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A contenda econômica entre Brasil e Argentina

Da Agência Brasil

Em resposta à barreira imposta à carne suína, Brasil pode dificultar entrada de produtos argentinos, diz ministro

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, criticou hoje (19) arestrição à entrada de carne suína brasileira na Argentina e disse que, caso a barreira seja mantida, medidas que dificultem a entrada de produtos argentinos no país poderão ser adotadas.

Ao participar do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela EBC Serviços em parceria com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Mendes Ribeiro lembrou que o embaixador do Brasil na Argentina, Enio Cordeiro, deve se reunir ainda na manhã de hoje com o ministro da Agricultura do país vizinho, Norberto Yauhar, para tratar do assunto.

“Eu disse para o ministro [da Agricultura argentino] que a negociação está indo muito bem, mas que precisa continuar indo bem, tendo nossa carne suína liberada. Se não, vamos começar a dificultar a entrada de produtos argentinos e isso não faz bem ao Brasil nem à Argentina e não é isso que quer a presidenta Dilma Rousseff”, disse.

“Queremos uma relação extremamente cordial e respeitosa com o país vizinho e, para isso, queremos o comércio dos nossos suínos reestabelecido”, completou.

Edição: Lílian Beraldo

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Não é uma "contenda econômica" que pode abalar as relações da Argentina com o mundo. Até o Melechon apoia a Argentina quando se trata do essencial:

 

 

O candidato da Frente de Esquerda à presidência da França, Jean-Luc Mélenchon, disse nesta sexta-feira (20) que seu país deve se inspirar na Argentina e reestatizar a gigante de petróleo Total, assim como os sul-americanos decidiram fazer com a YPF, que estava sob o controle da multinacional de origem espanhola Repsol.


Em coletiva a jornalistas estrangeiros, o candidato elogiou os governos progressistas da América Latina e condenou o bloqueio norte-americano a Cuba.

“A nacionalização da YPF é a prova de que a revolução dos cidadãos ainda está ativa. Se conquistarmos o poder, poderíamos nacionalizar a Total exatamente da mesma maneira”, afirmou.

Na entrevista, Mélenchon também criticou as medidas draconianas impostas pela tróica (Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu) a países endividados como Grécia e Portugal, o que empurra a Europa ainda mais para a crise e causa pobreza intolerável.

”Infelizmente as grandes companhias europeias priorizam, em outras partes do mundo, políticas de exploração seguindo o modelo neoliberal, em lugar de buscar uma relação de cooperação. Mas há povos latino-americanos com os recursos e o poder suficiente para se opor a tais práticas, algo que não ocorre na África, onde a situação é desastrosa”, disse.

“Faremos tudo ao nosso alcance para fazer Sarkozy perder. Ao fazermos isso, vamos derrubar o eixo 'Merkozy': o eixo Merkel (chanceler da Alemanha, que enfrentará eleições em outubro do próximo ano)-Sarkozy. Um dos parceiros vai cair e, em seguida, só teremos o outro para eliminar. Dentro de um ano, poderíamos desmontar tudo o que eles alcançaram", disse o candidato, a respeito de apoio no segundo turno.

Mélenchon disse também que o euro tinha favorecido a união do continente, mas havia se valorizado devido à insistência do governo de Berlim. "Precisamos fazer com que o valor do euro caia para que possamos recuperar uma parte dos mercados globais para os nossos produtos", afirmou.

O primeiro turno da eleição francesa será disputado neste domingo (22). O segundo turno, que segundo as pesquisas deve ficar entre o socialista François Hollande e Sarkozy.

Com agências (Veja no Vermelho)

 

 

"Seja realista: exija o impossível"

Para os que adoram atacar a Argentina, mesmo que seja por uma "contenda econômica":

Mauro Santayana: Todos nós somos argentinos

 

O Brasil e a Argentina, sendo os dois maiores países da América do Sul, têm sido alvos preferenciais do domínio euro-americano em nosso continente. A Argentina, sob Cristina Kirchner, depois de anos desastrados de ditadura militar, e do governo caricato e neoliberal de Menen, se confronta com Madri, ao retomar o controle de suas jazidas de petróleo que estava com a Repsol.


