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Xadrez da teoria que sustenta o golpe

Peça 1 – as ideias e a conspiração

Nessa geleia geral em que se transformou o golpe, uma boa análise estratégica exige a tipificação mais detalhada do papel de cada personagem.

O poder de fato está em uma entidade chamada mercado.

É o mercado quem forneceu o fio agregador do golpe, o objetivo final, o componente ideológico capaz de criar uma agenda econômica alternativa, em torno dos quais se agruparam a mídia, o PSDB e se induziu à politização de instituições, como o STF (Supremo Tribunal Federal) e o MPF (Ministério Público Federal), montando o círculo inicial que passou a dar as cartas no governo Temer e, possivelmente, no pós-Temer.

É a parte mais eficiente do golpe, seguindo um roteiro fartamente descrito em obras como “A Teoria do Choque” de Naomi Klein. Confira, a propósito, o “Xadrez da Teoria do Choque e do Capitalismo de Desastre” ( https://goo.gl/vZYVzy).

Dado o golpe, reza a teoria (importada da Escola de Chicago), se tem seis meses para emplacar as medidas mais drástica e consolidar o novo modelo.

A nova equipe econômica avançou como um bólido sobre os instrumentos econômicos do Estado, com um plano de ação completo, meticulosamente preparado desde que o PMDB apresentou a tal Ponte Para o Futuro.

Não se trata de um plano de estabilização, capaz de reverter a crise, mas de um desmonte do Estado que aprofundará a crise. É a estratégia da terra arrasada, visando sepultar qualquer vestígio do antigo modelo, independentemente dos custos para o país e seu povo.

·      Apresentou a PEC 55 que, aprovada, acaba com qualquer possibilidade de política fiscal anticíclica e manieta todos os futuros governos.

·      Se vale da crise fiscal para garrotear os governos estaduais.

·      Esvaziou o BNDES, fazendo-o pagar antecipadamente R$ 100 bilhões ao Tesouro.

·      Ampliou a degola das empreiteiras nacionais, proibindo financiamento à exportação de serviços e às empresas mencionadas na Lava Jato.

·      Prepara-se para vender a carteira de ações do BNDES na bacia das almas.

·      Montou uma queima de ativos da Petrobras, em um momento em que todos os ativos nacionais estão depreciados pela crise e os ativos petrolíferos depreciados pelas cotações de petróleo. Vende para reduzir passivo. Deixa de lado todos os investimentos na prospecção, nas refinarias e nos estaleiros (que garantiriam a expansão imediata e a longo prazo) para quitar antecipadamente (!) financiamentos contratados junto ao BNDES. Nenhuma empresa com crise de liquidez quita antecipadamente financiamentos. No máximo, reestrutura passivos.

·      Começou a esvaziar o FGTS, facilitando o saque das contas.

·      Com a ajuda da Lava Jato, jogou a pá de cal na cadeia produtiva do petróleo e gás, no sonho dos estaleiros nacionais, na expansão do capitalismo brasileiro para África e América Latina. Busca a destruição da maior empresa privada brasileira, a Odebrecht, a empreiteira que mais incomodava os concorrentes norte-americanos.

·      Na diplomacia, acabou de matar o protagonismo do Itamarati.

Para atingir seus objetivos, o sistema tem permitido a proliferação das maiores jogadas que o Congresso e o Executivo já ousaram em sua história recente:

·      A iniciativa de entregar às teles os ativos acumulados durante o período de concessão. Aliás, o senador Jorge Viana (PT-Acre) deve explicações a seus eleitores e admiradores.

·      A jogada de transformar multas das teles em obrigação de investimento, reeditando estratagema utilizado pelo inacreditável Paulo Bernardo, quando Ministro das Comunicações. Na prática, equivale a perdoar as dívidas, já que os investimentos teriam que ser feitos de qualquer maneira, por obrigação contratual ou exigência de mercado.

·      A compra gigantesca de produtos Microsoft, interrompendo o trabalho de disseminação do software livre.

·      As jogadas escandalosas do senador Romário, de depositar nas mãos das APAEs e das Sociedades Pestalozzi o controle de toda a educação inclusiva.

·      A tentativa de emplacar os cassinos e casas de bingo.

·      A enxurrada de dinheiro público despejado nos veículos de mídia, cujo melhor exemplo é a campanha milionária de prevenção da Zika e falta de remédios para as grávidas.

·       A MP 754 que faculta à CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) autorizar reajustes a qualquer momento. A lei que criou a CMED, em 2003, autorizava-a a determinar apenas reajustes anuais de preços. Agora, haverá reajustes, a qualquer momento, dependendo de uma plêiade de Varões de Plutarco: Ricardo Barros, Ministro da Saúde, Alexandre Moraes, da Justiça, Henrique Meirelles, da Fazenda, o pastor Marcos Pereira, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, e Eliseu Padilha, da Casa Civil, todos homens piedosos.

·       A tentativa de jogar a Fiocruz sob o comando de Ricardo Barros e Temer.         

Peça 2 – a economia de um país retardatário

Toda essa conspiração política repousa em um edifício teórico que está sob forte processo de questionamento em países culturalmente mais avançados. No Brasil, os temas se tornaram matéria de fé.

Os ideólogos desse manual – tão velho quanto a Escola de Chicago – são os economistas Marcos Lisboa e Samuel Pessôa, ambos competentes em suas funções.

Lisboa é um brilhante economista que, na gestão Antônio Palocci, foi responsável por vários avanços microeconômicos relevantes. Foi alçado à condição de guru pelo megainvestidor Jorge Paulo Lehman. Ao perceber que as eleições de 2002 marcariam o fim do período tucano, Lehman enganchou Lisboa na campanha de Ciro Gomes, por indicação de Alexandre Scheinkman, o brasileiro que dirigia o prestigioso Departamento de Economia da Universidade de Chicago. Depois, coube a mídia o trabalho de, em pouco tempo, torna-lo conhecido e com fama de gênio – seguindo o roteiro conhecido de criação de gurus, mesmo sem uma produção acadêmica robusta.

Eleito Lula, o primeiro aceno de seu Ministro da Fazenda Antônio Palocci ao mercado foi a nomeação de Lisboa como Secretário Executivo da Fazenda. Quando canalizou seu talento para as questões microeconômicas, conseguiu feitos notáveis, como o de destravar o Sistema Financeiro da Habitação.

Agora, seu papel é o desmontar o Estado nacional e implementar um modelo de mercado, não um plano de estabilização, menos ainda um projeto de desenvolvimento equilibrado, que junte as virtudes de mercado com a de Estado. O objetivo único é ideológico, impor terra arrasada em todos os instrumentos de intervenção do Estado na economia – mesmo aqueles consagrados em todos os países civilizados, e peças centrais na recuperação da economia, como bancos de desenvolvimento, ou de comércio exterior, compras públicas, financiamentos à inovação etc. – ainda que à custa de um aprofundamento maior da crise.

Dilma não soube transformar o Estado em um articulador do mercado. Lisboa simplesmente quer abolir o Estado, como se fosse possível a um país da dimensão do Brasil depender do mercado como agente originário das expectativas, algo que nem os Estados Unidos ousam. E tudo isso jogando com o destino de milhões de trabalhadores, de empresários, jogando fora anos de investimento em novos processos, novas tecnologias.

É chocante como a chamada pós-verdade se infiltra até nos círculos tidos como bem informados, com afirmações sobre o ajuste fiscal na União Europeia, quando o próprio FMI está revendo os problemas dos ajustes recessivos.

Peça 3 – a política econômica de manual

Durante o longo período de neoliberalismo – que se inicia em 1972, com a desvinculação das cotações do ouro e do dólar – criou-se a fantasia de que a economia global se articularia passando ao largo das políticas nacionais. Aboliu-se a história econômica como vetor de análises. E, com o advento dos microcomputadores e das planilhas, entrou-se na era do uso abusivo de estatísticas e fórmulas ilusórias em cima de macro-números que encobrem as realidades nacionais e de blocos, e que só trabalham um conceito de equilíbrio utópico, sem nenhum diagnóstico para os grandes stress econômicos.

Especialmente nas ciências humanas –a medicina, as ciências sociais ou a economia – as teorias são instrumentos para se analisar a realidade local e suas circunstâncias. Não existem regras universais. O exame de laboratório não substitui a análise do paciente pelo médico, assim como a teoria econômica não é um manual de aplicação universal. Para cada circunstância, há um conjunto de medidas específicas.

A crise de 2008 abriu os olhos do primeiro time de economistas dos países centrais. Percebeu-se que a economia é muito mais complexa do que as realidades captadas em modelos matemáticos que compensavam a escassa sofisticação analítica com excesso de estatística.

Vale a pena ler a entrevista de Eric Beinhocker na Carta Capital (https://goo.gl/DirQsb). Para cada circunstância, há que se apelar para os instrumentos de política econômica adequados, sem part-pris ideológico. E recorrer também ao conhecimento empírico, especialmente nos casos de stress agudo da economia que criam situações não identificadas na história econômica recente. De tal modo, que o exercício da política econômica é um misto de técnica e arte, de teoria e intuição.

