18 de agosto de 2026

Agradecimento público, por Rui Daher

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Por Rui Daher

Uso deste blog, modesta área de serviços da mansão intelectual GGN, para agradecer de todo o coração, nele incluídas pontes de safena e flechas de cupido, aos milhões de pessoas que no domingo, 13 de março de 2016, saíram às ruas de todo o País para defender a classe social a que sempre pertenci.

Nasci numa das melhores maternidades da cidade – ah, sim, na Avenida Paulista, salve, salve. Morei no centro de São Paulo quando ele era chique e charmoso. Apartamentos espaçosos, com telefone, geladeira, rádios, móveis e tapetes de luxo. Para mantê-los asseados, claro, precisávamos empregadas domésticas e enceradeiras, nada de escovão.

Era comum irmos à praia, em Santos, e nos hospedarmos nos hotéis Atlântico ou Balneário. Quando não, aos domingos, frequentávamos as sociais do Jockey Club.

Filho único e mimado, estudei em colégio católico tradicional e caro. Quando os primeiros televisores foram lançados, meu pai comprou um. Marca Invictus, creio. Provável sugestão de meu futuro.

E assim foi. Ótimas universidades, bons empregos, viagens internacionais, razoável patrimônio, filhos em escolas de elite e círculo social também.

Na levada que todos conhecem e se reproduz há séculos, passei a vida repetindo: “eu mereço, fiz por merecer, tenho méritos”.

Agradeço, pois, a quem deixou o merecido descanso dominical e teve a coragem de enfrentar as ruas para defender o meu mérito.

Há alguns anos eu vinha percebendo sinais que ameaçavam o que duramente conquistei. Tentativas estranhas de similaridade se espalhando por elevadores sociais, supermercados, shoppings, aeroportos, cidades do exterior.

Democracia, eleições livres, voz às minorias, geralmente, levam a isso. Logo fazem do mérito coisa menor. Negam o fato de que os humanos nascem com aptidões próprias, diferentes cores de pele, heranças de antepasssados que não perderam oportunidades. Por que eleições se os eleitos já foram escolhidos?

Já vinha pensando, consultara religiosos, de onde estaria saindo tanto mérito? Como podia um país assim atrasado, de baixa escolaridade, de uma hora para outra, ter milhões de meritosos? Algo haveria de errado. Não era normal. Hoje, graças ao juiz Moro, seu auxiliar Gilmar Mendes, as Organizações Globo e a revista Veja, felizmente, já sabemos.

Mais uma vez, obrigado por terem me representado. Se eu tivesse uma camisa amarela estaria lá com VOCÊS.

Como dizia o consagrado cronista social, Ibrahim Sued (1924-1995): sorry, periferia. Cadê seu mérito?

Rui Daher

Rui Daher – administrador, consultor em desenvolvimento agrícola e escritor

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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37 Comentários
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  1. Almeida

    14 de março de 2016 9:45 pm

    Café Society, mais uma versão.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=OGPAEA3oTGo%5D

    Doutor de anedota e de champanhota,
    Estou acontecendo no café soçaite,
    Só digo enchanté, muito merci, all right,
    Troquei a luz do dia pela luz da Light.
    Agora estou somente contra a Dama de Preto,
    Nos dez mais elegantes eu estou também,
    Adoro riverside, só pesco em Cabo Frio,
    Decididamente eu sou gente bem.
    Enquanto a plebe rude na cidade dorme,
    Eu ando com Jacinto que é também de Thormes,
    Teresas e Dolores falam bem de mim,
    Já fui até citado na coluna do Ibrahim.
    E quando alguém pergunta como é que pode
    Papai de black-tie jantando com Didu,
    Eu peço outro uísque embora seja pronto.
    Como é que pode? Depois eu conto.

