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Nassif,

Agora, Nicolas Sarkozy precisará do apoio de Marine Le Pen e mais um pouco para vencer um 2º turno que, neste momento, indica um François Hollande em ascensão como futuro presidente da França.

As possíveis decisões oficiais na eurozona, com o resultado e previsões de institutos de pesquisa de hoje ficam paralisadas até 6 de maio, serão duas semanas de muito suor frio e análise de cenários futuros por parte do grupo da banca, considerando FHollande à frente do governo francês.

Como NSarkozy e seu comitê de campanha tentaram de tudo e nada adiantou, com a sua candidatura, ainda por cima, terminando a primeira fase em trajetória descendente, o trabalho do grupo presidencialista nestas apenas duas semanas será árduo.

 

Hollande diz ser candidato dos que 'querem virar a página'

 

Segundo parciais das eleições na França, candidato socialista está a frente de Nicolas Sarkozy; atual presidente pede debates

iG São Paulo | 22/04/2012 19:49:25

 

O candidato do partido socialista francês François Hollande afirmou neste domingo ser o candidato "dos que querem virar a página", após a divulgação das primeiras parciais das eleições na França. De acordo com os números divulgados pelo ministro do interior, com 93% das urnas apuradas, Hollande possui 28,4% dos votos contra 27% de Sarkozy. O segundo turno ocorrerá no dia 6 de maio.

Leia também: Hollande vence primeiro turno da eleição presidencial na França, diz estimativa

Terceiro lugar: Marine Le Pen é a grande surpresa do primeiro turno na França

 

 

Da extrema-direita, a candidata Marine Le Pen está em terceiro com 18,3% dos votos até o momento. Em quarto lugar, aparece Jean-Luc Melechon, com 11%, seguido do centrista François Bayrou que alcançou 9,1% da preferência do eleitorado.

A participação das urnas foi considerada alta, chegando a 80,3% dos eleitores às 19h locais (14h de Brasília), de acordo com o jornal francês Le Monde. Na última eleição presidencial, cinco anos atrás, houve recorde de participação, com 84% dos eleitores nas urnas.

Aos seus partidários reunidos em sua cidade natal, Tulle, no sul da França, Hollande afirmou que essa é uma eleição que pesará no futuro da Europa. "É por isso que tantas pessoas estão nos observando. Eles estão se perguntando não sobre o nome do vencedor, mas mais especificamente sobre quais políticas ele seguirá", disse.

Enquanto isso, seu adversário, o atual presidente, afirmou em Paris que reconhecia a preocupação dos eleitores sobre o desemprego e a imigração e "a preocupação de nossos compatriotas de preservar seu estilo de vida".

Sarkozy pediu também três debates antes do segundo turno, um sobre economia, outro sobre assuntos sociais e um terceiro sobre relações internacionais.

Algumas pesquisas divulgadas no domingo já indicavam um cenário positivo para Hollande no segundo turno eleitoral.  A estimativa é que o socialista vença a votação de 6 de maio com uma vantagem de mais de 10 pontos percentuais.

De acordo com os dados do instituto de pesquisa Ifop, que entrevistou 1.004 pessoas após o fechamento dos colégios eleitorais, Hollande obteria 54,5% dos votos, enquanto o atual presidente ficaria com os 45,5% restantes. Uma percentagem similar foi apontada por Ipsos, que dá ao socialista 54% das intenções de voto, contra 46% dirigidas ao ainda chefe do Estado.

As eleições na França podem ter implicações significativas para a Europa e o euro uma vez que o bloco passa por um momento marcado pela crise econômica e desemprego.

Sarkozy, que ocupa a Presidência desde 2007, prometeu reduzir o grande deficit orçamentário francês e combater a evasão fiscal. Ele também defende um ato chamado Buy European (Compre Produtos Europeus) para contratos públicos e ameaçou tirar a França da zona migratória comum européia, alegando que alguns países-membros não têm feito o bastante para conter a imigração de não-europeus.

Já Hollande prometeu aumentar impostos sobre grandes corporações e pessoas que ganham mais de 1 milhão de euros por ano. Também defendeu um aumento no salário mínimo, a contratação de mais 60 mil professores e a redução na idade para aposentadoria de alguns trabalhadores, de62 a60.

Se eleito, Hollande será o primeiro presidente esquerdista da França desde François Mitterrand, que cumpriu dois mandatos entre 1981 e 1995. Sarkozy seria então o primeiro presidente a não vencer um segundo mandato desde Valery Giscard d'Estaing, em 1981.

Salários, pensões, impostos e desemprego são apontados como as principais preocupações dos eleitores franceses na atual votação.

A surpreendente Le Pen

Apesar do socialista ter ficado em primeiro lugar, a grande surpresa do primeiro turno foi a candidata de extrema-direita, Marine Le Pen. A classificação de Le Pen, além de evidenciar o crescimento da extrema direita no país, ofuscou o segundo lugar do presidente Nicolas Sarkozy e tirou do pódio o esquerdista Jean-Luc Mélenchon.

Na liderança da Frente Nacional desde janeiro de 2011, a política nascida em 5 de agosto de 1968 espera influenciar o segundo turno. A expectativa é que Le Pen apóie Sarkozy, com quem tem mais afinidade política.

Filha de Jean-Marie Le Pen, fundador da Frente Nacional, Marine tem levado o partido a novas direções. Ela dividiu a opinião pública com seus ataques à imigração ilegal e à suposta "islamização" da França. A candidata também enfatizou a oposição do FN ao euro e defendeu políticas protecionistas.

 

 

 

 

 

 

 

EBC desmonta a Folha - a mídia venal Já não cabe mais que se dê respostas à mídia venal mas que ela seja convocada e publicamente dê esclarecimentos sobre a matéria veiculada e punida no ato quando as manchetes e conteúdos são tendenciosos.

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Diretor-presidente da EBC Nelson Breve

"Eu sou jornalista e sei como funciona uma redação..."Estou aqui dando uma satisfação à sociedade brasileira...""Não estou aqui para favorecer ninguém, nem partidos, nem pessoas, nem amigos, nem parentes"."Estou imbuído de uma missão, vou levar essa missão adiante...a missão é nesta segunda fase do projeto de consolidação da comunicação pública fazer esse projeto avançar, reunir os amigos e combater os inimigos do projeto porque ele é muito importante para democracia do país"

http://amigosdatvbrasil.blogspot.com.br/2012/04/ebc-desmonta-folha-midia-venal.html?spref=tw

 

Nassif,
Estive uma semana em Buenos Aires no início de vinte dias pela Patagônia e Terra do Fogo - tudo lindo !
Gosto muito do país e já fiz diversas viagens à Argentina, inclusive uma de 60 dias-12 mil Km de carro desde o Rio até Bariloche.
Mas agora notei duas situações que não sei se são cômicas ou trágicas:
- No portão de entrada do Jardim Botânico de Buenos Aires havia um papel com os seguintes dizeres - "O Jardim Botânico está fechado até que parem de cair os galhos", algo como "El JB estara cerrado hasta que paren de calir las ramas". JURO que era algo bem assim. Estive a ponto de pegar um táxi até lá só para fotografar o papel, o que não fiz no dia.

- Logo a seguir eu e minha mulher entramos no Zoológico. Estranhei que me foi entregue UMA entrada escrita que era para duas pessoas. Logo após a entrada minha mulher quis ver um setor de peixes e eu quis espera-la vendo o setor de répteis. Pois a entrada foi pedida para entrar nestes setores. Bem, reclamei do absurdo do bilhete 'único' e ouvi um monte de ofensas acerca dos brasileiros que 'reclamam de tudo'.
Nos vinte e tantos dias seguintes fiquei me defrontando com essa "inovação" argentina, em TODAS as atrações, de Ushuaia a Calafate e Chaltén !
Não é difícil imaginar o enorme número de situações em que isso causa problemas.
Um abraço,

 

Tradução da última pesquisa do Datafolha.

Enquanto Brasília "arde"e os Poderes Judiciário e Legislativo preparam-se para serem investigados, por uma CPI, que ameaça tambem envolver em suas investigações, grandes formadores de opinião, a população brasileira em sua grande maioria, mostra um índice de confiança jamais demonstrado em nossa história, quando inquerido sobre o seu grau de satisfação com o Poder Executivo e as ações governamentais desta administração.

Como é do conhecimento de todos, o maior incentivador de uma gestão, é o grau de confiança de sua população, quanto aos rumos político-administrativos e economicos de seu governo, e este "pulo" de popularidade que a Pres. Dilma conquistou na pesquisa, atesta que o governo da Pres. Dilma está no caminho certo, mesmo acossada e ameaçada com factóides diários que o PIG cria e alimenta.