Nos 8 anos de Fernando Henrique Cardoso, por exemplo, todas as crises econômicas, quase todas nas contas externas, eram tratadas do mesmo modo, com ajustes fiscais severíssimos, que apenas agravavam a recessão. A política de juros e de câmbio produziu um dos períodos de maior estagnação econômica da história.

Em 2008, Lula decidiu enfrentar a mega-crise que se avizinhava recorrendo a todos os instrumentos possíveis para reanimar a economia. Saiu consagrado. E também deu sorte. Se a crise não catapultasse o dólar para as alturas, provavelmente o país teria quebrado em 2008, tal o rombo nas contas externas promovido por uma política cambial imprudente que, além disso, prorrogaria estagnação do período FHC.

A crise do governo Dilma foi decorrência da incapacidade de montar cenários e estratégias alternativas para o fim do ciclo das commodities. Deveu-se também à elevação imprevista de juros em 2013, à sucessão infindável de subsídios que fragilizaram a parte fiscal e, depois, um ajuste fiscal severíssimo, pró-cíclico, que aprofundou a crise: medidas tomadas nos momentos errados.

Em fins de 2015, quando aparentemente conseguira chegar a um diagnóstico mais razoável, com uma estratégia racional de saída da crise, e os analistas previam a recuperação a partir do segundo semestre, foi fuzilada pela ação conjunta da Lava Jato e do Procurador Geral da República, associados ao boicote do PSDB e de Eduardo Cunha na Câmara e no Senado.

As lições que ficam é que as medidas econômicas não são virtuosas em si: dependem das circunstâncias em que são implementadas. Há um conjunto de princípios de responsabilidade fiscal a serem seguidos por qualquer governo. Mas, em períodos de recessão, a política fiscal precisa ser anticíclica – através do aumento dos gastos públicos -, caso contrário a cada corte de despesas se seguirá uma queda maior da receita. Em tempos de economia aquecida, pratica-se política fiscal mais severa. Nenhum economista com um mínimo de bom senso deixaria de considerar essas questões. 

Esse quadro era nítido no início de 2015, quando Joaquim Levy deu inicio a seu plano suicida. Uma dose de conhecimento empírico seria suficiente para mostrar que os cortes fiscais aprofundariam ainda mais a recessão, ampliando o déficit fiscal via queda de receita.

Levy preferiu acreditar em estudos dos anos 90, que supostamente atestariam que cortes de despesas têm pouco impacto no PIB. Nem se deu conta que, em 2012, o próprio FMI tinha revisto essas conclusões.

Para os cabeças de planilha, conhecimento empírico não é ciência e as experiências históricas não tem validade. Valem apenas as estatísticas baseadas em séries históricas contemporâneas.

A cada situação nova, criam desastres monumentais pela incapacidade de só recorrer a manuais montados em cima de situações passadas. Os desastres só serão inteiramente compreendidos quando estudados a posteriori. E, como aqui é o país do Macunaíma, nem mesmo grandes erros recentes – como o pacote Levy – servem de lição para o pacote Lisboa.

Peça 4 – próximas etapas

A fantasia do pote de ouro no fim do arco-íris acabou. A história de que bastaria tirar Dilma para a economia se recuperar já está sendo percebida como blefe pelo cidadão comum.

Tem-se um presidente tão desmoralizado que, a maneira que a revista Veja encontrou para retribuir o megapacote publicitário, foi uma capa-fantasia com a senhora Temer, tal a falta de atratividade em qualquer outro aspecto do primeiro marido.

A economia não irá se recuperar com esse viés ideológico predominando na política econômica. Pelo contrário, há no horizonte próximo o pior dos mundos: o default dos Estados.

Em março o STF (Supremo Tribunal Federal) deverá liberar os inquéritos contra políticos. A quantidade de jogadas planejadas pela camarilha de Temer e pelo Congresso aumentará ainda mais a fragilidade do governo.

A oposição vê nas eleições diretas a saída para a crise. Ocorre que Sérgio Moro, os procuradores da Lava Jato e o TRF4 têm lado político. Ao menor sinal de renascimento de Lula, tratarão de impugnar sua candidatura através da condenação relâmpago em 1a e 2a instância.

Por outro lado, o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Gilmar Mendes, deixa transparecer seu cansaço com o Supremo e a possibilidade de aceitar algum cargo executivo futuramente.

No momento, a aposta com maior probabilidade é a degola de Michel Temer seguido de eleições indiretas sob controle do mercado-PSDB, com o PGR cumprindo o papel de agente intimidador de políticos recalcitrantes.

Há muita confusão e poucos personagens, para permitir a montagem de cenários mais precisos.

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Vilson João Batista

Xadrez da teoria que sustenta o golpe

Então, Nassif, como sempre uma aula para os leigos saberem o que tem por trás desta densa cortina de fumaça dos banqueiros sionistas - todos FDP ... muitos exemplos estão por aí no dia a dia e nós, prisioneiros deste sistema não enxergamos absolutamente nada, e é com isso que eles contam, claro fomos educados e treinados para consumirmos as verdades dos RENTISTAS como sendo a ordem natural das coisas. Sabe, Nassif, por acaso, e depois de muito fui ver os "filminhos do MATRIX", e claro o que vejo: todo o "SISTEMA baseado no TREINAMENTO SKINNERIANO", que na verdade nos torna uma SOCIEDADE DE BATRÁQUIOS e socialmente ficamos assistindo a globo - do PIG, e vendo as barbaridades dos três poderes a trabalharem para nos ferrar cada dia mais. E o pior que contemplamos a tudo com a maior naturalidade possível dentro dos dógmas milenares da "Santa Inquisição" porque pensar diferente nos torna pecadores e passível de sermos excomungados ... AI, AI, AI ... vamos levar umas 10 gerações (três séculos) para avançarmos socialmente, então só nos resta acreditar na TEORIA DO CAOS ...

 

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Enquanto nos relacionamos

Enquanto nos relacionamos entre si, até quando não levaremos a sério o Estado?

O poder é dos farsantes do mercado financeiro, cujo dinheiro quantitativo tem o ponto de partida das dividas públicas, porque essa pressuposição não tem sequer um fator real; e a multiplicidade da moeda surge do nada para cobrar juros pela harmonia natural da vida.

Todo dinheiro que faltou ao governo nunca criou bens; se encontram perdidos em falsas pesquisas. Atuar no tempo é tratar da natureza espacial que controla o ponto chave por inferir-se nas relações sociais.

Tudo que nos interessa agora é ter no outro ser uma troca de utilidade social para evitar que soframos o ódio dos capitalistas. Façamos as transformações da propriedade civil!!!

A formula teórica do objeto sim pode criar valor gratuitamente no tempo, pois teremos dimensões idênticas - o real - para se alternar no poder dos direitos sociais que se encontram perdidos em falsas pesquisas.

Esta determinação coordenada não implica relações internacionais; mas provoca a passagem da inerente ausência do movimento real do mundo para exteriorização econômica; em parte sob a forma do movimento interno da produção, em parte como resultante do primeiro movimento derivar de uma exigência do homem pelo seu contrário - se quiser que sejam satisfeitos os investimentos para o controle público, e, dos meios de publicação, encerrados em si fundamentos, de si mesmos não se baseiam.

Em qualquer projeção de poder, o valor do trabalho é a solução intermediária e não o mercado financeiro; considerando que no jogo de forças o trabalho é a gênese comum de todas as atividades do homem. 

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Uma ideia ou intuição dita de modo próprio pode servir de via de acesso em direção a percepção metafísica do ser e o quanto no universo ele é capaz de constituir por si mesmo para tal transcendência existencial.

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Cesario

Mais mentiras

Passamos três anos (2013,14 e 15) ouvindo as mentiras dá Dilma. Passaremos mais três (2016, 17 e 18) ouvindo as mentiras de Temer. Ou seja, esse é um país de Pinoquios, palhaços e panacas (povo).

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AlvaroTadeu

Os prefeitos perfeitos.

Eu não entendi. Fiquei perplexo. Não que acompnhasse, nem sabia quem eram os candidatos. Votei na Civilização, votei pró-São Paulo. Mas a maioria pensou diferente, Elegeram o júnior prefeito da maior cidade do Brasil. O júnior é perfeito para essa Era Fascista que se instalou no Brasil. Durante a Ditadura Militar, os fascistas não se manifestavam, apoiavam silenciosamente. Daí as vitórias acachapantes da ARENA, em pleno arrocho salarial, retirada de direitos trabalhistas, censura e assassinato de inimigos políticos.

Em dois mil e treze eles se revelaram. Foram às ruas contra os vinte centavos de aumento nas passagens de ônibus de São Paulo. Mas se manifestaram até em Poços de Caldas! Epa, alguma coisa esquisita estava acontecendo. Então, o mais fraco e estúpido de seus membros, o júnior, que não "era político", mas era filho de vereador e ficou rico ocupando cargos públicos (presidente da Paulistur sem concurso público, presidente da Embratur sem concurso público, filiado a partido político, disputou com outros políticos do PSDB a indicação para candidato, sem nunca ter feito nada pela cidade e tudo para seus "negócios", o júnior, filho de polít6o que não era político e venceu as eleições graças ao votos dos fascistas estúpidos "não políticos" também.

