Revista GGN

Assine

A Primeira Guerra Mundial da Globo

Coluna Econômica

As Organizações Globo estão enfrentando sua Primeira Guerra Mundial, desde que tiraram da Tupi o cetro de emissora de maior audiência do país - nos longínquos anos 70.

Nos próximos dias será decidida a questão da transmissão do campeonato de futebol brasileiro. Não se trata de um mero evento esportivo. Se perder a disputa, a Globo colocará em xeque toda sua programação do horário nobre – baseada no hábito diário de acompanhamento de novelas e de jornais televisivos.

Pela primeira vez, poderá perder a liderança de audiência no país.

***

AameA ameaça é da TV Record, que promete uma proposta de R$ 550 milhões para conseguir os direitos de transmissão junto ao Clube dos 13. Por trás da disputa, há mudanças relevantes na legislação de direito econômico brasileiro.

***

Cada clube esportivo detém direitos de imagem sobre seus jogos.

Para administrar seus interesses, anos atrás a Globo incentivou a formação do Clube dos 13, incumbido de negociar em bloco os direitos dos seus associados – maiores clubes nacionais.

Nos Estados Unidos, por exemplo, grandes clubes recebem direitos de arena superiores aos pequenos clubes. Sob o argumento de que as condições brasileiras eram diferentes, a Globo conseguiu equalizar os direitos de transmissão – todos recebendo a mesma quantia, tática fundamental para transmissões pela televisão aberta, na qual não é possível o pay-per-view (pagar para assistir).

Se um clube com maior audiência ia reclamar, era encaminhado ao Clube dos 13, que tratava de demovê-lo de suas pretensões.

Mais ainda. Através de um contrato leonino, a Globo tinha uma cláusula de preferência, direito ao último lance em cada leilão de transmissão de campeonato. Ou seja, depois do último lance, ela tinha o direito de cobrir a proposta apresentada.

***

Esse modelo foi questionado no CADE (Conselho Administrativo de Direito Econômico). A Globo e o Clube dos 13 foram obrigados a assinar um termo de compromisso estabelecendo condições transparentes de disputa. Isto é, cada concorrente chegando com um envelope com sua proposta.

***

Primeiro, a Globo chamou os clubes e tentou convencê-los a baixar o preço, sob a alegação de que a audiência do futebol vem caindo há tempos e o mercado não aceitaria pagar grandes lances pelos direitos de transmissão.

Não conseguiu disfarçar sua preocupação maior: no mundo todo, a emissora que tem o esporte mais popular lidera a audiência. Se perder o futebol, perde a liderança.

O problema maior surgiu na seqüência.

Em outros tempos, não haveria competidores. Apenas uma vez o SBT ousou competir, levando o Campeonato Paulista. Band e Rede TV nunca tiveram bala na agulha.

Agora, apareceu a TV Record dispondo-se a elevar o lance a R$ 550 milhões para a TV aberta. No setor de TV fechada, começa a competição com as teles e, na área da Internet, com os portais.

***

A reação da Globo foi tentar implodir o Clube dos 13. Através de Ronaldo e de comentaristas esportivos conseguiu cooptar o presidente do Corinthians.

Seja qual for o resultado da pendenga, trata-se de um capítulo central nas transformações pelas quais passa a mídia brasileira. 

Média: 4.7 (36 votos)
3 comentários

Comentários

Espaço Colaborativo de Comentários

Opções de exibição de comentários

Escolha o modo de exibição que você preferir e clique em "Salvar configurações".
imagem de Vagner Adriano
Vagner Adriano

Futebol

A Record mata "menos", lamento dizer isso assim, desta forma. Mas, na guerra é assim!

Perderemos mais pessoas com o quadro atual, ou seja, com a globo capitando bilhões de seus patrocinadores, eu disse bilhões, e bancando big brothers, anitas, faustos silvas, pagodes, julianas paes etc... isso mesmo, em letras minúsculas.

Nunca imaginei dizer isso, mas, enfim, viva o macumbeiro Edir Macedo. Com letras maíusculas é claro!

 

Seu voto: Nenhum
imagem de Armando Fernandes Pinto
Armando Fernandes Pinto

A Primeira Guerra Mundial d aGlobo

Gostaria qua essa sujeirada toda acabasse, mas a TV Record, com essa dinheirama vindo dos pobres dos enganados fiéis,  não gostaria ver transmitindo nosso campeonato nacional de futebol.O dinheiro recebido nos cultos deveria retornar para a assistência da população carente e não na compra de emissoras de TV e rádio."Fora da caridade não há salvação", já ouvi em algum lugar essa frase.

Seu voto: Nenhum
imagem de Francisco da Bahia
Francisco da Bahia

Posso me enganar, mas o fim

Posso me enganar, mas o fim do futebol de várzea fez muita coisa mudar no país quanto aos esportes.

Sabe quantas vezes fui a um estádio de futebol ver um jogo? Uma. Meu pai me levou aos cinco anos, para tentar me tornar torcedor do Bahia (uma vez que não conseguiu me tornar torcedor do Botafogo...).

Sabe quantos jogos de futebol eu já vi na TV, fora da Copa do mundo, do inicio ao fim? Nenhum.

Sabe quantas pessoas eu conheça que vão a estádios e vejam jogos na TV? Nenhuma.

Essa atividade empresarial acabou. Porquê?

1) Quem tem coragem de levar o filho de cinco anos ao estádio para "viciar" em futebol, hoje em dia?

2) Há alguém remotamente comparável a Garrincha jogando hoje no Brasil (ou no mundo...)?

Seu voto: Nenhum
imagem de IP
IP

Futebol e sua santidade,que não é o papa,que não é mingau.

Nassif,essa é uma grande balela dizer que  a GLOBO vai perder audiência.Queira Deus que a RECORD consiga manter a atratividade esportiva que a GLOBO transmite aos seus eventos esportivos.A garota nem tão bonita do rico é bem  mais bela que a filha de beleza estonteante do pobre.Assim são as coisas produzidas pela GLOBO.A Manchete já teve a exclusividade do mesmo evento,e nem de longe tinha o glamour da GLOBO.O Luciano do Vale na GLOBO era um;fora,ele é outro.O Paulo Henrique Amorim é  um exemplo bem sucedido fora da GLOBO.A GLOBO poderá ser ferida quanto às suas receitas advindas do futebol.