Com a economia global quase afogando-se pelo neo-liberalismo, a economia brasileira "nada" segura e enxergando a márgem do oceano economico e sustentada pelas obras de cunho social desta administração, e desafia a quem quer que seja, a mudar seu rumo.

Não serão políticos oposicionistas e uma imprensa inconformada com a esquerda no poder, que farão uma contra-revolução.

 O Brasil continuará crescendo e gerando empregos e renda, enquanto os "urubús" que torcem pelo "quanto pior, melhor" sonham com uma desestabilização economica, para voltarem ao poder político da nação.

Na pesquisa do Datafolha, até os eleitores do PSDB pesquisados(52% deles) estão satisfeitos com os rumos da economia brasileira e sua condução; E 69% dos que votaram no Serra, na última eleição, hoje votariam num candidato que desse continuidade a este governo, ou seja, num candidato PeTista; E se o ex-Presidente Lula voltar a candidatar-se, ele receberia provavelmente uma votação de cêrca de 90%  dos brasileiros, enquanto a candidatura da Dilma a uma reeleição, receberia cêrca de 70% dos votos válidos, tudo isso numa hipotética tradução do pensamento político dos entrevistados, e sua percepção política, para os próximos anos.  

 

Os poderosos  vieram na escuridão, e destruiram a única rosa do meu jardim; Depois vieram novamente às escondidas, e destruiram todas as minhas roseiras, porem jamais conseguirão impedir, a chegada da primavera.

 

Uma divertida entrevista da Rita Lee ao Estadão, com direito a vários dribles desconcertantes no repórter.

 

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http://goo.gl/mm4b3

Rita Lee volta com álbum cheio de ironia autodestrutivaEm entrevista, cantora fala sobre o novo CD, 'Reza', e sobre a decisão de não fazer mais shows21 de abril de 2012 | 7h 00

Rita Lee lança novo CD, 'Reza' - Roberto de Carvalho/DivulgaçãoRoberto de Carvalho/DivulgaçãoRita Lee lança novo CD, 'Reza'

 

Ao colocar o topo de sua cabeça vermelha para fora da toca, Rita Lee causa correria. Sua decisão em não receber jornalistas para entrevistas é antiga. Faz tudo por e-mail como uma espécie de autocontrole do que diz e do que será publicado. Sua decisão em não fazer mais shows é recente. Diz em tom pouco convincente que quer vagabundear depois de 47 anos, a não ser que peçam por sua volta “com jeitinho”. 

Sua fala aos jornais tem uma razão clara: divulgar seu disco Reza, um álbum de 14 inéditas que reveza forte pegada rock and roll com faixas de programações eletrônicas. Um feito de cinismos autodestrutivos que Rita não usa só nas músicas. Tanta ironia, reconhece, lhe serve também de proteção.

Há algo biográfico em músicas novas como Vidinha (“Tomo ansiolítico em estado crítico, na crise de pânico, Propofol orgânico”)? Ou em Tô um Lixo (“Nem banho tomo mais, dinheiro tanto faz, a cabeça tá um jazz, eu vivo pelos cantos feito bicho, eu tô um lixo”)?

Vidinha tem um pé no biográfico humano, não vamos brigar por um detalhe no bolo, sou ghost writer de mim mesma, nessas músicas faço papel da Mulher Esgoto. Apesar de estar com tudo em cima (tô bonitinha sim, nem vem), tenho uma queda pela autodepreciação, uma queda por achar que minha vida sempre foi besta mesmo.

Fala sério quando pede proteção em músicas como Reza (“Deus me acompanhe, Deus me ampare, Deus me levante, Deus me dê força”)? E não valem tiradinhas sarcásticas...

Bicho, que atire a primeira pedra quem não precisa de proteção. Oh céus, posso saber porque me proíbes das tiradinhas sarcásticas? Queres me cortar as asinhas, justo eu, uma anja que neste exato momento opero o milagre de dar entrevistas... Tá bom, eu paro.

Seu jeito de escrever músicas e e-mails parece desviar para o mesmo balde tudo o que pode atingi-la se levado a sério. Esse riso aí virou escudo?

Agora me pegastes direitinho... Este ‘desvio’ a que se refere chama-se jiu-jítsu defensivo. Todo mundo mente em entrevistas. É sabido que sou a boba da corte e Maria Bethânia, a rainha. Se tu preferes, sei mentir a sério feito um bom político. Tá bom, eu paro. Quando eu morrer dirás que eu era bacana.

E a decisão de nunca mais aparecer em entrevistas ‘ao vivo’ a protege do quê?

E eu lá sou mulher de sair de cena com o rabo entre as pernas, Julio Maria? Proteção só a divina, haja naja humana por aí. Mas tu és ateu, creio eu. Deus não precisa que acreditemos nele, nossa raça é arrogante, enfiou na cabeça que é a imagem e semelhança do cara, ele não deve gostar muito disso.

Rita, por que afinal decidiu não fazer mais shows? (Foi o que ela anunciou em janeiro)

Foram 47 anos non stop na estrada, mereço vagabundar, você não acha?

Seu público não merece ao menos um último show que não aquele que acabou na delegacia? (Em janeiro ela foi detida depois de xingar os policiais em Sergipe)

Ora ora, não poderia ter sido um final mais roquenrou!!! Esta pergunta é a mais bonitinha. Se você pedir com jeitinho, um beijinho, tô fazendo showzinho, amorzinho.

Seu marido Roberto de Carvalho não é injustiçado por aparecer menos do que deveria quando vocês lançam um disco?

A verdade é que 70% do trabalho quem faz é o Roberto. O cara simplesmente prefere ficar nos bastidores, eu entendo. Lembra quando seus tios jornalistas diziam que ele não passava de um malandro espertinho e eu a bonitinha otária? Estamos casados há 36 anos. Se aqueles seus tios ainda estiverem vivos, faz um favor pra mim? Manda eles se Fo...

Há pouco tempo você dizia que não ouvia mais músicas.

Eu menti.

Pelo que, ou contra o que, as pessoas devem rezar mais?

Não se reza contra, meu filho, rezamos sempre a favor. Estou escrevendo um manual de pragas contra inimigos. Se virar música, vai se chamar Plim! Vire Bosta.

 

 

Raramente vê-se notícias boas, ou pelo menos interessante, no PIG, mas dessa vez não teve jeito.

Conheço a região e conheço profissionais lá formados. A coisa é séria mesmo: como aliás, acontece em muitas partes do Brasil, apenas não são divulgadas.

http://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2012/04/cidade-do-sul-de-minas-produz-mais-de-13-mil-equipamentos-eletronicos.html

Cidade do Sul de Minas produz mais de 13 mil equipamentos eletrônicos

 

Essa é para rir um pouco no domingo:

 

http://youtu.be/8ZkGL-HIEfI

 

Um australiano imitador de barulho demotor de carros .

 

Twitter de famosos, como Huck, é inflado
 PESQUISA APONTA FRAUDE NO NÚMERO DE SEGUIDORES DE CELEBRIDADES, QUE USAM OS DADOS COMERCIALMENTE; HUCK TERIA MAIS DE 4 MILHÕES DE SEGUIDORES FALSOS

 

247 – Uma notícia publicada neste fim de semana na coluna Radar, da revista Veja, pode trazer prejuízos para celebridades como Luciano Huck, Claudia Leitte e Ivete Sangalo.

Realizada pela consultoria digital Sequaz, ela revela que as celebridades inflaram os dados do seu Twitter com dados falsos. Nos casos dos três, 75% da 80% dos seguidores são perfis inativos no Twitter. No caso de Huck, portanto, mais de 4 milhões de seguidores seriam fakes.

A revelação pode trazer prejuízos para as celebridades, pois se tornou uma prática comum no Brasil vender tweets, que são aquelas frases de 140 caracteres. Quanto maior a audiência, maior o preço.

 

O segredo de Karl Marx 

O alemão Karl Marx, que viveu como po­bre e sustentado pelo amigo Friedrich En­gels, um industrial rico, amava sua mulher, Jenny Marx, que, embora sem posses, era de origem aristocrática. Numa carta de 1856, o filósofo e economista escreveu: “Meu querido amor, tenho a imagem viva de você em minha frente, tomo você em meus braços, beijo você da cabeça aos pés, ajoelho-me diante de você e suspiro ‘Madame, eu a amo’. E eu de fato amo você mais do que o Mouro de Veneza jamais amou. (...) Mas o amor de uma querida, isto é, você, torna um homem novamente homem. De fato há muitas mulheres no mundo, e algumas delas são belas. Mas onde encontrarei outro rosto no qual cada traço, até cada ruga relembra as maiores e mais doces memórias de minha vida”. As biografias estão de acordo: Marx e Jenny viveram num am­biente de extrema penúria, às vezes sem dinheiro para comer, pagar aluguel e enterrar um filho, Edgar, de 8 anos, mas se adoravam. Eram cúmplices. Sobre a morte do filho, Marx escreveu a Ferdinand Lassalle: “Bacon diz que os ho­mens realmente importantes têm tantas relações com a natureza e o mundo que eles se recuperam facilmente de qualquer perda. Eu não pertenço a estes homens importantes. A morte de meu filho abalou profundamente meu coração e minha mente e ainda sinto a perda tão vivamente como no primeiro dia. Minha pobre esposa também está completamente abatida”. A carta é de 1855 e mostra um pai amoroso lamentando a morte de seu “único” filho homem. Mas o autor de “O Ca­pital” matou simbolicamente outro filho, Henry Frederick Demuth, o Freddy, e não se conhece algum lamento escrito de sua autoria. 