Ser candidato é um ato político, mas esses cabeças de bagre, ah, esses cabeças de bagre comandam a nação hoje. Esta é a competência do PSDB: 15 milhões de desempregados. Para criar desemprego, esse partido é imbatível. E nossos heróis que já foram Tiradentes, Santos Dumont, Osvaldo Cruz, agora são Temer (ou é a mulher dele?:), Moro, que mora mais nos USA do que na República de Curitiba, jornalistas calhordas tomando o chá das cinco na ABL e outras atrocidades. Mas Crivella, júnior, o ex-presidente do Atlético-MG e outros menos conhec idos são prefeitos perfeitos para este momento de embuste e miséria.

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juridico

Direto do Zero Humberto Eco ”

Direto do Zero Humberto Eco ” … os americanos já não precisam dos partidos que podiam manobrar e os deixaram na mão dos magistrados, ou talvez , poderíamos arriscar, os magistrados estão seguindo um roteiro escrito pelos serviços secretos americanos,mas por enquanto não vamos exagerar.” ( pag 53 -primeira edição).

poxa! qualquer semelhança não é mera coincidência

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Cristiano Torres

Sobre o Homer Simpson

Pra vocês terem uma ideia das loucuras que tenho que aguentar no facebook, reproduzo a fala de um cientista brasileiro com quem travei um diálogo desagradável. Do perfil de Gyorgy Magyary:

"Tem primata Homo que se sente bem como insetos gregários, como as formigas, abelhas e cupins obedecendo comandos e manipulados por palavras de ordem de Ditaduras Absolutistas.. Realmente erram de Espécie o primata homo (em inúmeros níveis de capacidade criativa e cognitiva) é SINGULARIDADE capaz de sobreviver em família e genos, que de passagem é a solução biologicamente mais correta e evolucionária. Tudo que nivelar decai pela maior força da natureza a Entropia... Marx e burros amestrados que o seguiram não entendiam porra alguma de Física, Química, Biologia, Lógica Evolução portanto progresso e se meteram a Urdir uma nova Religião Universal (Conjunto de Crenças, Taras, Fetiches, ignorâncias, baseados na ferramenta ódio e inveja alimentado complexos de inferioridade por antagonismos classistas de realismo fisicamente impossível). Só Apedeuta e Predador prega vida que não passe por IMPERATIVOS da EXISTÊNCIA fisica, a qual na vida animal não passa da capitalização temporária de potencial em forma de Proteínas que tá se lixando em que tara o humano acredita".

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Mentira e tapeação, as armas do governo e seus asseclas

Entrevista do Ciro Gomes acabando com o Mailson.

Ciro Gomes responde Maílson da Nobrega: "é uma audácia falar em déficit na Previdência"

Em resposta às críticas recebidas, Ciro disse que é um erro falar em déficit nas contas previdenciárias; "Qualquer pessoa que tenha um mínimo de decência e não esteja a serviço da manipulação de informações vê isso. É só fazer a conta", disse ao InfoMoney

 

SÃO PAULO - As polêmicas sobre as mudanças nas regras da Previdência Social foram assunto de mais uma divergência acalorada entre nomes conhecidos da política. Em entrevista exclusiva ao InfoMoneypublicada na última terça-feira, o ex-ministro da Fazenda Maílson da Nobrega (veja aqui) considerou "irresponsável" um vídeo no qual o ex-governador do Ceará e ex-ministro Ciro Gomes (PDT) afirma não existir déficit nas contas previdenciárias.

 

Poucos minutos após a publicação da entrevista, a assessoria de imprensa de Ciro entrou em contato com o InfoMoney para responder aos comentários de Maílson. Em entrevista por telefone na última terça-feira, Ciro explicou por que acredita ser uma "audácia" falar em déficit na Previdência. Diz ele que o governo considera apenas a contribuição dos trabalhadores e empresas para calcular o resultado da Seguridade Social, sem levar em conta a parcela proveniente de contribuições sociais, como CSLL (Contribuição Sobre o Lucro Líquido), Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) e PIS/Pasep. "É só fazer uma conta simples: a soma dessas receitas menos as despesas do presente exercício mostra que a Previdência ainda tem um pequeno superávit", alegou.

 

O ex-ministro diz não ser contra uma reforma previdenciária, apenas não apoia mudanças nos moldes propostos pelo atual governo. "É necessário compreender as diferenças do País. Considero uma aberração estabelecer uma idade mínima igual para um trabalhador engravatado, como eu, e um professor, que, no modo como Temer vê as coisas, precisaria trabalhar ao menos 49 anos para ter aposentadoria integral", disse.

 

A resposta de Ciro gerou uma entrevista por telefone com duração de 52 minutos ao InfoMoney, que será publicada na íntegra na próxima quinta-feira (5). Abaixo, é possível conferir o trecho da conversa que aborda o assunto Previdência. Confira:

InfoMoney: O senhor defende que não há rombo na Previdência. As estimativas de que o déficit do INSS vai chegar a R$ 181,2 bilhões em 2017 estão erradas? O que explica esse número?

Ciro Gomes: Todas as vezes em que se reflete sobre um problema complexo no Brasil, os oportunistas a serviço dos interesses prevalecentes no País acabam reduzindo opiniões que deveriam ser complexas. A grande questão básica hoje é que, se você tem as receitas destinadas pela lei versus as despesas para a Previdência, não há déficit. Se somar CSLL, PIS, Cofins, as contribuições patronais do setor privado e público e as contribuições dos trabalhadores menos as despesas do presente exercício, temos ainda um pequeno superávit. Qualquer pessoa que tenha um mínimo de decência e não esteja a serviço da manipulação de informações vê isso. É só fazer a conta. 

IM: Mas o senhor acredita que seja necessária uma reforma? Se sim, qual seria a reforma “ideal”, na sua visão? 

CG: Eu defendo a necessidade de uma reforma previdenciária, inclusive já detalhei propostas sobre isso no livro "O Próximo Passo: Uma Alternativa Prática ao Neoliberalismo", escrito em 1995. O problema da Previdência hoje deriva, em grande parte, da demografia e do fato que as maiores pensões levam mais da metade das despesas, como de políticos e procuradores precocemente aposentados. É só lembrar que, quando o sistema foi criado, tínhamos seis pessoas ocupadas para um aposentado, com expectativa de vida de 60 anos. Hoje, temos 1,7 trabalhador ocupado para cada aposentado, com expectativa de vida superior a 73 anos. Então, evidentemente, para resolver a equação precisamos avançar com grande prioridade na reforma da Previdência, mas nunca em direção ao que está sendo proposto.

Acredito que temos que evoluir do regime de repartição [em que as contribuições dos trabalhadores em atividade pagam os benefícios dos aposentados] para o de capitalização [em que cada trabalhador poupa para sua aposentadoria]. Todos os países do mundo moderno utilizam esse regime. A parte mais complexa disso é a transição de um sistema para outro, mas há como fazer isso.

IM: Mas o senhor é a favor de uma idade mínima na Previdência?

CG: Sou a favor, desde que se compreenda as diferenças do país. Por exemplo, considero uma aberração estabelecer uma idade mínima igual para um trabalhador engravatado, como eu, e um professor, que, no modo como Temer vê as coisas, precisaria trabalhar ao menos 49 anos para ter aposentadoria integral. A expectativa de vida no semiárido do Nordeste, por exemplo, não chega a 62 anos. Um carvoeiro do interior do Pará também não. É preciso evoluir para um padrão que conheça o País. Há de se estabelecer uma idade mínima, mas não pode ser por um modo autoritário e elitista, ditado pelos setores privilegiados da sociedade.

***

A TESE DO SUPERÁVIT
A argumentação de Ciro Gomes dialoga com documentos apresentados por grupos como a Anfip (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita), que questionam a existência de um déficit na Previdência. Na exposição deles, os governos desconsideram renúncias fiscais nas fontes de receita da Seguridade Social, assim como as próprias transferências de recursos de políticas sociais para a implementação de medidas de política econômica. É o caso do mecanismo da DRU (Desvinculação de Receitas da União), adotada pelos gestões FHC, Lula e Dilma.

"A construção de um conceito deficitário para a Seguridade Social cumpre o papel de motivar questionamentos sobre o crescimento dos gastos sociais e sua inviabilidade frente à economia e ao conjunto das receitas públicas. Se, por outro lado, a sociedade tivesse consciência do superavit da Seguridade Social, estaria em uma luta permanente por mais recursos para a Saúde ou ampliação dos direitos sociais. Em relação à previdência, ao invés de cortes em benefícios, ganhariam força os embates pela universalização da cobertura ou por maiores reajustes para os aposentados e pensionistas", defendeu a associação de auditores em relatório referente às contas da Seguridade em 2015.

Eles alegam que a leitura de que hoje existe um déficit na Previdência distorce o que determinaram os constituintes da Carta de 1988, quando foi estabelecido um sistema de financiamento tripartite (art. 195), no qual contribuem empregados, empregadores e o próprio Estado. Pela Constituição Federal, a Seguridade Social -- na qual estão inseridos, além da Previdência, a oferta de serviços universais como o SUS (Sistema Único de Saúde) e o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) -- conta com recursos da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido das Empresas), do Cofins (Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social) sobre o faturamento das empresas e da contribuição para PIS/Pasep (Programa de Integração Social/ Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público).