A RECORD não tem a menor força para mudar nada.E pensar que tudo isso é orquestrado por alguém que anda(va) de mãozinhas atadas com as da GLOBO.(amigo padrão GROBU de qualidade)

Bom senso futebol,um CARAY!

Clubes como o  Campinense,CSA,Moto Clube,Ríver,Tuna Luso e tantos outros,que levam multidões aos estádios,passaram grande parte do ano coçando o saco.A suposta ajunda da CBF(40 milhões) âs séries C e D é uma fração do que gastou um grande clube.

Bom senso FC para pleitear o ouro do futebol,e atender as reivindicações de jogadores marajás,afinal,eles precisam de mais tempo para tomar cachaça.

Eu escuto jogos pelo rádio,e os acho bom!Que venha a RECORD ou continuemos com a GLOBO e BAND.

Não tenho Email 

Seu voto: Nenhum

Comentar

O conteúdo deste campo é privado e não será exibido ao público.
CAPTCHA
Esta questão é para testar se você é um visitante humano e impedir submissões automatizadas por spam.
+250 comentários

Saudosismo mesmo. Futebol de verdade assisti até a copa de 1982 na Espanha. Depois disso o futebol mundial entrou em decadência. A grana rola solta no mundo todo e o comércio, ou seja, a venda de resultados, impera nos principais campeonatos do mundo. Lastimável!

 

Vendo os posts abaixo, vê-se como é difícil separar a razão da emoção quando o assunto é TV Globo.

Eu também, quando criança, sentia uma comoção interessante pela Globo quando assistia o Troféu Imprensa e ficava torcendo contra os outros...

Fato é que a Globo e Abril foram financiadas pelo sistema dos EEUU para substituir os Diários Associados, que haviam sido financiados pelo sistema Britânico. Simples assim: um império caiu e o outro subiu. Temos no meio da história a Guerra Fria (que um dia será conhecida como a III Guerra Mundial, pois mudou a geo-política mais que a II Guerra; basta ver que a Coréia do Sul, por exemplo, ganhou dos americanos tecnologia e investimentos produtivos, nos moldes japoneses, para se aliar aos americanos, e os brasileiros ganharam dinheiro para Itaipu, Ponte Rio Niterói e, de quebra, a Rede Globo...).

Fato.

Posso invocar fatos: o Campetonato Mineiro teve um up-grade quando a Record entrou na disputa com a Globo, que no final teve que desembolsar três vezes mais para ficar com o contrato. Quem ganhou? Os clubes, evidentemente.

Record não presta? Não quero nem saber. Enquanto existir outro Titã para brigar com a Globo os pequenos saem ganhando.

Outrossim: todo mundo já percebeu como a Band tornou-se um "alter-ego" da Globo? Tem a ver com o contrato do Campeonato Brasileiro?

 

Há que se investigar profundamente de onde a tv do pastor tirou tanto dinheiro.Aliás , todos nós sabemos de onde vêm , mas é como o mensalão: só depois que a justiça condena é que se admite a existência.Como diria o grande Malafaia é o "sagrado financiando o profano".

 

amigo,você deve ser uma daquelas criaturas que a a globo ja fez a lavagem cerebral,ou então é muito desinformado,porque ser contra uma emissora se propor a acabar com a mafia perniciosa existente entre globo e cbf,é de uma burrice astronomica,o texto é bem claro,ademais já se passou um ano e todos sabem no que deu,daí ainda mais surpreso fico em relação a sua inteligência tendo em vista o que globo,com a conivência do poder reinante,fêz.Em um paíz civilizado seriam presos,o antigo presidente do corintians,por corrupção,a globo seria obrigada a aceitar as regras do jogo,o CADE seria extinto(só serve para beneficiar interesses)etc.etc. etc.eta paíz da corrupção,e você concordando...que lástima.

 

Muito bom! Temos sim, até onde alcançamos, que ajudar a acabar com este império destruidor e chantagista!

 

Tópico cheio, difícil conseguir a atenção para um assunto, mas vou tentar.

 

Considerando que: a) o futebol é o esporte mais popular e elevado à condição de símbolo pátrio,  por governos, pelo mercado publicitário e, como não poderia deixar de ser, pela Globo e pela CBF; b) trata-se de um esporte e também de um negócio; c) como esporte dissemina os valores da competição, da atividade física regular, da disciplina, do mérito e do coletivismo; d) como negócio deve ser organizado conforme os parâmetros da lei, inclusive a livre concorrência (170, IV, CF); e) a cota de TV é a maior parcela do orçamento dos clubes da primeira divisão;

 

acredito que não pode existir nenhuma diferença entre os valores pagos pela televisão, em razão do direito de arena, para os clubes de determinada divisão.

 

É tão obscena a disputa entre clubes com orçamentos tão díspares que vale questionar se ainda trata-se de um esporte. Digo isto porque se não há as mínimas condições de um torneio justo (e não quero debater possíveis outras vantagens que receberiam os maiores clubes) com diferenças tão imensas entre o que se recebe das televisões.

A tendência é termos em poucos anos (se é que já não acontece) um campeonato como o espanhol, dois belos times, magníficos, dos maiores da história do esporte, que dominam de uma forma absurdamente desproporcional o campeonato nacional. Perde-se a identidade local e o que se ganha são franquias futebolísticas internacionais, em favor, além da torcida, de alguns empresários espanhois. Perde, sem dúvida, o esporte e todos os demais clubes, os quais simplesmente não tem condições de competir.

 

No longo prazo, a menos que Flamengo, Corinthians, São Paulo, etc, consigam ampliar sua torcida imensamente, teremos uma vasta maioria de brasileiros que se importará cada vez menos com o futebol, visto que seus times não competem mais, não têm mais chances de disputar títulos, ou posições, a valer. É o paradoxo, a contradição, desse jeito oligopolista de tratar o futebol. A concentração, nesse caso, vai legar um mercado menor para os restantes, os sobreviventes, trazendo menos dividendos, e não mais.