 

do site Inovação Tecnológica

Simulador de navio treinará operadores em situações de risco

Com informações da Agência USP - 21/04/2012

Simulador de navio treinará operadores em situações de risco
O simulador inclui dados dos navios, da operação e das condições ambientais dos locais onde é realizado o transbordo de petróleo. [Imagem: Marcos Santos]

Operação de alívio

Com tecnologia 100% nacional, engenheiros da Escola Politécnica da USP desenvolveram um Simulador Virtual Offshore para treinamento de operadores de navios que atuam em operações de alívio de petróleo - transferência de óleo da plataforma para o navio petroleiro.

O sistema reproduz, virtualmente e com exatidão, as dificuldades de uma embarcação petroleira em alto mar, como condições de tempo, ondas, ventos e correntes marítimas.

Uma operação de alívio pode durar um dia inteiro, ou seja, em uma operação completa pode haver inversões de direção de ondas e ventos, chuvas etc.

Isso exige precisão e segurança, o que impõe grande exigência no treinamento dos operadores.

Evolução dos simuladores

Segundo o professor Eduardo Aoun Tannuri, o projeto resulta de uma parceria da USP com a Transpetro.

"O simulador foi desenvolvido para atender as necessidades da empresa, que já possui em sua sede, no Rio de Janeiro, três outros equipamentos semelhantes a este, também desenvolvidos e construídos em nossos laboratórios", lembra Tannuri.

simulador offshore incorpora a tecnologia desenvolvida em outro projeto, oSimulador de Navegação de Comboios Fluviais concebido para treinar operadores de embarcações de transporte de combustíveis na hidrovia Tietê-Paraná.

Ambos utilizam modelos matemáticos que são resultado de estudos de mais de 20 anos. "Uma das principais evoluções deste novo simulador é em relação ao grau de qualidade gráfica", conta o professor.

Simulador de navio treinará operadores em situações de risco
O sistema completo do simulador inclui três grandes telas e uma bancada com todos os controles de um navio petroleiro, reproduzindo com fidelidade a cabine da embarcação. [Imagem: Marcos Santos]

Simulador de navio

O sistema completo do simulador inclui três grandes telas e uma bancada com todos os controles de um navio petroleiro, reproduzindo com fidelidade a cabine da embarcação.

Ao todo, são cinco manches e umjoystick que permitem ao operador o controle de posicionamento do navio.

O sistema tem capacidade para simular todas as condições possíveis de mar e de tempo, como chuvas, altura de ondas, etc. "Além disso, o programa também permite que sejam simuladas avarias no navio para que o operador tome decisões rápidas e acertadas", descreve Tannuri.

O programa inclui modelos virtuais de três gerações de navios petroleiros da Petrobras: Ataulfo Alves, Stavanger e os novos navios que irão operar na Bacia de Santos.

Além dos navios, o simulador offshore possui modelos virtuais das plataformas da Petrobras P-50, P-35, localizadas a mais de 100 quilômetros da costa, e de monoboias, que são pequenas estações de alivio de petróleo que ficam mais próximas ao litoral.

Além dos modelos matemáticos dos navios e plataformas, que estão inseridos no software, o sistema também possui parâmetros ambientais dos locais simuladas. "Isso foi possível graças aos dados meteorológicos disponibilizados pela própria Petrobras. São modelos matemáticos robustos e com informações de longos espaços de tempo que estão inseridas no modelo virtual", informa Tannuri.


Fonte:  Site Inovação Tecnológica- www.inovacaotecnologica.com.brURL: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=simulador-de-navio

 

 

 

 

Coluna do Claudio Humberto:

22/04/2012 | 00:00

Cachoeira pode ser o
‘laranja’ dos ‘laranjas’

O bicheiro Carlos Cachoeira pode ser o “cérebro”, mas dificilmente seus negócios prosperariam nas mãos dos “subs”, interlocutores que parecem atores de chanchada, deslocados em gabinetes oficiais. Por trás do poder do “chefão” estariam máfias da Ásia, Espanha e da Itália – esta ainda sob implacável perseguição judicial. Estudo do Instituto Brasileiro Giovani Falconi – homenagem ao célebre juiz antimáfia – derruba a teoria de que o goiano age sozinho, controlando milhõe$.



 

O PIG quer repetir a  mesma palhaçada do que foi os caras pintados, cujo resultados foi projetar para dentro da política nacional outros mil vezes mais corruptos do que gene da  turma do Collor 

 

Nassif,

Fui conferir e não de outra.

Na sexta-feira a participação no blog explodiu, repetindo o padrão do auge da campanha de 2010, foram 58 posts com 1519 comentários.

Prá não dizer que o “A medalha do Rio Branco”, possa ter distorcido o resultado (nele apareceram comentaristas que, talvez, nunca tenham “dado as caras” por aqui), sem ele foram 1151 comentários. Não me lembro de dia tão movimentado por aqui.

Os dados acima, comendador rsrs, apenas confirmam o já sabido, este seu buraco aqui, com os cinquenta mil acessos diários que já atingiram, em 2010, cento e vinte mil, é o espaço mais importante da blogosfera tupiniquim, um fato que não permite qualquer tipo de contestação.

Quando arrumar fôlego, farei um levantamento sobre os posts relativos à dupla dinâmica Demóstenes - Cachoeira, conjunto que, em minha opinião, foi peça prá lá de fundamental para a instalação da CPMI. 

 

Considerando que cada um deve ter uns 20 niks para postar, tá bom!!

 

Tem coisa melhor para começar bem o domingão?


 


22/04/2012 - 6:07


Datafolha envia oposição da enfermaria para UTI
 


Saiu mais uma pesquisa do Datafolha. Tomada pela fachada, faz reluzir o já sabido: a popularidade do governo Dilma sobe. Foi de 59% em janeiro para 64% agora. Tomada pelo miolo, acende uma luz no fim do túnel da oposição. Luz vermelha. São três os dados que piscam para os antagonistas do petismo:


1. Perguntou-se ao meio-fio quem deve disputar a Presidência em 2014: Dilma ou Lula? A maioria (57%) prefere Lula a Dilma (32%). Para 6%, nenhum dos dois deveria disputar. Outros 5% não souberam responder. Ficou entendido que, se quiser e a laringe deixar, o ex-soberano continua na pista.


2. Indagou-se ao asfalto como votaria se o segundo turno de 2010 se repetisse hoje. Descobriu-se que os 56,05% amealhados por Dilma há um ano e cinco meses viraram 69%. E os 43,95% obtidos por Serra murcharam para 21%. Quer dizer: se Lula não quiser ou não puder, a pista é de Dilma.


3. Entre os eleitores que dizem ter votado em Serra, 52% avaliam a gestão Dilma como ótima ou boa. Entre os que se apresentam como simpatizantes do PSDB, a taxa de aprovação da presidente do PT vai a 60%. Ou seja: no pedaço do eleitorado mais afeito ao tucanato, a maioria caiu de amores por Dilma.


Nos últimos tempos, a oposição mata o tempo perguntando a si mesma –e não respondendo— que diabo, afinal, está fazendo neste mundo. Considerando-se os dados da sondagem, a resposta é nada. Frequenta a cena como visita. Quem tenta dar-lhe ouvidos ou escuta o silêncio ou não entende o que ouve.


Já se sabia que falta discurso à oposição. Descobriu-se que não será fácil arranjar um. A idéia segundo a qual um candidato como Aécio Neves pode apresentar-se como melhor alternativa “a tudo isso que está aí” demanda uma pré-condição: a pregação não pode agredir a agredir a realidade.


Por exemplo: o Datafolha informa que 49% dos eleitores acham que a situação econômica do país vai melhorar. Outros 39% avaliam que a coisa ficará como está. Apenas 13% apostam que o cenário vai degringolar. Em junho do ano passado, 51% imaginavam que os preços subiriam. Hoje, esse contingente caiu para 41%.