Com tal base de cálculo, a Anfip defende que "mesmo com renúncias fiscais, queda na economia e no emprego, o resultado foi superavitário em 2015, assim como nos anos anteriores". "Para amparar o discurso do deficit, o governo desconsidera dezenas de bilhões de reais das receitas de contribuições sociais e ainda acresce outros bilhões de reais em despesas que não poderiam entrar nessas contas", escreveram os auditores. Seria o caso da DRU, que conforme eles lembram subtraiu R$ 63 bilhões na conta da Seguridade Social em 2015, e da desconsideração de recursos resultantes de aplicação financeira de autarquias, fundações e fundos. Um vídeo produzido pela mesma Anfip explicando o raciocínio foi amplamente compartilhado nas redes sociais e exigiu que o governo convocasse uma coletiva de imprensa, em dezembro, para rebater as alegações.

Na ocasião, ele divulgou um balanço que mostrava um déficit de R$ 243 bilhões na Seguridade Social em 12 meses até outubro, sendo R$ 135,7 bilhões na Previdência. O titular da pasta argumenta que o crescimento do gasto previdenciário é um dos principais motivos do aumento do déficit da seguridade social que, entre 2002 e 2016, passou de 1,5% a 3,9% do Produto Interno Bruto. Oliveira nega que a retirada de desonerações concedidas pelo governo resolveria o problema do déficit. Segundo ele, as desonerações às empresas na área previdenciária não são computadas para o saldo negativo, pois são compensadas pelo Tesouro Nacional. O ministro alegou ainda que outras desonerações – das exportações, a entidades filantrópicas e ao microempreendedor – "são justificáveis do ponto de vista do mérito social".

 

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Follow the money, follow the power.

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Gílson Menezes

O xadrez do golpe

Assim...
A maçonaria nunca engoliu o Estado social de direito.
Assim com o crescimento da Esquerda no mundo en diversos países estratégicos principalmente no controle de comódites importantes, estes organizam-se para destruir e aniquilar tudo que venha pomover algum risco no sentido de ter algum privilégio perdido.
Assim usaram de forma maestral todos os intrumentos de controle do estado à seu favor, tendo como cartilha Maquiavel puro e absoluto com um toque sutil de Hitler e om o controle que levra Nero e o Estado.
As colulas do pós neoliberalismo chegaram ao seu ápice...
Aora nos resra lutar permanentemente e resistir!!!

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Júnior Sertanejo

Alvíssaras meu Capitão,terra

Alvíssaras meu Capitão,terra á vista de óculos.Se não estou enganado,o Moreno de Poços parece que trocou de óculos.Se verdade for,os cadastrados vão ficar mais tiririca comigo.Há anos peço para ele trocar,sinal que costuma atender os meus pedidos.

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Júnior Sertanejo

Leio com incontida alegria

Leio com incontida alegria que o Xadrez de Nassif tomou conta da blogosfera dita suja,principalmente quando aborda apropriadamente a questão de que a sociedade começa a perceber que o golpe,nada mais foi do que um golpe.Venderam gato por lebre.Como disse,Nassif,o extraordinário Moreno de Poços de Caldas,faz história.

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Joao Luiz Pereira Tavares

2016-2017: Gópi.

¯\_(ツ)_/¯ ©  JÚNIOR:      2017     Viva 2016! Em 2016 houve fato fabuloso sim, apesar de Vanessa Grazziotin falar que não, dessa forma equivocada assim: “O ano de 2016 é, sem dúvida, daqueles que dificilmente será esquecido. Ficará marcado na história pelos acontecimentos negativos ocorridos no Brasil e no mundo. Esse é o sentimento das pessoas”, diz Grazziotin. Mas, por outro lado, nem que seja apenas 1 fato positivo houve sim! É claro! Mesmo que seja, somente e só, um ato notável, de êxito. Extraordinário. Onde a sociedade se mostrou. Divino. Que ficará na história para sempre, para o início de um horizonte progressista do Brasil, na vida cultural, na artística, na esfera política, e na econômica. Que jamais será esquecido tal nascer dos anos a partir de 2016, apontando para frente. Ano em orientação à alta-cultura. Acontecimento esse verdadeiramente um marco histórico prodigioso. Tal ação acorrida em 2016 ocasionou o triunfo sobre a incompetência. Incrementando sim o Brasil em direção a modernidade, a reformas e mudanças positivas e progressistas. Enfim: admirável. Qual foi, afinal, essa ação sui-generis? Tal fato luminoso foi o: — «Tchau querida!»* [ (*) a «Coração Valente©» do João Santana; criada, estimulada e consumida. Uma espécie de Danoninho© ‘vale por um bifinho’. ATENÇÃO: eu disse Jo-ã-o SAN-TA-NA]. Eis aí um momento progressista, no ano de 2016. Sem PeTê. Sem baranguice. Sem política kitsch do Petismo. A volta de decoro ao Brasil. Feliz 2017 a todos.  [P.S.: a todos do blog, que fiquem  atentos à picaretagem em 2017 & que vossas mentes permaneçam rápidas  perante ao ilusionismo do PT. Um sublime 2017!].

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mattos

calhorda uma vez

calhorda mil vezes, melhor 54.500.0000 vezes.A maioria do Brasil.

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Cont....

Gabriel, 3 anos, apagando o fogo olimpico

https://www.instagram.com/p/BO0P0-lA0SO

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...spin

 

 

Cont...

Cont...

Atento aos sinais emitidos por Gabriel, 3 anos

https://www.instagram.com/p/BO1ae0nAhO5/

As taperas sem cor, muitas de taipa e cobertas de palha, deram lugar a casas de alvenaria e pintadas...foi outra coisa que notei ao obervar a mudança de paisagem no Sul do MA...vi que, para que isso ocorresse, desencadeou-se um processo lento que, ao invés de se manter, está sendo descontinuado de forma veloz e incontrolåvel...,,.. as conquistas sociais viram pó da noite pro dia...nem mesmo a Carta Magna escapa: a troupe golpista quer uma Construição para chamar de sua, de forma que atė nisso ficamos parecidos com o Iraque em poder das forças de ocupação cuidando do combate ă resistência ao mesmo tempo em que os Chicagos Boys intermediavam a rapinagem denominada de "reconstrução" em que dezenas de bilhões de dólares foram roubadas por corporações americanas...até mesmo a impressăo da moeda deixou de ser feita no Iraque...lå como cá, só falta o retorno daqueles puliças fantasiados de marines americanos, mais de 200, que mostraram a cara quando da desastrada prisão de Lula.

Conversando com uma lider politica local a mesma disse-me que as casas melhoraram de aspecto por causa da mudança do poder aquisitivo ....lamentável perceber que isso está tendo fim, basta ver que o SM teve aumento abaixo da inflaçāo e a previdencia social, um meio de se levar ao povo o dinheiro que lhe pertence, está sendo desmontada para ser abocanhada pelo pra lá de faminto Mercado que articulou o golpe mas que, como força oculta que é, năo aparece como ator de desgovernança e da injustiça social e já que o JN não mostra, nāo existe....

Fico me perguntado como foi possivel que essa descontinuidade se intalasse se o projeto era tornar-nos num grande pais de classe media, o que beneficiaria a todos, inclusive nossa bizarra zelite zelote...o que esperar de um empresario que foi para ruas apoiar o golpe e que agora teve queda de 44%, mais um sinal de que o vibrante mercado interno está dando lugar aos caos e ao retorno das taperas no Sul do MA: era uma vez um povo que melhorou de vida e que rodava por ai de avião e era reconhecido mundo afora como pais de sucesso e não mais como povo sem futuro...

Ao invés de se continuar a democracia, veio o golpe de Estado para instalar a descontinuidade de tudo...pelo menos 8 milhões de brasileiros já trocaram o aviăo e planos de viagem a Orlando pelo velho ônibus, na viagem pra cå um deles me fez companhia...notei que ele nem percebeu porque estava ali...vi que o ódio antipetê continua intacto, pois ao passar em frente a um acampamento do MST bradou: vc viu...ninguém no acampamento...acabou a mamata...não vai mais ter dinheiro publico pra esses vagabundos...ouvindo aquilo fiquei vermelho de vergonha e emudeci...

Aobouvir aquilovperdi a voz, sei lå...o mundo ordinário cortou minha viz minha lingua: aquele indigente intelectual nem se deu conta de ele também e nāo apenas o pessoal do MST havia caido de posiçăo social e perdido com o golpe...

ah sim, tive que mudar de lugar de tanto ouvi lo repetir: nossa, há anos que não viajava de ônibus...que viagem horrivel...essa deve ser a terceira vez que viajo de ônibus...
Eu: vc tá vindo de onde...
Ele: to vindo de Macapá e estou indo pra Belém...jå passei dos 50 anos de idade...năo tenho mais idade pra isso
Eu(pensando estar ao lado de um ex-classe media e agora canditato à sarjeta dos sem previdęncia etc fiquei em silêncio)

A previdencia: como é e como pode ficar

https://www.instagram.com/p/BO1Ii0EDtSK

..e saber que ainda não chegamos nem na metade da tal "Ponte para o Futuro" dos golpistas

De repente o meu silêncio foi interrompido pelo discurso de uma obreira neopentecostal rogando pragas contra adoradores de santos...