Quando um governo entrega, de forma aviltante, os bens nacionais ao estrangeiro, como também ocorreu no Brasil, procede como quem oferece seu corpo no mercado da prostituição. Assim, as medidas de Cristina buscam reparar a abjeção de Menem.

Será um equívoco discutir o conflito de Buenos Aires com Madri dentro dos estreitos limites das relações econômicas. A economia de qualquer país é um meio para assegurar sua soberania e dignidade – não um fim em si mesma.

As elites espanholas, depois da morte de Franco, foram seduzidas pela idéia de que poderiam recuperar sua presença na América Latina, perdida na guerra contra os Estados Unidos e durante a ditadura de quase 40 anos. Já durante o governo de Adolfo Suárez, imaginaram que poderiam, pouco a pouco, readquirir a confiança dos latino-americanos, ofendidos pela intervenção descarada dos Estados Unidos no continente. De certa forma, procediam com inteligência estratégica: a nossa América necessitava de aliados, mesmo frágeis, como era a Península Ibérica, na reconstrução de sua soberania, mutilada pelos governos militares alinhados a Washington.

Mas faltou aos governantes e homens de negócios espanhóis a habilidade diplomática, que se dissimula na modéstia, e lhes sobrou arrogância. Essa arrogância cresceu quando a Espanha foi admitida na União Européia, e passou a receber fartos recursos dos países ricos do Norte, a fim de acertar o passo continental. A sua estratégia foi a de, com parte dos recursos disponíveis, “comprar” empresas e constituir outras em nossos países. Isso os levou a imaginar que poderiam ditar a nossa política externa, como serviçais que foram, e continuam a ser, dos Estados Unidos. A idéia era a de que, em espanhol, os ditados de Washington seriam mais bem ouvidos.

O paroxismo dessa paranóia ocorreu quando José Maria Aznar telefonou ao presidente Duhalde, da Argentina, determinando-lhe que aceitasse as imposições do FMI, sob a ameaça de represálias. E a insolência maior ocorreu, e sob o governo socialista de Zapatero, quando esse heróico matador de paquidermes indefesos, Juan Carlos, mandou que o presidente Chávez (eleito livremente pelo seu povo, sob a fiscalização de observadores internacionais, entre eles o ex-presidente Carter) se calasse, no encontro iberoamericano de Santiago. Um rei matador de elefantes indefesos e sogro de um acusado de peculato – o bem apessoado serviçal da Telefónica de Espanha, Iñaki Urdangarin, pago com lucros obtidos pela empresa na América Latina, principalmente no Brasil.

Os espanhóis parecem não se dar conta de que as suas antigas colônias se tornaram independentes, umas mais cedo – como é o caso da Argentina – e outras mais tarde, embora muitas passassem ao domínio ianque. Imaginaram que podiam fazer o que faziam antes disso no continente – e incluíram o Brasil na geografia de sua presunção.
O Brasil pode e deve, ser solidário com a Argentina, no caso da recuperação, para seu povo, das jazidas petrolíferas da YPF. E manter a nossa posição histórica de reconhecimento da soberania de Buenos Aires sobre o arquipélago das Malvinas.

Que querem os espanhóis em sua gritaria por solidariedade contra a Argentina, pelo mundo afora? Eles saquearam tudo o que puderam, durante o período colonial, em ouro e prata. Usaram esses recursos imensos – assim como os portugueses fizeram com o nosso ouro – a fim de construir castelos e armar exércitos que só se revelaram eficazes na repressão contra o seu próprio povo – como ocorreu na guerra civil.

Durante o seu período de arrogância subsidiada, trataram com desdém os mal chamados iberoamericanos, humilhando e ofendendo brasileiros e hispanoamericanos, aviltando-os ao máximo. Um só ser humano, em sua dignidade, vale mais do que todos os poços de petróleo do mundo. Antes que Cristina Kirchner determinasse a recompra das ações da YPF em poder da Repsol, patrimônio muito maior dos argentinos e de todos os latinoamericanos, sua dignidade, havia sido aviltada, de forma abjeta e continuada, pelas autoridades espanholas no aeroporto de Barajas e em seu território.