    1. Rui Daher

      15 de março de 2016 11:13 am

      Era esta que eu queria, Almeida

      lembrava-me da letra quase inteira, mas não conseguia encontrar. Obrigado pelas duas ótimas contribuições. Você, como dizia Ivan Lessa, “entendeu o espírito da coisa”.

  2. Almeida

    15 de março de 2016 12:55 am

    Melô para os revoltadinhos dos domingos: Chora, doutor!

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=IAHnE0VHzn0%5D

    Chora doutor
    Chora
    Eu sei que o medo
    De ficar pobre
    Lhe apavora.

    O senhor tem palacete
    Pra morar
    Mais eu tenho
    Um barracão e um amor.

    Ai,ai,ai,doutor
    Eu só não quero
    Ter a vida do senhor.
    Chora doutor

  3. Jose de Almeida Bispo

    15 de março de 2016 11:36 am

    O artigo do Daher me leva a

    O artigo do Daher me leva a isso:

    O apartheid… SEMPRE FOI AQUI.

    1. Rui Daher

      15 de março de 2016 1:02 pm

      E não é que é secular mesmo,

      caro José Bispo. Veja que ser branco é “classe” e pardo atrevido. Abraço.

  4. José Ribeiro Jr

    15 de março de 2016 11:39 am

    Quero agradecer especialmente

    Quero agradecer especialmente àquela gente pobre da Baixada Fluminense, que nós só aceitamos que venha à Zona Sul para trabalhar de doméstica, balconista , segurança, PM …. Ou quando precisamos que venham engrossar os protestos em defesa dos nossos justos privilégios! Mas que não ousem vir poluir nossas praias e os nossos shoppings Village Mall com os seus desodorantes vencidos. Sorry, Nova Iguaçu e adjacências.

  5. Mário Mota

    15 de março de 2016 11:42 am

    A Banca do Distinto

    Gostaria de parabenizar a todos: ao Rui pelo excelente texto, ao Almeida pelas músicas contextuais!

    Mas, com a devida intromissão, acho que não poderia faltar este samba do inesquecível Billy Blanco: A Banca do Distinto.

    https://www.youtube.com/watch?v=51WZXaguCGs

    Não fala com pobre, não dá mão a pretoNão carrega embrulhoPra que tanta pose, doutorPra que esse orgulhoA bruxa que é cega esbarra na genteE a vida estancaO enfarte lhe pega, doutorE acaba essa bancaA vaidade é assim, põe o bobo no altoE retira a escadaMas fica por perto esperando sentadaMais cedo ou mais tarde ele acaba no chãoMais alto o coqueiro, maior é o tombo do coco afinalTodo mundo é igual quando a vida terminaCom terra em cima e na horizontal Saudações Democráticas!

    1. Almeida

      15 de março de 2016 12:51 pm

      Para o Mário Mota

      Muito bem lembrado. É pra acabar com A Banca do(s) Distinto(s).

      Dolore Duran

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=51WZXaguCGs%5D

      Elis Regina
       
      [video:https://www.youtube.com/watch?v=_xz_OxKvd74%5D

      Dóris Monteiro

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=lEsGUc5nbsA%5D

      Wanderléa

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=KYVHv-RFBKY%5D

      Leila Pinheiro

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=1hB4Y5MJ5MM%5D

      Teresa Cristina e Joanna

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=9Px3un8selk%5D

      Elza Soares

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=lfrmcvbhzAQ%5D

      Isaura Garcia

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=0cw63GscRWs%5D

      Com o autor e o filho

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=4PSPgpg8MUk%5D

      Valeu. Um abraço!

       

      1. lenita

        16 de março de 2016 12:14 am

        Almeida

        Jamais tinha ouvido, mas confesso que gostei muito de ver a Wanderléia cantando samba.

        Abraços

        1. Almeida

          16 de março de 2016 2:46 pm

          Para a Lenita

          Chiclete com banana/Adeus América/Eu quero um samba

          [video:https://www.youtube.com/watch?v=a_wl0uvApfs%5D

          1. lenita

            16 de março de 2016 11:44 pm

            Almeida

            Muito obrigado pela gentileza. Gostei tb.