Primeiro da fila do PSDB, Aécio prevê que a crise internacional reserva dias piores para o Brasil. Ainda que o tempo lhe dê razão, se disser em público o que rumina em privado será visto não como alternativa, mas como mais um membro do clube do ‘quanto pior melhor’.


Por ora, o que a maioria vê nas gôndolas é a carestia contida. No Banco Central, vê-se a faca dos juros. No Planalto, desponta uma presidente que ordena às casas bancárias estatais que ofereçam taxas menores à clientela e abre guerra contra a banca privada para forçá-la a fazer o mesmo.


Como se fosse pouco, o discurso da moralidade, que já fazia água, acaba de ser engolfado pelo Cachoeira. Demóstenes Torres, que se imaginava nascido para nadador, revelou-se um afogado. Há Agnelos com água pelo nariz. Mas também há Marconis. De uma correnteza assim, tão plural, pode emergir muita coisa, menos um discurso.


Em 2010, a oposição compensava a falta do que dizer superstimando a “ausência de candidato” do PT. Lula elegeu sua poste. A dois anos e meio de 2014, o tucanato e Cia. continuam sem saber o que dizer. A diferença é que o petismo agora tem dois candidatos: a pupila e seu patrono.


O Datafolha informa que a oposição brasileira foi transferida da enfermaria para a UTI. Vale repetir o velho bordão: pesquisa não é senão o retrato de um momento. Significa dizer que seria uma imprudência decretar em 2012 o resultado de 2014.


Algo, porém, é inegável: a oposição está diante de uma encrenca que lhe nega o papel que julga desempenhar melhor. O tucanato pode continuar dizendo que veio ao mundo como exemplo. Falta descobrir de quê.


O Plano Real é sonho velho. A estabilidade econômica foi como que apropriada por Lula. Ou a oposição coloca de pé uma utopia nova ou vai continuar arrastando a bola de ferro que torna os seus candidatos os mais cotados para fazer de um petista o próximo presidente da República.

 

Folha de São Paulo de hoje


Dilma tem aprovação recorde, mas Lula é favorito para 2014


Presidente atinge novo pico de popularidade, com 64% de ótimo ou bom


Questionados quem preferem ver como candidato do PT, 57% citam ex-presidente, contra 32% para a atual


FERNANDO RODRIGUES


 


DE BRASÍLIA


 


A presidente Dilma Rousseff bateu mais um recorde de popularidade, mas seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, é o preferido dos brasileiros para ser o candidato do PT ao Planalto em 2014.


Esse é o resultado principal da pesquisa Datafolha realizada nos dias 18 e 19 deste mês com 2.588 pessoas em todos os Estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.


O governo da petista é avaliado como ótimo ou bom por 64% dos brasileiros, contra 59% em janeiro.


Trata-se de um recorde sob dois aspectos: é a mais alta taxa obtida por Dilma desde a sua posse, em 1º de janeiro de 2011, e é também a maior aprovação presidencial com um ano e três meses de mandato em todas as pesquisas até hoje feitas pelo Datafolha.


Para 29%, Dilma faz um governo regular. Outros 5% consideram que a atual administração é ruim ou péssima. Em janeiro, essas taxas eram de 33% e 6%, respectivamente.


Como a curva de popularidade positiva de Dilma tem sido ascendente desde o início, o Datafolha incluiu desta vez uma nova pergunta no levantamento sobre a eleição de 2014 -quem deveria ser o candidato do PT a presidente: Dilma ou Lula?


As respostas foram bem mais favoráveis a Lula. Ele é o predileto de 57% dos brasileiros para disputar novamente o Planalto daqui a dois anos e meio. Outros 32% citam Dilma. Para 6%, nenhum dos dois deve concorrer. E 5% não souberam responder.


"A presidente Dilma vem tem tendo curva crescente de popularidade e pode reduzir essa desvantagem em relação a Lula se mantiver essa trajetória", diz Mauro Paulino, diretor do Datafolha.


Dilma, entretanto, está tecnicamente empatada com o antecessor, dentro da margem de erro, quando se observam grupos considerados formadores de opinião.


Por exemplo, entre os eleitores com renda acima de dez salários mínimos, Dilma tem 48% contra 45% de Lula. Situação de empate técnico.


O mesmo entre os que têm escolaridade de nível superior: 42% para atual presidente e 41% para seu antecessor.


A ATUAL E OS EX


A comparação com os dois últimos presidentes é muito favorável a Dilma e seus 64% de aprovação. Nesta época, em seu primeiro mandato, Lula tinha 38%. O tucano Fernando Henrique Cardoso tinha ainda menos, só 30%.


Mesmo no segundo mandato, Lula tinha 55% de aprovação com um ano e três meses de governo. Ou seja, nove pontos menos que Dilma.


A alta da petista foi em quase todas as faixas de renda, idade e escolaridade.


Grupos socioeconômicos nos quais Dilma não ia tão bem agora mostraram forte reação. É o caso dos brasileiros com renda familiar acima de dez salários mínimos -4% da população. A petista subiu 17 pontos nesse grupo, passando de 53% para 70%.


Outra alta significativa foi entre a população mais pobre, com renda até dois mínimos por mês -uma massa de 48% dos brasileiros. Nesse grupo, Dilma saiu de 59% para 64% de aprovação.


O atual levantamento foi feito já sob o impacto da queda da taxa de juros de bancos e da redução da taxa básica de juros do país, que passou de 9,75% para 9% na quarta.


A aprovação pessoal da presidente também evoluiu. Para 68%, o desempenho de Dilma é ótimo ou bom; 25% dizem que é regular; 4% avaliam como ruim ou péssimo.

 

Ja dizia Nelson Rodrigues do alto de sua sabedoria :Toda unanimidade é burra . Isso é o que ele dizia , não briguem comigo . Mas o que acontece no Brasil é uma entresafra brava de políticos de verdade ou seja , não aparece aquele estadista que vislumbra o melhor para seu povo , porque nos últimos anos , continuamos com a educação em descompasso com o mundo, ainda temos sérios problemas de saneamento nas nossa cidades , as reformas tão necessárias foram esquecidas . 

      A conclusão que se chega é que quando Lula e Dilma apresentam estes índices de aprovação tão alto é a prova da desvinculação do povo da realidade e o despolitisação absoluta . Mas a verdade é que na carona de uma bom momento economico motivado pelas comoodities que nos levou a condição de 6° economia do mundo , quando a exportação de produtos primários sem qualquer valor agregado faz a festa de políticos médiocres como se eles fossem o santo milagreiros . Esperamos que surja novos politicos com gestão moderna de administração pública , o Brasil precisa.

 

Este comportamento do pig em noticiar "delta, delta, delta" me faz suspeitar de uma relação mais intestina com o grupo Cachoeira-Abril. Uma relação de apoio financeiro. Penso que, quando convocarem o Civita, todos ficarão preocupados.

 

Era o previsível. Todo mundo sabe que o governo está mandando milheres de jovens para estudar engenharia fora por não termos competência instalada para ensiná-lo sequer os rudimentos de cálculo e é por isso que toda obra foi calcular com tantos erros que precisa de uma montanha de aditivos, os quais a oposição sempre usa como se fosse corrupção e não por uma necessidade extrema. Por isso, sabendo que que Cachoeira sempre foi amigos dos donos da Delta, o PIG não teve dúvida de colocar um dedo em risco de ser cortado porque iria cortar da penas do governo como já começou, não só pela paralização das obras do estádio mais importante para copa, como colocaram na boca do ex-dnit haver assessor da Dilma com ligação com tais água sujas. Os petistas deveria ter desconfiado quando gente da opoisção estava querendo CPI e nem ponto Zeca Dirceu foi um dos mais sábio não assinando essa.

 

Sessão das 10

O Diário de Anne Frank

 

O disco de cabeceira faz 40 anos

Da Carta Capital

Foi um ano especial para a história da música brasileira. Em 1972, sob o governo de Médici e com a ditadura a cada dia mais rígida, Caetano Veloso retorna ao País após três anos de exílio em Londres. Lança o disco Transa, seu predileto, com músicas do calibre de Nine out of ten - primeira canção brasileira a incorporar compassos de reggae. É também nesse ano que o acatado João Gilberto faz uma visita à comunidade hippie dos Novos Baianos e dá seus pitacos. Dessa reunião surge Acabou Chorare, álbum que mistura samba com guitarra elétrica e nasce clássico. Como se já não fosse suficiente, Gal Costa lança o Fa-Tal e Gilberto Gil, o Expresso 2222. 