Que se queixem agora aos patrões, como seu chanceler, Garcia-Margallo fez, ao chorar nos ombros da senhora Clinton, e busquem a solidariedade de uma Europa em frangalhos. Ou que rearmem a sua Invencível Armada em Cádiz, e desembarquem no Rio da Prata . Isso, se antes, os milhões de jovens desempregados – a melhor parcela de um povo maravilhoso, como é o da Espanha – não resolvam destituir suas elites políticas, corruptas, incompetentes e opressoras, e seu rei tão ocioso quanto descartável.

E, ao final, vale lembrar a viagem histórica que Eva Perón fez à Europa, no auge de sua popularidade. Em Madri, diante da miséria em que se encontrava o povo, ofereceu a Franco, em nome do povo argentino, alguns navios cheios de trigo. O general respondeu que não era necessário, que os celeiros espanhóis estavam cheios de farinha. E Evita replicou, de pronto: ¿entonces, por qué no hacen pan?

Publicado no Blog do Santayana

 

 

"Seja realista: exija o impossível"

La vem a charanga anti-americana, é um CD repetido em qualquer questão que apareça.

 

Luna, gente,

independentemente de qualquer análise de mérito acerca do tema, o Sr. Mendes Ribeiro Filho mostrou que pensa pequeno.

Perdeu uma ótima oportinidade de permanecer calado.

Lamentável.

 

O Brasil vem sendo muito "bonzinho" com as medidas protecionistas de nosso vizinho Argentina, ainda que tenhamos vantagens na balança comercial com los hermanos, eles devem se lembrar a todo instante que somos os maiores importadores de automóveis fabricados por eles, uma baita concessão, pois se deixarmos de comprar esses autos, a indústria automobilista argentina entrará em falência.

 

"A história da humanidade é a história das lutas de classes". Karl Marx

WSobrinho

Bizarro e rídÍculas são as suas afirmações .Vejamos :

 Os F-5 da FAB são de que origem ?. Do PT ?.E os Mirrages ?. Dos USA ?. E os P-3 Orion ?. São fabricados na Embraer ? . E os armamentos dos Mi-35 ?. São fornecidos pelos USA ?. ....MY DEAR BAD WITH ME (Uncle Sam ) ..WORSE WITHOUT ME !... (RUIM COMIGO .PIOR SEM MIGO , UM VELHO DITADO BRASILEIRO) Mr  W.PALHAÇO!.

A propósito , sem Honets , no Supertucanos !

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Mi-35 | Poder Aéreo - Informação e Discussão sobre Aviação Militar ...www.aereo.jor.br/tag/mi-35/

27 jul. 2011 – As bases aéreas da FAB e a defesa do espaço aéreo brasileiro ... de novos helicópteros russos Mi-35 à Força Aérea Brasileira (FAB) – onde foram ... de um lote de 12 helicópteros MI-35 comprados da Rússia por US$ 363

FAB apresenta avião 'quarentão' que patrulhará o pré-salnoticias.terra.com.br/.../0,,OI5386138-EI306,00-FAB+apresenta+avi...

30 set. 2011 – A Força Aérea Brasileira (FAB) apresenta nesta sexta feira seus dois primeiros aviões de patrulha marítima P 3 AM Orion modernizados. ... Mais nova aquisição da Aeronáutica, a aeronave - fabricada na década de 1960 ..

 

Dastanhêda

Tem muito cabeça quente aqui, rosnando contra os países vizinhos.

Pensar que Alemanha e França tiveram duas guerras mundiais, recentemente...e estão aí, inclusive com moeda única.

 

 

Desde a formação do mercosul, a Argentina impoêm restriçoes e medidas dentro do mercosul e particularmente contra o Brasil, porque ele é maior e se deixar correr solto, o mercado brasileiro engole o argentino e os demais. O objetivo de um mercado comum sempre é o de se proteger junto com parceiros próximos e estratégicos contra concorrentes lá fora, porque você abre, guardadas as capacitações de cada um, um mercado muito maior que o local e um mercado externo meio que livre das amarras protecionistas dos demais.

O próprio acordo do mercosul prevê uma série de ações que seus membros podem tomar para equilibrar o jogo.

Ocorre que a idéia de um mercado comum, tem uma condição básica. A excelência de um em um determinado produto ou mercado fará com que os concorrentes dos outros membros ou sejam eliminados da concorrência ou busquem a parceria do membro por excelência. E os membros do mercosul de um modo geral evitam a ferro e a fogo essa situação preferindo ser porta de entrada de outros players, como faz a Argentina com produtos chineses enquanto barra os brasileiros.