 

Obviamente os clubes são diferentes, e são diferenciados não apenas pelo tamanho da torcida, mas também por sua gestão, capacidade de mobilização e disposição a consumir de seus torcedores. Assim, ainda que o Flamengo, p. ex., ganhasse o mesmo que a Portuguesa, ou a Ponte Preta, da cota de TV, teria uma infinidade de ações nas quais obteria muito mais dinheiro que os médios paulistas, entre elas o pay per view. Ou os flamenguistas não compram muito mais que os pontepretanos?

 

Assim não estou sugerindo o comunismo futebolístico, o que seria igualmente injusto. O que se sugere é que clubes médios e pequenos de todo o Brasil, desnecessário citá-los, tenham a chance, a possibilidade, de sobreviver altivamente, buscando, quando acertarem a mão, títulos e acessos importantes.

 

Afinal, por que torcedores do Londrina, do Comercial e do Bangu devem sofrer mais do que os do Corinthians?

 

 

 

O grande monopólio da rede bobo diminuiu com a queda dos militares que a patrocinava,com o investimento corrupto da record no meio noticiário houve um equilíbrio de gigantes da tv brasileira,antes era apenas a rede bobo que colocava e tirava políticos e empresários do poder agora a record também o faz, até o Ricardo Teixeira a TV record tirou do poder  da CBF.Ou Vocês acham que ele saiu do trono da cbf por está com problemas pessoais?.Bobo e record um vai mostrar a sujeira do outro.Há algo de podre no reino da mídia Brasileira. 

 

Wagner Aguiar

Todos os "impérios" já sucumbiram e a blobo será mais um! Viva  a record

 

Muito engraçado.

As pessoas torcem pelas emissoras de TV como torcem por time de futebol!

Kkkkkkkkkkkkkkk

A diferença é que nenhum clube de futebol apoiou ditadura, elegeu e destituiu Collor, massacra homens de bem, ou como diria Leci Brandão na música "Zé do Caroço", "distroi toda a gente com a sua novela".

 

 

Vamos ser honestos?

A Globo ainda é a grande emissora de TV da América Latina e já está entre as 3 maiores do mundo em faturamento. 

A Record é a TERCEIRA rede de TV brasileira em audiência perdendo para a própria Rede Globo e SBT (dados de maio e junho de 2012). 

 

 

Nada é para sempre...

A globo sempre liderou este país;

Usa e abusa do seu poder para transmitir a seus  telespectadores o que lhe convém;

Até mesmo crianças, concluem que, a maioria do conteúdo dos programas televisivos na rede aberta exibidos no Brasil ao invés de educar, influenciam de forma negativa crianças e adolescentes...

Digo isso porque faço parte de um projeto: "ATV que você olha, mas não vê" que tem inclusive um blog com esse mesmo nome, onde postamos opiniões de crianças de uma escola pública;

Essas opiniões, em sua maioria, apontam a indução ao sexo, drogas e violência por parte dos programs de TV hoje existentes!

Sendo assim, ou melhor, se até os pequeninos, que ainda não têm sua visão crítica formada enxergam esse grande mal, está mais do que na hora de questionarmos o poderio das Organizações Globo e exigirmos sua adequação ao que é bom, belo e válido de ser passado!!!

 

Ceição Martins

É Ceição, viva a Globo...

Me lembro do Cazuza: "transformam um país inteiro num puteiro, pois assim se ganha mais dinheiro".

Adorei a idéia do seu Blog! Genial!

 

Globo sem futebol? Só acredito na hora!

 

Infelismente nao aconteceu, eu queria que outra emissora tirasse o futebol da globo, mas ainda seu poder é grande nos bastidores  tenis oakley lamentavel mesmo.

 

Chega de monopolismo, um dia isto teria que acabar, sou flamenguista mais detesto o poder centralizado somente em uma emissora!
Viva a "Democracia"!!!!

 

Chega de monopolismo, um dia isto teria que acabar, sou flamenguista mais detesto o poder centralizado somente em uma emissora!
Viva a "Democracia"!!!!

 

Seria ótimo a Globo perder, pq assim o futebol seria transmitido no horario nobre, os torcedores ganhariam com isso.

 

Futebol é coisa prá alienado! O torcedor brasileiro, a exemplo de todos os demais, merece o futebol que tem, o campeonato nacional que tem e as emissoras de TV que tem.

 

 

Dilma não quer cartel. O PiG quer melar a Copa: http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2011/06/17/dilma-nao-quer-cartel-o-pig-quer-melar-a-copa/

 

Inclusive, estava lendo no site do Paulo H. Amorim sobre estes casos envolvendo o Teixeira, Globo e sua quadrilha: http://migre.me/53Tc6 Tomara que justiça seja feita!

 

Quero que a Globo e toda corja da CBF se exploda, mas não dou carta branca para nenhuma emissora, o monopólio faz muito mal.

Espero que o presidente do Clube dos 13,eterno presidente do meu rival Grêmio, tenha peito para enfrentar este bando.

 

O filme de hoje na tela-quente: "Efeito colateral".

Que como sabemos ocorre quando "a bola" sai de controle e escapa da delimitação do campo de qualquer modalidade...

A "toda-poderosa" tem como adversário o seu próprio "alter ego" chamado Beato Salu.

Mas para mim a 1.a guerra realmente parece ter começado quando a "toda-poderosa" pensou que poderia desestabilizar a "igreja" de Salu, revelando a verdadeira identidade do beato - dono de bancos, tanto no plural como no singular - cujos "fiéis-depositários", em sua grande maioria, são zumbis (de alma, bolsos e coração), contrários, em tudo, aos de Palmares, que ao que tudo indica, preferiam pensar e lutar por sua liberdade a se deixar escravizar...

Mas no caso da "Toda-poderosa" não deu certo pois o efeito paralítico-emburrecedor ela mesma, outrora, usou em seus próprios defuntos-viventes para manter sua audiência e o status quo da nação-zumbi.

Agora quando resolve exibir 'fantásticamente' a verdade, esta não surte resultados devido à dormência herdada genéticamente de seus antepassados.

