram assassinados, somente no Estado do Rio de Janeiro (após o fechamento desta coluna, já foram mais dois). O 91º foi um sargento que fazia patrulhamento pela Favela do Vidigal, Bairro do Leblon [1]. No dia anterior havia ocorrido o enterro de outro policial militar, também morto a tiros em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense [2]. O número de policiais mortos no estado carioca em 2017 já superou o de 2016, quando o número total foi de 77 [3]. Muitos policiais são mortos fora de serviço [4], quando estão voltando para casa ou fazendo os famosos “bicos”. Só em 2016, foram 54 os que morreram em São Paulo nessas circunstâncias [5].

Para além dos números, os agentes estatais deixam filhos, esposas, mães, pais, netos. Uma tragédia de escala monumental. Com o crescimento do número de baixas nos órgãos de segurança pública, duas conclusões se impõem:

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Em guerra com Temer, Globo diz que planos do "queridinho" Meirelles correm risco

Jornal GGN - Em guerra com Michel Temer desde a bombástica delação da JBS, o Grupo Globo deflagrou mais uma rodada de ataques ao presidente, agora usando o "queridinho do mercado" Henrique Meirelles como isca.

No mesmo dia em que portais divulgaram que o DEM e o PSDB fecharam questão sobre a permanência de Temer até o fim do mandato, o jornal O Globo usou quatro colunistas para expôr os conflitos da equipe econômica e sustentar que os problemas políticos de Temer viraram um risco real à economia.

Desde que foi atingido pela Lava Jato, Temer se agarrou fortemente a agenda econômica encampada por Meirelles para se segurar no cargo, se aproveitando do apoio a Meirelles em vários setores, vocalizado na blindagem feita pela grande mídia.

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Em guerra com a Globo, Temer decidiu cobrar as dívidas da emissora

Imagem: Reprodução
 
 
Jornal GGN - Fritado em rede nacional a reboque das revelações da Lava Jato, o governo Michel Temer decidiu declarar guerra à Rede Globo e estaria usando a máquina pública para vencer algumas batalhas. Segundo a coluna de Leandro Mazzini, em O Dia, nesta segunda (17), a União tem cobrado dívidas da empresa dos Marinho até mesmo com o BNDES.
 
"O presidente Michel Temer enviou o ministro Moreira Franco para conversar com a cúpula da TV Globo há dois meses, numa tentativa de trégua. Mas foi em vão. Temer então declarou guerra. E passou a ordenar a execução de eventuais dívidas da emissora com a União, de impostos e de financiamentos no BNDES. No contra-ataque, a emissora determinou a aproximação de seus principais executivos com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, na tentativa de fazê-lo presidente da República. Mesmo que seja por um ano, até a eleição direta."
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STF avalia se atos de guerra não estão imunes à sua jurisdição, por Luiz Felipe Panelli

STF avalia se atos de guerra não estão imunes à sua jurisdição

por Luiz Felipe Panelli

Em meio à convulsão política, o STF decidiu analisar a possibilidade do Poder Judiciário se manifestar a respeito de atos de guerra e suas consequências. Trata-se da Repercussão Geral nº 944, originado a partir de caso em que descendentes de mortos em um ataque perpetrado por submarino alemão a um barco brasileiro em 1943 buscam responsabilizar a Alemanha. Nesse contexto, o STF pode vir a considerar que atos de guerra estrangeiros não estão imunes à jurisdição.

Expliquemos um pouco melhor: existia, na doutrina jurídica, até meados do Século XX, uma distinção forte entre atos administrativos e políticos. Os atos políticos decorriam da autoridade constitucional e eram impassíveis de revisão por parte do Poder Judiciário, ao contrário dos atos administrativos.

O constitucionalismo brasileiro se ateve a tal tradição, impedindo que atos políticos fossem revistos. Aos poucos, esta doutrina passou a ser vista como autoritária; um dos últimos vestígios da sua aplicação se deu nos Atos Institucionais, da ditadura militar, que negavam a possibilidade de revisão judicial (inclusive concessão de habeas-corpus) aos atos da chamada “revolução” (que boa parte dos historiadores hoje chama de “golpe”). A Constituição Federal de 1988 prevê possibilidade irrestrita de revisão judicial desde que haja lesão ou ameaça a direito.

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Síria tornou-se uma "câmara de torturas”, diz Alto comissário da ONU

Cerca de 13,5 milhões de pessoas na Síria precisam receber ajuda humanitária, segundo o Alto Comissariado da ONU para Refugiados

Da Agência Brasil

A “Síria é a pior catástrofe causada pelo ser humano desde a Segunda Guerra Mundial” e virou “um lugar de horror selvagem e de injustiça absoluta”, afirmou nesta terça-feira (14) o alto comissário de Direitos Humanos das Nações Unidas, Zeid Al Hussein. As informações são da ONU News.

O pronunciamento de Al Hussein foi feito durante reunião do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra (Suíça). Segundo ele, o conflito sírio, que completou seis anos este mês, se transformou numa verdadeira “câmara de torturas”.

Zeid disse ainda que os “apelos desesperados feitos pela população de Alepo no ano passado tiveram pouco ou nenhum impacto sobre os líderes mundiais, cuja influência poderia ajudar a pôr um fim ao conflito”.

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