Então, o que temos é que é preciso aprofundar e tornar o mercosul um mercado comum de fato e não um mero acordo de barreiras alfandegárias amigáveis que podem se tornar mais ou menos amigável a depender da situação do país em questão.

O Brasil pelo seu tamanho vem tendo, nos governos FGC e LULA uma enorme paciência com o parceiro, mas não pode ficar vítima do paradigma do grandão da escola que não pode bater em ninguem porque é o mais forte e apanha dos demais porque eles sabem que ele não se defende.

Se a Argentina levanta barreiras sem motivo ou motivos frágeis desconsiderando a idéia do mercosul, o Brasil pode e deve fazer o mesmo porque a reciprocidade é o principio balizador da relação entre os povos.

Isso não é agir contra o pais hermano, mas é simples consequencia dos atos.

O mundo está vivendo um período de ansiedade como poucas vezes vimos. Se na década de 90 assistimos crises especulativas que levaram paises em crescimento a derrocada e tivemos uma primeira década de séc XXI com um crescimento do mundo que teve um que de absurdo; vivemos agora uma época sem igual porque a incerteza econômica vem dos paises altamente industrializados e ricos do planeta. Até o mercado comum europeu, um experimento unico que unificou paises diferentes sob um mesmo regime economico e monetário, está fazendo agua, com paises questionando se irão se manter sob o mesmo guarda-chuva. Nesses periodos, proteger sua industria e seu mercado não é coisa de gente burra mas o mínimo que se espera de alguem minimamente razoável. Por isso as ações da Argentina não são coisa de gente louca pura e simplesmente e por isso também o nosso país não pode ser condescendente com seus interesses.

Não é preciso ir à guerra, nem convocar o embaixador, mas simplesmente fazer uso da regulação do próprio mercosul.

Por fim, a Argentina é preciso lembrar, é soberana não só nas atitudes que toma como também em aguentar as consequencias dessas mesmas atitudes. Se espanha e outros irão puni-la porque estatizou empresas estrangeiras, o problema soberano é dela, não é nosso. Se ela levanta barreiras contra seu mais importante parceiro comercial, nós no caso; ela que aguente o processo na mão inversa. Simples assim.

 

 


 No filme GANGÃNTER quando a mulher e o própio sofrem atentado,ele procura um dos chefões,como ele,da máfia pra saber quem foi.Muito vivido e experimentado na vida,o chefão diz que pode ser qualquer um; um policial que vc não pagou,um empregado que vc despediu,uma amante com ciúmes e sobretudo o sucesso.


       Ele continua:Porque é impossível ter sucesso e ser ignorado.O sucesso atrai todos;desde o faxineiro,empregado,concorrente,população e todos em geral.Vc pode escolher entre o sucesso que trás esse tipo de confronto dos fracassados,ou o fracasso que não atrai ninguém e vc viverá em paz.


           NADA A VER COM EIKE BATISTA.


     Mas ,neste instante, a capa UOL é sobre o prejuizo ''das empresas'' dele. Essa é a chamada.


          Verificando a notícia temos umas 20 empresas brasileiras que amargaram prejuizo.E A notícia não se refere as outras trocentas empresas de Eike que deram lucro.


            E pra quem não é do ramo assusta a chamada:


             OGX,de EIKE,AMARGA UM DOS MAIORES PREJUIZOS DA AMAERICA LATINA.


                      http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/04/20/empresas-brasileiras-dominam-ranking-de-prejuizo-na-america-latina.jhtm


            A INVEJA É FO...RD.


            

 

Uma das razões para a compra de 56 F-18 e estaciona-los no Rio Grande do Sul e  em Belém (Air field of Val of Dogs  ).Claro , além de extender a OTAN para uma OTAS com os Brasileinos !.

 

Dastanhêda

F-18 - ridiculo, lembe dos que eles venderam para o Chile, os misseis ficam armazenados dos EUA, e os códigos fonte do sistema ficam em poder deles, que mantêm o poder de cegá-los quando desejarem.


Quanto ao hermanos, acho que o populismo dos Kirchner só faz a Argentina andar para trás.