Por isso que eu sinceramente acho que a Guerra do futebol macedônico contra a Toda-poderosa é apenas a ponta de um ice-berg cujo destino nós já sabemos: é de esperar quietinho, o aumento das marés para mascarar-se por quase completo, esperando o Titanic passar...

...e se bobear leva junto o Poseidon.

A Guerra é mais que futebolística, a guerra agora é religiosamente global: de um lado a Al-Jazira do brasil e do outro a "Toda-poderosa" lutando por fazer jus e manter ao seu nome e sobrenome.

Grande Abraço!
Não sou modo algum contra a fé das pessoas!
E sim contra a manipulação das massas!
Afinal no próprio evangelho lê-se, claramente, para os que não vivem em trevas, que este tem por compromisso Libertar e não escravizar!

Pela Liberdade das massas para que não nos falte o pão!

Pixxel, seu leitor

 

queria dizer que a redetv ganhou a licitacão do clube dos 13!

será que vâo respeitar o contrato espero que sim?

aqui no paraná o meu time o coritiba tâo prejudicado pela cbf  já fez o pacto com o capeta (rede bobo)

me sinto envergonhado por isso!!!

 

Nåo vai ser facil para a record vencer essa briga é mpossível prever quem ganhará essa parada. A Globo aparentemente leva vantagens – tem poder, tradição no futebol. Mas é apenas um favoritismo momentâneo, que pode evaporar no momento seguinte. Não se pode menosprezar também a possibilidade de parte dos times fechar com a Record e parte com a Globo. Ainda que a Globo leve os clubes de maior torcida, o que parece mais lógico, em algum momento eles enfrentarão os de menor torcida – e, neste caso, as emissoras donas desses direitos de transmissão terão de se entender.

 

ATT

WILSON TEIXEIRA www.wilsonteixeira.com.br

Eu só sei que no fim a "grobo" vai acabar levando a melhor e ainda levará por mais alguns anos, mais o que eu estou gostando mesmo e que o seu monópolio está chegando ao fim nem que seja daqui a dez anos ou quinze mais está e eu estarei presente pra ver tudo isso...

o futebol carioca sem a "grobo" será igual ao alagoano.....rsss!

 

 No meio dessa discursão toda, ainda não vi nenhum debate em torno da divisão das cotas televisas entre os clubes, porque esse é na verdade o cerne da discursão. Ficamos nesse debate Globo x CBF x Clube dos 13 e esquecemos do principal. Fiz uma pesquisa rápida na Internet e achei um excelente texto do blogueiro Emanuel Júnior em seu blog: Manufaturando Consentimento, onde ele faz uma ótima explanação sobre o assunto, comparando o modelo brasileiro com o modelo de outros países. link do post: http://emanuel-junior.blogspot.com/2010/11/futebol-direitos-televisivos-...

Tomei a liberdade de reproduzi-lo:

Futebol: direitos televisivos e a distribuição destes recursos – Brasil, Inglaterra, Alemanha, Itália e Espanha

Recentemente li um artigo de Santiago Segurola, diretor adjunto do jornal desportivo espanhol Marca e que escreve no Diário de Notícias (Portugal) sobre a Liga Espanhola de futebol, no qual abordava a questão dos direitos televisivos de La Liga.

O artigo logo em seu título demonstra a preocupação do autor com a atual forma como são tratados os direitos televisivos na Espanha – “Liga espanhola está condenada à destruição” (http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1700710&seccao...).

Este assunto (comercialização dos direitos televisivos e a distribuição dos recursos advindos destes contratos) muito me interessa. Não por acaso, na altura da conclusão do curso de Bacharelado em Direito, Universidade Católica de Pernambuco, eu me dediquei ao estudo da realidade brasileira, com foco no “Brasileirão”, culminando com a monografia intitulada “A divisão das cotas de televisão do campeonato brasileiro de futebol à luz do princípio da igualdade”.

Tanto na minha monografia, como em um artigo publicado e apresentado no IV Salesius, evento organizado pela Faculdade Salesiana do Nordeste (uma adaptação do artigo pode ser conferida em http://emanuel-junior.blogspot.com/2009/05/as-cotas-de-tv-do-brasileirao...), eu fiz uma comparação entre a realidade do futebol brasileiro e as 3 maiores ligas em faturamento da Europa – Premier League (Inglaterra), Serie A (Itália) e Bundesliga (Alemanha).

Você pode perguntar – por qual motivo La Liga (Espanha) ficou de fora do seu estudo?

A resposta é simples: as negociações na Espanha são individuais e não coletivas, como acontece no Brasil e nas outras três grandes ligas europeias. Já que eu iria analisar a injusta e excludente divisão dos recursos no futebol brasileiro, eu procurei usar como parâmetro as ligas europeias que tivessem sistemas de negociação semelhantes ao nosso.

São exatamente essas negociações individuais que preocupam Santiago Segurola, na medida em que o jornalista espanhol demonstra atenção e cuidado para algo tão importante no desporto, mas que, nestes dias de futebol-negócio, ficou um pouco esquecida – a competitividade.

Na Espanha, Real Madrid e Barcelona, segundo Santiago Segurola, cobram 120 milhões de euros pelos seus contratos com a empresa Mediapro. O terceiro colocado neste ranking é o Valencia, que recebe 44 milhões de euros – isso mesmo, praticamente 3 vezes menos que a dupla de ferro. Logo em seguida vem o Atlético de Madrid, com 42 milhões de euros. Clubes tradicionais como Athletic Bilbao e Sevilha recebem cerca de 20 milhões de euros – ou seja, 6 vezes menos que os principais clubes do país. Estes contratos durarão até 2015.

Não por acaso, nos últimos 15 anos, apenas em 4 ocasiões o campeão espanhol não foi Real Madrid ou Barcelona – Atlético de Madrid (1995/96), Deportivo La Coruña (1999/2000), Valencia (2001/02, 2003/04).

Nos últimos seis campeonatos, o título ficou dividido entre Barcelona (4 vezes) e Real Madrid (2). Neste mesmo período, apenas uma vez a dupla de ferro não ficou com as duas primeiras colocações – foi em 2007/08, com o Villareal sendo vice-campeão, perdendo o título para o Real Madrir; o Barcelona ficou em 3º.