Os baianos e o seu Tropicalismo efervesciam. Mas não foi só a terra de Dorival Caymmi que viu nascerem as joias de 1972. Em Minas Gerais um grupo de músicos de Belo Horizonte apresenta o Clube da Esquina, primeiro álbum duplo do Brasil e resultado de uma longa amizade entre Milton Nascimento, os irmãos Lô e Márcio Borges, Beto Guedes, Fernando Brant, Ronaldo Bastos, Wagner Tiso, Toninho Horta e tantos outros que de algum modo fizeram parte da empreitada.

Pré-história

O Clube da Esquina só seria lançado em março daquele ano, mas a história começa bem antes. O ponto de partida foi 1963, quando Milton Nascimento chegou ao Edifício Levy. No mesmo prédio – localizado no centro da capital mineira – vivia a família Borges, que logo tratou de conceder a Bituca – apelido de Milton na época – o título de “filho número12”. “Nós fomos apresentados pelo som. Eu estava indo ao mercado para minha mãe e me deparei com aquela voz maviosa vinda da escada do prédio onde a gente morava. Era Bituca cantando e tocando violão”, conta Lô Borges, dez anos mais novo do que Milton.

Por conta da diferença de idade, quem acabou ficando mais amigo de Nascimento foi Márcio Borges, irmão mais velho de Lô. Os dois estavam sempre juntos – ambos encantados com a arte, com a música e com o cinema. Jules et Jim, de Truffaut, foi a primeira fonte de inspiração que compartilharam. No Cine Tupi, assistiram ao filme três vezes no mesmo dia. Ficaram tão encantados que saíram de lá diretamente para um bar, onde – embriagados pela “aura” da obra de arte e por algumas batidas de limão – compuseram Paz do Amor que Vem. Para eles, naquele momento, a narrativa de Jules et Jim era o maior tributo à amizade já realizado.

Paz do Amor que Vem foi a estreia dos dois como compositores e nunca chegou a ser gravada. Nessa época, Milton era baixista do Berimbau Trio, um grupo que fazia versões para músicas de Jazz e Bossa Nova. Ele achava que não seria capaz de se tornar compositor porque acreditava que tocava violão “errado” – sem saber que, na verdade, havia encontrado uma maneira inovadora de lidar com o instrumento.

Márcio Borges diariamente o incentivava a compor. Bituca, por sua vez, incentivava Lô: já percebendo que o amigo caçula tinha talento, “esquecia” o violão no quarto dos meninos Borges, para que ele pudesse “brincar”. Mais tarde, ao lado de Beto Guedes (também mais novo), Lô formaria o The Beavers, banda cover dos Beatles.

Para Lennon e McCartney

Quando Milton Nascimento começou a compor, sua carreira deslanchou. Aos 24 anos, em 1967, foi considerado a grande revelação do II Festival Internacional da Canção. Travessia, sua música com letra de Fernando Brant, acabou ficando em segundo lugar, perdendo apenas para Margarida, de Gutemberg Guarabyra.

A partir de então tudo mudou: Bituca deixou Belo Horizonte e se mudou para o Rio de Janeiro. Ficou conhecido e fechou contrato com a Odeon – principal gravadora da época, a atual EMI. Mas sempre voltava para visitar os amigos, aproveitando para levar para Lô e Beto Guedes os lançamentos dos Beatles.

A essa altura Lô Borges já estava começando a compor suas próprias músicas. Durante uma pequena festa na casa dos Borges, em uma das visitas de Milton à capital mineira, o então garoto de 16 anos mostrou uma composição que havia feito no piano. O amigo famoso fez um acompanhamento para violão; ali mesmo, Márcio Borges e Fernando Brant escreveram a letra e assim surgiu o clássico Para Lennon e McCartney. “Eu pensava que a gente ouvia tanto os Beatles, a gente curtia tanto o som deles e eles nem sabiam da nossa existência. Então fiz uma música para dizer que somos aqui de Minas Gerais e também fazemos uma música legal”, explica Lô Borges, em entrevista a CartaCapital.

A música entrou no disco Milton, lançado em 1970. É também desse álbum a canção Clube da Esquina, com música de Lô e Milton e letra de Márcio Borges. Era uma tradução de todo o sentimento que permeia o Clube da Esquina: a vontade de garantir um lugar em um futuro melhor, mas misturada às raízes mineiras e a uma antecipada nostalgia do presente.

Algumas pedras no caminho 

Quando Milton Nascimento teve a ideia do projeto do Clube da Esquina, enfrentou alguns problemas na Odeon. “O que estava pegando era fazer um disco duplo. Naquela época ainda não tinha álbuns duplos do Brasil. Só depois, naquele mesmo ano, que a Gal Costa lançou o Fa-Tal”, explica Lô Borges.

Entretanto, o principal problema, segundo o músico, foi o fato de que Milton queria dividir a assinatura do disco com alguém que era completamente desconhecido do público. “Eu era um menino, isso foi algo completamente inédito na minha vida porque eu não tinha nem carreira musical, eu era um iniciante, não sabia nem que eu seria um músico profissional.”, comenta.

Mas Milton Nascimento estava determinado: “Quando o Milton fez o convite a gravadora ainda não tinha topado a gravação do disco. Ele tinha um contrato com a Odeon, mas disse que, se eles não topassem fazer,  procuraria outro grupo para oferecer o projeto”, conta Lô Borges.

oi Adail Lessa quem deu carta branca para que o disco fosse realizado. Na época, ele era produtor executivo da Odeon, ao lado de Milton Miranda. “Acho que eles viram que eu era um dos compositores de Para Lennon e McCartney e pensaram ‘acho que esse menino até que presta!’”, diverte-se, quarenta anos depois.

Mas não foram só essas questões burocráticas que estavam em jogo. “Eu tive que ir para o Rio de Janeiro com 18 anos de idade, embaixo de uma ditadura barra pesada. Minha mãe não queria que eu fosse, eu fui até meio rompido com minha família, mas depois eles perceberam que era algo significativo na minha vida. É aquele terror da ditadura né? Três ou quatro pessoas morando juntas em uma casa já eram consideradas subversivas”, pondera.

Para poder se mudar para o Rio de Janeiro, Lô Borges teve que enfrentar até mesmo o exército. Ele estava na idade de se alistar e pediu licença para poder gravar o disco. Jovem, saudável e forte, estava apto a servir e chegou a ficar entre os recrutas. Como tinha o convite para o Clube, pediu ao capitão de sua Companhia que o liberasse para gravar o disco. “Primeiro ele foi bastante simpático e disse que tudo bem, que eu podia sair. Uma semana depois, quando eu voltei para a apresentação para começar a servir mesmo, ele me pegou grosseiramente pelo braço e falou ‘olha garoto, você não vai servir ao exército, mas não é porque você não quer. É porque o exército não quer gente da sua espécie aqui dentro, seu comunista’”.

O Clube da Esquina 

Com Lô no Rio de Janeiro e com o projeto aprovado pela Odeon, foi dado início o período de composição das músicas do disco. Todas as canções foram feitas especialmente para o Clube da Esquina. “Nós nos mudamos para uma praia de Niterói chamada Piratininga. Na época, ela era quase deserta. A casa era muito interessante porque ficava o Milton em um quarto compondo, eu ficava em outro e o Beto Guedes circulando de quarto em quarto – tipo um enfermeiro -, para ver o que o Bituca estava produzindo e o que eu estava produzindo”, recorda-se.

A escolha de quem ia colocar a letra em determinada música era um pouco aleatória. Lô Borges afirma que naquela época ele não era muito politizado, preferia falar da Nuvem Cigana e do Trem Azul. “Parecia que naquele período era assim: ou você optava por ser engajado ou você optava por ser hippie. Eu escolhi ser hippie”, brinca.

As músicas cujas letras ele acreditava que deveriam ser mais politizadas – como a de Tudo que você podia ser – ele entregava ao irmão mais velho, Márcio Borges. “O Marcinho já tinha feito faculdade, já tinha um engajamento. Então ele ficava responsável por esse parte”, diz. E Márcio complementa: “Eu e meu amigo Paulo Leminski costumávamos dizer que a figura de linguagem vigente era a metáfora. No Clube isso fica claro, aquela história dos ratos em Trem de Doido ou aquilo da bota  e do anel de Zapata em Tudo que você podia ser. Certamente foi o modo que os músicos da nossa geração encontraram para driblar a censura”, relata Márcio.

Os irmãos contam que as gravações na Odeon eram sempre muito divertidas, com o estúdio cheio de amigos. “A gravação do Clube foi um playground, foi muito gostoso de fazer. Era uma farra, tinha muita gente no estúdio, muitos músicos, todos amigos. Um clima de amizade, muito carinho, dedicação, pessoas se doando mesmo por aquele projeto. Parecia uma oficina de criação de obra de arte”, diz Lô.