Acho que a escrita tem essa função de antídoto: neste momento só consigo gargalhar horrores: será que estou variando...ixi, por falar nisso, no começo da noite, antes que meu pai me mandase ir pra cama por ter se esquecido que já não sou mais criança, uma pessoa que conheço há anos e que a via como normal, passou falando sozinho: eram palavras de ordem tipo Viva Sérgio Moro....fora comunistas

Amanhã vou procurar saber dessa história: dizem meus botões que a psicose coletiva tende a se alastrar

..e saber que ainda não chegamos nem na metade da tal "Ponte para o Futuro" dos golpistas

Onde está escrito Amanhã leia-se Ao amanhecer

Talvez eu use a arte da Deriva como meio de elaborar tudo isso..

Não sei como será....eu deveria ter aproveitado a presença das crianças meus sobrinhos e sobrinhas para realizar algumas performances e assim apreender alguns sinais...nada disso fiz...somente ontem registrei o Gabriel, de 3 anos de idade, apagando o fogo olimpico: mau presságio

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amjr

E as mídias?

Na maioria das anáilses, só há espaço para falar da economia como determinante da sequência do golpe. Contudo, há um determinante que considero essencial: o papel da opinião publicada. Os veículos de comunicação de massa têm posição ideológica, tanto quanto interesses econômicos. Pensar apenas nos segundos interesses joga no oblívio o papel da primeira condição, que não raro decide o rumo das ações dos grandes grupos. Ou alguém acha que o Grupo Globo faz o que faz apenas pelo bolsa-mídia temerário, quando já detinha os maiores investimentos publicitários nos governos Lula e Dilma? Principalmente sabendo que governos populares estariam mais expostos às ações destes grupos que os tucanos, que realmente sabem (e sempre souberam) blindar-se melhor? Não, meus caros, não há como desenvolver consciência política em um País com tanta gente, espalhada em tanto território, sem o domínio hegemônico da informação. E, enquanto as pessoas continuarem se informando principalmente através do Jornal Nacional e pela Folha de São Paulo, nenhuma chance de virar este jogo. No peito, é onde a mídia mata; na marra, é quando o poder financeiro chama os gendarmes...

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Nestor R

Modelo matematico

Prezado Nassif,

Modelo matematico é modelo, assim como modelo metal e todos os outros modelos. São representações aproximadas de uma realidade SEMPRE muito mais complexa. E quando a realidade a modelar depende da vontade se seres humanos o modelo será muito impreciso. Utilizar um modelo sem conhecer as limitações é um ato de burrice ou de ma fe, assim como não validar o modelo com dados experimentais. Se os modelos economicos fossem confiaveis não existiriam modelos diametralmente opostos, algo esta muito errado e sempre querem que a população acredite que os resultados previstos com um modelo vão efetivamente acontecer. Não ao menos se coservarmos nossa liberdade de decidir.

 

 

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Ciro Medeiros

O neoliberalismo é um projeto

O neoliberalismo é um projeto de transformação psicológica das sociedades - essa é a grande conspiração seu Nassif; 

os cabeças de planília são pessoas que sabem tirar proveito das políticas neoliberais para obter lucros na física - nós temos que aprender admirar a elegância do oponente;

passa, então, a surgir por toda parte sujeitos desejosos de contribuir para implementação do neoliberalismo, uma vez que eles sabem como lucrar com isto - é a conspiração mais elegante já criada;

de repente, essas pessoas se tornam voluntários para conspiração porque, para eles, lucrar a partir da desgraça alheia os faz se sentir ainda mais empoderados do que simplesmente lucrar - os voluntários se tornam fiéis soldados da conspiração sem jamais conhecerem pessoalmente idealizadores da mesma

A conspiração mais elegante já criada e o grupo de oponentes mais sofisticados que já existiu - o mecanismo de ação da conspiração está diante dos seus olhos, seu Nassif, assim como o está diante dos olhos dos cientistas sociais do mundo inteiro, mas eles não conseguem ver porque os oponentes protejeram seu investimento investindo nos dois lados - literalmente.   

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"Primeiro marido" foi ótimo.

"Primeiro marido" foi ótimo.

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Clever Mendes de Oliveira

Passou-me incólume

 

Doney (terça-feira, 03/01/2017 às 17:54),

Não tinha percebido no item “Peça 4 – próximas etapas” no final do parágrafo a expressão que lhe chamou a atenção. Reproduzo todo o parágrafo, negritando a expressão:

“Tem-se um presidente tão desmoralizado que, a maneira que a revista Veja encontrou para retribuir o megapacote publicitário, foi uma capa-fantasia com a senhora Temer, tal a falta de atratividade em qualquer outro aspecto do primeiro marido.”

O Romanelli em comentário enviado terça-feira, 03/01/2017 às 09:09, e que agora com 105 comentários está na segunda página deste post tem uma crítica interessante ao Luis Nassif em que ele diz:

“BOA análise  ..td bem que você fez caber MUITO MAIS na mochila do que ela deveria suportar (tipo o caso Romario/APAE, Microsoft x livres e dinheiro pra mídia)..”

O Romanelli tem um pouco de razão, mas não se deve esquecer que ele recebeu boa resposta em relação a APAE e que ele destacou o dinheiro para mídia e não a capa da Veja. É claro que ele pode argumentar que o dinheiro da mídia era excesso, já a capa da Veja não.

Clever Mendes de Oliveira

BH, 03/01/2017

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JOSE PEDRO DE PAIVA REIS

Caro Nassif, Pensando no

Caro Nassif,

Pensando no mundo real:

* 60 % da PEA do mundo sofre com doenças relacionadas ao trabalho (dados da OIT), com impactos significativos à produtividade, com tendência a agravamento da situação

* Com a necessidade de trabalhar cada vez mais para manter os rendimentos familiares, homens e mulheres do mundo inteiro se vêem sem condições de dar suporte a seus filhos e idosos dependentes, criando um ambiente de hostilidade e tensão constante na convivência familiar

* A alta ansiedade reinante na família e no ambiente de trabalho tornou a obesidade e a depressão pandemias globais, a despeito das campanhas em favor da "qualidade de vida"

* No esteio dessa vaga, níveis de violência crescentes, muito além das manchetes sensacionalistas de cada massacre isolado, aqui ou no exterior

* A escravidão (ou o "trabalho em condições análogas à escravidão"), o tráfico de pessoas (mulheres em especial, mas também crianças e adolescentes, para fins de exploração sexual, sendo estimados 50.000 mulheres nessa condição apenas nos EUA!) são uma realidade social e econômica, já que os ganhos auferidos dessa tragédia também participa do Sistema Financeiro Internacional.

Então eu me lembro do matemático Renne Thom, que formulou a Teoria da Catástrofe, no início da década de 1970, que diz que mínimas alterações ou flutuações na entrada de matéria ou energia em um determinado sistema levam, inexoravelmente à transformação ou colapso desse sistema. A crise de 2008 pode ser explicada, em parte, por essa teoria.

Sempre que eu vejo as "análises econômicas" eu me lembro dessas e outras coisas e me pergunto, esses caras não sabem disso?

Por fim, para ir descansar disso, eu volto meu pensamento para Yellowstone, Campi Flegrei, La Cumbre Vieja e peço que esperem um pouco mais, pois talvez ainda tenhamos tempo de melhorar como seres humanos...

 

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JOSE PEDRO DE PAIVA REIS

Nassif, apenas para

Nassif, apenas para esclarecer:

Yellowstone (EUA) e Campi Flegrei (Itália) são dois dos supervulcões ativos no mundo, sendo que uma eventual erupção de um ou de outro, mesmo de menor intensidade que as anteriores, terá como efeito uma devastação similar ao de uma guerra nuclear sobre a América do Norte ou a Europa, com efeitos igualmente devastadores sobre o clima do restante do planeta. Ambos são constantemente monitorados e, no caso de Yellowstone, há evidências de que a atividade magmática nessa imensa caldeira vulcânica vem aumentando nas últimas décadas, mas ainda não se sabe quando vai entrar em erupção. Considerando a notável regularidade das erupções ocorridas no passado geológico, há um atraso de 50.000 anos...

La Cumbre Vieja também é um vulcão, este situado nas Ilhas Canárias, que apresenta indícios de um processo de colapso, com o deslizamento da imensa montanha dentro do Oceano Atlântico, o que provocaria uma onda gigante estimada em 20 m de altura que devastaria todo o litoral desde o Mar do Norte até a cidade de Natal, no Rio Grande do Norte.

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O pt é o único que não dá golpe.

Porque tanto pessimismo sobre o pt se ele é perseguido por aqueles que querem destruir tudo e levarão o país ao desastre? E o legado brilhante do pt de tratar o país como nação.

O golpe será esclarecido, ainda não é (quem (who)  sabe quem mandou nesta joça?) mas será e os inimigos do pt têm chance de acabar na cadeia.

E o LULA é o único que enfrenta os bandidos, todos. E tem o que dizer, tem mensagem. Ficará mal depois???? Duvido.

E os bandidos têm eleições pela frente. Eles tem mais medo de eleição que o temer do povo. Foi estratégico não votar no pt,  e nem no psdb, mas nos trumps da vida, mas isto perdurará?