Em 2009/10, o Barcelona foi campeão com 99 pontos dos 114 disputados; ficou 3 pontos à frente do Real Madrid, com 96. Pode-se dizer que as duas vitórias no confronto direto foi determinante para o título blaugrana.

Na atual temporada, assiste-se a mais uma disputa bipolarizada entre Real Madrid e Barcelona pelo título, ambos disparando nos dois primeiros lugares da competição, relegando aos demais clubes a briga pelas 3ª e 4ª colocações, que concedem vagas na Champions League.

Portanto, o que se evidencia é que La Liga – autodenominada “a liga das estrelas” – poderia muito bem se resumir a dois jogos: Barcelona x Real Madrid, no Camp Nou; Real Madrid x Barcelona, no Santiago Bernabéu.

Não restam dúvidas de que isso é fruto da imensa desigualdade na negociação dos direitos televisivos.

Como é que, por exemplo, o tradicional Athletic Bilbao, 8 vezes campeão espanhol, 24 vezes campeão da Copa do Rei e que nunca foi rebaixado à segunda divisão espanhola (sobre o Athletic Bilbao - http://emanuel-junior.blogspot.com/2009/07/athletic-bilbao-o-icone-de-um...), poderá ser competitivo se recebe seis vezes menos que os outros dois clubes que também nunca desceram de divisão, Real Madrid e Barcelona (20 milhões vs. 120 milhões)? É impossível! O último título nacional dos bascos foi em 1983/84, ano glorioso em que conquistou o bicampeonato espanhol e o doblete (Liga e Copa do Rei). Lá se vão quase 27 anos.

Da mesma forma, a balança do derby madrileno estará sempre desequilibrada para o lado branco – afinal, como é que o Atlético de Madrid poderá competir com seu rival se recebe três vezes menos que ele (42 milhões vs. 120 milhões)? Salvo vitórias pontuais, é impossível ao Atlético se opor ao rival de forma efetiva – não à toa, há 15 anos que os colchoneros não são campeões espanhóis.

Na Itália, desde 1999 os clubes eram livres para negociar os direitos de televisão individualmente (da mesma forma como é na Espanha). Entretanto, esta liberdade já tem data para terminar: temporada 2010/11.

Preocupado com o desequilíbrio orçamentário entre os clubes da Serie A, o Ministério do Esporte italiano determinou que as cotas de televisão voltassem a ser negociadas coletivamente.

Em janeiro de 2007, a autoridade antitruste da Itália recomendou, em um relatório de 170 páginas, que o sistema de negociação coletiva fosse utilizado novamente para garantir mais competitividade.

Ou seja, assim como acontece atualmente na Espanha, havia um desequilíbrio para o lado dos grandes clubes italianos – Inter, Milan e Juventus. Ao negociarem os seus direitos individualmente, estes três acabavam por concentrar grande parte dos recursos, prejudicando, assim, os demais clubes da Serie A e, por conseguinte, a competitividade.

Foi necessária uma intervenção estatal, via Ministério do Esporte, para que se procurasse um modelo de negociação coletiva com regras estabelecidas para uma divisão mais equânime destes recursos, que passará a ser da seguinte forma:

1. 40%: dividido igualmente entre todos.

2. 30%: de acordo com o desempenho no campeonato anterior (mérito desportivo).

3. 30%: baseado no tamanho da torcida.

Na Premier League (Inglaterra), liga de futebol de maior faturamento no Mundo, a negociação é coletiva e a divisão também é dividida em três partes:

1. 56% divididos igualitariamente entre todos os clubes.

2. 22% baseados na classificação final da temporada anterior.

3. 22% variáveis de acordo com o número de jogos transmitidos na televisão.

Esse modelo permitiu, por exemplo, que o Manchester United, campeão em 2008/09, tenha recebido 66 milhões de euros, enquanto que o Middlesbrough, penúltimo colocado, tenha encaixado 40 milhões (praticamente o mesmo valor que receberam os espanhóis Valencia e Atlético de Madrid).

Na Alemanha a negociação já é coletiva e a divisão é feita de modo quase que de igualdade absoluta. Fato que gera críticas por parte do todo poderoso Bayern de Munique, que se sente prejudicado diante de seus adversários europeus na Champions League.

Chegando à realidade brasileira, podemos afirmar que as negociações são coletivas (os direitos televisivos são vendidos de forma integral – o campeonato como um todo), porém a distribuição dos recursos não segue o modelo inglês e o futuro modelo italiano, que respeitam a Isonomia e, consequentemente, buscam uma divisão o equânime, através de critérios racionais pré-estabelecidos.

O que ocorre no Brasil é a concentração dos recursos nas mãos de uma entidade privada – Clube dos Treze – que distribui o dinheiro de acordo com os seus interesses próprios, dando primazia aos seus filiados, criando, inclusive, dentre os seus próprios filiados grupos distintos (como se fossem castas).

O Clube dos Treze é o responsável pelas negociações dos direitos de transmissão do campeonato brasileiro. Bem como é o Clube dos Treze que divide e distribui os recursos provenientes dessas negociações.

Ao repartir os recursos entre os clubes participantes do campeonato brasileiro, o Clube dos Treze age sem critérios de equidade, priorizando os seus associados em detrimento das demais associações esportivas as quais não fazem parte de seu seleto grupo.

Atualmente as chamadas “cotas de televisão” estão distribuídas de acordo com os seguintes grupos (valores referentes à cota fixa de televisão aberta:

Grupo I: R$21 milhões – São Paulo, Flamengo, Corinthians, Palmeiras e Vasco.

Grupo II: R$18 milhões – Santos.

Grupo III: R$15 milhões – Atlético-MG, Cruzeiro, Internacional, Grêmio, Botafogo e Fluminense.

Grupo IV: R$11 milhões – Goiás, Guarani, Vitória, Atlético-PR.

Grupo V: R$5,5 milhões – Sport, Coritiba*.

Grupo VI: R$3,45 milhões – Bahia, Portuguesa**.