Para ele, tudo era mesmo uma grande brincadeira. “Eu não queria entrar para o show business. Ficava no Rio de Janeiro morrendo de saudade da minha namorada em Belo Horizonte. Nunca imaginei que 40 anos depois falaria de um disco que fiz quando tinha 18″, afirma. Apesar disso, garante que a participação no Clube da Esquina foi uma das experiências mais importantes de sua vida e até consegue eleger sua música favorita do álbum. “Eu acho que é Trem Azul, por causa das regravações. É uma honra saber que Tom Jobim regravou uma música minha”, deleita-se.

Herança

“A experiência do Clube da Esquina foi tão única que até artistas que produzem uma música que não tem nada a ver com a nossa dizem que usaram o disco como referência”, afirma Márcio Borges. Para ele, músicos da nova geração como Lenine e a banda Cobra Coral são a prova de que o álbum foi transmitido como herança.

“Hoje em dia eu faço um trabalho com o Samuel Rosa, do Skank. A gente já fez 50 shows juntos. Ele faz parte de uma outra geração, mas sempre fala para mim que saiu do livro dos Três Porquinhos diretamente para o Clube da Esquina. É um disco de cabeceira”, orgulha-se Lô.

http://www.cartacapital.com.br/cultura/o-disco-de-cabeceira-faz-40-anos/

 

22 de abril de 1500 - Portugal planejou a conquista do Brasil

Em 22 de abril de 1500, a esquadra portuguesa, composta por dez naus e três caravelas, sob as ordens do fidalgo Pedro Álvares Cabral, chegou ao litoral baiano - o local exato do desembarque ainda é motivo de discussão entre moradores de Porto Seguro e de Baía Cabrália. Alguns continuam insistindo em usar a expressão "descobrimento do Brasil", quando o correto é "conquista do Brasil", gostem ou não os simpatizantes do colonialismo lusitano.

O termo deturpado passou a ser comum depois do decreto de Felipe II, da Espanha, em 1556, proibindo o uso da expressão "conquista da América" nos documentos oficiais, porque preservava na memória a existência de guerra, invasão, massacre, luta entre o conquistador europeu e os povos americanos ou pré-colombianos. Tal decreto alcançou o Brasil quando este passou a pertencer à coroa espanhola durante a crise sucessória, de 1580 a 1640. E para camuflar ações violentas dos colonizadores portugueses, tornou-se comum ouvir que "Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil".

Afirmar a descoberta do Brasil pelos portugueses pressupõe a crença de que estes desconheciam a existência destas terras. Sendo assim, não haveria sentido em o rei dom João II lutar pela assinatura de um tratado com a Espanha que favorecesse seu país, assegurando-lhe boa porção de terras no novo continente, cerca de seis anos antes da chegada de Cabral.

Inter Coetera

Com o retorno de Colombo à Europa, em 1492, após a primeira viagem à América, os reis católicos da Espanha, Isabel de Castela e Fernando de Aragão, trataram de garantir as terras conquistadas solicitando ao papa Alexandre VI - Rodrigo Borgia -, que era espanhol, um documento concedendo-lhes os direitos de posse. Assim, a Bula Inter Coetera (Entre Outras Coisas) delegava todas as terras do Ocidente ao reino espanhol. Trabalhando rápido, os espiões palacianos alertaram dom João II, de Portugal, que protestou e ameaçou iniciar um conflito na Península Ibérica.

No ano seguinte, 1493, pressionado pela ala católica portuguesa, o papa Alexandre VI assinou a segunda Bula Inter Coetera, estabelecendo a divisão das terras americanas entre Espanha e Portugal. Nela, ele determinava que todas as "terras" até cem léguas das ilhas de Cabo Verde seriam de Portugal, além disto, a oeste, seriam da Espanha. Sentindo-se enganado, pois só restava a Portugal o Oceano Atlântico, o rei ameaçou novamente iniciar uma guerra contra a Espanha.

Apavorados, os espanhóis recorreram ao chefe da Igreja que, em 1494, emitiu a terceira Bula Inter Coetera, traçando nova linha imaginária a 370 léguas das ilhas de Cabo Verde. As condições foram aceitas e o acordo assinado em 7 de junho na cidade espanhola de Tordesilhas, dando nome ao tratado divisório. O jornalista e historiador Eduardo Bueno, em Capitães do Brasil, corrobora com esse fato. "Em 1494, castelhanos e portugueses tinham dividido o mundo ente si. Alijados daquela partilha, os franceses não aceitavam a validade jurídica dos acordos firmados na pequena cidade de Tordesilhas", pois contra este se levantou o rei francês Francisco I, perguntando onde estava "o testamento de Adão dividindo o mundo entre Portugal e Espanha".

Outros conquistadores

É provável que outro navegador (ou outros) aportou por aqui antes de 1500, conforme documentos da época. Em 1498, o rei dom Manuel ordenou a Duarte Pereira viajar pela mesma rota de Vasco da Gama. Entretanto, em seu relato, no livro Esmeraldo de situ orbi, Duarte Pereira cita a ordem secreta do rei mandando "descobrir a parte ocidental, passando além da grandeza do mar Oceano, onde foi achada e navegada uma tão grande terra firme, com muitas e grandes ilhas adjacentes". Talvez, a este, deva-se o mérito de ser o primeiro português a chegar ao Brasil.

Sabe-se hoje que os fenícios (séc. X ao IV a.C.) estiveram no Rio de Janeiro, conforme inscrições (contestadas por pesquisadores) na Pedra da Gávea. Além destes, outros fenícios, sob as ordens do rei Zedequias de Judá, estiveram na Argentina, próximo a La Rioja. No ano 1000 d.C. o viking Leif Erickson alcançou a costa canadense, bem antes do italiano Giovanni Caboto levar os méritos da tal façanha, em 1497, a serviço da coroa britânica.

Ensina-se, então, às crianças, que portugueses e espanhóis "descobriram" uma terra com cerca de 88 milhões de habitantes e não um vazio demográfico. Uma contradição em termos. Além disso, alguns dos povos pré-colombianos eram muito mais avançados em civilização do que qualquer nação européia da época.

Os astecas, no México, dominavam as técnicas da ourivesaria, cerâmica e tecelagem, realizavam grandes construções e tinham escrita e calendário próprios. Já os maias construíram grandes pirâmides e criaram um calendário muito preciso, tendo também um sistema de escrita. Enquanto os europeus estavam presos à ignorância e ao atraso científico, estes estudavam o espaço em observatórios de astronomia. Na América do Sul, uma das mais avançadas civilizações do Ocidente, a incaica, pavimentava estradas, construía aquedutos e canais de irrigação.

Alguns podem apontar as mazelas existentes entre os povos nativos como provas de sua brutalidade e incivilidade. Não é possível se esquecer da violência empregada pela inquisição na Europa, as infindáveis guerras e invasões justificadas sob o pretexto da expansão da fé ou da vaidade de nobres acéfalos. Portanto, o que ocorreu a partir de 1492 foi a invasão da América pelos portugueses e espanhóis que, impiedosamente, em nome do cristianismo espúrio, barbarizaram milhões de habitantes deste continente, conquistando-o definitivamente.

E foi esse perfil grotesco que norteou parte das características dos habitantes das futuras nações do continente, muito bem-retratadas em Terra Papagalli pelos jornalistas e romancistas José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta: "E daquela terra que hoje chamam Brasil, esquecendo o nome que lhe deram seus primeiros moradores, digo que pouco proveito se pode tirar dela, porque vem se povoando com homens cobiçosos... está bem parecida com a nossa (Portugal), onde reinam a burla, a roubaria e mais pode quem é mais velhaco... naquela terra de fomes tantas e lei tão pouca, quem não come é comido." Não há necessidade de se interpretar a fiel representação delineada por Torero e Pimenta. Quem lê, entenda conforme a água agita sua embarcação.

(Texto baseado em "Cabral Conquistou o Brasil", artigo publicado em O Estado do Paraná, em 22/4/1997, e no livro Liberdade Vigiada, em 2002)


http://www.outraleitura.com.br/web/artigo.php?artigo=108:Portugal_planejou_a_conquista_do_Brasil


 

Tenho o mesmo sentimento e opnião descrito pelo Eduardo Ramos no primiero comentário.

O que questiono é se o salário e o glamour da Globo destes pseudoprofissionais, são o suficiente para ter que fazer esta coisa indigna. Porque saber que estão no mínimo anti-éticos, isto estes sabem.

