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A pesquisa Datafolha para o Senado paulista

Da Folha

Aloysio sobe 6 pontos e é 3º para o Senado

Tucano vai de 17% a 23% em uma semana; Marta e Netinho mantêm empate na liderança, com 36% cada um

Tuma está 4º lugar; na disputa para governo do Estado, Alckmin se mantém 28 pontos à frente de Mercadante

UIRÁ MACHADO
DE SÃO PAULO

Marta Suplicy (PT) e Netinho de Paula (PC do B) mantêm a liderança na disputa por duas vagas de senador por São Paulo, mas Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) subiu e é o terceiro colocado.

Segundo pesquisa Datafolha realizada nos dias 21 e 22, o tucano foi o candidato que mais cresceu na última semana. Ele passou de 17% para 23% das intenções de voto.

Os líderes Marta e Netinho têm 36% cada um.

Em quarto lugar está Romeu Tuma, que passou de 22% para 21%.

ComoComo a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, Tuma e Aloysio estão empatados tecnicamente, mas o tucano tem vantagem numérica.O crescimento de Aloysio -tendência que ele vem mantendo desde o início da campanha, quando tinha 4%- sugere a possibilidade de a disputa ficar embolada na reta final.

"Como ele é o candidato de Geraldo Alckmin (PSDB), que deve ter forte votação, existe a possibilidade de a chapa carregar votos para Aloysio. Sobretudo porque os eleitores costumam levar a cola produzida pelas partidos", diz Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha.
Além disso, Aloysio se beneficia pela grande exposição na TV, já que herdou o horário eleitoral de Orestes Quércia (PMDB). O ex-governador abandonou a disputa por motivos de saúde.

Se considerados apenas os votos válidos (brancos e nulos são descartados, e o total de votos é a base para a divisão dos percentuais; o total é 100%, e não 200%), Marta e Netinho têm 25%, Aloysio tem 16%, e Tuma, 14%.

GOVERNO

O quadro da disputa eleitoral em São Paulo mantém-se praticamente inalterado ao longo de todo o mês de setembro, mostra o Datafolha.
Segundo a pesquisa, Alckmin e Aloizio Mercadante (PT) têm os mesmos índices de intenção de voto que tinham na semana passada: 51% a 23%, com vantagem para o tucano.

No começo de setembro, Alckmin tinha 50%, e Mercadante, 24%.

O desempenho do tucano, porém, melhorou nas respostas espontâneas, quando os nomes dos candidatos não são apresentados ao entrevistado. Alckmin passou de 27% para 31%, enquanto Mercadante permaneceu com 15%.
Celso Russomanno (PP) oscilou um ponto para cima em relação a pesquisa da semana passada e está com 9%, em terceiro lugar, à frente de Paulo Skaf (PSB), que também cresceu um ponto e agora tem 4%.

Brancos e nulos somam 4%, e 7% dos eleitores estão indecisos.

Se considerados apenas os votos válidos (brancos e nulos são desconsiderados e os indecisos são distribuídos proporcionalmente), Alckmin tem 57% das preferências, resultado que lhe dá a vitória já no primeiro turno.
Mercadante tem 26% dos votos válidos, e Russomanno, 10%. 

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24/09/2010...20:16 Portais publicam falsa morte do senador Romeu Tuma

Na noite desta sexta-feira (24), o portal UOL exibiu manchete, na qual exibia link da Folha.com, informando a morte do senador e candidato à reeleição Romeu Tuma, que está internado desde o dia 02/09, no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo (SP). A notícia foi publicada às 19h29 e retirada do ar logo em seguida.

A matéria saiu rapidamente do ar porque o hospital não confirmou a morte e a família de Tuma negou seu óbito, afirmando que o senador está bem.

Pelo Twitter, Vera Magalhães, editora do caderno “Poder” da Folha de S.Paulo, pediu desculpas aos internautas, que já comentavam a suposta morte, afirmando que um médico de Tuma havia anunciado a morte, mas a informação foi desmentida pelo hospital.

A informação, como de praxe na web, circulou rápido. Sites de todo o Brasil repercutiram a notícia, como foi o caso do Correio de Uberlândia, de Minas Gerais.

O jornal O Globo não publicou uma nota, mas chegou a anunciar a morte do Senador pelo seu perfil no Twitter.

http://audienciadatv.wordpress.com/2010/09/24/portais-publicam-falsa-morte-do-senador-romeu-tuma/

 

 

 

 

 

 

Nilson Fernandes

    Caso alguém mais gabaritado que eu (pode ser menos gabaritado, também) souber dizer, agradeço pela informação: a saída de cena de Quércia unifica o PMDB paulista sob Temer?

 

Eleição se encaminha para segundo turno em São Paulo, veja o vídeo.

 

Nilson Fernandes

Pesquisa do Datafolha????? Ah tá!! Depois a gente confere.