Grupo VII: “Convidados” – Avaí, Grêmio Prudente, Ceará, Atlético-GO***

*Sport e Coritiba, por estarem na Série B em 2009, recebem 50% do valor. Por isso ambos tiveram direito a R$5,5 milhões.

**Bahia e Portuguesa, por estarem na Série B há mais tempo, recebem uma cota menor.

***Como de costume, os clubes “excluídos” têm que negociar individualmente a sua migalha na divisão do bolo:

Ceará – R$6,4 milhões

Atlético-GO – R$3,4 milhões

Grêmio Prudente – R$3,4 milhões

Avaí – R$6 milhões

A situação brasileira em muito se assemelha a uma oligarquia, sistema de governo que contraria diametralmente a democracia, na medida em que cria um seleto grupo de privilegiados.

Foi a esta realidade que, em analogia ao que Cristovam Buarque denomina de “apartheid social”, conclui que o futebol brasileiro vive um “apartheid futebolístico”: a segmentação entre clubes “incluídos” e “excluídos”, contribuindo para o engessamento da mobilidade entre os clubes, com a tendência de os “grandes” se tornarem sempre maiores e os “pequenos” se tornarem, gradativamente, menores; ficando condenados à marginalidade do futebol nacional. É o fosso intransponível separador de “incluídos” e “excluídos”.

No Brasil, ao contrário da Espanha em que o fosso é cavado por conta das negociações individuais, o abismo que separa um grupo de privilegiados de todos os outros clubes nacionais é a injusta divisão dos recursos dos direitos televisivos.

Se as negociações são coletivas, como na Inglaterra, Itália ou Alemanha, deveria haver uma divisão mais justa, que respeitasse critérios racionais e razoáveis, como nos casos inglês e italiano.

Contudo, embora os modelos de negociações seja diferentes (Brasil – coletivo; Espanha – individual), há algo em comum: o fosso que separa os grupos privilegiados (C13 – Brasil; Real Madrid e Barcelona – Espanha) gera um desequilíbrio intransponível, matando por completo a competitividade, aquilo que é a essência do esporte.

Se na Espanha (por conta das negociações individuais) é extremamente complicado um clube se opor à dupla Real Madrid e Barcelona, no Brasil é impossível um clube “excluído” poder competir contra clubes “incluídos”, principalmente aqueles da “alta casta” do Clube dos Treze, os que recebem mais dinheiro do que seus próprios consórcios.

Em 2010, no Campeonato Brasileiro da Série A, 16 dos 20 participantes são membros do Clube dos Treze (“incluídos”) e 4 são “excluídos”. Na Série B os números se invertem – 16 “excluídos” e 4 “incluídos”.

Com o modelo atual de divisão das cotas e com o privilégio dado aos membros do Clube dos Treze que, mesmo na Série B, recebem um percentual do que receberiam se estivessem na Série A, não é de se estranhar que:

1. Dos 4 “excluídos”, apenas o Ceará garantiu permanência na Série A 2011.

2. 2 “excluídos” se encontram na zona de rebaixamento para a Série B 2011.

3. Dos 3 clubes da Série B que já garantiram o acesso à Série A 2011, 2 são “incluídos” (Coritiba e Bahia).

4. Os outros 2 “incluídos” da Série B ainda estão na briga pela última vaga de acesso à Série A (Sport e Portuguesa).

Os números falam por si e posso afirmar que enquanto na Espanha houver negociações individuais, Real Madrid e Barcelona continuarão a bipolarizar a liga nacional e, com o passar do tempo, aumentarão ainda mais a distância que os separa dos outros clubes.

Em relação ao Brasil, enquanto uma associação privada, que defende os interesses de seus associados, continuar a negociar aquilo que não lhe pertence (direitos de imagem dos clubes que não são associados ao C13 e participam da Série A) e a dividir os recursos de forma indiscriminada e sem regulamentação, a tendência inevitável é do aprofundamento do “apartheid futebolístico”, ampliando a exclusão de todos os clubes nacionais em detrimento de um grupo de 20 clubes.

 

 

 

A única coisa que vejo na TV é jogo de futebol. Será um enorme prazer não ter que ver jogo do timão e de outros times na "rainha do PIG"!!!

 

É por isso que o Juca Kfouri estava defendendo o presidente do Corintinas na 6ª. 25/2, dizendo que a Record estava contra ele.

 

O Corintians poderia obter o mesmo dinheiro necessário para o estádio de 65 mil lugares, através de uma ótima negociação através do clube dos 13.

O egoismo e a má gestão, cooptado pelo nome Globo, transtornou o presidente do Corintians. Os clubes do RJ, estão também com números prometidos na paralela.

Tudo isso é uma prova do quanto os clubes de futebol tem má gestão, justificam seus péssimos deficits e ficará tudo uma merda após mais esta negociação.

Venderam a alma, foram fracos, incompetetentes e não merecem serem gestores de paixões de tantos torcedores.

Quando o CADE para de ser submisso a Globo e a maus governantes, os próprios clubes se auto-flagelam.

Realmente há uma diferença brutal de inteligência entre a Globo e a gestão dos clubes de futebol. Apenas o carater é o mesmo.

 

essa é a segunda guerra. a primeira foi o aliado sbt ter perdido a vice liderança quebrando uma dobradinha que rolou por décadas.

 

Que a mafiosa Globo perca feio.

Que o futebol vá para a Record. Preferia que o futebol fosse dividido entre várias emissoras, que não houvesse exclusividade de nenhuma. Que houvesse os seguintes pacotes: jogos da quarta-feira, jogos da quinta feira, jogos do sábado e jogos do domingo, sendo que cada dia desses estivesse nas mãos de emissoras diferentes.

 

Bem que o Cade podia ser mais incisivo na sua decisão: o clube dos treze deveria criar vários pacotes como os citados acima para evitar o monopólio.

 

Qual é a vantagem de trocar o monopólio da Globo pelo monopólio da Record? Qual a diferença entre os filhos do Roberto Marinho e o Edir Macedo?

Para o bem dos clubes e do público, não deveria haver monopólio de fato, fosse de quem fosse. Globo, Record e Band deveriam transmitir o campeonato brasileiro pagando em conjunto um valor previamente estipulado que fosse vantajoso para os clubes.