Uma passagem desta semana, caro Eduardo Ramos, foi o "comentarista econômico" Sarderberg, no Jornal da Globo, sendo obrigado a criticar a Dilma, quanto a manifestação dela de que "os países ricos não podem partir para o tsunami econômico" (governo americano emitindo moeda dolar para cobrir seus próprios rombos e supervalorizando o Real e prejudicando o Brasil). Era constrangedor (pareceu o evento Mônica Valdvoguel) ver uma pessoa na idade do Sarderberg, tentando tirar argumentos para cumprir uma missão dada pelo chefe.

 

Se a chapa esquentar, capo da Veja terá como fugir da lei

Apesar da afetação de arrogância de seus paus-mandados, o italiano Roberto Civita, dono da revista Veja, está perdendo noites de sono com a disposição de cerca de metade do Congresso Nacional de convocá-lo a dar explicações na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que terá início na semana que entra.

Durante a semana que finda, Fábio Barbosa, presidente do grupo Abril, reuniu-se em Brasília com lideranças dos partidos a fim de apresentar um pleito do patrão: não ser convocado a depor.

Há relatos de que Barbosa voltou com a pasta vazia para São Paulo, munido apenas de uma notícia para dar ao chefe: ele colecionou muitos inimigos no Legislativo e, apesar de ter amigos, eles são minoria nas duas Casas legislativas e, assim, dificilmente o capo da Veja não será convocado a explicar uma relação suspeitíssima de sua revista com o crime organizado.

Não é por outra razão que, agora, a grande imprensa escrita – que, inicialmente, tentou ignorar as relações de tenentes da Veja com o crime e a constatação de que incontáveis matérias que a revista publicou originaram-se desses contatos – já trata abertamente do assunto.

As televisões abertas ainda escondem as relações suspeitas da Veja com o crime organizado, mas será difícil que relação tão íntima da revista com os bandidos fique fora dessa mídia quando a CPMI começar a funcionar, pois, nas escutas, a quadrilha de Cachoeira cita reportagens da Veja para favorecê-la, algumas das quais acabaram de fato sendo publicadas.

Além disso, o segredo mais bem guardado sobre a Operação Monte Carlo, até o momento, é o teor amplo dos contatos entre a revista de Civita e a quadrilha. Esse teor, suspeita-se, pode ser muito mais explosivo do que estão supondo jornalistas de outros grandes veículos de comunicação que, tal qual os senadores que apoiaram Demóstenes Torres precipitadamente, nem imaginam o que a Veja andou fazendo nessa cachoeira de corrupção.

O ódio visceral que a mídia nutre por Lula impede que reconheça que ele não é um ingênuo que estimularia uma CPI achando que os adversários políticos e midiáticos não tentariam inverter o foco das investigações, jogando-o contra o governo, o PT e aliados. E que, portanto, sabe muito mais sobre o trabalho da Polícia Federal do que supõem seus inimigos.

A possibilidade de a chapa esquentar para Civita, portanto, não é desprezível. No limite, pode ser considerado membro da quadrilha de Cachoeira, se não for o cabeça. Se isso ocorrer, tal qual o italiano Salvatore Cacciola, Civita pode picar a mula para a Itália a fim de se colocar a salvo da lei brasileira.

Até porque, não haverá de faltar um juiz do Supremo Tribunal Federal para lhe conceder um habeas-corpus às duas da madrugada.

 

http://www.blogcidadania.com.br/2012/04/se-a-chapa-esquentar-capo-da-vej...

 

"Seja realista: exija o impossível"


Pobre México, tão longe de Deus e tão perto dos...

 ...verdes.

 

O congresso mexicano aprovou nesta semana uma lei, a ley general de cambio climático. A emissão de CO2 em 2020 deverá ser reduzida em 30% do volume previsto, e até 2050 em menos 50% sobre o nível de 2000. O projeto foi aprovado na câmara dos deputados por 280 a 10, e no senado por unanimidade. Como são conscientes os políticos mexicanos... Ombrearam-se aos britânicos. O panda aplaudiu.

Para a geração de eletricidade a meta é de 35% de produção limpa para 2024. Atualmente cerca de 73% de toda a eletricidade gerada no México provém dos combustíveis fósseis, 22% das hidroelétricas e os cinco por cento restantes de fontes alternativas. Com a previsão do aumento do consumo em 4% ao ano as renováveis necessitarão de incentivo. Leia-se dinheiro público para garantir a rentabilidade dos "empreendedores".

Duas das principais fontes produtoras de eletricidade com baixa emissão de carbono enfrentam oposição ambiental cada vez maior: hidro e nuclear, novas usinas dificilmente serão implantadas. Restam a eólica, a solar, as marés, etc. Estas como sabemos são pouco eficientes e, portanto, o seu custo real é alto. 

O México é um país de médio desenvolvimento econômico. Excessivamente dependente dos eua e tem na sua decadente indústria petrolífera a principal fonte de receitas.Os recursos econômicos são escassos. Como em todos os grandes países produtores de petróleo o consumo interno não acompanha a cotação internacional. É uma forma de subsídio. Para atingir o que foi proposto ele terá que deixar de existir. Os reflexos inflacionários não serão pequenos.O secretário de energia, jordy herrera já admitiu crear una focalización en los subsidios a energías limpias. O custo para a população das verdes não será menor que o das atuais, e estas ficarão mais caras.

Esta redução da emissão de CO2 não será conseguida apenas na geração de energia elétrica. Os transportes e a indústria terão que dar a sua cota de contribuição. A tendência para o setor industrial será a substituição das atuais fontes geradoras, como o óleo combustível, por outras mais caras. Com perda de competitividade no mercado externo.

A mitigação da emissão dos gases dos veículos até o momento é exclusiva dos biocombustíveis. Biodiesel e álcool. As matérias primas são agrícolas. Cana de açúcar, milho, soja e palma são as principais. O México importa quase metade dos alimentos que consome. Até mesmo o milho, em torno de 25%, é comprado no exterior. Mesmo assim ele está prestes a iniciar a produção de etanol de...  milho.

Um dos principais fatores para a elevação da cotação das commodities agrícolas é o desvio da sua função. Alimentar carros e não pessoas. Quanto maior o volume destinado a movimentação dos veículos maiores dificuldades são impostas aos pobres para comer. Há alguns anos atrás o México já viveu a crise das tortillas. O aumento no preço do milho provocou protestos. Foi necessário um acordo nacional para evitar o agravamento da situação.

Até o momento apenas dois países aprovaram leis tão restritivas. México e reino unido. Não existe perspectiva a curto prazo de outros fazerem o mesmo. As tecnologias necessárias para esta transição são caras e incipientes. No caso mexicano serão totalmente externas. Empresas chinesas, alemãs e hindus se preparam para ocupar espaço.

O ganho por ser o primeiro dos periféricos a tomar uma medida tão drástica é inexistente. A tendência de aperfeiçoamento dos equipamentos necessários à geração das renováveis, no momento ainda alternativas, levará anos. Quando estiverem economicamente competitivas o setor energético mexicano estará obsoleto e ineficiente.


Todas as vezes que um verdista diz baixas emissões de carbono o complemento é economia competitiva. Como demonstra o reino unido que foi o pioneiro e já sente os efeitos, mesmo sem ter implantado ainda a metade do que pretendia.

Por se tratar de um país latino-americano possui leis que são cumpridas ou não, igual ao Brasil. Esta é a esperança que resta para a economia mexicana não afundar de vez. Caso seja implementada em quanto tempo irá adiar a catástrofe global? A meta de 31% de geração eólica de eletricidade do reino unido a partir de 2020, ao custo de £ 75 bilhões nos próximos oito anos, irá adiar o apocalipse climático em 2100 por dez dias, conforme os modelos climáticos padrões.


Links:

México aprova lei de mudanças climáticas
México retorna a energia limpa
Importação de alimentos é problema para o México
eua aumenta a demanda por milho para produzir etanol
Acordo assinado no México pretende estabilizar o preço do milho
Situação atual e perspectivas do milho no México
Perspectivas do setor elétrico 2010 / 2025

 

Bêbado e sua mania de fazer perguntas difíceis, né não?

Agorinha, no auge de uma discussão sobre o melhor corte da carne que ia pra churrasqueira (discussão em vão, porque sempre acaba nas dicas do Bassi, aí não tem mais o que discutir) começou tocar uma musica do Cartola e um camarada, lembrando de minha paixão pela Mangueira, veio com essa:

-Pô Gatão (meu apelido)! Vc não tem vínculo nenhum com o samba. Ligação nenhuma com o Rio. Por que vc torce pra Mangueira?

Putz!!! E agora?

Como bêbado gosta de responder uma pergunta com outra pergunta (pra festa não parar) e tem o desejo sublime nessas horas de filosofar, fui logo na veia:

-E onde é que se junta o passado, futuro e o presente?