    2. Rui Daher

      15 de março de 2016 1:09 pm

      Mário,

      ouvi todas as interpretações; difícil escolher a melhor. Aliás, para tal inspiração nem precisa. “Mais alto o coqueiro, maior é tombo do coco”. Saudações democráticas.

  6. Ed Lopes Junior

    15 de março de 2016 11:46 am

    Qual é o ponto a esquerda caviar?

    Sr. Daher,

    Não sou tão abastado quanto você, porém posso dizer que pertenço a sua classe social.

    Como um de seus parametros são os passeios em shoppings, vejo que a frenquencia das classe mais baixas caiu muito. Eu deveria estar comemorando? desculpe estou protestando.

    Trabalho em uma industria metalurgica desde 1994 que tinha cerca de 1500 funcionários. Hoje somos pouco mais de 800. A grande maioria demitida são operários de classe mais baixa. Eu tenho boa solidez na minha posição. Eu deveria estar comemorando? desculpe estou protestando?

    Creio que para ricos, classe média e pobres, um pais bom é aquele que todos tenham boa educação e condição financeira para a boa convivência. Assim existirá segurança para as familias.

    Portanto quando alguem quer a melhora do Brasil, isso é para todos.

    Vivo no mundo real, fora das redomas de ideias sem consequencias. Esse discursso populista de lutas de classe não cola mais.

    Cai na real. O Brasil está quebrado. A situação é séria. Muitas famílias, principalmente as de classe baixa, estão em apuros. 

    1. Almeida

      15 de março de 2016 2:17 pm

      Luta de classes não é escolha, é fato social.

      Veja seu exemplo. Os oitocentos demitidos deviam estar protestando, mas é você, que manteve o emprego, quem diz estar. Você já se perguntou, por que os protestos são marcados para pontos das cidades, como a Avenida Paulista, em Sampa, ou a Atlântica, no Rio?

      Os protestos deveriam ser marcados em lugares como o Complexo do Alemão, no Rio, pois é lá que moram os maiores prejudicados com a crise. A turma da zona sul faria um pequeno sacrifício, queimaria um pouquinho de gasolina em suas mercedez, audis e bmws, iriam montados com suas jóias, rolex, ipads, etc, até lugares como o Alemão fazerem o protesto com a rapaziada de lá.

      Não haveria problema, é vocẽ mesmo quem diz que esse negócio de”lutas de classe não cola mais”. O pessoal da  periferia gosta muito de receber a turma endinheirada e bastante equipada por lá. É sempre uma oportunidade de fazer uma certa “redistribuição de renda”, já que pelas vias da economia política promovem muito a acumulação e dificultam a vida dos pobres.

    2. Sergio Saraiva

      15 de março de 2016 2:21 pm

      Se o que ocorreu na Paulista neste domingo não é luta de classes

      então é necessário redefinir luta de classes.

    3. Rui Daher

      16 de março de 2016 10:24 am

      Sr. Lopes,

      1. Sim, somos da mesma classe social e, hoje, não sou mais abastado. Fui; 2. O Sr. protesta se esquecendo de esquecendo que o desemprego antes dos governos do PT passava dos 12%, portanto, quem permitiu passeios a shopping foi o aumento de renda propiciado pelos empregos formais e reajustes do salário mínimo; 3. O Sr. protesta e tem todo o direito para isso por que vive numa democracia que a “esquerda caviar” ajudou a conquistar; 4.Nenhum governo, aliás de forma equivocada, favoreceu mais a indústria metalúrgica do que o 1º governo Dilma, agora, a farra de venda da ind´stria automobilística e eletrodomésticos, etc. poderia continuar batendo recorde atrás de recorde indefinidamente? Deu “bolha” em sua empresa que este governo fez chegar a 1.500 funcionários.