Seu que devemos estreitar as relações com os hermanos, mas sempre com o pé atrás, pois volta e meia, como Chavez e Morales, procuram um alvo externo para contrapor e fazer marketing interno, ganhar popularidade.


Esta politica errática não  nos deixa confortável para um investimento mais profundo (apesar dos hurras e vivas da turma aqui mais ideológica). Ainda bem que o Nunca Dantes e a nossa Dama Dilma, foram e são a favor da discreção de resultados.


Quanto aos EUA e OTAN (OTAS... deliriou meu amigo), que fiquem longe e efetivemos logo o acordo dos Mirage e aceleremos os planos dos submarinos e do Porta Aviões classe Amazonas (aliás franceses e ingleses se interessaram na parceria), assim que a IV Frota se mantenha distante do Atlantico Sul, aí incluindas as Malvinas.

 

Nada mais inoportuna que essa declaração do ministro. Primeiro porque, se "a negociação está indo bem", porque fazer essa ameaça pública? Está de olho em seus interesses políticos pessoais, o ministro, pensando em valorizar seu passe ante os suinocultores?

Além disso, é inoportuna dadas as circunstâncias políticas. A Argentina está sofrendo uma baita pressão dos nortistas (o tal de primeiro mundo, que fica no hemisfério norte) por causa da YPF. Os EUA ontem mesmo já excluíram a Argentina do regime preferencial, o que vai fazer nossos irmãos sulistas perderem uma preciosa grana em exportações. Por sua vez, a Argentina vai reverter sua decisão contrária à Petrobrás e, com certeza, nossa maior empresa vai ser uma parceira importante da YPF. Lá era hora de engrossar a voz numa emissora pública? Faltou coordenação no pedaço!

Nota bene: a entrevista foi organizada pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República. Num post do colega JB Costa esta manhã, discutiu-se, a propósito da Operação Monte Carlo, a aflitiva ausência de uma comunicação eficiente de parte do Planalto. Tá aqui mais uma prova, agora não só da inoperância no plano interno mas da falta de entrosamento da Comunicação com nossa política externa. A Comunicação, que em qualquer gov. que se preze, é uma área-chave, aqui só consegue produzir programas de entrevistas radiofônicas, coisa que qualquer diplomado de uma escola de comunicações é capaz. E ainda assim, totalmente fora de sintonia com as circunstâncias políticas.

 

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"Quem sabe faz a hora, não espera acontecer", Geraldo Vandré.

Nossos irmãos sulistas? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Aquilo lá morre de inveja do Brasil. Rasgam-se todinhos. Em relação ao Brasil só possuem duas posturas: desprezo por se considerarem melhores  e sacanagem econômica.

Após a criação do mercosul inúmeras vezes impuseram barreiras aos produtos industrializados brasileiros enquanto permaneciam arreganhados para os chineses.

 

A Petrobras uma parceira importante da YPF? A Petrobras é socia da Repsol o pre-sal, como poderá ser parceira da YPG, empresa resultante de uma exporpriação na mão grande?

A Petrobras é market friendly, é corporação de mercado, uma parceria com a YPF roubada vai pegar super mal mas não acredito que a Petrobras vai entrar nessa fria, qual a confiabilidade contratual desses milongueiros que não respeitam sistema juridico?

 

A Petrobrás tem um atuação enorme na Argentina, tanto na explotação como na distribuição de petróleo...

Inclusive perdeu uma área de exploração na Província de Neuquén por falta de investimentos.

Quando Morales nacionalizou refinarias na Bolivia a gritaria foi grande.... mas os investimentos continuaram a chegar.

Os Andrés da vida e as Mirian Leitões podem gritar o que quiserem.... e até tem razão, do ponto de vista deles: um enorme precedente quanto as piratizações foi dado.... 

"Ladran Sancho, señal que passamos!"

 

Flics

Atuação ENORME cuja produção em barris caiu pela metade e a Petrobras está sendo perseguida pela mesma Viuva Profissional há muito temp com concessões cassadas,  má vontade total do Governo argentino, que não simpatizou com a Petrobras comprando a 2ª petroleira da Argentina, a Perez Companc, por US$2,3 bilhões de dolares.