Assim todos sairiam lucrando. Mas não torço nenhum pouco e nem me alegro com o dinheiro de manipulação religiosa oriundo das igrejas Universal.

 

 

Eu sou do tempo em que a gente voltava do estádio e corria para ver o video tape do jogo.

Ah, que saudades.

Assistir uma mesa redonda com Geraldo Bretas, Sérgio Baklanos, Ely Coimbra e outros menos cotados era a maior diversão no horário do almoço.

A Globo acabou com o campeonato paulista, com a Copa do Brasil, com o Campeonato Brasileiro e tranformou a Copa do Mundo numa verdadeira m.

Já passou da hora de dar uma chacoalhada nessa coisa. Chega de monopólios. O povo já está de saco cheio. Record nelles!

 

Nassif, uma correção no seu texto, há diferença nas quotas dos clubes. abçs

 

Quando o assunto é política, meu Fluminense sempre me envergonha. É malufada, é abrir as pernas para a Globo... Uma VERGONHA. Já estou com saudades do Horcades!

 

Pode ser final dos tempos, mas eu, como cruzeirense, tenho que dar a mão à palmatória e dizer que a posição do presidente Elias Kalil do Atlético, está correta quando clama pela comercialização dos próximos "brasileirões" através dessa entidade e de forma conjunta com todos os seus clubes membros. A saída do Corinthians e dos times do Rio do C13, nada mais é do que uma flagrante submissão aos desígnios da Globo. E nessa estória não há mocinhos mesmo. Há muita coisa podre nesse "reino da Dinamarca" que é o nosso futebol. Ledo engano dos que pensam que há dirigentes preocupados com seus clubes. Ninguém é louco de rasgar dinheiro e é o que, em princípio, parecem estar fazendo ao optarem pela continuidade da Globo nas transmissões exclusivas do futebol brasileiro, da maneira que ela quer. A diferença dessa dinheira então, vai para o bolso de quem?... Cadê o Ministério Público Federal que não disse até agora, patavina nenhuma sobre o assunto? Cadê o CADE? Não tenho preferência pela TV A, B ou C nas transmissões dos jogos do meu time, porque infelizmente não vou ter opção mesmo e como bom torcedor, vou me sujeitar àquela que transmitir os jogos do Cruzeiro. No entanto, essa falácia do André Sanchez em dizer que fora da Globo o futebol perderia audiência é conversa para boi dormir. Qualquer torcedor assitirá o seu time em qualquer TV que se disponha a transmitir o jogo do seu clube do coração. Lembro que até já assistí jogos do Cruzeiro pela libertadores no canal a cabo FX da Fox. Até a CNT teria audiência se passasse jogos do brasileirão. Dessa feita, o presidente do Corinthians deve imaginar que todos os torcedores do Brasil são idiotas. Aliás, talvez ele tenha razão mesmo, só mesmo sendo idiota para que continuemos a assistir jogos nos estádios e na TV e financiar essa corrupção desmedida que campeia em nosso futebol. Agora, creio que Cruzeiro, Atlético, Santos, São Paulo, Inter, Grêmio, Bahia, Atlético PR, Coritiba, Sport Recife , etc, peitem a Globo, os clubes cariocas e o Corinthians. Se for o caso, que criem uma liga e um campeonato à parte e negociem com a rede de televisão que dê as condições financeiras mais vantajosas. Têm que ir para o "pau" mesmo. E finalmente uma pergunta para o sr. Zezé Perrela, presidente do Cruzeiro: de que lado você está? Saia do muro Perrela!!!

 

A Record é espúria por conta de suas receitas serem de dízomos? E quantos dízimos a Globo recebeu do Estado)inclusive empréstimos do BNDES) para não quebrar? Não sejamos inocentes. Não tem santo aí não? Enfim os clubes estão querendo arrancar uma grana alta das TV's e a TV Record parece bancar os R$ 550 milhões. Aí a TV Globo vai ter de empilhar pelo menos R$ 500 milhões para ter o produto por 3 (três) anos, véspera de Copa do Mundo. Se o produto é bom ou não, não interessa. O que importa é o medo da concorrência. O capitalista brasileiro odeia isso.  Essa tal concorrência só está ocorrendo por conta do CADE, que acabou com o oligopólio da TV Globo. O Clube dos 13 espera arrecadar outros R$ 2,4 bilhões com TV paga, internet, telefonia celular, ou seja, outras mídias. O CADE mandou acabar com essa de quem leva um leva todos. A TV Globo ou as Organizações Globo podem enfrentar em breve, depois de 2014, coisa mais pesada. Agora manobram nos bastidores para que os clubes mais endividados do Brasil aceitem um capilé menor da titia TV Globo.  Enfim, se a TV Record aparecer com a grana, ha, ha, será bem interessante, e aí o Estado brasileiro poderá enfim rehaver o dinheiro devido por esses clubes. Agora, que esse negócio de futebol está parecendo uma lavanderia, ha está, e como está salários altos, Premier League inglesa cheio de magnata do petróleo russo, ex-ditador, xeques, etc.)? Mas esse é outro assunto.

 