Quando virar, o pt do LULA deve vir na crista da onda.

Quando? Pode ser amanhã, em política nada se prevê.

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Quem não desconfia de si próprio não merece a confiança dos outros (ditado árabe)

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João Jorge

O boato de que Gilmar Mendes

O boato de que Gilmar Mendes deixaria o STF já é a preparação do caminho para  a entronização dele na Presidência da República.

O primeiro lance concreto desta caminhada foi o debate proporcionado por Renan Calheiros, no Senado, em que foi preparado um confronto de posições entre Gilmar e Sérgio Moro. Gilmar posava de garantista e Moro de justiceiro. Neste momento, Gilmar acenava para os políticos corruptos (maioria do Congresso), mostrando que ele seria a única  salvação para "estancar a porra dessa sangria", conforme declarações de Cajú (senador Jucá) gravadas pelo ex-Presidente da Transpetro.

Gilmar continuou nessa estratégia, fustigando sempre que podia os procuradores da Lava-Jato e Sérgio Moro.

Recentemente, um novo sinal foi dado, quando Gilmar, aproveitando-se do imbroglio Marco Aurélio Melo/Renan Calheiros desancou o Ministro do Supremo provocando reações de crocodilo de alguns  outros Ministros do Supremo contra ele, em solidariedade a Marco Aurélio. Gilmar começou a preparar um acordo para deixar o STF.

Paralelamente, Gilmar trabalha a todo vapor no TSE para cassar a chapa Dilma/Temer e se colocar, como militante do PSDB, como o nome viável para a Presidência da República, numa eleição indireta, com um objetivo imediato de curto prazo: abafar a Lava-Jato assim que Lula for condenado, tornando inviável a candidatura do ex´Presidente em 2018 e um objetivo de médio prazo: preparar as condições do ambiente político-econômico para uma candidatura viável do PSDB em 2018. 

Gilmar, em tese, reuniria as condições demandadas pelos políticos conservadores corruptos:

1) seria garantista, o que significaria condenar e impedir as práticas ilegais e heterodoxas de Sérgio Moro e dos procuradores e policiais federais da Operação Lava-Jato;

2) como ex-Ministro do STF reuniria condições para dar respaldo ao próprio STF para que o tribunal voltasse a práticas garantistas utilizadas antes do julgamento do mensalão;

Assim, praticamente, encerraria a operação Lava-Jato.

3) não agiria politicamente contra uma condenação de Lula por Sérgio Moro, na 1ª instância, e pelo TRF-$, na 2ª instância, obtendo a inviabilização da candidatura de Lula em 2018.

4) reuniria em torno de si o apoio de todos os políticos conservadores corruptos, inclusive, naturalmente, os do PSDB.e

5) aprofundaria, com mais respaldo perante a opinião pública conservadora, o desmonte do Estado de Bem Estar Social construído pelo PT, dando a resposta demandada pelos financiadores externos do golpe parlamentar;

6) e, além do mais, nomearia um Ministro do Supremo na vaga deixada por ele mesmo.

 

Entretanto, enganam-se aqueles que vêm em Gilmar aquela subserviência aos políticos do PSDB como militante disciplinado. Naquela alma penada e psicopatizada pulsam ambições as mais tenebrosas.

Entronizado na Presidência da República, a alma política e a ambição de Gilmar pelo poder vão, imediatamente, colocar em curso um plano para estender o seu mandato até 2022. Ele terá a faca e o queijo nas mãos e políticos amedrontados prontos a lhe servir o que ele desejar.

E não deixará de lançar mão da repressão, se e quando for necessário, para impedir que o populacho levante a voz.

Ao cabo e ao fim, o Poder Judiciário assume o Poder Executivo e mantém sobre controle o Poder Legislativo. É o golpe perfeito.

Saem derrotados: os trabalhadores, os setores democratas e progressistas da classe média, da academia, das artes, da ciência e tecnologia, os estudantes, etc, a engenharia nacional e suas empresas e a indústria nacional, construção civil, defesa, naval, etc.

Se reduzem ao mínimo os partidos de esquerda, inclusive o PT, com o banimento de Lula da vida política.

E o país volta a ser, depois de 14 anos de protagonismo internacional relevante, um protetorado norte-americano.

Saem derrotados, também, os bois de piranha injuiz Sérgio Moro, o beato batista Deltan Dellagnhol, os minions procuradores imberbes, os policiais federais aecistas, a cúpula do PSDB, o PMDB, o centrão e outros partidos conservadores que voltam à sua condição histórica de baixo clero.

Os grandes vencedores: o Império e o capital internacional.

 

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Pedro Augusto

Tá legal, seu Feola... mas o

Tá legal, seu Feola... mas o senhor já combinou tudo com os russos?

 

Questionaria Mané Garrincha na sua santa ingenuidade genial.

 

"Ele não sabia, mas estava raciocinando com a Teoria dos Jogos." Fernando Barrichelo

 

Jogando contra

 

http://mundovelhomundonovo.blogspot.com.br/2016/08/jogando-contra.html

 

"Coloque-se na posição do adversário e veja o que você faria se fosse ele."

 

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Tá bem! E a economia?

Tá bem! E a economia?

O jogo é perfeito, porém nada é estático neste mundo e não são todos que vão ficar esperando.

Sempre que se analisa um golpe, como já fiz há anos sobre o golpe-Temer, não podemos contar somente com os aliados, pois além destes existem os adversários.

Na minha análise o contra-golpe passou do ponto, e passou do ponto exatamente no que é simplesmente impossível de se comandar por acordos palacianos, a economia!

Por mais que venha repressão sobre o povo, fica mais patente a perda do controle da política econômica, e não será um bando de palhaços assessorados por um neo-liberal de plantão que conseguirão reverter o processo de recessão brasileiro.

Não pense que 2017 será igual a 1964, naquele ano através de uma política de arrocho salarial, diminuição no crédito, AUMENTO DE IMPOSTOS e créditos internacionais que eram abundantes, conseguiram os militares depois de algum tempo de recessão retomarem o investimento. Isto até pode parecer engraçado, porém Bob Fields, o nome carinhoso que a esquerda deu a Roberto Campos, que se dizia um liberal, conseguiu um aumento de impostos significativo no início dos governos militares, ou seja, havia espaço de manobra para eles (baixando o porrete na população). Agora espaço de manobra para políticas liberais, para aumento de impostos sem onerar o capital e crédito abundante do Império, não existe mais, ou seja, não se iludam não tem saída econômica sem reformas reais.

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Clever Mendes de Oliveira

Boa crítica e oportuna além de auspiciosa na defesa do tributo

 

Rdmaestri (terça-feira, 03/01/2017 às 23:16),

Gostei muito desta sua crítica ao comentário de João Jorge enviado terça-feira, 03/01/2017 às 15:37, que embora bem elaborado pecava por não levar em conta todas as circunstâncias, sendo a maior delas a econômica. Por mais político que Gilmar Mendes seja, ele seria um peixe fora d'água como presidente da República, ainda que delegasse todos os poderes para os ministros dele. Além disso, como você salientou ele sabe que o que espera para o presidente do Brasil nos próximos dois anos no campo econômico é algo ainda tão obscuro que precisaria ser um incauto para trocar uma cadeira no STF por uma na presidência da República.

E ainda mais me chamou a atenção no seu comentário a sua defesa do aumento da carga tributária, que é o elemento mais imprescindível na construção do Estado moderno e que a atual onda direitista por incompetência não está sabendo como tratar.

Agora penso que você pisou na bola em comentário anterior seu aqui neste post “Xadrez da teoria que sustenta o golpe” de terça-feira, 03/01/2017 às 00:06, aqui no blog de Luis Nassif e de autoria dele, e que agora com 105 comentários é aproximadamente pouco mais do 40º da segunda página. Em seu comentário enviado terça-feira, 03/01/2017 às 02:36, você faz uma afirmação que não tem muita base nos fatos ao dizer que não interessa ao imperialismo o crescimento econômico de países como o Brasil, pois haveria encarecimento das commodities.

Tal afirmação podia ser verdade em um passado longínquo, mas em duas décadas, se a China mantiver a atual taxa de crescimento, o PIB dela seria o dobro do PIB americano. E se juntarmos a China e a Índia, teremos uma população 15 vezes maior do que a brasileira.

Então, proporcionalmente, o efeito nos preços das commodities, caso o Brasil venha a se constituir em potência, é irrisório, perto do efeito que o desenvolvimento que já acontece na China produz e que também espalha pela Índia. Isso sem contar que há diversos países no oeste da Ásia bastante populosos, como Paquistão (Quase 200 milhões), e o sudeste da Ásia com a Indonésia (Mais de 250 milhões), o Vietnam e Camboja (Mais de 100 milhões), a Filipinas (Mais de 100 milhões), Mianmar (mais de 50 milhões), Tailândia e Malásia (Mais de 100 milhões) que devem crescer com o crescimento da economia chinesa.

Clever Mendes de Oliveira

BH, 03/01/2017

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João Jorge

Ôxente, Chê, concordo

Ôxente, Chê, concordo contigo.

Faltou o Gilmar combinar com os russos.

Lembra o que o Garrincha disse para o Feola quando este mandou o Mané driblar os russos, entrar na pequena área e fazer o gol.