      Sei que o Brasil está quebrado, afinal a Globo e a Veja são honestas, mas se algum protesto o senhor deveria comparecer o indicado seria o de 18 de março. Populismo e luta de classes existe muito mais do que o senhor pensa no Brasil. Pior, faz séculos e o senhor nem percebeu.

  7. Ricardo Pereira

    15 de março de 2016 11:48 am

    Em homenagem a foto acima…

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=nEC2ZmbyHw0%5D

    1. Almeida

      15 de março de 2016 1:10 pm

      Como as madames têm preconceito de cor…

       Então, vai O Neguinho e a Senhorita:

      Elza Soares

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=imRBAXFX0sY%5D

      Elza Soares, bis

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=vgGkOj8aabw%5D

      Luiz Melodia

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=kPCXWg-nEJU%5D

      Noite Ilustrada

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=2sSNUB5GwWQ%5D

    2. Rui Daher

      15 de março de 2016 1:15 pm

      Ricardo, e o que tinha de madame, hein?

      A Tereza Cristina é ótima. O João Gilberto fez dessa música um clássico. Você já deve conhecer. Abraço

  8. Wilton Santos

    15 de março de 2016 12:06 pm

    Lembrei daquela música sobre a classe média

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=nd2YUNNBbrY%5D

    1. Rui Daher

      15 de março de 2016 1:23 pm

      Esta eu não conhecia, Wilton,

      Boa. Obrigado pela apresentação. Abraços.

  9. marcio r

    15 de março de 2016 12:12 pm

    Triste

    … triste ver esta gente triste rindo à toa…

    1. Rui Daher

      15 de março de 2016 1:20 pm

      Sei não se é à toa, Márcio

      Muitos sabem o quanto têm a ganhar mudando a direção dos ventos. Abraços

    2. Almeida

      15 de março de 2016 1:26 pm

      Rico ri à toa…

      Benvindo à nossa Sala de Recepção 

      Habitada por gente simples e tão pobre
      Que só tem o sol que a todos cobre
      Como podes, mangueira, cantar?

      Pois então saiba que não desejamos mais nada
      A noite, a lua prateada
      Silenciosa, ouve as nossas canções

      Tem lá no alto um cruzeiro
      Onde fazemos nossas orações
      E temos orgulho de ser os primeiros campeões

      Eu digo e afirmo que a felicidade aqui mora
      E as outras escolas até choram
      Invejando a tua posição

      Minha mangueira essa sala de recepção
      Aqui se abraça inimigo
      Como se fosse irmão

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=mpEsgxfzfoc%5D

  10. edmorc

    15 de março de 2016 1:14 pm

    Excelente

    Rui,

    Seu texto me fez lembrar o site do Prof. Hariovaldo. Alguns desavisados e menos providos de neurônios entram lá e compartilham, achando que é verdade. As limitações impedem de perceber a ironia. Acho que você corre o mesmo risco.

    1. Rui Daher

      15 de março de 2016 1:18 pm

      Tenho certeza, Ed

      mas não resisti. E riscos, estamos correndo piores. Abraços.

    2. Juliano Santos

      15 de março de 2016 1:44 pm

      Se eles não perceberem a

      Se eles não perceberem a ironia, o “mérito” é todo deles.

      Alias, para mim esse termo já virou pejorativo. É tanto “meritoso” dizendo as mais bizarras ignorâncias, que ainda bem que eu não tenho isso. 

      PS: Fui tentar passar para técnico da receita num concurso. Cheguei a comprar as apostilias, mas não aguentei e desisti. O salário está fazendo falta. Mas acho que não suportaria conviver com tanto “meritoso” todo dia num escritório. Prefiro ser camelô! 