 

Estamos políticamente de lado opostos, nem sei se é lado pois sou apartidário enquanto não houver reforma. Mais isso não impede senso de humor. Gosto da maneira que escreve, embora não concorde...

 

Pesquise a palavra SEXO 

 

 

A Mídia Insana...

Não é só um caso de má-fé, interesses escusos e cinismo o comportamento da grande mídia, nos dias de hoje.

Assistindo agora há pouco ao programa da Cristiana Lobo no Globo News, perplexo com o que ouvia, concluí que muitos dos profissionais dessas corporações, adoeceram, de fato!

Não, não sou médico, muito menos psiquiatra, mas algumas características ali presentes, só se explicam como sintomas de enfermidade mental e emocional severa!

Não pareciam, a apresentadora e os dois convidados, falsos! Não representavam um papel... eis o que me assustou (assusta...) na cena, quando debatiam a CPI do Cachoeira e o mensalão. Acreditavam naquelas sandices, e, creiam-me, fica difícil chamar aquilo de "crime midiático", porque o inverossímel ao extremo, está muito mais para o ridículo do que para o crime...

A tese, óbvia, é a mesma cantilena entoada nas últimas semanas exaustivamente, nada de novo. Mas com contornos mais farsescos em si mesmos, de dificílima credibilidade, até para o mais apaixonado anti-lulista ou anti-governo. Penso que o próprio Serra, ou o Demóstenes, sinceramente, se assistiram o programa,  se incomodaram, pensando: "estão errando o tom... dessa forma, as pessoas acabarão rindo da nossa tese..." - sim, foi nesse nível a coisa...

Lula teria visitado o Lewandovski, para saber notícias do mensalão, e saído triste e preocupado, daí sua reação de criação por "debaixo dos panos", da CPI.  O mensalão seria a desgraça, a mancha na sua biografia, se não fosse o mensalão, Lula seria alçado a um segundo "Padre Cícero" no imaginário popular... Portanto, para escapar da punição, ou da desonra, ele estaria forçando a mão, para que a CPI abafe o julgamento do mensalão, e sua imagem saia incólume dessa podridão toda, o maior escândalo de corrupção da história do Brasil.

Ah!... (e paro por aqui, porque essa última basta...) Dilma está nervosa e ansiosa com a CPI, por causa da Delta e dos funcionários do governo, em todos os escalões, que serão pegos, SE A CPI FOR HONESTA... - já que é tudo uma jogada do Lula, ou melhor, do DESESPERADO Lula, atrás de redenção política e social...

Dessa vez, não consegui sentir raiva ou indignação. Quase senti compaixão, mas seria hipócrita em dizer isso. O que eu sei, o que eu vi, é que a repetição maciça da manipulação, das farsas, das comédias ficcionais, está afetando a mente e o psiquê dessa gente!

Não é só crime, ideologia, manipulação... Virou caso de saúde pública!

 

 

[O mensalão seria a desgraça, a mancha na sua biografia, se não fosse o mensalão, Lula seria alçado a um segundo "Padre Cícero" no imaginário popular.] Lula sabe que  há dois tipos básicos de petistas: o que depende que ele tenha poder para ganhar algumacoisa, quiçá não morrer de fome, por sofrer de incompetência das mais dementes e o que até vendia broches nos sinais sofrendo das piores humilhações, supondo que o partido sofria de uma pobreza endêmica, o qual não deixa de votar no Lula (por isso cotadíssimo para próxima eleição)  por isso, mas esse fez Lula perder a chance de eleger Dilma com mais de 90% dos votos é a fato, o que o faria ser devotado até mais do que a eternidade.
Depois, o próprio Pagou aditivo para Delta pelo DNIT foi quem deixa claro que ao lado de Dilma tem gente de Cachoeira, portanto, é gente da confiança dela que pode estourar o governo na CPI e a oposição, tal qual evitou a desgraça total de Lula durante o mensalão, agora tenta não trazer nenhum desse do gabinete para CPI.


E o que mais tem na net é gente da oposição se dizendo indignado como se fosse lulista para tentar coisa ruins


 

 

[O mensalão seria a desgraça, a mancha na sua biografia, se não fosse o mensalão, Lula seria alçado a um segundo "Padre Cícero" no imaginário popular.] Lula sabe que  há dois tipos básicos de petistas: o que precisa depende que ele  tenha pdoer para ganhar alguma coisa, quiçá não morrer de foem,  por sofrer de incompetência das mais dementes  e o que até vendia broches nos sinais sofrendo das piores humilhações, supondo que o partido sofria de uma pobreza endêmica, o qual não deixa de votar no  petismo por isso, mas esse fez Lula perder a chance de eleger Dilma com mais de 90% dos votos é a fato, o que o faria ser devotado até mais do que a eternidade.


Depois, o próprio Pargot deixa claro que ao lado de Dilma tem gente de Cacheira, portanto, é gente da confiança dela que pode estourar o governo na CPI e a oposição, tal quel evitou a desgraça total de Lula durante o mensalão,  agora tenta não trazer nenhum desse do gabinete para CPI.

 

Eduardo.

Isso é fruto de uma sociedade de "mente lavada", do "pensamento único", não há reflexões, a sociedade que torna o indivíduo "vencedor" aquele que reproduz fielmente a idéia do sistema, indivíduos robotizados. Então ele se tornam:

Paralogismo

s.m. Raciocínio falso, feito de boa fé por falta de consciência de sua falsidade.
Linguagem ilógica ou desprovida de sentido, característica dos doentes mentais.

 

O maior sintoma de insanidade dessa gente é perseverar na derrota.

Continuem assim: serão mais uma vez (e tomara que sempre) derrotados!

 

Neste 21 de abril, por encontrar-me fora de casa, fizi aquilo que não faz parte da minha rotina, que é assistir ao JN. Vi que algumas capitais realizaram manifestacões contra a corrupcão. A do DF, com uns 300 gatos PIGados foi mostrada como sendo uma multidão de 3 mil pessoas pedindo o julgamento do "mensalão". Chamou-me a atencão a grave omissão do JN ao não noticiar a maior concentracão ocorrida nesta data: Milhares de pessoas nas ruas, grtiando #ForaMarconi. Isso é jornalismo ou será o crime organizado fazendo jornalismo. Como o JN não mostrou a gente mostra.


#ForaMarconi ganha corpo nas ruas de Goiânia

Esta segunda edição do #ForaMarconi superou a primeira mobilização levando desta vez cerca de 10 mil pessoas às ruas, segundo os manifestantes. Familias inteiras, de avós a netos, foram ao ato convocado nas redes sociais, para pedir a antecipação do fim do mandato do governador tucano.  O terceiro #ForaMarconi ocorrerá em 19/05, mais vídeos - clique aqui

 

 

É por essas e outras que jamais ligo a TV nesse canal ou na globo. Tenho urticária, asco só de ouvir as vozes dos sabujos da globo. Uma organização a serviço do crime. O povo em vez de ir para rua contra corrupção deveria ir para fechar a globo. O câncer do Brasil. Câncer tem que ser extirpado. 

 

zanuja

Iluminuras, Evangelho Lorsch, ( 780-820)
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Pinturas em pergaminho
Codex Aureus de Lorsch ou O Evangelho de Lorsch (Biblioteca Apostolica Vaticana, Pal. lat. 50, and Alba Iulia, Biblioteca Documenta Batthyaneum, s.n.) é um manuscrito com  iluminuras, escrito entre 778 e 820, o que o coloca aproximadamente no período do reinado de Carlos Magno, Imperador dos francos, unificador do território francês.  Foi, provavelmente, escrito na abadia de Lorsch, na atual Alemanha, aparecendo no ano de 830 na listagem de manuscritos dessa abadia, que nos séculos X e XI — ou seja, dos anos 900 a 1100 — foi considerada uma das melhores bibliotecas do mundo.  Em meados do século XVI, próximo a 1550,  esse manuscrito foi levado para Heidelberg, para a então nova Biblioteca Palatina.  Foi roubado de lá durante a Guerra dos Trinta Anos (1618-1648).  Para ser vendido, o manuscrito foi dividido em 2  partes e suas capas removidas.  A primeira metade foi para a Biblioteca Migazzi e mais tarde vendida para o Bispo Ignac Batthany.  Hoje, essa parte encontra-se em Alba lulia, Romênia e pertence à Biblioteca Batthyaneum.  A outra metade está na Biblioteca do Vaticano e a capa da frente, ricamente ornada em relevos de marfim, encontra-se  nos Museus do Vaticano.

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 Lorsch schefers2000 pl01.jpgCapa da frente    capa do Marfim volta dos Evangelhos Lorsch, c.  810, Carolingian.jpgCapa de trás

(imagens de domínio público)

http://en.wikipedia.org/wiki/Codex_Aureus_of_Lorsch