 

na privatizacao, havia no contrato obrigacoes de investimentos e aumento de producao, nos ultimos 8 anos houve queda de 44% producao YPF, uma especie de eletropaulo, manda tudo que entra pra fora, parte como dividendos parte pra matriz mesmo, diga de passagem, com sede em paraiso fiscal e, seus maiores acionistas é tal fundo americano.


consequencia é aumento de importacao, defecit em conta corrente, inflacao, etc,,,,


entre outras, gov argentino quer parceria com petroBRAS, incluindo dobrar participacao no mercado local,,,


O ERRO FOI NO GOVERNO QUE FEZ O REAL, DIGO AUTRAL LA, copeado pelos tucanos aqui, ao entregar petrolifera ao capital estrangeiro, perdeu controle sobre producao e interesse nacional, retomado agora, nao ha portanto, quebra de contratos, so nao cumprimento, e a principio o preco sugerido pela empresa esta sendo aceito pelo governo argentino.


 


imagina a PETROBRAX NA MAO DOS CONTROLADORES DA ELETROPAULO

 

A produção de petroleo e gas caiu pela metade EM TODAS AS PETROLEIRAS que operam na Argentina, incluindo a Petrobras e a Pan American Energy, que é de argentinos. Não foi só na YPF. Ninguem diminui a produção por prazer. A produção caiu por o governo argentinou TABELOU O PREÇO DO GAS E DA GASOLINA EM VALORES IRREAIS para manipular a taxa de inflação. Por exemplo, tabelou a gás a US$2 por BTU/ milhão, quando o preço internacional é de US$9, ai nem a Pan American, os Reis do Gás na Argentina, estão tirando gás do poço.

 

São tão confiáveis quanto os roqueiros do Norte, aqueles que rasgaram o contrato feito com a Embraer.

 

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"Quem sabe faz a hora, não espera acontecer", Geraldo Vandré.

A Argentina pagará pela participação da REPSOL na YPF cerca de R$ 6 bilhões de dólares. Isto é R$ 500milhões de dólares a mais do que vale a participação da espanhola.

Está bom até demais, depois do sucateamento que a privatização provocou na empresa.

 

 

Nada a ver. Essa questão vai parar em arbitragem internacional, a Argentina não vai pagar aqulio que quer, unilateralmente. Isso não existe. Chaves estatizou 2.300 empresas e respeita essa regra, paga o que foi deciddio na arbitragem. Seria ridiculo uma parte sozinha definir o que vai pagar à outra.

A Sinopec comprou 40% da REPSOL BRASIL e pagou US$7.111.000.000 e a Repsol Brasil é muito menor que a YPF.  Essa operação ocorreu em Dezembro de 2010 e por essa avaliação a REPSOL BRASIL estava avaliada a US$17.777.000.000.

E não acredito que a Argentina via pagar nem 6 bilhões de dolares, vai ""milongar"", procastinar, é da indole argentina, vai querer julgar em tribunal argentino, cuja confiabilidade é zero.

 

Porque? A Argentina está sendo ""soberana"" em suas decisões, como sabiamente disse o Ministro das Minas e Energia Edson Lobão, quando a Viuva de La Plata ""expropiou" aa ações da Repsol na YPF.

Portanto nada mais natural do que a Argentina embargar a carne de porco brasileira, estão exercendo sua inatacavel soberania, o Brasil que fique quieto e não reclame.

 

AA,   eu tenho  que  concordar  com vc, nessa, embora não  seja expert no assunto.

 

Não sendo tão irônico, eis aí a questão: Se for pra o bem de todos e a felicidade geral da nação, que atitudes não poderei tomar?

 

Exatamente, assim como soberana seria a decisão do Brasil em tomar alguma medida de reciprocidade ou afim. E a Espanha tem todo o direito de continuar soberanamente o seu chororó...

 

Venho alertando.

 

O mundo fechou, o modelo faliu. A crise continuará se os remédios forem os mesmos que provocaram a doença.

 

Agora é cada um por si, protecionismos cada vez maiores.

 

Farinha pouca, meu pirão primeiro.

...

 

 


 

É nisso que dá colocar um Cordeiro para negociar assuntos suinos.

 

Que modelo faliu? Trata-se de exportação de carne de porco, qual é o modelo?