Feola não conhecia Stalin..

O projeto do Gilmar é este.

Resta saber  o que vão fazer os que se opõem a ele.

Derrotas em política nem sempre são definitivas.

Um abraço.

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Júnior Sertanejo

Me permita companheiro João

Me permita companheiro João Jorge:os que aqui aportam,não gostam muito de mim.Sabe por que?Eu não deixo de colocar minha opinião,o que acho certo ou errado,nem debaixo de raios e relâmpagos sobre as minhas costas.Eu já não tenho a devida paciência para ler comentários enumerando que fulano fará isso,sicrano àquilo,beltrsmo aquiloutro.Achou pouco.Tem mais.Enumeram redondinhos as consequências que dão como favas contadas:1)O Brasil vai construir suas ogivas nucleares,2)A camarilha de Don Altobello sera obrigada a doar todo produto das propinas que surrupiaram dos cofres públicos,as Obras Assistenciais de Irmã Dulce;3)Da.Marcela Temer,pelo belíssimo trabalho em favor dos desvalidos,entrará na lista para receber o Prêmio Nobel da Paz,4)O Juiz Sérgio Moro poderá a contragosto,engaiolar FHC,Serra e Aécio;5)Com as medidas econômicas recém anunciadas,fatalmente,o Brasil crescerá a taxad de 10%aa.Ainda estamos respirando ares natalino,mas vou lhe confessar com a permissão da sua infinita paciência:não tem saco de Papai Noel que suporte mais esses malditos comentários.Agora vem o pior.Cada comentarista quer demonstrar mais sapiência que o outro.Tá de lascar,como diz Luiz Marinho.

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Voldemort

Primeiro, importante repetir: há Golpe. E, portanto, vivemos em Estado de Exceção.

Segundo, só Jesus salva. Esses caras terão que se ver com Deus por conta do sofrimento imposto ao povo brasileiro. Eles e todos os idiotas de amarelo.

Quando o Brasil retomar a normalidade democrática, não só Sérgio Moro, Janot, Mendes e Roberto Marinho deverão ser punidos como traidores da Pátria, mas esses cabeças de planilha todos. O remédio vai ter que ser amargo para nunca mais passarmos por isso.

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Marcelo33

Segundo eu aprendi na igreja,

Segundo eu aprendi na igreja, eles vão para o céu por que livraram o Brasil do comunismo.

"Quando o Brasil retomar a normalidade democrática, não só Sérgio Moro, Janot, Mendes e Roberto Marinho deverão ser punidos como traidores da Pátria, mas esses cabeças de planilha todos. O remédio vai ter que ser amargo para nunca mais passarmos por isso."

Punir o Roberto Marinho vai ser impossível, os outros é quase impossível. Até pq os cabeças de planilha passam mais tempo nos EUA que aqui.

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Pergunta do século: quanto vai piorar antes de melhorar??



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Pergunta do século: quanto vai piorar antes de melhorar??

Romulus, aqui estamos mais uma vez, direto de “A Ilha”

-> - Ou seja, precisamos do trauma para aprender.

Uma educação pela pedra: por lições;
para aprender da pedra, freqüentá-la;
captar sua voz inenfática, impessoal
(pela de dicção ela começa as aulas).”

 

a educação pela pedra tem sido a opção. isto é... quando há aprendizagem. mas o trauma só se torna uma caminho de aprendizado, quando se inicia um processo para superá-lo. não é o que está acontecendo ainda no Brasil. ao contrário, ainda se está na fase de “negação”. o que impede qualquer aprendizado.

-> QUANTO VAI PIORAR ANTES DE MELHORAR??

vai depender, né. de quanto tempo ainda se vai ficar no estágio de negação. antes de todas as ilusões serem abandonadas e de uma dura aterrissagem no deserto do real, pode levar uma eternidade.

leia mais

 

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Faz uma forcinha e entra no Face, vai!

Oh, meu caro!

Saudade!

Faz uma forcinha e entra no Face, vai!

Ta faltando vc nesses bate-bolas!

Lá td mundo te conhece e te adora!

(mesmo sendo menos radicais e mais pragmáticos rsrs)

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Pergunta do século: quanto vai piorar antes de melhorar??

meu nobre, perdoem-me, mas Facebook nem pensar. já me são insuportáveis as ditaduras concretas. jamais me veria numa tirania virtual, como império do Facebook. mas nada contra quem participa. abraços.

O facebook, a nudez e o fantasma do comunismo

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Clever Mendes de Oliveira

Primeiro ponto: é preciso tratar inflação como problema político

 

Luis Nassif,

Há uma questão central para compreender a força do mercado, e que é omitida no seu texto. A questão central é saber por que o mercado tem tanto poder em uma democracia. E em meu entendimento, a força do mercado decorre do fato de que o combate à inflação é uma prioridade política, isto é, os governantes para permanecerem no poder precisam de contar com o apoio popular e para contar com o apoio popular é preciso manter a inflação baixa.

Não levar em conta esse desiderato popular pela inflação baixa em qualquer escrito político produz um texto fragilizado no seu conteúdo, pois o texto só conseguirá atingir o objetivo pretendido, se o objetivo pretendido for o que se deseja como verdade e não o que se sabe como verdade.

Clever Mendes de Oliveira

BH, 03/01/2016

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Júnior Sertanejo

Respondo ao lúcido comentário

Respondo ao lúcido comentário de Clever Mendes de Oliveira,03/01/2017,às 14:00-Por que o mercado tem tanto poder em uma democracia?Pelo pouco que entendo desta josta,nenhum regime que vigore o parlamentarismo,sobrevive com a taxa de desemprego que ronda o Brasil.No presidencialismo,ouço dizer que se transformam em um tal pato manco.

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Júnior Sertanejo

Em outras palavras

Em outras palavras Clever,dizia Papai,que adorava simplificar as coisas,quem ganha eleição ou perde,por óbvio,é a barriga.Cheia ou vazia.

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Clever Mendes de Oliveira

A inflação tem desdobramentos que são esquecidos

 

Júnior Sertanejo (terça-feira, 03/01/2017 às 17:10),

A questão central que Luis Nassif omitiu tem mais desdobramentos do que se imagina. Um é esse que você salientou: para as pessoas a inflação corresponde a barriga vazia. E o desdobramento disso para o político é a queda de popularidade.

Outro desdobramento da inflação foi o percebido por Jânio Quadro na campanha eleitoral de 1960, em que ele associa a inflação com a corrupção. Quando há escândalo de corrupção e a inflação aumenta nenhum governante resiste à acusação de corrupto que o povo brada com vigor.

Se a inflação boa para o povo é a baixa, qual será a inflação boa para a economia de um país: a baixa (abaixo de 3%) ou é alta (entre 6% e 10%)? Para responder essa questão é sempre bom lembrar que ao fim da Segunda Grande Guerra a dívida pública americana era de 130% do PIB e no fim da década de 70 após 35 anos de inflação alta principalmente na década de 70 quando chegou a 12% ao ano, a dívida pública americana voltar ao patamar de 30%.

Clever Mendes de Oliveira

BH, 03/01/2016

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Júnior Sertanejo

Agradeço a você Clever,pelas

Agradeço a você Clever,pelas suas considerações,como tambem pela maneira sempre cavalheiresca como se reporta às pessoas,coisa rara por aqui.

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jose antonio santosj

Ás ruas

Temos uma reposta democratica para o descrito ( que sou obrigado a concordar).

Vamos para as ruas!

 O que estão esperando as lideranças politicas, sindicais, de aposentados, de bairro.

As ruas!

Ficar com a bunda sentada no computador não resolve nada!

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Ricardo Gomes (cado gomes)

Engana-se profundamente quem

Engana-se profundamente quem acredita que o Temer caíra, pois, ninguém moverá uma palha para isso. A parte indginada da população que ajudou a derrubar a Dilma não tem a menor vontade de se manifestar contrariamente ao governo atual, eles sentem-se responsáveis por ele e creditam todos os problemas ao "desgoverno do PT". Além disso, o Congresso concede total respaldo ao Temer, tudo o que ele quer será aprovado, apenas farão suas bargalhas como de costume. Precisaria ocorrer uma tragédia colossal para o Congresso desembarcar do governo Temer e, mesmo assim, ainda teria gente jogando a responsabilidade no colo do PT (dirão que o que está acontecendo é fruto do erro do governo anterior).

E sim, demorará mais de uma década para o PT se recuperar (se conseguir), basta ver a dificuldade do PSDB em viabilizar-se nacionalmente depois do governo FHC, no qual o PT colocou a pecha de responsável por todos os problemas do País na época. Até a eleição de 2014 (12 anos depois) eles continuaram vítimas do governo FHC. Vejo a situação do PT muito pior do que a do PSDB pós FHC porque o partido foi despedaçado com inúmeras lideranças totalmente destruídas moralmente e criminalmente. Os elos fortes do PT estão quase todos mais preocupados com processos criminais próprios do que em combater o atual governo/grupo de poder, outra parcela consideravel pulou fora do partido (turma da Marina, turma do PSOL, turma da Marta, outros independentes como Walter Pinheiro/BA, Cristovan Buarque muito tempo atrás, etc.). O desmonte do PT foi muito grande e será sentido por um longo tempo.