Em relação à disputa pelos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro, cujo canal de televisão monopolista sempre foi a Globo, no momento que foi ameaçado, esta parece ameaçar implodir o próprio Clube dos 13. O que vejo aqui que muitas críticas se dirijem ao canal concorrente da Vênus Platinada, a Record, que muitos inclusive a chama de Recópia. Certo ou errado, a concorrência sempre foi salutar e mesmo a disputa entre o ruim e menos ruim está no exercício da pluralidade e da democracia, o que vejo muito distante da realidade do atual panorama brasileiro. Segundo, muitas das opiniões daqui parece reafirmar ou são enviezada nas afirmações do sr. Juca Kfouri que elencou as razões para apoiar a Globo e preterir a Record. Sendo assim, Juca Kfouri fez uma crítica muito rasa e superficial,  sendo a maior dela a que destituiu qualquer crítica ou interesse da Rede Globo em dinamitar o Clube dos 13, mas parece estar convencido que  a Record seja sustentada pelos dízimos dos fiéis da IURD. Talvez para o Juca Kfouri não interessa o  passado da Vênus Platinada nas sucessivas intervenções na política brasileira que remete ao período getulista, ao golpe de 64 e, mais contemporaneamente, no incisivo debate Lula e Collor. Não é difícil explorar o discurso do sr. Juca Kfourik, que sempre cobra competência na administração, lisura e transparencia, algo distante ou exista nos clubes de futebol brasileiros. Ao mesmo tempo, o ranso e desgosto pelo despotismo na gestão da CBF na figura do sr. Ricardo Teixeira, que para muitos de seus colegas chega a ser perseguição. Certo ou errado, Juca Kfouri parece estar numa encruzilhada, no momento que Ronaldo Fenômeno elogia o cartola brasileiro de modo emblemático, sinal que os déspostas procuram beatificações e mistificações. A aproximação da Rede Globo com Ricardo Teixeira parece crucial que ambos procurem conquistar os interesses de modo interrupto. Sendo assim, na expressão de competência webberiana, Juca Kfouri parece um diletante. 

 

Acho que os clubes devem ter muito cuidado com qualquer mudança.

Duvido que não estejam vendo a relação custo-benefício.

Um dos objetivos dos que querem a transferência é mudar o horário para  as nove da noite., ou para ainda mais cedo. Duvido que a maioria do público que vê o jogo de qualquer clube, e não somente daquele para o qual torce, no horário das dez, vá passar a assistir a qualquer jogo na Record. Vai ver a partida do seu time, mas não vai fazer como faz hoje: ver qualquer jogo porque já viu o Jornal Nacional, já viu a novela das nove. Na Record, terá que optar entre o jogo de futebol e a novela. Duvido que a novela perca, a não ser em situações muito especiais.

E se o público diminuiu, vai diminuir o que o clube ganha com a sua imagem e a imagem de seu jogador. O atleta vai perder dinheiro também.

Dai porque a movimentação dos clubes para fora do Clube dos 13.

A proposta da Record deve ser ótima, mas não para os grande clubes brasileiros.

Alias, de onde a Record tira tanto dinheiro? Acho que cai do céu.

 

Deveríamos fazer com a Glogo o que ora a população líbia faz com Kadhafi!

Reunirmo-nos no Jardim Botânico e bani-la do Brasil!

 

É um situação muito interessante.As transmissões do Brasileirão vão ficar fatiadas.É provavel que os jogos passem a ser transmitidos no horário do Jornal Nacional, ou no horário da novela das 8.

É uma grande mudança de hábito.

Os clubes, endividados, perderão uma grana de R$ 500 milhões anuais, por "dentro", na "legalidade"?

UFA!!!

 

Eu "se" divirto com esses comentários Globo x Record. Quem odeia a Globo por diversos motivos costuma ignorar o fato de a Record ser uma bela porcaria também.

Se a Globo cresceu graças à ditadura, a Record cresceu por ser financiada pela IURD. Quem é mais canalha? Difícil saber....

Globo: Big brother/ Record: Fazenda

Globo: novelas/ Record: novelas

Globo: Filmes ruins e repetitivos/ Record: Velozes e Furiosos toda semana

Globo: Xuxa/ Record: Ana Hickman com um programa que sempre mostra pessoas nuas (que exemplo, hein bispão!)

Globo: Ana Maria Brega/ Record: Aquele do Zucatelli

Qual a versão da Globo para "reunião dos 318 pastores" ou "reunião de empresários"??

Quem consegue ser pior?

Quero mais é que os Marinho e o Macedão (pelo jeito, ídolo de muitos por aqui) vão é para o quinto....haha

No mais, as transmissões de futebol pela Record conseguem ser péssimas. Lembro quando transmitiam a Champions League, o narrador oficial, o tal de Éder Luis, era um verdadeiro mala. Ganha disparado de Galvão Bueno. A comentarista - se não me engano Milly Lacombe - somente falava bobagens.

 

 

 

 

Se você não se importa em ir ao estádio assistir a um jogo que começa as 22:00 em plena quarta feira, tudo bem. Mas não é o que pensa a maioria dos brasileiros que tem que pegar no batente cedo na quinta-feira.

para mim, como torcedora, é disso que se trata. Eu não defendo Record, SBT, Band ou qualquer uma. Eu só quero ter o direito de assistir a vários jogos e em horário decente. E eu sei que a Globo não vai me dar isso, porque nunca deu, ao contrário. Com outra emissora - qualquer uma - e, principalmente, com concorrência, eu pelo menos tenho esperança.

Se a transmissão da Record ou de qualquer outra emissora é ruim, é fácil: abaixe o som e ligue o rádio. Aliás, é o que eu faço quando fico sem alternativa e tenho que assistir a um jogo narrado pelo Galvão...

 

Meus parabéns! É isso aí! A record é igualmente canalha e usa a ignorância do povo para explorar seu medo da morte e lucrar com isso!

mas os fanáticos messiânicos (neste caso so marxistas) não conseguem ir além da lavagem cerebral partidária que receberam...

 

IGNORANCIA DO POVO????????????????

 

A midia ta ai para informar não ta??? então.. cada um faz o q quer com o dinheiro que têm.

Ignorancia é que não é mesmo... Porque o que você sabe sobre a record, o Brasil inteiro sabe.

 

Marxista??? Eu que pensei que Marxismo e religião não combinava!!!

 

E não combinam. Vc não entendeu. Os marxistas são tão fanáticos messiânicos quanto os religiosos protestantes. A visão é tão estreita quanto. Eles não amam o Brasil, eles odeiam a Globo e por isso querem tanto que a Record adiquira os direitos de transmissão.

Daí as criticas do amigo comentarista acima, de que a Record é tão nociva para o Brasil quanto a Globo...

 

Pior que a Veja ?

E pode parar de chamar os Maxista de nocivos !

Nociva é a Globo !

 

Hummmmmm,tudo bem. De todo modo achei a analogia sei lá,meio inconveniente. Mas  agora entendi.

 

Embora discorde  dessa generalização quanto aos evangélicos. Mas tudo bem.