      1. Rui Daher

        15 de março de 2016 2:29 pm

        Olha, Juliano,

        acredite, a vida em escritórios com “meritosos” é simplesmente insuportável. Muitas vezes não vale a grana. E vai que de camelôs a gente chegue a Sílvio Santos. Vamos de humor sem mérito, meu caro. Abraço

  11. emerson57

    15 de março de 2016 1:31 pm

    parabéns

    A inteligência e o bom humor os derrotará!

    1. Rui Daher

      15 de março de 2016 2:24 pm

      Isso é verdade, Emerson

      Como não manter o bom humor, se eles são uma piada. Abraço.

    2. Jorge Vieira

      15 de março de 2016 3:20 pm

      Caro Emerson

      Não tenha tanta certeza. Talvez, a longo prazo.

      Veja Hitler e Mussolini: Muito sofrimento aconteceu e sangue correu para derrotá-los..

  12. alfredo machado

    15 de março de 2016 1:43 pm

    crítica perfeita

    Rui,

    Formidável.

    E aquela faixa sobre o Donald Trump, de onde saiu ? E eu criticava a Sarah Palin,  de qualquer maneira, é muito esquisito não ter aparecido nestes últimos vinte anos nenhum nome política com envergadura para presidir o brasilsil ou USA, só existem os aecim, trumps ou coisa que o valha, o que traduz a qualidade da crasse política nos últimos tempos, um verdadeiro flagelo.

    Quanto ao texto propriamente dito, muitos dos que não te conhece levarão ao pé da letra, pois a meritocracia está impregnada na mente de milhares, é a turma do ” não se dá o peixe, mas a vara prá pescar”.

    Um abraço

     

    1. Rui Daher

      15 de março de 2016 2:31 pm

      Alfredo, obrigado,

      o que mais me impressionou foi a faixa sobre o Trump. Tanto que vou explorar o tema na próxima coluna sobre agronegócios na CartaCapital. Será que esses imbecis entendem o que aquela bruxa loira pode significar para nossa agropecuária? Será que sabem o nível de proteção que virá. Os EUA, nesse setor, não são clientes, mas concorrentes. É burrice. E os meus méritos são todos ficcionais, deixemos que falem. Grande abraço.

  13. Maria Luisa

    15 de março de 2016 8:14 pm

    Com humor sempre

    Se eu enviar o artigo do Rui para sinhas, sinhazinhas e sinhôs de meu conhecimento, sei que certamente vão pirar com o texto. Vão acreditar em cada virgula e vão se sentir orgulhosos. Acho que so a musica talvez coloque uma pulga atras da orelha da casa média. 

    E essa faixa sobre o Brasil na campanha desse maluco, hein… De arrepriar. Deus nos acuda de um governo tucano aqui e esse doido la.

    1. Rui Daher

      16 de março de 2016 10:09 am

      Maria Luisa,

      sabemos que o ruim sempre pode piorar. Pensa nesse maluco lá e o maluco Bolsonaro aqui. Há adeptos. Abraço.

  14. altamiro souza

    16 de março de 2016 2:00 am

    indispensável elogiar, embora

    indispensável elogiar, embora o texto fale por si mesmo…

    vale muito mais pelos excelentes comentárioe ótimas contribuições para contextualizá-lo…

    mostra o alto nível e o espírito de quem respeita a diversidade humana e social….

    neste sentido, chega a emocionar, pois é muito triste passar a vida ouvindo baixarias…

    está ficando meio raro algum afago pela inteligencia humana…

    por iss,  o enorme respeito por esses textos tão brilhantes…

    isso nos enobreve, dá força para vivermos, enfrentarmos os obstáculos,

    entendermos que com ironia e sutileza podemos tb desmascar um monte de falácias…

  15. Frederico Firmo

    16 de março de 2016 2:04 pm

    Ótimo

    Adorei, e depois  comecei a rir sozinho. pois relembrei algumas pessoas que a vida nos faz conhecer. Eu conclui que alguns não  vão, de fato,  captar a ironia.

    Como diria um destes conhecidos: É uma questão de mérito: você sabe com quem está falando???

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