 

Uma coisa é fato, Marta Suplicy continua liderando as pesquisas e ngm vai tomar o seu lugar. Qnd prefeita construiu os Céus, os corredores de ônibus, bilhete único. Lutou pela minoria e pela igualdade social. É por isso q ela merece nosso voto, carinho e reconhecimento, por td q ela fez, e q agora vai ter a chance de fazer mto mais!

 

Afinal, confiar ou não no Datafolha?

 

O problema é que o Mercadante não empolga, esta é a verdade. Repare que em SP vai dar Dilma, Marta e Netinho, e a tendência é que o PT aumente o número de deputados federais e estaduais. A Dilma vai, inclusive ganhar na capital, forte reduto tucano. Quem está destoando nesse cenário? O Mercadante. 

 

Seguindo a lógica do Mauro Paulino, se os eleitores carregam um santinho confeccionado pelos partidos e isso pode influenciar no voto ao aloisio, pq isso nao influencia tambem o voto no serra? Afinal o santinhos carregam o nome do candidato nacional. Pq funcionaria para o candidato tucano, e nao funcionaria para a candidata petista ao senado? Só funciona com relação a eleição estadual? E a nacional? Será que a cara do serra assusta tanto que nem em santinho ele aparece mais? A matéria so serviu pra confundir......

 

Curiosos esses paulistanos. Elegem um governador tucano mas votam majoritariamente em Dilma e em seus senadores.

 

Rafael Wüthrich

Pepperland [[http://www.advivo.com.br/blog/1376]]

 

Esses numeros do governo do estado estão esquisitos. Poderia um Instituto independente aferir eles também. Mercadante tem mais do que 23% , fácil, fácil.  Além do que essa Campanha dele está bem melhor e mais forte do que em 2006. Tem mais tempo de TV, mais partidos Aliados, o Grupo do Michel Temer, do Paulinho da Força(PDT),  apoio de mais prefeitos do que da outra vez, candidatos a Senado, a Marta, Netinho    e a Dilma tem bom porcentual. Os outros candidatos crescem, especialmente Skaf. A Militância do PT voltou forte em SP em 2010, visivelmente !

Vai ter 2o. turno ao governo Paulista !

 

 

PMDB-SP abandonam para José Serra e declaram apoio a Dilma
Com a desistência de Quércia, bancada aliada ao PSDB na disputa estadual anuncia voto presidencial no PT.Parlamentares do PMDB paulista, que se aliaram ao PSDB no Estado, assinaram ontem manifesto de apoio à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à Presidência e a Michel Temer (PMDB) para Vice. O documento conta com assinaturas de três dos quatro deputados estaduais -Jorge Caruso, Baleia Rossi e Uebe Rezeck - e do único federal além de Temer, Francisco Rossi.Segundo o deputado estadual Jorge Caruso, vice-presidente do PMDB de São Paulo e um dos que subscrevem o apoio a Dilma, a bancada paulista ainda não tinha se manifestado oficialmente sobre a disputa nacional."O (Orestes) Quércia deu orientação no sentido de apoiarmos o (José) Serra, mas sempre defendemos as coligações oficiais do PMDB, em São Paulo com Geraldo Alckmin (PSDB) e Aloysio Nunes (PSDB), e a nacional com Michel Temer", explicou Caruso. "Não poderíamos ir contra uma decisão da Executiva Nacional do PMDB", justificou o deputado, referindo-se à decisão nacional do partido de se coligar com o PT e Dilma.A manifestação da bancada estadual ocorre semanas após o mentor da aliança com o PSDB e presidente do PMDB paulista, Orestes Quércia, ter se ausentado da disputa eleitoral ao Senado por motivos de saúde. Quércia renunciou à candidatura para submeter-se a tratamento de câncer de próstata.Os parlamentares paulistas afirmam que Orestes Quércia "sempre respeitou as posições individuais". "O Quércia sabe a postura de cada um e também está ciente da questão nacional", reiterou Jorge Caruso."Tendo em vista os últimos acontecimentos, ocorridos com o nosso companheiro Orestes Quércia, (...) que teve importante participação histórica no longo processo de redemocratização do país, as bancadas federal e paulista do nosso partido (...) decidem manifestar seus apoios políticos à chapa Dilma/Michel Temer", diz o documento assinado pelos parlamentares paulistas.Nele, o deputado Michel Temer é citado como "o grande condutor nacional do PMDB".Vanessa Damo, única deputada estadual que não assinou o manifesto, alegou a dirigentes do PMDB nacional que apoiará Dilma Rousseff, mas optou por não explicitar a decisão em função de rivalidade regional com o PT de Mauá.A posição do PMDB paulista, segundo o coordenador do comitê suprapartidário de Dilma no Estado, Du Altimari, "é um reconhecimento ao trabalho do presidente do partido, Michel Temer". "Isso dá um direcionamento muito importante à campanha no Estado", comemorou. Prefeito de Rio Claro, Altimari afirmou que "a maioria dos prefeitos do PMDB está hoje bem dividida" entre as candidaturas de José Serra e Dilma Rousseff.Senado. O vice-presidente do PMDB, Jorge Caruso, esclareceu que a Executiva Estadual do partido tomou a decisão de liberar o segundo voto ao Senado.Com a desistência de Quércia, o PMDB cedeu a vaga e o tempo no horário eleitoral gratuito de rádio e televisão ao PSDB e apoiou o candidato Aloysio Nunes Ferreira. Porém, para o segundo voto, o PMDB não fará nenhuma indicação. Caruso declarou que votará em Aloysio para a primeira vaga e a Marta Suplicy (PT) para a segunda. Candidato do PSDB ao governo, Geraldo Alckmin, declarou o segundo voto a Romeu Tuma (PTB).http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