Em minha opinião o PT precisa trabalhar para criar uma nova identidade e laços com a população, começando em nível municipal para aumentar o número de vereadores com bandeiras antenadas com o novo (não esquecendo do velho), desta forma, gerando uma quantidade significativa de representantes para extrair seus novos expoentes que buscarão ganhar novas prefeituras, depois buscarão ganhar governos estaduais e construirão uma base parlamentar forte para buscar o governo federal novamente. Esse será um processo de 20 anos ou mais.

O PT levou um pouco mais de 20 desde a sua criação para chegar ao governo federal e, creio que neste momento, será a mesma coisa agora. Para retomar o poder agora com o Lula, o desastre do governo atual precisaria ser algo sem comparação na história do mundo. Lembro novamente, tudo de errado que ocorrer no governo Temer será facilmente jogado no colo do PT e, pelo outro lado, tudo de bom que ocorrer será responsabildiade dos golpistas.

A realidade é dura, mas para quem está acostumado a lutar é isso que temos. A luta é para manter-se como partido forte enquanto outra conjuntura é construída com a cara dos que tomaram o poder e, então, não cole mais dizer que a culpa é do PT. O PSDB conseguiu isso com o golpe, resta apenas verificar se conseguirá tomar o poder de volta (eles correm o risco de uma terceira via levar a rapadura em 2018).

Minha opinião era que o PSDB bastaria ficar sentado assistindo tranquilamente a Dilma se complicar com a crise econômica para ganhar a eleição de 2018 (em 2014 faltou pouco e com o aprofundamento da crise seria fácil conseguir os voltos que faltaram). Com o golpe eles anteciparam a saída do PT, mas correm o risco de ficarem pelo caminho.

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Parece que por enquanto só é

Parece que por enquanto só é possível vislumbrar um túnel no fim do túnel.

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João Jorge

Gilmar é o nosso Pinóquio.

Os boatos de que Gilmar Mendes deixaria o STF já é a preparação do caminho para  a entronização dele na Presidência da República.

O primeiro lance concreto desta caminhada foi o debate proporcionado por Renan Calheiros, no Senado, em que foi preparado um confronto de posições entre Gilmar e Sérgio Moro. Gilmar posava de garantista e Moro de justiceiro. Neste momento, Gilmar acenava para os políticos corruptos (maioria do Congresso), mostrando que ele seria a única  salvação para "estancar a porra dessa sangria", conforme declarações de Cajú (senador Jucá) gravadas pelo ex-Presidente da Transpetro.

Gilmar continuou nessa estratégia, fustigando sempre que podia os procuradores justiceiros da Lava-Jato e Sérgio Moro.

Recentemente, um novo sinal foi dado, quando Gilmar, aproveitando-se do imbroglio Marco Aurélio Melo/Renan Calheiros desancou o Ministro do Supremo provocando reações de crocodilo de alguns  outros Ministros do Supremo contra ele, em solidariedade a Marco Aurélio. Gilmar começou a preparar um acordo para deixar o STF.

Paralelamente, Gilmar trabalha a todo vapor no TSE para cassar a chapa Dilma/Temer e se colocar, como militante do PSDB, como o nome viável para a Presidência da República, numa eleição indireta, com um objetivo imediato de curto prazo: abafar a Lava-Jato assim que Lula for condenado, tornando inviável a candidatura do ex´Presidente em 2018 e um objetivo de médio prazo: preparar as condições do ambiente político-econômico para uma candidatura viável do PSDB em 2018. 

Gilmar, em tese, reuniria as condições demandadas pelos políticos conservadores corruptos:

1) seria garantista, o que significaria condenar e impedir as práticas ilegais e heterodoxas de Sérgio Moro e dos procuradores e policiais federais da Operação Lava-Jato;

2) como ex-Ministro do STF reuniria condições para dar respaldo ao próprio STF para que o tribunal voltasse a práticas garantistas utilizadas antes do julgamento do mensalão;

Assim, praticamente, encerraria a operação Lava-Jato.

3) não agiria politicamente contra uma condenação de Lula por Sérgio Moro, na 1ª instância, e pelo TRF-4, na 2ª instância, obtendo a inviabilização da candidatura de Lula em 2018.

4) reuniria em torno de si o apoio de todos os políticos conservadores corruptos, inclusive, naturalmente, os do PSDB, com a promessa de que as investigações continuariam para inglês ver;

5) aprofundaria, com mais respaldo perante a opinião pública conservadora, já que, em tese, não é corrupto, o desmonte do Estado de Bem Estar Social construído pelo PT, dando a resposta demandada pelos financiadores externos do golpe parlamentar;

6) e, além do mais, nomearia um Ministro do Supremo na vaga deixada por ele mesmo.

Entretanto, enganam-se aqueles que vêm em Gilmar aquela subserviência aos políticos do PSDB como militante disciplinado. Naquela alma penada e psicopatizada pulsam ambições as mais tenebrosas.

Entronizado na Presidência da República, a alma política e a ambição de Gilmar pelo poder vão, imediatamente, colocar em curso um plano para estender o seu mandato até 2022. Ele terá a faca e o queijo nas mãos e políticos amedrontados prontos a lhe servir o que ele desejar.

E não deixará de lançar mão da repressão, se e quando for necessário, para impedir que o populacho levante a voz.

Ao cabo e ao fim, o Poder Judiciário assume o Poder Executivo e mantém sobre controle o Poder Legislativo. É o golpe perfeito.

Saem derrotados: os trabalhadores, os setores democratas e progressistas da classe média, da academia, das artes, da ciência e tecnologia, os estudantes, etc, a engenharia nacional e suas empresas e a indústria nacional, construção civil, defesa, naval, etc.

Se reduzem ao mínimo os partidos de esquerda, inclusive o PT, com o banimento de Lula da vida política.

E o país volta a ser, depois de 14 anos de protagonismo internacional relevante, um protetorado norte-americano.

Saem derrotados, também, os bois de piranha injuiz Sérgio Moro, o beato batista Deltan Dellagnhol, os minions procuradores imberbes, os policiais federais aecistas, a cúpula do PSDB, o PMDB, o centrão e outros partidos conservadores que voltam à sua condição histórica de baixo clero.

Os grandes vencedores: o Império e o capital internacional.

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Giuseppe Junior

Uma pergunta bem singela, mas

Uma pergunta bem singela, mas que o setor progressista parece desconsiderar:   com maioria absoluta (melhor se for de 2/3) em ambas as casas do Congresso, por que não reverter as medidas que agora estão sendo implementadas? É interessante observar como esses abutres fazem o que quer qd tomam o governo, e a gente parece aceitar as medidas como algo irremediável.  A PEC 55 se tornou cláusula pétrea, por exemplo?    O problema é que ninguém atenta que o foco para 2018 e eleições seguintes deveria ser o legislativo. É uma cegueira política impressionante e o resultado é esse: o golpe, mas parece que nem a história serve como alerta e como apontador de solução.

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tem absoluta razão. 

tem absoluta razão. 

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dja

A dama de azul

Não entendo por que quase todos articulistas políticos lançam suas análises do cenário caótico brasileiro num curto espaço de poucas décadas. A verdade política é mais sombria, pois o governo federal plutocrático quer pespegar a desigualdade social a todo custo tipo " jogos vorazes", isso sempre será a única política milenar do status quo: isolar os miseráveis e limitar a classe média a uma mucama universitária de seus casarões. O colapso nacional está por vir, porque neste País, não há religião que segure o povo, ao contrário de países como a Índia em que a ideologia transcendente do regime de castas, mesmo com uma enorme desigualdade social, contempla a paz, além do que, neste mesmo Brasil de 2017, está incutido na mente da maioria dos brasileiros o poder de prosperidade que tivera a poucos anos atrás. O nó górdio da inércia da manifestação do povo vai se desfazer, só precisa de uma forçinha e se dará através do fim do presidencialismo, fator Lula, algum sincericida tipo a dama de azul ou facções descontentes com o sistema prisional. Afinal, a conta da guerra vai sempre para o mesmo partido. 

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Só tenho uma certeza. A via

Só tenho uma certeza.

A via pacífica é um mentira. Não existe. A direita não aceita nem jamais aceitará a democracia.

Somente uma revolução de verdade, que pela primeira vez na História do Brasil derrame o sangue da elite, de modo a finalmente acabar com a impunidade que essa elite sempre teve em relção a todos os seus abusos, é que pode mudar alguma coisa neste País.

E revolução não se faz pela metade. Tem que virar tudo de cabeça para baixo, acabar com esse passado escravagista que domina o Brasil até hoje.

É provável? Acho que não. Mas também não é impossível. A direita está esticando a corda como se não houvesse amanhã. Não seria de se estranhar se um dia a corda arrebentar.

 

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ABAIXO A DITADURA

 

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Romeo RJ

Criminoso.

Criminoso.

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Ele têm a coragem de dizer o

Ele têm a coragem de dizer o que deve ser dito. Enquanto você é apenas mais um covarde que amarela quando o seu país precisa ser defendido.

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Você sabe porque o Obama não elegeu um sucessor?

Depois que o PFL passou a se chamar Democratas, até eu virei Republicano.

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