 

Das "variações" surpreendentes nas pesquisas

Uma capa de Veja, de 4 de outubro de 1982:

Será que veremos "variações" de última hora como essa, nas próximas pesquisas de alguns dos principais institutos de pesquisa?

Observem que, semanas antes, a Veja havia brindado a concorrente de Brizola com a seguinte capa:

 

PMDB-SP abandonam para José Serra e declaram apoio a Dilma Com a desistência de Quércia, bancada aliada ao PSDB na disputa estadual anuncia voto presidencial no PT.Parlamentares do PMDB paulista, que se aliaram ao PSDB no Estado, assinaram ontem manifesto de apoio à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à Presidência e a Michel Temer (PMDB) para Vice. O documento conta com assinaturas de três dos quatro deputados estaduais -Jorge Caruso, Baleia Rossi e Uebe Rezeck - e do único federal além de Temer, Francisco Rossi.Segundo o deputado estadual Jorge Caruso, vice-presidente do PMDB de São Paulo e um dos que subscrevem o apoio a Dilma, a bancada paulista ainda não tinha se manifestado oficialmente sobre a disputa nacional."O (Orestes) Quércia deu orientação no sentido de apoiarmos o (José) Serra, mas sempre defendemos as coligações oficiais do PMDB, em São Paulo com Geraldo Alckmin (PSDB) e Aloysio Nunes (PSDB), e a nacional com Michel Temer", explicou Caruso. "Não poderíamos ir contra uma decisão da Executiva Nacional do PMDB", justificou o deputado, referindo-se à decisão nacional do partido de se coligar com o PT e Dilma.A manifestação da bancada estadual ocorre semanas após o mentor da aliança com o PSDB e presidente do PMDB paulista, Orestes Quércia, ter se ausentado da disputa eleitoral ao Senado por motivos de saúde. Quércia renunciou à candidatura para submeter-se a tratamento de câncer de próstata.Os parlamentares paulistas afirmam que Orestes Quércia "sempre respeitou as posições individuais". "O Quércia sabe a postura de cada um e também está ciente da questão nacional", reiterou Jorge Caruso."Tendo em vista os últimos acontecimentos, ocorridos com o nosso companheiro Orestes Quércia, (...) que teve importante participação histórica no longo processo de redemocratização do país, as bancadas federal e paulista do nosso partido (...) decidem manifestar seus apoios políticos à chapa Dilma/Michel Temer", diz o documento assinado pelos parlamentares paulistas.Nele, o deputado Michel Temer é citado como "o grande condutor nacional do PMDB".Vanessa Damo, única deputada estadual que não assinou o manifesto, alegou a dirigentes do PMDB nacional que apoiará Dilma Rousseff, mas optou por não explicitar a decisão em função de rivalidade regional com o PT de Mauá.A posição do PMDB paulista, segundo o coordenador do comitê suprapartidário de Dilma no Estado, Du Altimari, "é um reconhecimento ao trabalho do presidente do partido, Michel Temer". "Isso dá um direcionamento muito importante à campanha no Estado", comemorou. Prefeito de Rio Claro, Altimari afirmou que "a maioria dos prefeitos do PMDB está hoje bem dividida" entre as candidaturas de José Serra e Dilma Rousseff.Senado. O vice-presidente do PMDB, Jorge Caruso, esclareceu que a Executiva Estadual do partido tomou a decisão de liberar o segundo voto ao Senado.Com a desistência de Quércia, o PMDB cedeu a vaga e o tempo no horário eleitoral gratuito de rádio e televisão ao PSDB e apoiou o candidato Aloysio Nunes Ferreira. Porém, para o segundo voto, o PMDB não fará nenhuma indicação. Caruso declarou que votará em Aloysio para a primeira vaga e a Marta Suplicy (PT) para a segunda. Candidato do PSDB ao governo, Geraldo Alckmin, declarou o segundo voto a Romeu Tuma (PTB).

 

Nilson Fernandes

Sou o único que acha estranho o Netinho no PCdoB?

 

(alguem saberia explicar porque Tuma nao tem partido nessa reportagem?  Eh o unico:  porque?)

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

Pesquisa mentirosa, vai ter segundo turno.

 

Nilson Fernandes

 

    Oba, o Aloysio vai pro 2º turno!

 

  Oba, vai dar 2º turno pro Aloysio!